A Lei do Menor Esforço.

Paulo H. Santos argumenta que, enquanto a A Lei do Menor Esforço incentiva e cria uma debilitação da vontade, é precisamente dessa vontade que dependem os pilares do Homem — virtudes, valores e sabedoria.

A Agonia do Não-Ócio

Paulo H. Santos reflecte sobre o facto da sociedade contemporânea, essa locomotiva insaciável de produtividade, ter declarado guerra ao ócio, como se o descanso fosse um inimigo a ser erradicado.

Em negação, como sempre.

Depois de duas décadas a serem fascizados e humilhados pela esquerda, os conservadores americanos estão agora certos que se Trump tivesse sido morto iam pegar em armas para defender os valores em que acreditam. A sério?

Eleições francesas provaram que as elites preferem incendiar nações a entregar o poder à vontade dos povos nativos.

As eleições francesas ilustraram o facto de as elites estarem disponíveis para se aliarem aos radicais de esquerda apenas para impedir a vitória dos partidos populistas ou nacionalistas. Mesmo que isso implique a destruição das nações que lideram.

Somos duas europas, agora.

Há a Europa das elites neoliberais, e há a Europa dos povos, das suas culturas, tradições e identidades. E não há um meio termo. É altura de escolher um lado da barricada e passar à ofensiva.

É lamentável, mas uma vitória do partido de Le Pen não vai mudar nada em França.

A maior afluência às urnas em quarenta anos demonstra o desejo e a esperança de mudança do eleitorado francês. Mas é muito pouco provável que os eleitores consigam o que querem. Agora e num futuro próximo.

Tucker Carlson descasca nos aldrabões profissionais.

Depois da catástrofe do debate presidencial, a imprensa corporativa acordou para a demência senil de Joe Biden, e Tucker comentou assim esse despertar: ou são tão estúpidos que não conseguem respirar sem assistência técnica ou são aldrabões profissionais.

Só covardes fazem isso e você não é covarde!

Porque o percurso existencial não é de todo um conto de fadas, Paulo H. Santos faz um apelo aos mais jovens: Baixar a cabeça e apanhar sem lutar é coisa de gente fraca e derrotada. Só cobardes fazem isso e ninguém na verdade quer ser visto como um cobarde.

Daqui até Novembro, o que é que as elites neoliberais vão fazer para impedir a eleição de Donald Trump?

Da fraude eleitoral ao assassinato de Trump, da eclosão de outra pandemia inventada a uma encenada invasão de alienígenas, devemos estar psicologicamente preparados para que as elites neo-liberais levem até às últimas consequências a sua vontade de poder.

Calem-se por favor com ‘o lado certo da História’.

A expressão “o lado certo da História", que pressupõe tanto e prova tão pouco, é espúria, mas estamos sempre a ouvi-la a toda a hora porque está intimamente ligada ao historicismo neo-liberal e os globalistas não podem viver retoricamente sem ela.

A Substância da Vida

Paulo H. Santos sugere que na origem dos males que nos afligem intensamente nestes diabólicos tempos que correm, está a incapacidade de entender - e defender - o valor da vida.

No Domingo, vamos votar. Pela mais válida das razões possíveis.

As eleições para o Parlamento Europeu têm pelo menos este préstimo: Servem para que o medo, que as elites corporativas tanto gostam de usar contra as massas, seja agora usado pelas massas contra as elites corporativas.

Sobre o armagedão que estão a armar.

À medida que o bloco ocidental vai intensificando a sua participação no conflito da Ucrânia, vai ficando com menos margem de manobra para uma derrota. E quanto menor a margem de manobra, maior a probabilidade de uma guerra apocalíptica.

Lava Jato, Toffoli e o Circo do Cerceamento da Liberdade de Expressão.

Enquanto os processos do Lava Jato estão a ser anulados, a liberdade de expressão continua a ser cerceada no Brasil. Marcos Paulo Candeloro retrata um país refém de políticos criminosos, que usam malabarismos jurídicos para fazer vingar a sua fome de poder.

A política é um mar em fúria.

Paulo H. Santos escreve sobre o traiçoeiro mar da política e de como podemos ser manipulados por marés ideológicas e vagas de demagogia se não estivermos equipados pelo conhecimento histórico e filosófico que nos foi legado pelos antigos.

Caso seja eleito, Trump dificilmente resistirá a uma orgia de vinganças.
E percebe-se porquê.

Enquanto tentam enfiar Trump na prisão por razões exclusivamente políticas, os democratas estão constantemente a avisar que, caso seja eleito, ele exercerá vinganças inimagináveis. Mas considerando as vilanias a que está a ser sujeito, não é de esperar outra coisa.

A descriminalização da pornografia infantil na Alemanha serve de lição: as sociedades precisam de tabus.

Numa sociedade sem anátemas, todo o tipo de abominações surgem rapidamente à superfície e neste mundo que tudo permite, que tudo tolera, que tudo normaliza, os Jeffrey Epstein da vida cometem impunemente todo o tipo de atrocidades com os nossos filhos. Até quando?

O mundo não te deve.

A mentalidade narcisista e hedonista, que se recusa a reconhecer as responsabilidades que acompanham os direitos, revela uma incapacidade colectiva de compreender que o mundo não nos deve nada.

Judas B. Peterson.

Jordan Peterson vendeu a alma aos fariseus e se é verdade que a traficou a bom preço, não há dinheiro no mundo que pague a traição de um homem que fez fortuna com o cristianismo, para agora o sacrificar no altar sionista.

A tragédia de Rio Grande do Sul e a fragilidade da civilização.

Tornando evidente que a civilização atravessa uma crise profunda nas primeiras décadas deste século, a tragédia do Rio Grande do Sul ganhou rapidamente uma dimensão política, funcionando, lamentavelmente, como mais um vector de polarização da sociedade brasileira.

Guerra na Ucrânia: O bloco ocidental está a avançar de marcha atrás.

Porque sabem que a Rússia não pode perder a guerra, nem vai desistir dos seus objectivos, os líderes ocidentais estão focados apenas em tentar impedir Moscovo de a ganhar. E a cada dia que passa, inventam novas diversões de forma a avançarem para um ponto de fuga.

O seu apartamento não é o futuro.

Paulo H. Santos escreve sobre o aviso dos nossos avós: Não é em pequenas e fechadas células de cimento armado que devemos viver e há que fugir do caos claustrofóbico das cidades e abraçar a essência da existência, com toda a sua complexidade e beleza.

Breve reflexão sobre a política de cinzas das oligarquias ocidentais.

A destruição material e imaterial a que estamos a assistir no Ocidente é intencional. As oligarquias globalistas sabem dos crimes que estão a cometer. E que podem muito bem pagar o preço, se perderem o poder. É por isso mesmo que será tarefa árdua demovê-los.

Educação tem limite?

Paulo H. Santos escreve sobre o modelo educacional dominante nas sociedades ocidentais, uma máquina de produzir mediocridade, que gera indivíduos proficientes em repetir narrativas, mas carentes de habilidades para analisar, questionar e criar.

O futuro verde e próspero prometido pelas elites europeias é um embuste. Que nos vai levar a todos à ruína.

As elites europeias apostaram tudo num futuro verde e próspero. Podem falhar nos objectivos ambientais, mas se a prosperidade prometida não se concretizar, a consequência será o caos. O problema é que o caos também é um sucesso, para o niilismo neo-liberal.

Ilusões, promessas e desprezo.

Marcos Paulo Candeloro denuncia a magia negra da classe política contemporânea, que nos ilude com promessas de prosperidade, só para constituir um obstáculo ao progresso.

Perene, para que não pereça.

Paulo H. Santos procura pela autenticidade perdida e como ao reconhecermos a beleza no que é duradouro e verdadeiro poderemos encontrar um caminho para além da tirania do efémero e do superficial, rumo a uma existência mais plena e significativa.

Desperdício e desatino: Congresso americano bate record de irresponsabilidade.

Entre a comédia e a tragédia, Marcos Paulo Candeloro escreve sobre o festival de idiotia unipartidária que o Congresso norte-americano está a oferecer ao mundo, nos últimos tempos.

Quem tem medo do Big Brother brasileiro?

Marcos Paulo Candeloro escreve sobre as ordens judiciais que Alexandre de Moraes emitiu em relação aos utilizadores brasileiros do X e que a Câmara dos Representantes dos EUA tornou públicas na semana passada.

Marcelo Rebelo de Sousa e o patético argumento das reparações históricas.

O Líder da União escreve sobre o último disparate de Marcelo Rebelo de Sousa, que parece convencido que os portugueses de agora têm que pagar reparações por alegados pecados dos portugueses de ontem, num estapafúrdio jogo de auto-flagelação.

25 de Abril: Meio século depois, celebramos exactamente o quê?

Quando numa certa madrugada de Abril, Salgueiro Maia saiu da Santarém para mudar "o estado a que as coisas chegaram", estaria certamente longe de imaginar a que estado chegariam as coisas, meio século depois.

‘Uncle Sam’ ou ‘Uncle Satan’?
O caso clínico de uma sociedade em negação.

Nos Estados Unidos, a direita patriota e populista ainda tenta vender a ideia de que a federação é "a maior nação nesta Terra de Deus". Mas a América do Século XXI são mais um inferno garantido do que uma terra prometida.

A aliança contra as democracias.

Marcos Paulo Candeloro escreve sobre a profana aliança entre a Rússia e a China, e a extensão do suporte que prestam a ditaduras, como a Venezuela, a Coreia do Norte e Cuba.

A mediocridade anda em bando.

No início da sua colaboração com o ContraCultura, Paulo H. Santos escreve sobre a extinção da aristocracia - e da ideia de excelência que lhe era associada - e como o conceito de igualdade levou ao triunfo da mediocridade nas sociedades ocidentais.

A fábula da democracia no Irã.

Num momento de tensão máxima no Médio Oriente, Marcos Paulo Candeloro escreve sobre o regime iraniano, um actor que desempenha múltiplos papéis com uma habilidade que poderia ser vista como notável, se não fosse pela trágica realidade do seu contexto.

A mulher verdadeiramente emancipada ou o migrante subsídio-dependente?

Nuno Matos Pereira coloca uma questão pertinente aos portugueses de bom senso: preferem subsidiar os migrantes ou combater o deficit demográfico com mulheres profissionais que querem ter filhos?

Elogio e sagração da banalidade.

Sonho com mais aborrecido, sonolento e velho mundo novo que se possa imaginar. É que começo a ficar realmente cansado de viver tempos interessantes, num universo virado ao contrário.

O Protetor da Democracia ou o Predador da Liberdade?

Marcos Paulo Candeloro acusa Alexandre de Moraes de se tornar mais um agente do caos do que um guardião da justiça, desrespeitando o processo legal e manchando a reputação de uma instituição que supostamente deveria defender.

O programa de vacinação contra a Covid é o verdadeiro ‘cisne negro’ dos nossos tempos.

As evidências somam-se de tal forma, que já não há como negar que o programa de vacinação implementado contra a Covid-19 resultou num genocídio a nível global. O verdadeiro evento 'cisne negro' de que agora tanto se fala.

Entre a farsa judicial e a demolição da democracia brasileira.

Marcos Paulo Candeloro escreve sobre a desintegração da democracia brasileira, que sob a tutela de um supremo tribunal tirânico e plenipotenciário, que se considera acima de qualquer escrutínio, desvirtua o próprio significado de justiça.

Sobre o horror e a leviandade.

Talvez o elemento mais perturbador na posição niilista do bloco ocidental é o facto de não considerar o que está a fazer ao povo ucraniano. De encarar assim levianamente a chacina que está a promover em nome de falsas causas e corruptos motivos.

Do capitalismo ao corporativismo: um itinerário de 3 décadas.

De forma a sermos intelectualmente capazes da dissidência e combatermos a acção nefasta do corporativismo de base oligárquica que triunfou no Ocidente, temos primeiro que reconhecer esse triunfo, estudar o seu trânsito e compreender as suas dinâmicas.

Califado Ucraniano:
O que o Ocidente prefere ignorar ao culpar o ISIS pelo ataque terrorista em Moscovo.

Apesar de todos os esforços da máquina de propaganda ocidental, continuam a somar-se os factos que apontam para a participação da Ucrânia no atentado de Moscovo. A reacção russa vai ser brutal.

Joe Biden pode salvar a democracia, resolver a crise da imigração e ganhar a guerra na Ucrânia. Fazendo recurso aos canibais do Haiti.

O Presidente Joe Biden pode salvar a democracia, resolver a crise dos migrantes e trazer a paz à Ucrânia de uma só vez, se reforçar as forças do regime Zelensky com os canibais haitianos e os terroristas islâmicos que entram às carradas pela fronteira sul dos EUA.

A dissolução do ser humano.

Quando a natureza humana é reduzida a uma espécie sofisticada de relojoaria, ou à álgebra de um algoritmo, tudo passa a ser possível. Mas sem uma alma, essa essência que transcende a ciência, nem o homem nem a máquina são capazes do exercício moral.

As virtudes do ódio ou como desprezar jornalistas não pode ser um pecado.

O ContraCultura é uma publicação de inspiração cristã e reconhece por isso que alimentar o ódio por outros seres humanos é condenável, por princípio moral. Mas convenhamos: é impossível não odiar jornalistas. E é difícil odiá-los tanto como eles merecem.

A União Europeia está a intensificar a criminalização do discurso. Para silenciar toda a dissidência.

O Parlamento Europeu aprovou em Janeiro mais um alargamento draconiano do conceito de "discurso de ódio", agravando o crime de opinião. Cabe-nos contrariar a intenção totalitária, resistir e persistir na dissidência.

Nem mais eleições nem mais geringonças ou um regresso à prosápia de Proudhon.

E se, por um abençoado e indeterminado hiato temporal, fossemos poupados à infâmia de sermos governados por um conjunto de crápulas profissionais, que na verdade nos detestam?

A lesma e o Presidente da República encontram-se num bar.

Os resultados eleitorais constituíram sobretudo um manifesto de resiliência da lesma, o molusco hermafrodita que é alérgico à mudança. E agora só há duas saídas para a Terceira República: Um sinistro bloco central ou a reconversão programática do Chega.

No dia de 10 Março, vota PQP.

No próximo domingo os portugueses celebram antecipadamente, nas urnas, o quinquagésimo aniversário da Terceira República. Há que aproveitar a oportunidade, quem sabe derradeira, para mostrar o dedo médio aos seus desavergonhados intérpretes.

Sobre o Síndroma do Comprimido Vermelho.

A vaidade de ser saudável dos olhos, como outra vaidade qualquer, é espúria. E o remédio rubro que inadvertidamente engolimos, pode curar como uma maldição. A não ser que.

Para alcançarmos a verdadeira igualdade de género precisamos de mais estivadoras.

Não há absolutamente nenhuma razão para que as mulheres não possam conduzir um camião do lixo, combater um incêndio, escavar uma campa, limpar um esgoto ou levantar um poste eléctrico. O futuro da humanidade precisa que as senhoras apertem o colarinho azul.

Apocalipse Nunca ou o culto da morte.

Onde se demonstra que o apocalipse climático é uma religião contra a humanidade, cujo objectivo último é empobrecer - e matar - biliões de pessoas.

Os mesmo palhaços.

Os mesmos palhaços que nas últimas duas décadas te mentiram sobre tudo e mais alguma coisa, continuam a tentar vender-te mais uma onça de óleo de fígado de bacalhau. Não achas que já é tempo de pensares pela tua própria cabeçorra de Sapiens?

O que está por trás das previsões de guerra com a Rússia, proferidas pelos membros da NATO?

O histerismo bélico dirigido contra a Rússia, protagonizado pelos líderes políticos e militares europeus, tem uma razão plausível - e infame: envenenar de tal forma as relações com o Kremlin que seja impossível a Donald Trump, caso seja eleito, estabelecer a paz.

Uma revolução de camponeses no século XXI.

Por feroz que seja a reacção dos poderes instituídos, a revolução campesina do Século XXI não pode nem deve seguir os percursos trágicos de movimentos análogos do passado. Mas encontrará inspiração na história repetidamente contada num certo livro libertário.

Em nome de que causa é que vamos morrer todos?

Altos quadros da defesa europeia têm alertado as massas para a inevitabilidade de uma guerra na Europa, desencadeada pela "ameaça" que Moscovo supostamente representa. Há que mostrar o dedo médio àqueles que nos condenam ao armagedão de uma trincheira que não tem razão de ser.

Seja com a Rússia, seja com o Irão, as elites querem uma guerra a todo o custo.

Enquanto na Europa as elites sonham com uma guerra com a Rússia, os falcões do unipartido de Washington torcem por um conflito com o Irão. Na verdade, trata-se da mesma guerra: a que permite matar a sede de sangue e destruição das cúpulas de poder no Ocidente.

A corporação fantasma: Como é que o governo global vai ganhar forma?

A concretização de um modelo não declarado, mas efectivo, de governação global, ocorrerá nos próximos anos através de 3 eixos fundamentais: o dinheiro digital, a identificação digital e a "acção climática". Um breve ensaio sobre esse movimento totalitário e fantasmático.

Lamento do Unipartido

Quando todos os palhaços do Grande Circo do Ocidente pensam igual, dizem igual e fazem igual, vivemos ainda assim em democracia?

Carlos III faz da coroa britânica uma jóia WEF.

Como bom discípulo de Klaus Schwab, Carlos III abdicou de ser rei de todos os britânicos: é o monarca da agenda globalista, da turba woke e do apocalipse climático. Talvez essa escolha se revele dramática, para o futuro da coroa Windsor.

E se tudo isto fizer sentido?

Mensagem de Ano Novo: porque não há redenção sem pecado, devemos confiar no desígnio transcendente, que justifica os horrores do presente em função de glórias futuras, e fazer o que estiver ao nosso alcance para proteger desinteressadamente o devir da espécie humana.

Nem me perguntem.

Não me perguntem pelo que quero no sapatinho, para não terem que considerar a hipótese do escorpião dentro do sapatinho.

Como sair derrotado de uma vitória: manual de normas.

O mais bem sucedido movimento populista desde que Trump foi eleito e os ingleses votaram Brexit - o boicote a que a América profunda sujeitou a Bud Light - está a ser transformado numa rendição patética pelos próprios conservadores, a troco de uns milhões de dólares.

Perdidos no inferno.

Breve advertência aos optimistas, aos bem dispostos da vida, aos bonacheirões e aos que não "ligam à política": estamos a perder nas várias frentes da guerra pela dignidade humana.

República Distópica da Irlanda

A Irlanda é, por estes dias, a ilustração aberrante da abominação moral da Europa. E dá a sensação que os poderes instituídos em Dublin leram o seu Orwell ao contrário: não como uma advertência, mas como um manual de normas.

A República de Coisíssima Nenhuma.

A Terceira República não está à altura da esfera armilar, não é digna das cinco quinas e não merece o legado de um escudo feito com o sangue da reconquista. É assim esplêndida a ideia de deixar de conspurcar os símbolos da nação.

Quem somos nós?

Neil Oliver, em desespero de causa, pergunta-se pela essência da espécie humana no século XXI: somos assim tão fracos que aceitamos docilmente o que não queremos, num embrulho de mentiras, em vez de exigir a verdade e a liberdade sobre os nossos destinos?

“Ciência” socialista: A 4 meses das eleições, o CO2 deixa de ser um problema.

O lema é “sigam a ciência”, e a ciência diz-nos que a 4 meses das eleições o CO2 baixa significativamente e desta forma já podemos reduzir o IUC! Está na hora do povo acordar.

A guerra contra os homens é uma guerra contra a civilização.

Uma geração de homens que se tornam fantasmas entre os seus entes queridos, abandonam a força de trabalho e os seus papéis sociais e acabam até por se suicidar, é sintomática de tempos sombrios e da decadência do Ocidente.

Em negação.

Em Portugal, recusamos perceber que os nossos destinos não dependem das decisões de S. Bento ou de Belém, que os líderes que elegemos são simples criaditos de burocratas em Bruxelas, senhores do universo em Wall Street e tiranos amadores em Davos.

Se calhar, nunca fomos tão infelizes.

1 em cada 7 britânicos toma anti-depressivos. 3 em cada 10 franceses. 1 em cada 6 americanos. Em Portugal, o consumo de ansiolíticos disparou 304% em 20 anos. As primeiras décadas do século XXI são capazes de ser das épocas mais infelizes da história da humanidade. 

O pote de ouro no fim do arco-íris: 456 milhões de euros para a identidade de género.

A comunidade LGBTQI+ vai ter para o próximo ano 426 milhões de euros para desperdiçar em activismo, doutrina escolar, cerveja e paradas de orgulho. À custa do contribuinte.

Sobre a retórica dos alhos e dos bugalhos.

O cu tem tudo a ver com as calças, na retórica dos poderes instituídos, que comparando o que é incomparável e relacionando o que não tem relação, objectivam a confusão, a ignorância, o olvido e o desnorte existencial. Há que recusar a mistificação.

Israel e o Hamas estão envolvidos numa guerra religiosa de soma zero. E o Ocidente também.

É óbvio que Israel e o Hamas não podem conviver. É também claro que o Ocidente cristão e o Ocidente anti-cristão não podem coexistir. E a guerra que agora implode na Faixa de Gaza, pode um dia rebentar nas ruas de Londres, Paris, ou Nova Iorque.

Alegremente caminhando o trilho do apocalipse.

Paul Joseph Watson confirma a suspeita, que ganha alta resolução a cada dia que passa, de que caminhamos, inapelavelmente, para o apocalipse de todas as coisas.

O fim da realidade.

A vertente tecnológica, aliada ao decaimento fantasioso do discurso político, está a terratransformar a percepção que temos das coisas. E a Singularidade não tarda nada; esse momento em que a realidade não tem como ser provada.

E se as agências de inteligência e segurança dos EUA vigiassem mais os terroristas reais e menos os conservadores americanos?

Imaginemos por um momento que os recursos monumentais das forças de segurança e inteligência americanas eram canalizados para perseguir terroristas de verdade, em vez de cidadãos com opiniões diferentes daquelas que o regime Biden considera adequadas.

Saber ver – e saber pensar – para além do horror terrorista.

Agora que se abriu mais uma frente de guerra nas imediações da Europa, precisamos mais do que nunca de ver para além do horror terrorista e manter os olhos bem abertos, os ouvidos despertos e os neurónios de plantão.

Israel, Palestina e a diferença que quatro anos fizeram.

Castigam-me as imagens que chegam da barbárie terrorista, mas depois da breve imensidão de dias que passaram desde que acordei para a realidade, já não entendo Israel com a bonomia com que percebi este país enquanto dormia pela História a dentro.

O Império Soros e a agenda psicopata.

O Império Soros e as elites da agenda psicopata procuram escravizar os povos ocidentais a políticas liberais progressistas, completamente desconexas da realidade e impossíveis de cumprir, a não ser que estejamos dispostos a voltar à idade da pedra.

No Ocidente, a semântica foi virada ao contrário.

A linguagem está a ser transformada numa ferramenta psicadélica para transformar a realidade em alucinação. A tal ponto que consumimos como verdadeiras narrativas que, há dez ou vinte anos atrás, uma criança na quarta-classe rejeitaria aprioristicamente.

Stonehenge foi levantado por africanos. E a Torre Eiffel, pelo Sultão do Egipto.

Em breve ficaremos a saber que Versalhes foi construído por Mustafá I, Buckingham foi levantado por Genghis Khan, os Jerónimos foram obra do Preste João e a Torre Eiffel devia chamar-se Torre Saladino, porque foi projectada pelo famoso sultão do Egipto.

O governo federal americano como uma conspiração de estúpidos.

Num segmento da entrevista a Meghyn Kelly, Trump fala sobre a gestão da "pandemia". E reconhece que a sua gigantesca administração ficou completamente aterrorizada e foi incapaz de avaliar devidamente o fenómeno em tempo real. Somos governados por imbecis.

Dos ateus que querem ser Deus.

Não deixa de ser grotesco, mas aqueles que perseguem níveis máximos de poder político, económico e tecnológico, com que esperam ser transportados para o plano da omnipotência divina, têm todos uma característica em comum: são ateus radicais.

A habitação segundo António Costa: pedir esmola em Bruxelas, subir impostos em Portugal.

Se não é bizarro será no mínimo estranho: por que é que não temos habitação condigna a preços acessíveis para a população portuguesa e abrimos as fronteiras a 175.000 migrantes? Um texto (o primeiro no Contra) de Nuno Matos Pereira.

Um ano depois: o Contra ainda existe.

Um ano depois do seu primeiro pontapé na gramática, estará o Contra de parabéns? Sim. Mas pelo simples facto de ainda existir. Porque a creditar as intenções totalitárias e declaradas de Bruxelas - ou de S. Bento - essa existência dissidente corre sérios riscos.

Fado da extrema direita.

Serás de extrema direita sempre que manifestares revolta por seres desapiedadamente taxado, sempre que mostrares força de carácter, vontade de independência ou sentido ético; sempre que defenderes o livre arbítrio ou revelares uma virtude cristã.

A ciência climática e a lógica do martelo.

Neil Oliver nos Monólogos do Contra: Quando tudo o que temos é um martelo, tudo tratamos como um prego. E se a ciência climática é o martelo, adivinha que papel te cabe, plebeu.

Se foi uma ovelha obediente durante a pandemia, admita o erro e proceda melhor da próxima vez.

Quando surgir a próxima "emergência pública", as ovelhas obedientes precisam de aprender com os seus erros e enfrentar a tirania. Dada a sua responsabilidade no rasto de cinzas da Covid, é o mínimo que podem fazer.

Louvor e apologia da Protecção Civil.

Sem os avisados e patriarcais comunicados desta santíssima autoridade, subiriam as gentes, na estação das neves, a Serra da Estrela em cuecas e muito provavelmente aproveitariam a queda de granizo para fazer piqueniques.

Alemanha: Banir a dissidência para salvar a democracia.

Na Alemanha, os poderes instituídos estão a preparar-se para banir o AfD, um partido de direita que nas sondagens apresenta 21% de intenções de voto. Cúmulo da ironia: a interdição é justificada pela necessidade imperativa de "salvar a democracia".

Enquanto estavas no cinema a ver a Barbie.

Enquanto estavas no cinema a ver a Barbie, o teu filho foi assediado por transexuais no Tik Tok, o teu banco cobrou-te em juros mais do que tu deves de crédito e o teu primeiro-ministro arranjou maneira de roubar mais uma fatia do teu rendimento anual.

Um truque de génio.

A esquerda woke tenta compaginar o feminismo mais radical com a veneração dos códigos culturais islâmicos, profundamente misóginos. É um equilíbrio impossível. E cinco palavras impressas numa folha A3 em branco bastam para fazer claudicar todo um programa ideológico.

Como travar o avanço da estupidez: manual de normas.

Podemos até aceitar o princípio de que todos somos iguais perante Deus, mas conviver com a ideia de que estúpidos e não estúpidos são iguais entre si é de uma estupidez imperdoável, com graves consequências sociais, económicas e políticas.

Combater a dissidência com a destituição económica: O caso Nigel Farage.

Talvez o mais proeminente dissidente político no Reino Unido, Nigel Farage viu-se na semana passada impossibilitado de ter uma conta bancária. Nem um banco do seu país o aceita como cliente. O seu caso é a prova provada de que já ninguém vive em democracia, no Ocidente.

França: Reduzir a cinzas, para levantar a distopia.

As turbas de imigrantes oprimidos e discriminados fazem justiça roubando automóveis Volkswagen, pilhando telemóveis Apple e incendiando tudo à volta, até que Macron obtenha o cenário de cinzas de que precisa para instalar a sua distopia.

Uma pergunta fundamental.

Neil Oliver interroga-se sobre o que terá acontecido ao governo pelas pessoas, das pessoas e para as pessoas. E de inquirição em inquirição, chega à pergunta mais importante de todas. Um monólogo denso e intenso, para ser digerido no correr da semana.

Sobre a raça dos porcos.

A partir de agora, chamar porco a alguém é um insulto racista e inadmissível, se o sujeito a que o insulto se refere não for branco, até porque é científico que os brancos são todos uns porcos e que os brancos de 'extrema-direita' até estão muito abaixo disso.

“Tucker On Twitter”, episódio 2: governo dos EUA é cúmplice de redes de pedofilia.

No 2º episódio do seu programa no Twitter, Tucker Carlson aborda um artigo do Wall Street Journal onde é reportado que o Instagram alberga redes de pedofilia, sem que sejam perturbadas pelos censores da empresa de Zuckerberg. Ou pelo governo federal.