Trump rejeita resposta do Irão ao plano de paz como “totalmente inaceitável”.

A proposta do regime iraniano, que demanda total controlo sobre o Estreito de Ormuz (que não detinha antes da guerra), foi pensada precisamente para ser recusada. Teerão sabe que está em vantagem, estratégica e até militar; e não tem qualquer interesse em ceder.

Marinha Real Britânica tem agora apenas cinco fragatas no activo. Tantas como… A Marinha Portuguesa.

A Marinha Real Britânica ficou com apenas cinco fragatas disponíveis para serviço activo após a retirada efectiva da HMS Iron Duke. O país que quer fazer a guerra à Rússia tem agora tantas fragatas como Portugal. Boa sorte.

Israel viola cessar-fogo no Líbano com ofensiva de ataques aéreos.

Ignorando completa e flagrantemente a afirmação de Donald Trump de que Israel estava "proibido" de atacar o Líbano, e apesar de um acordo de cessar-fogo de três semanas, Israel intensificou os ataques aéreos no país vizinho, visando alegadamente posições do Hezbollah.

Irão instala mais minas no Estreito de Ormuz, Trump ordena à Marinha que “dispare para matar”.

O Irão continua a armadilhar o Estreito de Ormuz, ameaçando o fornecimento global de petróleo e levando Donald J. Trump a emitir uma ordem de "disparar para matar" contra as embarcações que lançam as minas.

Boa sorte: Europa mobiliza-se para construir um “Plano B” para a NATO.

As nações europeias estão a avançar com um plano para reforçar as capacidades de defesa da NATO de forma independente, entre receios de uma possível retirada dos EUA. E mesmo que o plano falhe, os contribuintes europeus vão ser mais espoliados ainda.

Trump terá sido “impedido de aceder a códigos nucleares” pelo chefe das Forças Armadas dos EUA.

Circulam relatos, confirmados por várias fontes, que o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas americanas, impediu que o presidente acedesse aos códigos nucleares dos EUA.

Ainda há alguém que lhe dê crédito? Trump declara reabertura do Estreito de Ormuz e “proíbe” Israel de bombardear o Líbano.

Em mais um exercício transformista sobre a realidade, o presidente norte-americano Donald J. Trump afirmou na sexta-feira que o Estreito de Ormuz teria sido reaberto e que Israel estava "proibido" de bombardear o Líbano, onde foi declarado um cessar-fogo pelos EUA.

O bloqueio para desbloquear o bloqueio está a ser desbloqueado.

Há quem diga que a estapafúrdia ordem de Trump para desbloquear o Estreito de Ormuz, bloqueando-o, pode conduzir a um conflito directo com a China, mas já temos sinais de que a marinha norte-americana não vai seguir à risca o mandato do seu comandante em chefe.

Uma hipótese plausível: Negociações no Paquistão podem ter sido uma artimanha do Regime Epstein para ganhar tempo antes de ataque massivo contra o Irão.

Há boas razões para suspeitar que Washington usou o cessar-fogo e as negociações em Islamabad para ganhar tempo e posicionar grandes contingentes de fuzileiros e unidades aerotransportadas no Golfo Pérsico.

Chefe do Estado Maior britânico quer preparar as forças armadas, a polícia, os hospitais e a indústria para a guerra.Mas contra quem?

O chefe do Estado Maior das Forças Armadas britânicas, Sir Richard Knighton, afirmou na sexta-feira passada que o Reino Unido tem que se preparar para "a transição para a guerra". Mas será mesmo a Rússia o inimigo que Knighton tem em mente nestas declarações?

Chefe do Estado-Maior israelita alerta que o seu exército está à beira do colapso devido à escassez de tropas.

O chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Eyal Zamir, alertou a 25 de Março que as Forças Armadas "vão entrar em colapso" após a tentativa falhada de aprovar uma lei para recrutar soldados entre os ultra-ortodoxos e alargar o serviço militar obrigatório para 36 meses.

Era expectável: Israel ignora cessar-fogo e bombardeia áreas residências do sul do Líbano, matando mais de 200 pessoas.

Telavive ignorou o acordo de cessar-fogo que Donald Trump firmou ontem com Teerão e desencadeou uma ofensiva de massivos bombardeamentos no sul do Líbano que mataram mais de duzentos civis e feriram mais de mil. Nethanyahu faz o que quer e ninguém tem mão nele.

Donald Trump desiste do apocalipse, cede às evidências e anuncia cessar-fogo no Golfo.

Depois de 48 horas de retórica ensandecida, Donald Trump rendeu-se ao desastre que criou e aceitou a suspensão das hostilidades em troca da abertura do Estreito de Ormuz. Que estava aberto antes do início dessas mesmas hostilidades.

Trump ameaça interromper o fornecimento de armas à Ucrânia, a não ser que Europa entre na guerra contra o Irão.

Donald Trump, ameaçou cortar todo o fornecimento de armas dos EUA à Ucrânia, a menos que os aliados europeus se juntem imediatamente a uma coligação militar para reabrir o Estreito de Ormuz.

Pentágono está a esconder o número real de baixas americanas na guerra contra o Irão.

O Pentágono tem encoberto o número real de baixas resultantes da actual guerra no Golfo Pérsico e da presença militar norte-americana no Médio Oriente desde 2023, que será bem superior às que foram oficialmente divulgadas.

NATO enfrenta um pesadelo logístico e está “desmobilizada” em termos de equipamento, rotas e estratégia.

A NATO acaba de anunciar a instalação de um centro logístico na Roménia, que complementa o que foi estabelecido na Polónia. As infraestruturas têm como objectivo levar ajuda e equipamento à Ucrânia mais rapidamente, mas a aliança enfrenta sérios estrangulamentos logísticos.

Uma baliza com rodas: Humilhado e desnorteado, Regime Epstein altera completamente os objectivos da guerra.

A ambição dos objectivos do Regime Epstein para a guerra no Golfo diminui na simetria da humilhação a que as suas forças estão a ser sujeitas. E daqui a duas ou três semanas, qualquer coisa que não implique um porta-aviões ao fundo será vendida como um triunfo.

Secretário da Defesa do Reino Unido: “Quero enviar tropas britânicas para a Ucrânia.”

John Healey afirmou que quer ser o primeiro secretário de defesa britânico a enviar tropas para a Ucrânia. A afirmação é espúria, porque Moscovo nunca permitiria essa presença militar e porque o burocrata dificilmente encontrará efectivos e recursos para esse destacamento.

Nonsense Donald: EUA não precisam da NATO porque a NATO não ajudou quando os EUA precisavam.

O que mais incomoda na retórica de Donald Trump já nem são as constantes, flagrantes e grosseiras mentiras. Neste momento, o que é mais chocante é que o presidente norte-americano já nem sequer está preocupado com o sentido que fazem, ou não, as suas desvairadas declarações.

Israel confirma plano para tomar o sul do Líbano.

O Ministro da Defesa do regime Netanyahu, Israel Katz, anunciou que o país pretende assumir o controlo de uma extensa zona de segurança no sul do Líbano, como parte das suas operações militares mais amplas contra o Hezbollah.

Bases americanas no Golfo de tal forma danificadas que soldados “operam remotamente” e estão “instalados em hotéis”.

O New York Times, citando responsáveis ​​do Pentágono, noticiou que os danos causados pelo Irão nas instalações militares dos EUA no Golfo estão a obrigar as tropas norte-americanas a mudarem-se para hotéis e escritórios em toda a região.

Director da Agência Internacional de Energia: guerra com o Irão é “a maior ameaça energética da história”. 

A guerra com o Irão desencadeou aquilo a que Fatih Birol, director executivo da AIE, chama a mais grave interrupção no fornecimento de energia de que há registo, sendo que a recuperação poder demorar 6 meses ou mais.

Cessar-fogo, qual cessar-fogo? EUA enviam 3.000 paraquedistas para o Golfo.

24 horas depois de Donald Trump propor um cessar-fogo aos iranianos e três dias depois de parecer inclinado a baixar a intensidade das hostilidades no Golfo, o Pentágono anunciou o envio de 3.000 soldados da 82ª Divisão Aerotransportada para o Médio Oriente.

‘Furtivo’ até certo ponto: Forças militares iranianas atingem pela primeira vez um caça F-35.

Horas depois de Donald trump ter afirmado que os EUA teriam destruído todas as defesas anti-aéreas do Irão, um F-35 foi atingido, pela primeira vez na sua folha de serviço, por um míssil iraniano.

Vale o que vale: Donald Trump adia o bombardeamento das centrais eléctricas iranianas e propõe cessar-fogo de cinco dias.

Donald Trump sugeriu a possibilidade de um cessar-fogo de cinco dias, na sequência do que qualificou como “conversas muito boas e produtivas sobre uma resolução completa e total das nossas hostilidades no Médio Oriente”. Mas será que alguém ainda o leva a sério?

Davidsen vs. Golias: Dinamarca faz preparativos militares para resistir à tomada da Gronelândia pelos EUA.

Segundo a imprensa dinamarquesa, o governo nórdico enviou soldados com explosivos e reservas de sangue (!) para a Gronelândia, com ordens para prepararem uma força de resistência militar contra uma eventual invasão dos EUA. A comédia é, aparentemente, inadvertida.

Não se percebe: Enquanto envia mais tropas para o Golfo e ameaça bombardear as centrais eléctricas do Irão, Trump diz que quer terminar a guerra.

Donald Trump sugeriu que as operações militares no Golfo poderão ser gradualmente encerradas, enquanto ordenava o envio de mais navios de guerra e fuzileiros para o Médio Oriente e ameaçava destruir as centrais eléctricas do Irão.

O Contra no ‘Isto é o Povo a Falar’: Uma guerra de soma zero.

O João Nuno Pinto voltou a convidar o ContraCultura para mais um momento de liberdade de expressão, no 'Isto É o Povo a Falar'. E o assunto só podia ser um. Uma conversa sem restrições, sobre um desastre anunciado.

Irão afirma que está a receber apoio militar da China e da Rússia.

O ministro dos negócios estrangeiros do Irão afirmou que tanto a Rússia como a China estão a "cooperar" militarmente com a República Islâmica. Os Estados Unidos estão agora a provar o veneno que têm utilizado na Ucrânia.

Pentágono exige mais 200 biliões de dólares para “matar maus tipos”, enquanto a dívida dos EUA atinge níveis históricos.

Como se o trilião de dólares que tem para desperdiçar e propagar destruição em 2026 não fossem suficientes, o Pentágono precisa de mais duzentos biliões. Isto enquanto a dívida americana continua a bater recordes.

Fabricante de ‘bunkers para a Terceira Guerra Mundial’: “Estou a ser inundado com encomendas”

Enquanto a guerra assola o Irão, Ron Hubbard recebe cada vez mais pedidos de políticos e multimilionários, incluindo dois membros do gabinete de Trump. Os níveis de cobardia, irresponsabilidade e desvergonha desta gente são espantosos. E preocupantes.

Desastre e humilhação: Porta-aviões USS Gerald Ford abandona missão de guerra, depois de sofrer incêndio devastador.

O porta-aviões USS Gerald Ford está agora a deixar o serviço activo e o teatro das operações no Médio Oriente, após ter sofrido um grande incêndio, que feriu cerca de 200 marinheiros e destruiu aproximadamente 100 alojamentos.

Sondagem: Apenas um em cada quatro americanos diz apoiar o ataque dos EUA ao Irão.

Apenas um em cada quatro norte-americanos aprova os ataques dos EUA ao Irão, enquanto mais de metade acredita que o Presidente Donald Trump está excessivamente disposto a usar a força militar.

Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia ao cargo em protesto contra a guerra com o Irão.

Joe Kent, veterano de guerra condecorado e antigo candidato ao Congresso apoiado por Donald Trump, demitiu-se do cargo de Director do Centro Nacional de Contraterrorismo, em protesto contra a guerra com o Irão.

Sun Tzu e a falência estratégica do Regime Epstein na Guerra do Golfo.

Uma análise das fragilidades da operação Epstein Fury, à luz dos princípios filosóficos, estratégicos e militares de "A Arte da Guerra", de Sun Tzu.

China, Japão, França, Alemanha, Reino Unido, toda a gente rejeitou apelo de Trump para defesa conjunta do Estreito de Ormuz.

A China, o Japão e vários países europeus rejeitaram o apelo de Donald Trump para se envolverem militarmente na operação Epstein Fury, participando na defesa do Estreito de Ormuz.

O insaciável Regime Epstein: Trump diz que “Cuba vai cair” e pondera “ocupação amigável”

Como se a destruição e a mortandade que está a causar por todo o mundo não fosse suficiente, Donald Trump parece ter mais uma guerra em agenda. E o regime cubano, segundo o testa de ferro do regime Epstein, terá que cair a bem ou a mal.

Sobre a escala geográfica e demográfica do Irão (ou porque é que qualquer invasão terrestre será um pesadelo militar e logístico).

Com o Regime Epstein cada vez mais inclinado a decidir-se pela invasão terrestre do Irão, dá a sensação que a opinião pública no Ocidente não tem noção da dimensão geográfica e demográfica do país. O Contra ilustra essas escalas, para esclarecimento da sua audiência.

Serviços de inteligência dos EUA sugerem que regime iraniano “não corre perigo” de colapso.

Uma avaliação das agências de informação norte-americanas sugere que o Irão perdeu dezenas de importantes líderes políticos e militares, mas que o colapso da República Islâmica está longe de acontecer.

Regime Epstein envia milhares de fuzileiros, vários navios de guerra e uma esquadrilha de F-35 para o Médio Oriente.

O Pentágono está a mobilizar unidades de marines, navios, esquadrilhas de caças e outro equipamento bélico para o Golfo Pérsico, antecipando uma previsível operação militar terrestre no Irão.

Pentágono confirma 140 baixas militares norte-americanas na guerra contra o Irão.

Até terça-feira passada, a versão oficial do Pentágono era a de que tinham morrido na guerra contra o Irão 7 soldados norte-americanos e 8 tinham ficado feridos. Mas ontem o Pentágono assumiu que cerca de 140 soldados foram feridos desde 28 de Fevereiro.

Americanos já estão a pagar caro a guerra contra o Irão: Preços da gasolina atingem o nível mais elevado dos dois mandatos de Trump.

Os preços da gasolina na América subiram para uma média de 3,32 dólares por galão, o nível mais elevado desde Setembro de 2024. Ironicamente, o preço do galão é agora superior em 21 cêntimos àquele que vigorava quando Joe Biden deixou a Casa Branca.

Uma guerra que pode acabar com o império.

Na conversa entre Tucker Carlson e Saagar Enjeti percebe-se claramente o desespero de causa dos dois jornalistas conservadores americanos: há nesta guerra com o Irão tantos efeitos colaterais quanto indícios da queda do Império.

Reina o caos e a destruição no Estreito que Donald Trump afirma “seguro”.

Apesar das garantias e da fanfarronice de Donald Trump, o Estreito de Ormuz está mergulhado no caos e 14 embarcações já foram atingidas por fogo iraniano desde o início das hostilidades no Golfo.

Investigação norte-americana aponta para provável responsabilidade do Pentágono no ataque à escola iraniana de Minab.

Investigadores militares norte-americanos acreditam que é provável que as forças do Pentágono sejam responsáveis ​​pelo ataque a uma escola feminina iraniana que matou cerca de 160 crianças a 28 de Fevereiro, um dos mais graves crimes de guerra alguma vez cometidos pelos EUA.

Confundir, mentir, destruir: A guerra esquizofrénica de Donald J. Trump

O registo da administração Trump sobre a Guerra no Irão tem sido, nos últimos dias, de natureza esquizofrénica. Mas esta é afinal a lógica do Regime Epstein: confundir, iludir, distrair. E no entretanto, destruir.

Guerra no Médio Oriente: Análise de um Conflito em Transformação. Parte 2

Segunda parte da análise de Francisco Henriques da Silva sobre a complexa e volátil situação geopolítica no Oriente Médio, integrando a guerra de narrativas, as implicações estratégicas e os impactos económicos e geopolíticos.

Guerra no Médio Oriente: Análise de um Conflito em Transformação. Parte I

Francisco Henriques da Silva analisa, num ensaio de dois capítulos, a complexa e volátil situação geopolítica no Médio Oriente, integrando a guerra de narrativas, as implicações estratégicas e os impactos económicos e geopolíticos.

Chaves Militares Estratégicas do Conflito EUA-Israel-Irão

O confronto no Médio-Oriente não se decide numa batalha militar convencional. Trata-se de um conflito de natureza sistémica, no qual interagem dimensões militares, tecnológicas, energéticas e geopolíticas. A análise de Francisco Henriques da Silva.

Uma guerra que soma menos que zero.

Num extenso monólogo, Tucker Carlson denuncia a agenda de cinzas sionista, que conduziu a um conflito que não beneficia ninguém no mundo, excepto Telavive. Mas esquece-se de dissecar as razões e as motivações que levaram Donald Trump a enfiar-se neste sarilho grande.

O professor-profeta explica e projecta a guerra no Irão.

Em 2024, o professor Jiang Xueqin, espécie de profeta dos tempos modernos, previu a eleição de Trump, previu que o magnata de Queens iria fazer a guerra ao Irão e previu que a América a ia perder. Nesta lição, explica e projecta o conflito, em eloquentes e claras linhas gerais.

A Cegueira Estratégica do Ocidente e o Sistema Islâmico Iraniano

A situação no Irão e no Médio Oriente inscreve-se num quadro mais amplo de disputa geopolítica, estruturado em torno de dinâmicas de poder, controlo territorial e interesses económicos estratégicos. Uma análise de António Justo.

Fundamentalismo americano: Pentágono arenga as tropas com a ideia de que Trump foi “ungido por Jesus” para fazer a guerra ao Irão.

Aparentemente, oficiais de todos os ramos das Forças Armadas dos EUA disseram às suas unidades que Trump é "ungido por Jesus" e que a guerra contra o Irão vai trazer o seu regresso à Terra, como parte do "Armagedão". A retórica resultou em inúmeras queixas de militares no activo.

Da Tensão Regional à Ameaça Global: Análise da Escalada EUA-Israel-Irão

O ataque coordenado de Estados Unidos e Israel ao Irão representa um ponto de inflexão geopolítica, que levanta a questão fundamental se estamos ou não à beira de uma conflagração global. A análise de de Francisco Henriques da Silva.

Secretário Rubio sugere que Israel forçou os EUA a entrar em guerra com o Irão.

O Regime Epstein está a dar sinais de subitamente ter percebido que se meteu num sarilho do qual vai ser muito difícil sair airosamente. E Marco Rubio vai fazendo recurso ao seu portfólio de prestidigitador para sacudir a água do capote, antecipando o desastre.

“Momento de pânico”: Preços do gás na UE sobem 50% enquanto reservas de energia descem abaixo dos 30% após Inverno rigoroso.

O gás natural sofreu uma forte subida de preços, após a notícia de que o Qatar suspendeu as operações na principal instalação de gás natural liquefeito do mundo. Os globalistas europeus, que recusaram a fonte estável e barata de energia russa, vivem agora um "momento de pânico".

Trump recusa descartar envio de tropas para o Irão: “Não tenho receio nenhum disso.”

Donald Trump não põe de lado a invasão militar do Irão. Mas basta olhar para um mapa para perceber a enormidade do desastre que se seguiria. O problema é que o presidente norte-americano não pensa, porque há quem pense por ele, em Telavive.

Populistas americanos criticam ataque ao Irão: “Não é isto que o MAGA deveria ser.”

Alguns dos defensores declarados do movimento populista America First criticaram duramente o presidente Donald Trump pela sua decisão de atacar o Irão. E a dez meses das eleições intercalares, a opinião pública americana mostra-se esmagadoramente desfavorável à guerra.

JD Vance: “Não há hipótese” de uma longa guerra com o Irão.

O vice-presidente norte-americano afirmou que “não há qualquer hipótese” de os EUA se envolverem numa guerra de longa duração com o Irão, embora os objectivos da Casa Branca, de uma mudança de regime em Teerão, dificilmente poderão ser atingidos de outra forma.

O regime Epstein contra-ataca: para além da fumaça e da propaganda, os factos sobre o ataque ao Irão.

O ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel já está a transformar o Médio Oriente numa orgia de destruição e morte, e o Irão, que está a sofrer uma decapitação das suas lideranças, respondeu atingindo alvos em oito países diferentes.

EUA preparam-se para atacar o Irão, mas no Pentágono há quem tema o pior, e a frota imperial tem um problema na canalização.

O Irão está prestes a ser atacado, mas no Pentágono há generais que temem que o império se dê mal, desta vez. E a bordo do porta-aviões USS Gerald Ford, os tripulantes têm que esperar 45 minutos em filas intermináveis para cumprirem as necessidades fisiológicas.

Trump dá ultimato de dez dias ao Irão para chegar a um acordo nuclear.

Donald J. Trump estabeleceu ontem um prazo de dez dias para que os negociadores do governo iraniano aceitem desmantelar os programas de armas nucleares e mísseis balísticos da República Islâmica. Mas a guerra pode acontecer antes desse prazo expirar.

Do Irão até ao fim do caminho.

Os Estados Unidos atacam o Irão. O Irão responde com um ataque às bases americanas no Médio-Oriente e à frota no Mediterrâneo. O que é que acontece a seguir? O fim do império americano é o que acontece a seguir.

Surrealista: Regime Zelensky tenta assassinar general russo com o qual “negociava” a paz.

Comprovando que não está de boa fé nas negociações trilaterais com a Rússia e os Estados Unidos, o regime Zelensky contratou um atirador para matar o general dos serviços de informação militar russos que é o principal adjunto do negociador-chefe de Moscovo.

Números divulgados pelas Forças de Defesa de Israel comprovam genocídio em Gaza.

As Forças de Defesa de Israel reconheceram finalmente ter morto pelo menos 71.667 palestinianos desde o início da guerra em Gaza. 83% dos mortos eram civis. E os números não contabilizam aqueles que morreram de fome e doenças.

Alta intensidade de voos militares dos EUA sinaliza ataque iminente ao Irão.

O Pentágono está a mobilizar dezenas de aeronaves de grande porte, que transportam sistemas e equipamento de defesa aérea para bases na região do Médio Oriente, indicando que o regime Trump se prepara para lançar mais um ataque ao Irão.

Ambição sem rédea: Donald Trump visa mudança de regime em Cuba até ao final do ano.

O César de Queens está a ser possuído por uma ambição sem rédea, e após a deposição do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, a administração americana procura agora promover uma mudança de regime em Cuba, dentro dos mesmos moldes.

“Estamos de olho no Irão”: Trump avisa que “armada” dos EUA chegará em breve ao Golfo Pérsico.

O César de Queens ainda não desistiu de semear o caos e a morte no Irão, e à saída do encontro do World Economic Forum em Davos, alertou que uma “armada” norte-americana está a caminho do Golfo Pérsico.

O Contra no ‘Isto é o Povo a Falar’: A caminho da III Guerra Mundial.

O ContraCultura voltou a ser convidado para uma conversa com João Nuno Pinto, nos estúdios da Kuriakus TV. Desta vez, o tema andou à volta da descida ao inferno de uma guerra global que os líderes ocidentais parecem determinados e cumprir.

Vai fazer toda a diferença: Reino Unido envia um soldado, um, para a Gronelândia.

Apesar da retórica pesporrente dos seus líderes políticos, a Europa colocou ao todo pouco mais de três dezenas de militares na Gronelândia. Uma força de dissuasão absolutamente assustadora, que vai por certo levar Donald Trump a pensar duas vezes antes de anexar o território.

Americanos aconselhados a “deixar o Irão agora”, enquanto o número de mortos entre amotinados e forças de segurança chega aos 2.000.

O resultado do esforço conjunto da CIA e da Mossad no Irão é, para já, de cerca de 2.000 mortos, entre as forças de segurança e a oposição amotinada, que está a ser instrumentalizada no contexto de uma operação de mudança de regime de largo espectro.

Starmer não se enxerga: Reino Unido pondera enviar militares para a Gronelândia de forma a defender a soberania dinamarquesa contra a ambição de Trump.

Num exercício fantasista que lhe é característico, o primeiro-ministro britânico está a considerar enviar tropas para a Gronelândia, na sequência das recentes declarações de Trump sobre a possibilidade dos EUA anexarem o território dinamarquês. E não está sozinho na ilusão.

Não há conflito de que não goste: Trump diz que Pentágono pode iniciar ataques terrestres contra os cartéis de droga no México.

Venezuela, México, Colômbia, Cuba, Irão, Gronelândia. Por esta altura, não há conflito militar, mudança de regime, ou conquista de território que Donald Trump veja como inconveniente. Terá o Pentágono barriga para o apetite insaciável do presidente norte-americano?

A verdade nua e crua:
a III Guerra Mundial é agora inevitável.

Estamos a caminhar definitivamente para mais uma grande guerra. E os povos no Ocidente não vão poder dizer que não foram avisados. Neste momento ninguém esconde que um conflito global é o objectivo último e que, para muitos dos líderes ocidentais, será até desejável.

A esticar a corda da guerra: Regime Trump apreende petroleiro que navegava sob bandeira russa ao largo da Islândia.

Numa operação de pirataria que pode muito bem ser entendida como um acto de guerra, os Estados Unidos apreenderam um petroleiro que navegava ao largo da Islândia com bandeira da Rússia, e perante a presença impotente da marinha russa.

Trump reitera a “necessidade” de anexar a Gronelândia após operação na Venezuela.

Donald Trump insiste que os EUA precisam da Gronelândia por razões de segurança. E seria até divertida a circunstância da NATO se ver, mesmo que em teoria apenas, obrigada a defender um país membro da agressão dos... Estados Unidos.

Crónica do caos anunciado: grupos armados confrontam tropas governamentais em Caracas.

A operação de mudança de regime na Venezuela já está a decair para o caos: intensos tiroteios em Caracas confirmam rumores de que o braço direito de Maduro, Diosdado Cabello, estará a planear um golpe de Estado contra a presidente interina Dulcy Rodríguez.

Trump sinaliza apoio a novos ataques ao Irão se alegada “ameaça nuclear” persistir.

Confirmando a sua cega obediência à agenda sionista, o presidente norte-americano Donald J. Trump disse que está preparado para apoiar uma acção militar israelita contra o Irão, se Teerão continuar a desenvolver os seus alegados programas nucleares e de mísseis balísticos.

Depois de ter corrompido as elites militares venezuelanas, regime Trump rapta Maduro e desencadeia na Venezuela uma operação de mudança de regime.

Com a clara cumplicidade pelo menos do exército venezuelano, cujos oficiais de topo devem ter sido comprados, a Casa Branca accionou uma bem sucedida - mas completamente ilegal - operação de mudança de regime na Venezuela.

E se a tentativa de assassinato de Vladimir Putin tivesse sido bem sucedida?

Por um momento, vamos supor que a tentativa de assassinato de Vladimir Putin tinha sido bem sucedida. O que é que acontecia a seguir? A III Guerra Mundial era o que acontecia a seguir. E quem decidiu lançar o ataque, apostou por certo nessa possibilidade.

Forças militares norte-americanas atacam a Venezuela, intensificando mais um conflito ilegal e injustificável.

Aparentemente, o 'Presidente da Paz' ordenou uma operação militar na Venezuela que, para ser legal, tinha que ter a aprovação do Congresso. Que não teve. E para parecer legítima, tinha que ter razão moral. Que não tem.

O que lhes dá na real gana: Israel aprova 19 novos colonatos na Cisjordânia.

Contra a vontade expressa da Casa Branca, o governo israelita aprovou 19 novos colonatos na Cisjordânia. Por esta altura, a impotência do regime Trump face à agenda sionista não é menos que escandalosa.

‘Guerras eternas’: Pentágono bombardeia múltiplos alvos na Síria e na Nigéria.

Os EUA realizaram dois ataques aéreos “massivos” contra o Estado Islâmico na Síria e na Nigéria. Um para defender um regime que mata cristãos, outro para defender os cristãos que são mortos pelo regime. Faz todo o sentido, não faz?

Agência Internacional de Energia Atómica: Escudo de Chernobyl perdeu a capacidade de conter radiação após ataque de drone.

A Agência Internacional de Energia Atómica afirma que o arco de protecção sobre o reactor destruído de Chernobyl foi enfraquecido após um ataque de drones no início deste ano, levantando novas preocupações sobre a segurança nuclear numa zona de guerra.

De acordo com Satanás, a derrota é uma vitória.

As elites europeias querem travar uma guerra que sabem que vão perder. Esse desastre significará a destruição total e absoluta. Mas a destruição total e absoluta é o seu objectivo último. A derrota é sempre uma vitória, na lógica do diabo.

Tropas no terreno:
Reino Unido confirma morte de paraquedista que auxiliava as forças ucranianas.

Mais uma teoria da conspiração que passou a facto incontornável: O Reino Unido tem tropas a combater as forças russas na Ucrânia. E a morrerem no conflito.

Líder civil da NATO:
“Preparem-se para a III guerra mundial.”

Mark Rutte quer convencer-nos que uma “guerra à escala que os nossos avós e bisavós enfrentaram” é inevitável, necessária e moral. Na verdade, trata-se de uma fabricação infame, para manter no poder uma elite profundamente ilegítima e corrupta.

Trump declara que o regime de Maduro está perto do fim, sugerindo intervenção militar na Venezuela.

Numa entrevista divulgada na terça-feira passada, Donald J. Trump declarou que os “dias do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, estão contados", recusando-se a afastar a hipótese de intervenção militar americana na Venezuela.

Conversa telefónica divulgada pelo Der spiegel revela conspiração de líderes europeus contra plano de paz de Trump para a Ucrânia.

Num desenvolvimento não totalmente surpreendente, uma conversa telefónica que caiu no domínio público revela que os líderes europeus consideram que Washington está a tentar “trair” o Presidente Zelensky ao tentar um acordo de paz que acabe com a guerra na Ucrânia.

Pentágono interrompe partilha de informações sobre a Ucrânia com a Alemanha, enquanto a Casa Branca insiste num acordo de paz.

Nas últimas semanas, têm surgido sinais de que a administração Trump está à procura de sair airosamente do buraco em que se enfiou ao tomar o partido do regime Zelensky. A interrupção de partilha de informações sobre a Ucrânia com a Alemanha constitui um desses indícios.

Chefe Militar da NATO sugere ataques cibernéticos preventivos contra a Rússia.

O almirante Giuseppe Cavo Dragone, presidente do Comité Militar da NATO, sugeriu uma atitude mais "proactiva" da Aliança, que deverá atacar a Rússia sem esperar ser atacada. Vladimir Putin respondeu com um sério aviso à navegação tresloucada do bloco ocidental.

Viktor Orbán: “Arriscar a Terceira Guerra Mundial para apoiar a Ucrânia é completamente insano.”

O primeiro-ministro húngaro afirmou que a Ucrânia “não tem qualquer hipótese” de derrotar a Rússia, denunciando o apoio financeiro da Europa a Kiev como “simplesmente insano” e alertando para o risco de uma guerra mundial.

Em nome de quê? Chefe do Estado-Maior francês afirma que o país precisa de estar “preparado para perder as suas crianças” numa guerra com a Rússia.

O Chefe do Estado-Maior francês, Fabien Mandon, foi duramente criticado por declarar que o país precisa de estar preparado para aceitar a morte dos seus filhos, se quiser travar a alegada "agressão russa".

Regime Trump pressiona Zelensky a assinar acordo de paz até ao Dia de Acção de Graças. Depois, arrepende-se da ideia.

Por breves momentos, Donald Trump pareceu consciente que a Ucrânia nunca vai ganhar a guerra e pressionou o regime Zelensky para aceitar uma proposta de paz a curto prazo. Mas entretanto, a presidência norte-americana voltou a perder a lucidez.

Nigéria: 300 crianças cristãs raptadas por jihadistas.

Uma escola católica em Agwara, no centro da Nigéria, foi alvo de um violento ataque na manhã de sexta-feira, durante o qual jihadistas armados raptaram mais de 300 alunos e cerca de 12 professores.

Cessar-fogo, qual cessar-fogo? Israel afirma ter morto o fundador do Hezbollah num ataque em Beirute.

As Forças de Defesa de Israel realizaram no domingo um ataque significativo no Líbano, visando a cúpula política do Hezbollah. Mataram cinco pessoas e feriram 28. É de supor que a Casa Branca tenha aprovado esta violação ao seu próprio plano de paz.

Ex-chefe da Mossad: “Armadilhamos e manipulamos equipamentos em todos os países que se possa imaginar.”

O ex-chefe da Mossad, Yossi Cohen, gabou-se recentemente num podcast de ter "instalado armadilhas" e "manipulado" equipamentos electrónicos por todo o mundo, colocando em causa a segurança dos produtos de consumo em massa fabricados em Israel.

Ao ponto a que chegou a RAF: governo de Starmer contrata pilotos indianos para treinar cadetes britânicos.

Instrutores da Força Aérea Indiana vão ser contratados para treinar cadetes da força Aérea britânica para pilotar jactos Hawk T2 no Reino Unido. A estranhíssima iniciativa faz parte de um novo acordo de defesa entre o governo britânico e a Índia.

231 mil soldados ucranianos desertaram desde o início da guerra.

As Forças Armadas da Ucrânia estão a enfrentar um aumento acentuado das deserções, que no fim deste ano podem chegar às 300.000, num momento em que o regime Zelensky mostra dificuldades em recrutar soldados para alimentar as necessidades operacionais na frente de guerra.

Regime Trump está prestes a atacar a Venezuela.

Os EUA continuam a reforçar a sua presença militar no Caribe e o provável ataque à Venezuela terá como objectivo uma mudança de regime no país, que permita aceder às suas reservas e explorações petrolíferas e contrariar a influência chinesa e russa na América do Sul.