Epstein Files e o Pizzagate.

Durante anos, a imprensa corporativa, arauto da mediocridade politicamente correcta, tratou o Pizzagate como o ápice da estupidez das massas e dos teóricos da conspiração. Mas os ficheiros Epstein revelaram que o Pizzagate é bem real. A denúncia de Marcos Paulo Candeloro.

Isto é perfeitamente normal, não há nada para ver aqui.

Onde se demonstra que não há explicação plausível para a quadrícula celeste dos chemtrails, e como a generalidade das pessoas prefere olhar para o chão, para não lidar com as implicações da verdade que contamina o céu.

A Crise da Hegemonia:
O Fracasso Estratégico no Médio Oriente e a Cegueira do Moralismo Ocidental

Se Washington e Bruxelas não recuperarem a capacidade de abraçar a realidade histórica e aceitarem um mundo multipolar, o resultado inevitável será a destruição total da influência ocidental ou, no pior cenário, uma deflagração nuclear. A crónica de Francisco Henriques da Silva.

Pais do Lado de Fora: Como o Estatuto do Aluno usurpa a Autoridade Parental

O actual Estatuto do Aluno e Ética Escolar (Lei n.º 51/2012) coloca os pais do lado de fora dos portões da Escola, reduzindo a sua autoridade a uma mera colaboração administrativa. A análise crítica de Maria Helena Costa.

Os OVNIs de hoje, os OVNIs de ontem e a vontade de poder de sempre.

O fenómeno OVNI não é de agora. Mas enquanto a sua nomenclatura e representação diferem em função do aparelho cultural, tecnológico e mítico de cada era, a instrumentalização pelos poderes instituídos dessa sobrenaturalidade não muda nunca. E está a acontecer outra vez.

O Declínio do Modelo Alemão: do “Wirtschaftswunder” ao risco de obsolescência.

A Alemanha não enfrenta apenas uma recessão conjuntural. O que está em causa é algo mais profundo: o esgotamento de um modelo económico que, durante décadas, sustentou o estatuto de “motor da Europa”. A análise de Francisco Henriques da Silva.

Transgenerismo “não é doença”, mas exige actualização científica: a incoerência perigosa de Zélia Figueiredo

Num recente debate na RTP sobre identidade de género e transexualidade, a psiquiatra Zélia Figueiredo defendeu o modelo de afirmação de género em menores. As suas declarações revelam contradições profundas que merecem escrutínio público. O contraditório de Maria Helena Costa.

Rockfellers, Bill Gates e Jeffrey Epstein: pandemia e esterilizações forçadas.

Em Junho de 2014, Jeffrey Epstein enviou um email a Bill Gates com uma proposta sinistra: "Por que não fazemos algo radical, disruptivo. A Saúde Global poderia avançar em saltos em vez de passos." Marcos Paulo Candeloro disseca o programa luciferino.

Bilinguismo: um Capital Cultural que Amplia a Consciência.

As crianças bilingues crescem com uma consciência ampliada. Desde cedo compreendem que as palavras e a realidade não são coincidentes, que existem diferentes formas de ver o mundo e que é possível pertencer a mais do que um universo cultural. Um ensaio de António Justo.

Os Efeitos Devastadores do Feminismo nas Mulheres

As mulheres merecem a verdade nua e crua: o feminismo tornou-as mais exaustas, mais solitárias, mais medicadas, mais dependentes e mais iludidas do que em qualquer outra época da história. Uma crónica de Maria Helena Costa.

Preparem-se para serem aldrabados, à grande e à americana.

O governo federal americano e o Congresso vão dando indícios de que estamos prestes a ser bombardeados com mais uma operação gigantesca de desinformação sobre o fenómeno OVNI. O ContraCultura desconfia e recomenda a desconfiança.

Desejo com capa.

O Livro não é só um objecto, é um curriculum vitae . Tem alma e personalidade, que reflecte a do seu dono. É agradável ao tacto e não depende de electricidade nem de aplicações e fica para a posteridade. Uma declaração de amor de Walter Biancardine.

Activismo Travestido de Ciência: A Deriva Ideológica da Ordem dos Psicólogos

A posição da Ordem dos Psicólogos sobre ideologia de género não é baseada na evidência; é activismo travestido de autoridade científica. Maria Helena Costa escreve em nome das crianças que a OPP ajuda a encaminhar para um percurso médico irreversível.

Uma proposta de rigor conceptual para o debate político português: o Estado Novo era autoritário, mas não fascista.

Uma democracia que confunde termos tão distintos como «autoritarismo» e «fascismo» é uma democracia frágil, incapaz de aprender com a história e de dialogar com rigor. Um ensaio de António Justo que devolve à palavra «fascismo» o seu significado histórico preciso.

A Cilada do ‘Bora’: Doutrinação nas Escolas

O Movimento Bora é o golpe orwelliano perfeito e as escolas portuguesas merecem melhor do que servir de palco para a esquerda enterrar, sob sorrisos e incentivos ao diálogo, o último bastião da medicina baseada em evidência. Uma crónica de Maria Helena Costa.

Ucrânia: entre o mito e a realidade.

A narrativa dominante no espaço mediático ocidental apresenta a Ucrânia como bastião da democracia, escondendo zonas de sombra que fragilizam a credibilidade do regime de Kiev e, por arrasto, a dos seus apoiantes europeus. A crónica de Francisco Henriques da Silva.

A Guerra no Médio-Oriente: riscos, dilemas e opções estratégicas das monarquias do Golfo.

A intervenção armada de Israel e dos EUA contra o Irão representou um ponto de viragem e de introdução de novos paradigmas na política externa e na diplomacia das Monarquias do Golfo. Um ensaio do embaixador António Alves de Carvalho.

Rússia: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.

Com o fecho do Estreito de Ormuz passámos da demonização de Moscovo à "normalidade pragmática", e Luís Montenegro defende agora o "diálogo com a Rússia", num sinal claro da falência ética e técnica das políticas energéticas da UE. O comentário de Francisco Henriques da Silva.

Tudo fica, menos nós.

A perda não é um erro do sistema. É o sistema. A vida não é uma sucessão de perdas por acidente; é uma longa operação de desapropriação. Primeiro tira o supérfluo, depois o necessário, por fim o essencial. Uma crónica de Walter Biancardine.

Celebração do 25 de Abril: Entre festa da nação e disputa ideológica.

O 25 de Abril não pode ser, nem deve ser, território exclusivo de uma ideologia que dê a impressão que a identidade portuguesa se reduz à liberdade de Abril. Reduzir a festa a um desfile de partidos seria perpetuar as feridas do PREC. Uma crónica de António Justo.

Enquanto a Europa perde o passo, a China acelera.

Criticámos a China por não aceitar os nossos valores. Mas essa crítica sobranceira impediu-nos de ver o óbvio: a China passou-nos a perna em sectores decisivos da ciência e da tecnologia. Uma crónica de António Justo.

Meditação do H₂O

A água aceita ser gelo para sustentar o inverno; aceita ser rio para servir a planície; aceita ser vapor para vestir o céu. O calor que desencadeia essa metamorfose não é uma temperatura; é uma metáfora do amor que desaba sobre o sólido do medo. A meditação de António Justo.

Para Além de Ormuz: o Fim do Petrodólar e a Nova Ordem no Médio Oriente.

O embaixador Francisco Henriques da Silva foi um dos oradores de mais uma edição do Conversas no D. Carlos, subordinada ao tema "Médio Oriente: do Conflito Regional à Guerra Global?". Publicamos neste artigo o suporte visual da sua palestra.

Não sei o que pensar de Péter Magyar.

Péter Magyar é uma figura paradoxal: Um nacionalista amado em Bruxelas, um progressista de perfil conservador, um europeísta que não hostiliza Moscovo nem simpatiza com Kiev. É difícil fazer-lhe o boneco, mas muito depende o futuro da Europa do caminho que ele decidir trilhar.

Manual de instruções para uma sociedade que perdeu o manual

Vivemos num tempo de desconstrução. Desconstrói-se o pai, a mãe, a autoridade, a ética, o sentido e reconstrói-se tudo com instruções do tipo IKEA emocional. Uma crónica de António Justo.

A vitória de Péter Magyar na Hungria: Será preciso mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma?

A derrota de Viktor Orbán pode ser interpretada como o fim de um ciclo político e a abertura de um novo, marcado pela recomposição do campo conservador húngaro, mais próximo da UE. Mas será que estamos perante mudanças de fundo? A análise de Francisco Henriques da Silva.

O Regime Epstein tem um fascínio maluco pela ficção científica.

A veia fantasista da Casa Branca garante sistemas que detectam batimentos cardíacos a 60 quilómetros de distância, "tecnologia capaz de manipular o espaço-tempo" e armas sónicas super poderosas, retiradas directamente do universo Marvel. A maquinaria é bestial. Mas implausível.

Um Ocidente irredimível.

Aconteça o que acontecer, com o Estreito de Ormuz aberto ou fechado, com a gasolina mais barata ou mais cara, com mais ou menos colégios de raparigas a serem rebentados no Irão, com mais ou menos horrores inomináveis perpetrados em Gaza e no Líbano, não nos livramos do inferno.

Provavelmente, o texto mais estúpido alguma vez publicado nas redes sociais.

A 9 de Abril, caiu na web o post mais parvalhão, pesporrente, ignóbil, retardado, mentiroso, e, sobretudo, ingrato alguma vez publicado por um ser humano nas redes sociais. Foi redigido por Donald J. Trump, actual presidente dos Estados Unidos da América, e merece contraditório.

Tucker Carlson e a importância de um detalhe que todos ignorámos.

A 20 de Janeiro de 2025, Donald J. Trump foi empossado como o 47º Presidente dos EUA. No juramento de fidelidade à Constituição, rompeu o protocolo ao evitar colocar a mão sobre a Bíblia. Tucker Carlson testemunhou o facto e estranhou-o. Mas agora, já percebeu tudo.

Reabertura do Estreito de Ormuz: Uma ‘bomba nuclear’ económico-financeira?

A reabertura do Estreito de Ormuz pode ser um ponto de inflexão nas relações económicas internacionais, dadas as tensões entre a ordem financeira centrada no dólar e as tendências de diversificação monetária no comércio global. A análise de Francisco Henriques da Silva.

As fragilidades do populismo: conferência com João Pereira Coutinho.

Lourenço Ribeiro analisa a segunda parte da intervenção de João Pereira Coutinho no ciclo de conferências 'Tudo o que Sempre Quis Saber Sobre Populismo Mas Tive Medo de Perguntar'.

Uma baliza com rodas: Humilhado e desnorteado, Regime Epstein altera completamente os objectivos da guerra.

A ambição dos objectivos do Regime Epstein para a guerra no Golfo diminui na simetria da humilhação a que as suas forças estão a ser sujeitas. E daqui a duas ou três semanas, qualquer coisa que não implique um porta-aviões ao fundo será vendida como um triunfo.

Dois pesos e duas medidas: a atuação do Ministério Público em Portugal

A credibilidade do Estado de direito depende não apenas da legalidade das suas ações, mas também da sua imparcialidade. A aplicação uniforme da lei é essencial para garantir a confiança pública e evitar a erosão das instituições democráticas. Uma crónica de Vasco Semedo.

Numa única operação bolsista, toda a lógica bandida do Regime Epstein.

Elementos do círculo próximo de Donald Trump estão a utilizar, recorrente e despudoradamente, informação privilegiada sobre uma guerra que está a empobrecer toda a gente, para fazerem fortunas na bolsa.

As virtudes do populismo: conferência com João Pereira Coutinho.

João Pereira Coutinho foi o orador da primeira sessão do ciclo de conferências 'Tudo o que Sempre Quis Saber Sobre Populismo Mas Tive Medo de Perguntar'. Lourenço Ribeiro analisa a intervenção do professor de ciência política na Universidade Católica.

A tempestade perfeita no Golfo: uma crise global iminente

À medida que a quarta semana do conflito no Golfo se desenrola, a economia global encontra-se à beira de uma tempestade perfeita. A análise do impacto económico da guerra por Francisco Henriques da Silva.

Tucker Carlson e Jiang Xueqin: uma mistura explosiva.

A semana passada terminou com uma combinação absolutamente luminosa: Tucker Carlson e Jiang Xuequin. A conversa, saborosa e desassombrada, centrou-se na guerra no Irão e no declínio e queda do império americano e da civilização ocidental.

O Contra no ‘Isto é o Povo a Falar’: Uma guerra de soma zero.

O João Nuno Pinto voltou a convidar o ContraCultura para mais um momento de liberdade de expressão, no 'Isto É o Povo a Falar'. E o assunto só podia ser um. Uma conversa sem restrições, sobre um desastre anunciado.

Morreu Jürgen Habermas, o filósofo que quis tornar o mundo um pouco melhor.

Jürgen Habermas, filósofo e sociólogo alemão, herdeiro da tradição iluminista de Immanuel Kant, dedicou a sua vida a uma causa tão simples de enunciar quanto difícil de concretizar: tornar o mundo um pouco melhor. A elegia de António Justo.

Quem se mete com o mundo islâmico, apanha.

A guerra americana é a guerra das elites. A guerra islâmica é a guerra de um povo que não perdeu a sua alma. E não se derrota uma civilização com drones. A crónica de António Justo.

A verdade morreu.

Enquanto somos cegados pela escuridão, emudecidos pela censura e ensurdecidos pela estática de Satanás, saímos vencidos da eterna e universal peleja entre o bem e o mal.

As eleições presidenciais de Portugal e a reconfiguração da direita.

André Ventura alcançou uma posição favorável nas eleições presidenciais, consolidando a ideia de que não pode ser ignorado, e que nenhum Orçamento do Estado pode avançar sem a sua aprovação ou influência. A crónica de Lourenço Ribeiro.

Os Lusíadas e o Espelho Partido do Mundo.

A 12 de março, sopraram quatrocentos e cinquenta velas sobre a primeira edição de Os Lusíadas. Mas que mundo é este que agora habita o mesmo poema? O que vemos é uma guerra do Diabo contra o Diabo. A crónica de António Justo.

De acordo com o Regime Epstein, a guerra precisa de ser feita, mas não precisa de ser ganha.

O objectivo desta guerra não é libertar, civilizar, dominar ou pacificar o Médio Oriente. O objectivo é instalar o caos na região e, se tudo correr "bem", espoletar a III Guerra Mundial e um conflito termo-nuclear que, por definição, não tem vencedores.

Guerra no Médio Oriente: Análise de um Conflito em Transformação. Parte 2

Segunda parte da análise de Francisco Henriques da Silva sobre a complexa e volátil situação geopolítica no Oriente Médio, integrando a guerra de narrativas, as implicações estratégicas e os impactos económicos e geopolíticos.

Guerra no Médio Oriente: Análise de um Conflito em Transformação. Parte I

Francisco Henriques da Silva analisa, num ensaio de dois capítulos, a complexa e volátil situação geopolítica no Médio Oriente, integrando a guerra de narrativas, as implicações estratégicas e os impactos económicos e geopolíticos.

Encerramento do Estreito de Ormuz: Análise do Impacto Potencial nos Mercados de Energia

Francisco Henriques da Silva analisa o impacto do encerramento do Estreito de Ormuz nos mercados de hidrocarbonetos e a dependência crítica das geografias afectadas, bem como as vulnerabilidades logísticas específicas para o gás natural liquefeito.

Para além da flor de jardim e do punho agressivo: A necessária transição da matriz social masculina para uma matriz masculino-feminina

Entre a flor simbólica oferecida à mulher e o punho cerrado que expressa a lógica da força, desenha-se uma das contradições mais profundas da sociedade contemporânea. Um ensaio de António Justo.

Lobo Antunes morreu, mas vive no espelho da alma do país que deixou.

Com a morte de António Lobo Antunes, Portugal perde mais do que um escritor. Portugal perde o seu mais arguto intérprete. E a sua obra permanece como um aviso: a memória não se apaga e recalcamento não é solução. Uma elegia de António Justo.

Chaves Militares Estratégicas do Conflito EUA-Israel-Irão

O confronto no Médio-Oriente não se decide numa batalha militar convencional. Trata-se de um conflito de natureza sistémica, no qual interagem dimensões militares, tecnológicas, energéticas e geopolíticas. A análise de Francisco Henriques da Silva.

Uma guerra que soma menos que zero.

Num extenso monólogo, Tucker Carlson denuncia a agenda de cinzas sionista, que conduziu a um conflito que não beneficia ninguém no mundo, excepto Telavive. Mas esquece-se de dissecar as razões e as motivações que levaram Donald Trump a enfiar-se neste sarilho grande.

O professor-profeta explica e projecta a guerra no Irão.

Em 2024, o professor Jiang Xueqin, espécie de profeta dos tempos modernos, previu a eleição de Trump, previu que o magnata de Queens iria fazer a guerra ao Irão e previu que a América a ia perder. Nesta lição, explica e projecta o conflito, em eloquentes e claras linhas gerais.

A Cegueira Estratégica do Ocidente e o Sistema Islâmico Iraniano

A situação no Irão e no Médio Oriente inscreve-se num quadro mais amplo de disputa geopolítica, estruturado em torno de dinâmicas de poder, controlo territorial e interesses económicos estratégicos. Uma análise de António Justo.

Da Tensão Regional à Ameaça Global: Análise da Escalada EUA-Israel-Irão

O ataque coordenado de Estados Unidos e Israel ao Irão representa um ponto de inflexão geopolítica, que levanta a questão fundamental se estamos ou não à beira de uma conflagração global. A análise de de Francisco Henriques da Silva.

A assustadora descentralização do saber

Talvez o maior choque da nossa época não seja tecnológico, mas cognitivo. Pela primeira vez, o conhecimento começa a escapar ao centro, e ainda não sabemos bem o que fazer com essa descentralização do saber. Uma crónica de Silvana Lagoas.

Um triste, derradeiro e incontornável facto.

Quando o New York Times começa a defender as políticas e a justificar os pecados da actual Casa Branca, parece liquido que qualquer coisa está putrefacta no reino MAGA, certo? 

O custo de ser família.

Na Alemanha, um país conhecido pelo seu forte sistema de apoio social, a maioria dos alemães acredita que formar uma família se tornou um luxo inacessível, levantando questões urgentes sobre o futuro do país e as prioridades do Estado. Uma crónica de António Justo.

O insustentável dilema das pessoas de bem, quando capturadas pelas forças do mal.

Sabemos agora, no Ocidente, que somos os maus da fita, liderados por vilões da pior espécie. E não só parecemos impotentes para contrariar as forças que nos infernizam as nações e a existência, como não estamos psicologicamente preparados para pagar o preço último dessa vilania.

Num mundo onde a vontade fabrica e a imaginação governa.

O canal público alemão ZDF exibiu vídeos gerados por inteligência artificial, que pretendiam retratar operações do ICE contra migrantes nos EUA. O mundo entrou num território estranho, onde o real se dissolve na fantasia técnica da propaganda. A crónica da António Justo.

A detenção de André Mountbatten-Windsor e o argumento em favor da destituição de Carlos III.

A detenção de André Mountbatten-Windsor coloca a coroa britânica sobre pressão e liberta expectativas sobre a abdicação ou a destituição de Carlos III. Um breve ensaio sobre as razões por trás dessas (justas) expectativas.

A Ditadura da Felicidade

A ditadura da felicidade não é apenas cultural. É estrutural. A negatividade prejudica o envolvimento. A dúvida reduz a produtividade. A pausa quebra o fluxo. O sistema prefere indivíduos adaptáveis, permanentemente ocupados consigo mesmos. Uma crónica de Silvana Lagoas.

Uma reflexão sobre a informação, a guerra e a hipocrisia.

A imprensa europeia está mais interessada na formatação da opinião pública do que na criação de espíritos livres e críticos e a informação é confeccionada de maneira a que o público seja incapaz de separar a realidade da propaganda. Uma crónica de António Justo.

Política externa nacional no quadro da nova ordem mundial.

Uma política externa adulta exige escolhas, prioridades e coragem para dizer não. Os interesses de Portugal são concretos, mensuráveis e limitados. Tudo o que não os sirva deve ser objecto de distanciamento estratégico. Uma análise de Francisco Henriques da Silva.

Eleições presidenciais:
PS recupera o fôlego, Ventura fragmenta o Bipartidarismo.

Apesar do resultado folgado de Seguro, os dados da participação eleitoral trazem sinais inquietantes para o sistema político português. A abstenção fixou-se nos 49,91% - a mais elevada de sempre numa segunda volta de presidenciais. A análise de António Justo.

Whitney Webb liga os pontos do novo globalismo.

Num clip vídeo de 15 luminosos minutos, a jornalista independente Whitney Webb expõe o padrão fenomenológico do globalismo transhumanista, integrando o escândalo Epstein, a impunidade das elites e a aceleração de uma economia totalmente digitalizada e vigiada.

Europa pondera atacar a marinha mercante russa. Os riscos são tremendos.

Inspirados pelas acções de pirataria americana no Caribe, os líderes europeus ponderam agora utilizar as suas marinhas para apreender navios que transportam carga russa. A infeliz ideia pode conduzir rapidamente a um confronto termonuclear. Uma crónica de Afonso Belisário.

O Diabo Anda à Solta

A dimensão do escândalo Epstein é tal que reduz as teorias da conspiração mais audazes a meros eufemismos. As suspeitas são a fumarada inegável de um incêndio moral de proporções civilizacionais. A crónica de António Justo.

Horror, repulsa e revolta (Parte 3): os mil tentáculos de Jeffrey Epstein.

Jeffrey Epstein exercia o seu magistério satânico de forma multidimensional, comprometendo-se com os mais sinistros conluios e traficando créditos nos mais labirínticos centros de poder. Uma amostra, necessariamente deficitária, da sua tentacular influência.

A indústria do escândalo

A divulgação dos ficheiros Epstein parece mais uma experiência sociológica do que um acto de justiça. Não há detenções nem consequências. Tudo permanece rigorosamente igual, com uma diferença essencial: o público vai-se habituando à barbárie. A crónica de Silvana Lagoas.

A demagogia que regressa pela porta da frente.

Há uma ironia difícil de ignorar no actual debate político português: os mesmos que construíram o sistema discursivo dominante parecem agora escandalizados por estarem a ser confrontados com os seus próprios métodos. Uma crónica de Francisco Henriques da Silva.

Adeus à vida através do suicídio.

Confirmando a escuridão que se dissemina nas sociedades europeias, os dados sobre suicídio na Alemanha e em Portugal não são apenas preocupantes quanto à saúde pública; são um espelho inquietante de um mal-estar social profundo. Uma breve análise de António Justo.

A cumplicidade do silêncio.

Por todo o Ocidente, as pessoas vão para a rua protestar por tudo e por nada. Mas quando ficam a saber que são governadas por um clube satânico de traficantes de carne humana, pedófilos, assassinos e canibais, fecham-se em casa, num estupor resignado.

Ensaio sobre a cegueira.

Não há cego mais cego do que aquele que não quer ver. A prova provada deste axioma vive nos seguidores incondicionais de Donald Trump que, como os europeus são agora servos de Bruxelas, serão escravos de Washington, na ilusão da liberdade.

No mundo das elites globalistas não há coincidências. Apenas cumplicidades.

Monólogos do Contra: Whitney Webb examina a longa e perturbadora sobreposição entre a a ascensão de Donald Trump como figura empresarial e as redes transnacionais que envolvem Jeffrey Epstein, o crime organizado, as agências de inteligência e a elite financeira.

Entre a Síria e o Irão, a falência da moral e a lógica perversa da indústria de guerra americana.

O caso sírio serve de advertência para aquilo que pode acontecer no Irão. Porque mesmo que uma intervenção militar de mudança de regime corra bem, o que é muito duvidoso, que certeza têm os EUA de que o regime seguinte será melhor do que o actual? Uma crónica de Afonso Belisário.

Horror, repulsa e revolta (Parte 2): o que dizem os ficheiros Epstein sobre a civilização em que vivemos.

O que é evidente neste pesadelo constante dos ficheiros Epstein é que o declínio e queda da civilização ocidental poderá muito bem ser arrumado numa gaveta da História ainda mais sombria do que o processo análogo que levou ao desmoronamento do Império Romano.

Horror, repulsa e revolta (Parte 1): novo lote de ficheiros Epstein revela natureza satânica e comportamento aberrante das elites ocidentais.

Na sexta-feira passada, o Departamento de Justiça norte-americano libertou mais uns milhões de documentos relacionados com as actividades de Jeffrey Epstein. E desta vez, a coisa rebenta mesmo, putrefacta, abominável e chocante, por todos os lados e em todas as direcções.

Multipolaridade e colapso das ilusões na Europa.

A Europa precisa de pensamento claro, liderança responsável e uma esfera pública menos intoxicada pela emoção e mais orientada pela razão. Sem isso, arrisca-se a tornar-se espectadora da História, quando deveria ser uma das suas protagonistas. A crónica de António Justo.

Caos no Minnesota: A Guerra Civil Americana já começou.

A situação no estado do Minnesota em geral e em Minneapolis em particular é objectivamente de guerra civil. As polícias locais trabalham activamente contra as polícias federais, enquanto turbas de insurrectos criam o caos impunemente e o ICE já matou dois cidadãos americanos.

Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse.

Depois da experiência Covid-19, as elites insistem em moldar o comportamento das massas com quatro vectores de alto impacto psicossocial: a guerra, a super-recessão, a terminação algorítmica e a invasão alienígena.

Onde estão os intelectuais quando a democracia precisa deles?

Onde estão os filósofos e os intelectuais capazes de criar pensamento claro num mundo cada vez mais nebuloso? A situação é tão doentia e confusa que seria de perguntar: estão ao serviço de quem? Uma crónica de António Justo.

Dúvidas e ironias em tempo de interlúdio eleitoral.

A leitura que opõe “democratas esclarecidos” a “perigosos autoritários” é uma caricatura conveniente, não um retrato da realidade. E transformar o voto num rótulo de extremismo político é um exercício de preguiça intelectual. A crónica da Francisco Henriques da Silva.

Um conselho de administração para o globalismo americano.

Inicialmente focado na reconstrução e gestão de Gaza, o 'Conselho da Paz' pretende agora substituir o Conselho de Segurança da ONU por um órgão ainda mais obediente aos interesses do regime Trump, ou seja: será o 'Conselho da Paz' nuns casos e o 'Conselho da Guerra' noutros.

Campanha eleitoral não é guerra civil.

A força da democracia reside na transformação de conflitos em debates regrados e na garantia de que todas as correntes políticas possam expressar-se livremente, inclusive aquelas com que discordamos. Uma crónica de António Justo.

Davos 2026: Substituir um Great Reset por outro.

Observando o que se passou em Davos, percebe-se que o great reset continua de vento em popa. A diferença é que agora quem está ao leme é o César de Queens, que tem outros métodos para criar o caos. Mas o resultado vai ser o mesmo: o fim do Homem.

A Comissão Europeia Perdeu o Juízo.

A Comissão Europeia divulgou as suas prioridades para 2026, e a conclusão é quase inevitável: Bruxelas parece ter perdido completamente o contacto com a realidade concreta que os europeus enfrentam. Um protesto de Francisco Henriques da Silva.

O Contra no ‘Isto é o Povo a Falar’: A caminho da III Guerra Mundial.

O ContraCultura voltou a ser convidado para uma conversa com João Nuno Pinto, nos estúdios da Kuriakus TV. Desta vez, o tema andou à volta da descida ao inferno de uma guerra global que os líderes ocidentais parecem determinados e cumprir.

Como anular a representatividade em democracia: a usurpação do mandato populista

As elites globalistas têm uma estratégia altamente efectiva para se cristalizarem no poder: usurparem os mandatos eleitorais, infiltrando agentes do estabelecimento nos movimentos populistas, ou moldando paulatinamente os líderes destes movimentos à sua agenda.

Rainer Rilke à luz de Nuno Álvares Pereira

Para que o pensamento de Rilke não permaneça suspenso numa interioridade sem corpo histórico, é fecundo colocá-lo em diálogo com Nuno Álvares Pereira, que soube viver a filosofia no meio do conflito real. Um ensaio de António Justo.

Carta-Aberta aos Candidatos à Presidência da República Portuguesa

António Justo dirige-se aos candidatos às eleições presidenciais com a convicção de que a democracia pode ser mais do que um exercício formal, e que os governantes podem verdadeiramente servir o seu povo.

Este papa é um globalista pavoroso, como foi o anterior. E como será o próximo.

Robert Prevost é um traidor de todos os católicos. Em vez de proteger o seu rebanho, está interessado em expo-lo aos predadores. Ao invés de propagar a fé, está focado em dissipá-la. É o logótipo vivo de uma igreja defunta.

Dois (plausíveis) cenários de pesadelo.

Na terceira década deste século, é muito possível que um Mohamed jihadista tenha acesso ao botão nuclear francês e que um radical de esquerda comande a maior e mais bem financiada força militar que o mundo já conheceu.

A Europa entre o esquecimento do ser e a sacralização da guerra.

A verdadeira resistência, hoje, já não pode ser militar nem ideológica. A resistência terá de ser cultural, ética e espiritual, uma recusa silenciosa mas firme em aceitar a mentira como norma e a guerra como destino. Uma crónica de António Justo.

Venezuela 2026: A operação que não foi pelo petróleo, mas pela geopolítica do século XXI

A narrativa sobre a operação militar dos EUA na Venezuela, centrada em torno do petróleo e do combate ao narcotráfico, não resiste a uma análise criteriosa. A realidade é bem mais intrincada e infinitamente mais perigosa. Uma crónica de Francisco Henriques da Silva.

A verdade nua e crua:
a III Guerra Mundial é agora inevitável.

Estamos a caminhar definitivamente para mais uma grande guerra. E os povos no Ocidente não vão poder dizer que não foram avisados. Neste momento ninguém esconde que um conflito global é o objectivo último e que, para muitos dos líderes ocidentais, será até desejável.

Venezuela: os Desafios Geopolíticos

O que se passou na Venezuela revela até que ponto Trump é herdeiro directo de Roosevelt e da lógica do Big Stick. Os EUA estão profundamente preocupados com o seu hemisfério e não admitem que a China ou a Rússia aí consolidem posições. Uma análise de Francisco Henriques da Silva.

Sobre a barbárie da lei do mais forte.

O regime Trump formalizou na Venezuela uma nova ordem mundial, que se rege pela lei do mais forte. Acontece que este é um princípio contra o qual levantámos, no Ocidente, aquilo a que chamamos civilização.

Wikipedia: Todos podem ser orgulhosos do tom da sua pele. Menos os brancos.

A Wikipedia acha que há virtudes e defeitos inerentes ao tom de pele de cada um, ou decorrentes das inclinações do seu libido. E toda a gente é virtuosa, excepto os brancos heterossexuais, coitados, que devem viver mergulhados na culpa e na vergonha.

Münzenberg: o ativista que enriqueceu com a esquerda e inspirou Gramsci.

Poucos conhecem Wilhelm Münzenberg, o activista que, antecedendo Gramsci, inventou a propaganda e métodos de controle mental comunista que perduram, eficazmente, até os dias de hoje. Um ensaio de Walter Bincardine e Suzana Souza.