Os XX Dessins de Amadeu: Um poema épico a tinta-da-china.

Os "XX Dessins", de Amadeu de Souza-Cardoso, constituem um virtuoso ensaio gráfico, que evoca vastos imaginários das tradições ocidental, oriental e africana; de D. Quixote às Mil e Uma Noites. A obra, iniciática, é simplesmente sublime.

Alguém vê este lixo? Bruxas lésbicas de Star Wars usam a ‘Força’ para engravidar.

O último desvario da Disney acaba em definitivo com o legado de George Lucas: porque depois de 'The Acolyte' ninguém nunca mais vai querer ver seja o que for que possa acontecer numa galáxia muito, muito distante.

Étienne-Louis Boullée:
A arquitectura da utopia.

Alguns arquitectos garantiram um lugar na história ao conceberem edifícios emblemáticos que dão forma às nossas cidades. Outros, como Étienne-Louis Boullée, tornaram-se famosos pela sua arquitectura teórica, que abre espaço para a utopia.

Contributos para uma estética conservadora.

Porque cultura e política são interactuantes, é fundamental que os conservadores definam um rumo para a expressão artística, de forma a serem capazes de se opor à destruição a que os liberais submeteram o que é verdadeiro, bom e belo.

Uma interpretação alternativa de “Sinais”, de M. Night Shyamalan.

Na cultura popular, o clássico de ficção científica de M. Night Shyamalan conta a história de uma invasão de extra-terrestres. Mas se prestarmos mais atenção aos detalhes, verificamos que a narrativa ganha coerência se for vista à luz de uma outra tese.

Guerra cultural: Fariseus woke procuram aniquilar a arte e a sua história.

Na guerra woke contra a história da arte, não é apenas o legado das obras pretéritas que está em causa, mas o futuro da identidade cultural do Ocidente. Importa resistir, preservar e recusar a agenda de forças que têm apenas a destruição como objectivo.

Faz sentido: Retrato Oficial do Rei WEF é assumidamente satânico.

Carlos III fez-se retratar envolto em chamas infernais e com a borboleta monarca, símbolo dos Illuminati, por cima do seu ombro. Independentemente do que se possa achar do retrato, não podemos acusar o 'artista' de não ser fiel ao perfil do Rei WEF.

Salvar o Sentido
Educação Artística e Globalização

Entre a falência da identidade e a produção de cidadãos capturados por dispositivos de poder globalistas, cujas verdadeiras intenções permanecem enigmáticas, o ensino das artes deve salvar o sentido. Um ensaio de Bruno Santos.

“Ferrari”, de Michael Mann: Ópera, tragédia e metal pesado.

"Ferrari" é um filme com poder redentor que nunca mais acaba. Redime o herói dos seus erros, redime os mortos pela glória dos vivos e redime o espectador, a quem é oferecido um sólido argumento em favor do género humano.

Jerry Seinfeld ataca a “extrema-esquerda e a porcaria do politicamente correcto”.

O comediante Jerry Seinfeld disse ao New Yorker Radio Hour que a extrema-esquerda e o politicamente correcto estão a matar o humor, com demasiados comités, activistas, policias do discurso e justiceiros sociais a pesar nos guiões da comédia.

As Obras Completas de William Shakespeare, na sua redução original.

Toda a obra do bardo de Stratford-upon-Avon, em quatro fabulásticos, estapafúrdios, gargalhantes e sobretudo sincréticos fascículos. Boa viagem.

Estudo financiado pelo governo ‘conservador’ britânico conclui que teatro de Shakespeare é “muito branco, masculino e nacionalista”.

Um "estudo" financiado pelo governo "conservador" britânico, que custou aos contribuintes um milhão de libras, concluiu que a obra de Shakespeare é racista, nacionalista e homofóbica. Com conservadores assim, quem é que precisa de progressistas?

Entre outros disparates, museu britânico afirma que o faisão é transexual e que os dinossauros têm uma história gay.

Uma exposição num museu financiado pelo governo "conservador" britânico conta a história "maricas" de um dinossauro, a transexualidade dos faisões, a homofobia do colonialismo e a homossexualidade das divindades helénicas, entre outros delírios LGBT.

Museu de Londres apresenta “vilões contemporâneos”: Hitler, Bin Laden e… Margaret Thatcher.

O Museu Victoria & Albert, em Londres, incluiu Margaret Thatcher, juntamente com Osama bin Laden e Adolf Hitler, numa pequena lista de "vilões contemporâneos". Porque toda a gente que está à direita dos comissários do regime é nazi ou terrorista.

Museu FitzWilliam: obras paisagísticas que retratam o campo britânico podem evocar sentimentos “nacionalistas sombrios”.

O Museu FitzWilliam considera que as paisagens naturais do seu espólio evocam "sombrios sentimentos nacionalistas", reforçando a ideia muito em voga na extrema-esquerda britânica que o campo e o mundo rural são espaços "coloniais e racistas".

Sem qualquer evidência factual, Netflix retrata Alexandre, o Grande, como um homossexual assumido.

Como já fez com Cleópatra, a Netflix usa o formato documental para propagar as falsas narrativas da sua agenda de cinzas e retratar - sem qualquer facto que sustente a especulação - Alexandre, o Grande, como um homossexual impenitente.

Numa indústria dominada por desvios ideológicos, ‘Godzilla Minus One’ é uma épica excepção à regra.

Por que raio é que 'Godzilla Minus One' foi um sucesso monumental de bilheteira? Porque não impinge doutrina woke. Porque não vive apenas de efeitos especiais. Porque tem uma história para contar e acredita na capacidade de redenção do ser humano.

Ricky Gervais desmonta propaganda woke e mentiras sobre a imigração em programa da Netflix.

O novo show de Ricky Gervais vale por ser hilariante, mas transcende o humor: é um poderoso manifesto anti-woke e um elogio tremendo da liberdade de expressão, cujo consumo o Contra recomenda vivamente.

Reino Unido: um monte de sucata ganhou o Turner Prize.

Uma pilha de metal torcido e outros tipos de lixo foi galardoada com um dos mais famosos (ou infames) prémios de arte do mundo. O facto do "artista" ser transexual não teve, de certeza, nada a ver com a decisão, porque a qualidade do trabalho é por si só eloquente.

Filme apocalíptico produzido por Barak Obama para a Netflix alerta para o perigo das “pessoas brancas”.

Como produtores executivos de "Leave the World Behind", os Obamas alertam a humanidade para a ameaça que as "pessoas brancas" constituem, em caso de apocalipse. Mas que Carmo e que Trindade não cairia sobre alguém que fizesse o mesmo alerta sobre "pessoas negras"?

A popularidade de Taylor Swift é um sintoma de declínio civilizacional.

Tanto o público como as elites decidiram que as letras narcisistas e a música banal de Taylor Swift são um triunfo cultural. E enquanto milhões celebram o fenómeno, alguns de nós terão necessariamente que recuperar a lucidez crítica.

Mais uma atrocidade da arte moderna: o rabo que pinta.

O clip que documenta uma performance de "arte moderna" em que uma mulher com orelhas de gato é empurrada num baloiço e "pinta" com o rabo desnudado uma tela colocada no chão tornou-se viral no X.

Ridley Scott reduz Napoleão à frágil condição de millenial.

Como o retrato de homens fortes e transcendentes sobre o destino é hoje um anátema em Hollywood, "Napoleão" negligencia a realidade histórica para nos oferecer um Bonaparte efeminado, frágil e impotente, cuja glória depende, claro, de Josefina.

A arte pós-moderna baseia-se num embuste? Afinal não foi Duchamp que teve a triste ideia da latrina.

A "peça central da arte moderna" conta uma história de 3 imposturas: nem a latrina é arte, nem o "autor" é Richard Mutt, nem foi Duchamp que apresentou a obra em Nova Iorque. A piada de mau gosto é afinal da autoria da Baronesa von Freytag-Loringhoven.

Até os servos corporativos da Variety têm que se render às evidências: A Disney matou a Marvel.

Para além dos prejuízos astronómicos, quando até a imprensa corporativa anuncia o desastre, é porque a Disney fez porcaria a sério. E qualquer pessoa que tenha visto apenas um dos últimos 5 ou 6 filmes da Marvel percebe que o franchise está defunto.

Viena gasta 1.8 milhões de euros na fonte mais feia alguma vez criada.

A monstruosidade erigida em Viena de Áustria, cidade conhecida pelo seu esplendor monumental, faz prova de que, na Europa, os critérios relacionados com a qualidade artística desceram ao zero absoluto.

Museu D’Orsay cede à infecção woke, exibindo propaganda ao lado de obras-primas.

A capitulação do Museu d'Orsay perante a abominação woke, encarnada no absurdo labor de Kehinde Wiley, é mais um passo na direcção da queda da Civilização Ocidental.

Caravaggio ou o drama humano.

O Contra ao fim-de-semana: o célebre pintor italiano emprestou ao Renascimento as vísceras da realidade concreta que lhe faltavam. E uma visão alternativa da arte e do seu papel na história e na religião.

A obsessão com a diversidade está a afastar os públicos da música clássica.

Nos EUA, a agenda da Diversidade, Equidade e Inclusão está a terminar o trabalho de cinzas a que o pós-modernismo submeteu as artes. E a música não escapa à harmonia da destruição.

“The Chosen”: Finalmente, um produto televisivo que é fiel aos evangelhos. E amável com o espectador.

O Contra ao fim-de-semana: "The Chosen". Uma série que respeita os evangelhos, eleva o espectador e conforta o crente. Um produto televisivo irrepreensível, de acesso gratuito, que vem colmatar uma das mais estranhas lacunas da indústria audiovisual no século XXI.

Hollywood entra em pânico por causa da inteligência artificial.

O rápido desenvolvimento das capacidades da inteligência artificial está a deixar os criativos de Hollywood em pânico, já que a tecnologia pode criar uma onda massiva de desemprego no sector, a curto prazo.

EUA: Estrela da música Country é cancelada por um tema que critica o crime urbano.

Jason Aldean lançou um tema que convida os vândalos do movimento BLM e dos gangues criminosos dos grandes centros urbanos a experimentarem as suas más práticas numa pequena cidade do Midwest americano, para verem como é que se saem desse atrevimento. Foi cancelado, claro.

Catarina mata, Shakespeare morre e Jordan Peterson passa a vilão da Marvel, ou as artes como instrumento da narrativa.

Do teatro D. Maria II aos comics da Marvel, nada resiste aos dogmas da propaganda woke e das narrativas neoliberais e até a obra de Shakespeare é revista e actualizada com a abstrusa ideologia de género que domina a cultura Ocidental.

“The Covenant”: Guy Ritchie põe o filme na ferida.

"The Covenant", de Guy Ritchie, é uma intensa história de amizade, lealdade, sacrifício e redenção. E uma séria denúncia sobre a forma como os americanos tratam os seus aliados. Um filme que constitui um dos poucos motivos que justificam a subscrição da Amazon Prime.

Marvel cancela um dos seus super-heróis devido à “problemática” base de fãs conservadores.

O Punisher acaba de ser cancelado pela Marvel. Porquê? Porque era popular entre os conservadores e os conservadores, como escumalha da terra, não podem ser os bons da fita. Nem lhes é permitido ter heróis.

Do Belo e da Consolação ou
o erro de Álvaro de Campos.

Ao contrário do que escreveu um dia o engenheiro naval, a Vénus de Milo é com certeza mais bela que o Binómio de Newton. É a Arte, e não a ciência, que nos eleva acima do inferno da existência.

Variações ao acaso:
de Rembrandt a Joaninha, com Bach pelo meio e William Hurt, no fim.

Breves deambulações por realizações artísticas díspares e personalidades antípodas, para entreter o tempo e contemplar o belo, na sua manifestação absoluta.

Netflix lança ‘documentário’ sobre Cleópatra que é um escandaloso embuste woke.

Cleópatra, era grega, descendente de Ptolomeu, o general macedónio que Alexandre o Grande deixou no Egipto para fundar uma nova dinastia de faraós, a Ptolemaica. E assim sendo, não podia ser negra, como é óbvio.

Porque é que os clássicos resistem ao tempo e o cinema do século XXI não?

"Casablanca" existe na rara intersecção da cultura universal e da arte popular, encorajando as pessoas a ponderar verdades mais profundas, que não são vulneráveis ao trânsito das modas ou ao comissariado dos activistas.

A Teoria do 1.

A Teoria do 1 propõe muito simplesmente que, por trás do espírito criativo dos grandes mestres da história da arte, está frequentemente a pulsão obsessiva de desenvolver as tentativas necessárias à realização de uma grande Obra Única. Eis o seu argumentário.

A Marvel usa o imaginário da revolução para radicalizar os jovens.

Através do recurso a temas revolucionários, a Marvel doutrina a juventude para a rebelião. E isso seria até desejável, considerando o conformismo das actuais gerações mais novas, se os valores revolucionários fossem sãos e justos e adequados às idades da inquietude. Não são.

“Ford v Ferrari”: às 7.000 rotações por minuto, Hollywoood estraga tudo.

A fita de James Mangold podia ser um filmaço, mas fica-se pela mediania porque não consegue escapar aos estereótipos e às deficiências da indústria cinematográfica americana. Para quem tem o bichinho das corridas será sempre, porém, um objecto fílmico incontornável.

Velázquez e o bobo em abstracto.

O bom Pablo, bobo de profissão, eleva-se e eleva-nos ao sétimo céu da representação gráfica pelo génio de Velázquez, . É um absoluto. É um ideal. É uma redenção.

Breve crítica da teoria da arte contemporânea.

Num ensaio de 2010, Andrew W. Mellon, Professor de Teoria e História da Arte Contemporânea na Universidade de Pittsburgh, tenta articular uma definição para a sua área de especialização. Falha redondamente, claro.

7 pérolas da Colecção do Dr. Rau

Notas soltas sobre algumas das mais notáveis obras adquiridas pelo filantropo alemão, numa viagem estética entre a alta idade média e o princípio do Século XX.

7 pequenas histórias
dentro de 7 grandes obras.

Uma série de segredos, intrigas, enigmas, equívocos, ilusões e glórias que se encerram em sete ícones da pintura ocidental.

Borg Vs. McEnroe

Um dos mais célebres - e épicos - duelos na história das finais do Grand Slam, o jogo que colocou frente a frente, na relva de Wimbledon, o jovem rebelde americano e o mestre zen sueco chegou ao cinema através da competente direcção de Janus Metz Pedersen.

Porque raio é tão mau o cinema actual? Um mestrado.

Em cinco ensaios de análise mordaz e comentário lapidar, The Critical Drinker explica porque é cada vez mais frequente sair das salas de cinema com aquela sensação de que sétima arte já não é uma arte.

Leonardo ou o meme elevado a manifestação artística.

Criativos do Contra: em apenas três minutos e meio, Leonardo of Biz projecta-nos para o sonho de Klaus Schwab; um pesadelo distópico que liberta no espectador a apreensão e a inquietude de quem é confrontado com um oráculo carregado de nefastos auspícios.

Quem são os figurões da “Escola de Atenas”?

A Escola de Atenas, criada por Rafael em 1511, é uma das obras mais famosas da história da arte. Mas quem são todas estas pessoas que a habitam?

Guerra e Paz: em 4k no Youtube.

O mais ambicioso, dispendioso e bem sucedido projecto cinematográfico da história da União Soviética foi recentemente remasterizado e está disponível em modo de acesso livre no Youtube. Uma séria alternativa ao lixo da televisão por cabo.

Hanoks: casas que respiram.

Belas, minimais, luminosas e aquecidas naturalmente, as hanok são edificadas com materiais porosos, funcionando como uma espécie de organismo vivo, que respira, reage ao calor e ao frio, abre e fecha a sua biosfera, num interminável ciclo de coordenação com as diferentes exigências sazonais.

Ópera do Oeste Gelado.

O James Maitland Stewart é maior que a tela. Se não fosse o tamanho do James Maitland Stewart, toda a gente ia achar que ali estava um vilão. Mas um vilão não pode ser assim tão grande.

“Amor e Outros Dramas”: um elogio da televisão.

Em boa hora criada e prodigiosamente escrita por Hee-Kyung No, "Amor e outros dramas" ("Our Blues") é uma daquelas séries coreanas que têm o condão de nos reconciliar com a vida e com a humanidade. E a prova provada das virtudes operacionais do rectângulo negro que costumamos colocar em frente ao sofá.

Elogio do Meme.

Contundente e hilariante, trágico-cómico testemunho da contemporânea guerra cultural que se trava na web, o meme deve ser protegido contra as ameaças da censura e elogiado como um dos poucos instrumentos de protesto e sátira popular que restam nas democracias ocidentais.

 

Maxfield Parrish
e o teatro dos sonhos.

Alheio aos modernismos primeiros e últimos da sua época e avesso a qualquer influência realista, o dissidente de New Hampshire criou um palco-mundo apenas seu, onde reina a possibilidade onírica.

Há quem pague 40 milhões de dólares para ser insultado.

Ninguém contrataria Cy Twombly para pintar uma garagem. Mas há quem lhe compre os fraudulentos gatafunhos a preços de falência moral. Se para alguma coisa servem as "criações" deste vigarista é como ilustração do declínio em que deslizamos nos dias que correm.

2 Surrealismos:
breve análise comparativa com 90 anos de intervalo.

Esta é a história de duas exposições surrealistas, levadas aos olhos do público no mesmo museu, o Den Frie, em Copenhaga. Entre elas, 90 anos de declínio.

A arte do gamanço.

Um museu dinamarquês adiantou a um artista 84.000 dólares sobre uma encomenda apenas para que ele os metesse no bolso e entregasse duas telas em branco com o título "Take the Money and Run".

#MeToo na alta Idade Média.

O último e enjoativo tratado cinematográfico de Ridley Scott, "The Last Duel", é um absurdo sem nome. E se fosse mais woke, rebentava.

Crimes contra a Arte, no Museu Nacional do País de Gales.

Bem-vindo ao Museu Nacional do País de Gales, onde as obras de arte são degradadas e obstruídas por "criações" contemporâneas de valor abaixo de zero, que estão ali apenas para ofender o legado histórico e artístico da cultura galesa.

Stalingrad: guerra e redenção.

Stalingrad é um poderoso, brutal e enternecedor exercício criativo encenado sobre a batalha que alterou em definitivo o sentido da II Guerra Mundial. Para ver no canal Hollywood, se bem que de hollywodesco tenha muito pouco. Felizmente.

“The Disciple” ou a busca insustentável.

Muito de vez em quando, de entre as toneladas de lixo que a Netflix produz e impinge, encontramos uma pérola. "The Disciple", realizado por Chaitanya Tamhane e com produção executiva de Alfonso Cuarón, é um desses raros tesouros.

Hockney, o último génio.

O trabalho deste velho pioneiro britânico não tem preço. Vai ficar para sempre. Serve de herança e de testemunho de uma civilização que está a morrer.

Corrida para a morte.

"Ferrari - Race to Immortality" é um documentário técnica e visualmente exuberante, que ilustra com rigor a tragédia humana que assolou a Ferrari na década de 50. Um exercício revivalista nu e cru, que nos faz pensar sobre o valor da vida e a definição da glória.

Dahmer: a Netflix sacrifica os factos no altar da ideologia.

Mentiras, imprecisões e desvios à realidade dos factos que a nova série "Monstro: a História de Jeffrey Dahmer" impinge, em nome da ideologia "Black Lives Matter" ao subscritor da Netflix.

“The Backrooms”
ou como um miúdo de 17 anos arruma com a Netflix.

Criativos do Contra: "The Backrooms" é um trabalho genial de ficção científica e terror, feito com recursos minimais e explosivas doses de criatividade.

O Vento Sopra de Longxi: entre espiões e labirintos.

Uma série de inspiração histórica, dirigida por Lu Yang, que constitui uma experiência exigente para o espectador, que não é poupado aos equívocos e às armadilhas do intrincado enredo, mas que o compensa pelas virtudes estéticas e pela sofisticação da narrativa.

No farol do pecado.

"The Vanishing", é um daqueles filmes feitos à moda antiga, que têm uma história para contar e uma moral da história para deixar a fermentar na consciência do seu público.

Os Espaços Ocultos
de José Manuel Ballester

Há nestas originais especulações de Ballester como que um eclipse da razão. Onde a ontologia é reduzida a geografia.

“Vikings: Valhalla”.
Não vale a pena perder tempo com este subproduto.

A sequela da série "Vikings" é um um delírio fantasista, que despreza e mal trata o produto original.

O horrível estado da arte
no século XXI.

O triunfo do pós-modernismo levou as artes plásticas ao limite do absurdo. Mas ninguém está preocupado com isso. Parece que, para além da religião, também passamos bem sem a transcendência da arte.

A Idade Média não é a Idade das Trevas.

Ainda há muita gente que pensa em cinzentos quando retrata a Idade Média. O "Les Très Riches Heures du Duc de Berry" serve de evidência estética de que, se calhar, há nessa projecção um equívoco grande.

Nas dunas, um deserto de ideias.

Depois de David Lynch ter destruído a obra prima de Frank Herbert, Denis Villeneuve decidiu dar novo corpo cinemático a "Dune". O resultado não ofende ninguém. Mas, convenhamos, esse critério é muitíssimo insuficiente.

Arcane: um raro prazer para os sentidos.

"Arcane - League of Legends" constitui uma excepção que a Netflix abriu à sua doutrina pós-modernista. Uma série bela e sofisticada que transcende as suas referência imediatas.

Ensaio sobre a demência.

Lá muito de vez em quando, sai de Hollywood um filme que altera a ideia que temos da realidade. "The Father", escrito e realizado pelo dramaturgo Florian Zeller, é um desses filmes.

Goya ou a metamorfose.

Antes e depois da loucura, ou antes e depois da censura, Goya desmultiplica-se entre o céu e o inferno e entre o pudor e a vanguarda.

Nas trincheiras da guerra cultural: o caso DW.

O Daily Wire tem vindo a construir uma plataforma multidimensional de conteúdos dirigidos a públicos conservadores. Considerando os adversários de Hollywood e Silicon Valley, é um combate entre David e Golias. Mas alguém tem que o travar.

Coreia do Sul. A nova meca da criação televisiva.

Abundante, criativo e para-ideológico, o filão audio-visual coreano constitui uma séria alternativa às xaropadas convencionais com que os canais de cinema e séries intoxicam a sensibilidade ocidental.

A canção de todos os nomes.

Baseado no romance homónimo de Norman Lebrecht, "The Song of Names" é uma fita intemporal, honesta e verdadeiramente bela, para ver na Netflix.

DEVS: o Deus de todos os dados

Alex Garland, realizador de Ex-Machina, volta à ficcção científica e ao tema da inteligência artificial, mas desta vez, com maior profundidade analítica.