Político israelita faz ameaça sinistra: Se os Estados Unidos não fornecerem armamento, “teremos que usar tudo o que temos”.

Enquanto se espera que o Irão reaja militarmente ao ataque israelita sobre o seu consulado em Damasco, o regime Netanyahu não esconde a chantagem: ou os Estados Unidos contribuem com armamento para a causa sionista ou Israel utilizará o seu arsenal nuclear.

Ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia diz que Biden teve conhecimento prévio do ataque ao Nord Stream.

Radoslaw Sikorski voltou a sugerir que os EUA tiveram um papel decisivo na destruição dos gasodutos Nord Stream, em 2022. Por uma vez, o Contra terá que concordar com o ministro fascista-globalista polaco.

A Central Nuclear de Zaporizhzhia e o estranho caso dos drones sem dono.

A Ucrânia está a atacar a central nuclear de Zaporizhzhia, no sudeste do país, sob controlo russo, ameaçando a Europa com um desastre ambiental de proporções bíblicas. Mas a imprensa e os poderes instituídos no Ocidente recusam-se a identificar a óbvia origem dos drones.

A rezar pelo apocalipse: Secretário de Estado norte-americano insiste que “a Ucrânia será membro da NATO”.

Numa conferência para celebrar o 75º aniversário da NATO, o Secretário de Estado norte-americano Anthony Blinken afirmou que a Ucrânia irá aderir à aliança atlântica. Mas como é que isso pode acontecer, considerando o que se passa na frente de guerra?

Riqueza dos altos funcionários do regime Zelensky disparou desde o início da guerra.

Na directa proporção dos soldados que morrem na frente, os altos quadros do regime Zelensky estão a enriquecer a olhos vistos, numa altura em que o país trava uma guerra pela sobrevivência e implora por mais dinheiro ao bloco ocidental.

Sobre o horror e a leviandade.

Talvez o elemento mais perturbador na posição niilista do bloco ocidental é o facto de não considerar o que está a fazer ao povo ucraniano. De encarar assim levianamente a chacina que está a promover em nome de falsas causas e corruptos motivos.

Israel bombardeia consulado iraniano em Damasco, e mata general de topo.

O ataque ao consulado iraniano é um acto de guerra que visa provocar uma reacção militar directa do Irão e - assim - arrastar os Estados Unidos para uma guerra que os israelitas não estão a conseguir vencer.

Membros europeus da NATO não conseguem recrutar ou manter soldados.

As forças armadas europeias estão a lutar para recrutar ou mesmo reter soldados, no contexto da guerra por procuração com a Rússia, que tem exposto fraquezas gritantes na prontidão e na capacidade militar-industrial dos membros da NATO.

Vladimir Putin: Ataque à NATO é um “disparate” e a Rússia não tem “nações hostis”, apenas “elites hostis”.

Durante uma visita à região de Tver, o Presidente russo afirmou que o alarmismo das elites globalistas sobre a ameaça de uma invasão russa na Europa é um embuste e que não está disponível para cancelar a cultura europeia como no Ocidente estão a cancelar a cultura russa.

Sondagem: 71% dos palestinianos apoiam o ataque terrorista do Hamas de 7 de Outubro.

De acordo com uma nova sondagem do Centro Palestiniano de Investigação Política e de Sondagens, uma esmagadora maioria dos palestinianos acredita que o Hamas tomou a decisão certa quando atacou Israel a 7 de Outubro de 2023.

Macron quer enviar 2.000 soldados para a Ucrânia. A Rússia avisa que serão um alvo prioritário.

Os serviços secretos russos afirmaram que a França está a reunir um contingente militar de cerca de 2.000 soldados para serem destacados para a Ucrânia, e que estas tropas constituirão um "alvo prioritário" para a Rússia.

Terror em Moscovo: os factos, os indícios e a possibilidade apocalíptica.

O acto terrorista de sexta-feira em Moscovo tem implicações que transcendem o horror do massacre. E se o Kremlin demonstrar o envolvimento do bloco ocidental, o cenário será sombrio: Grandes guerras já começaram por muito menos.

Forças armadas russas já mataram mais de 6.000 mercenários, 500 americanos, na Ucrânia.

O Ministério da Defesa russo afirmou que as suas forças mataram cerca de 6.000 mercenários estrangeiros que estavam a lutar pela Ucrânia. 491 são americanos e 360 são britânicos. Mais de metade dos mercenários polacos foram mortos (1500).

Apenas 1 em cada 10 europeus acredita que a Ucrânia pode vencer a guerra.

O optimismo dos europeus em relação às perspectivas militares da Ucrânia caiu a pique: Apenas 1 em 10 acreditam que Kiev pode garantir a vitória sobre Moscovo, de acordo com um estudo do Conselho Europeu de Relações Externas

Rússia produz 3 vezes mais munições de artilharia que os EUA e a Europa juntos.

De acordo com as estimativas da NATO, a Rússia está a produzir 3 milhões de projécteis por ano, enquanto o bloco ocidental não consegue mais que 1,2 milhões de unidades. Boa sorte para a guerra que as elites ocidentais tanto desejam.

O homem mais poderoso do Haiti é agora “Barbecue”, um bárbaro canibal.

Um sinal dos tempos ensandecidos que vivemos: O poder no Haiti caiu nas mãos de "Barbacue", o líder de um gangue urbano que gosta de assar pessoas vivas e comer partes do seus corpos.

União Europeia lança programa de 1,5 mil milhões de euros para fabrico de armas.

A ficcional "ameaça russa" e a factual probabilidade de Donald Trump regressar à Casa Branca estão a forçar a União Europeia a gastar mais dinheiro com a defesa. Mas por muito que gastem no curto e médio prazo, será sempre demasiado tarde para chegar cedo.

Fuga de informação revela que o Reino Unido tem tropas na frente Ucraniana.

O Reino Unido tem forças militares a operar na frente ucraniana. Para uma nação que, segundo um recente relatório da Câmara dos Comuns, não sobreviveria a mais que dois meses de confronto directo com a Rússia, o atrevimento é arrepiante.

Kremlin divulga registo áudio de oficiais alemães a discutir um ataque à Ponte da Crimeia.

Uma pista de áudio, em que oficiais de topo das forças armadas alemãs discutem a melhor forma de rebentar com a Ponte da Crimeia sem serem implicados nisso, caiu na rua. E tem esta gente a desfaçatez de dizer que é Putin que deseja a guerra.

Ambição genocida: Macron quer enviar tropas da NATO para a Ucrânia.

Num recordista ataque de estupidez, Emmanuel Macron afirmou que os aliados ocidentais não devem excluir nenhuma opção na tentativa de evitar uma vitória russa na Ucrânia, incluindo o envio de tropas para a frente de guerra.

Bases de espionagem da CIA operam na Ucrânia há mais de uma década.

Mais uma teoria da conspiração confirmada, surpreendentemente, pelo New York Times: A CIA tem bases na Ucrânia há mais de dez anos e é "110% responsável pelas operações militares clandestinas" do regime Zelensky em território russo.

São as forças armadas americanas capazes de enfrentar a Rússia e a China?

30 anos depois de ter alcançado o domínio global, o conflito na Ucrânia expôs os limites do poder americano. E para além da bravata: será que o Pentágono tem capacidade de resposta para defrontar uma aliança entre a Rússia e a China?

Forças armadas britânicas esgotariam as suas capacidades ao fim de apenas dois meses de guerra.

Ainda bem para os ingleses que a Rússia não está de todo interessada em desencadear uma guerra na Europa, caso contrário as forças armadas britânicas seriam rapidamente esmagadas pela segunda maior potência militar do mundo.

O que está por trás das previsões de guerra com a Rússia, proferidas pelos membros da NATO?

O histerismo bélico dirigido contra a Rússia, protagonizado pelos líderes políticos e militares europeus, tem uma razão plausível - e infame: envenenar de tal forma as relações com o Kremlin que seja impossível a Donald Trump, caso seja eleito, estabelecer a paz.

Ministro da Defesa do governo globalista da Polónia: “Temos que estar preparados para uma guerra com a Rússia”.

Mais um para a conta da insanidade belicista: O Ministro da Defesa do governo globalista polaco afirmou estar pronto para se defender contra a "agressão militar russa", que cada vez tresanda mais a agressão militar do bloco ocidental.

Imagens de drones e satélite mostram que quase metade dos edifícios de Gaza foram destruídos pelas forças israelitas.

Prova material de crimes de guerra: Imagens captadas por drones e satélites mostram que mais de metade dos edifícios em Gaza foram danificados ou destruídos, desde que Israel lançou a sua resposta militar ao ataque terrorista do Hamas.

EUA bombardeiam milícias ligadas ao Irão no Iraque e na Síria.

O caminho para a III guerra mundial, que os poderes instituídos no Ocidente tanto desejam, ficou mais curto nas últimas horas: As forças armadas americanas lançaram um ataque aéreo contra milícias apoiadas pelo Irão, que operam no Iraque e na Síria.

Em nome de que causa é que vamos morrer todos?

Altos quadros da defesa europeia têm alertado as massas para a inevitabilidade de uma guerra na Europa, desencadeada pela "ameaça" que Moscovo supostamente representa. Há que mostrar o dedo médio àqueles que nos condenam ao armagedão de uma trincheira que não tem razão de ser.

Chefe do Estado Maior do Exército britânico diz que cidadãos devem estar preparados para lutar numa guerra com a Rússia.

Mais um quadro de topo das forças militares europeias a disseminar a ideia de que vamos ter que combater os russos. Com "exércitos de cidadãos". E onde é que o general britânico vai buscar os cidadãos para morrerem pela coroa WEF? Sanders não explica.

Líder do maior grupo ‘conservador’ do Parlamento europeu: “A Europa deve preparar-se para a guerra.”

Dando prova do Unipartido que reina na Europa, o presidente do PPE, o maior colectivo do Parlamento Europeu, de centro-direita, juntou-se ao grupo coral do apocalipse nuclear, sublinhando a necessidade do velho continente se preparar para a guerra com a Rússia.

Mais um para o coro: chefe da defesa norueguesa avisa que a Europa tem três anos para se preparar para a guerra com a Rússia.

É espantoso, mas nem no tempo da guerra fria houve tantos líderes europeus a anunciar a inevitabilidade de um conflito directo com a Rússia. Aparentemente, Putin é mais ameaçador do que Estaline, Krutschev e Brezhnev juntos.

Alto funcionário da NATO prevê guerra total com a Rússia.

Militares e políticos de topo continuam a avisar os europeus que a guerra com a Rússia é uma inevitabilidade. Mas ninguém parece interessado em explicar porque é que um conflito que pode rapidamente assumir contornos de armagedão nuclear é assim inevitável.

Planos do governo alemão prevêem guerra com a Rússia em 2025.

É cada vez mais nítido que os governos globalistas na Europa estão a preparar as populações para a guerra com que sonham. E que Putin terá que usar de mil cautelas de forma a não ser arrastado para um conflito que não deseja.

Equipa da campanha presidencial de Biden em revolta, exige pressão sobre Israel para cessar-fogo e libertação de prisioneiros.

O staff da campanha presidencial de Biden critica a posição moral da Casa Branca em relação ao conflito do Médio Oriente, sugerindo que as políticas pró-israelitas do regime Biden podem deitar tudo a perder nas eleições de 2024.

Ex-oficial da NATO: Ucrânia perde 800 soldados por dia.

Num artigo publicado na revista Focus, o coronel reformado da Força Aérea Alemã, Ralph D. Thiele, afirmou que Kiev precisa de recrutar mais de 20 mil soldados por mês para substituir os mortos e feridos e rodar as suas tropas na linha da frente.

Suécia: Ministro e chefe do estado maior das forças armadas inventam um cenário de guerra com a Rússia. Russos gozam o prato.

Os principais dirigentes da segurança sueca, incluindo o Ministro da Defesa e o Comandante Supremo das Forças Armadas, concordam que o país poderá em breve enfrentar uma guerra com a Rússia. E que provas ou indícios sustentam a sua ficção? Zero.

Quem são os Houthis e por que raio é que americanos e ingleses os estão a bombardear.

O grupo rebelde do Golfo de Aden, apoiado pelo Irão, é uma pequena organização de radicais xiitas. Mas a sua actividade terrorista e pirata pode desencadear um conflito de proporções globais.

Balões espiões chineses avistados sobre Taiwan antes das eleições presidenciais.

O Ministério da Defesa Nacional de Taiwan informou que quatro balões espiões chineses foram detectados a sobrevoar a ilha na semana passada. A ocorrência coincide com o momento em que o país se prepara para eleições presidenciais.

Ex-fuzileiro norte-americano prevê que a China tomará Taiwan na Primavera de 2024. Xi Jinping concorda.

A profecia de Erik Prince parece ser corroborada por Xi Jinping, que não vai sossegar a sua veia de vilão enquanto a questão de Taiwan não estiver resolvida. Mas valerá a pena sacrificar toda a espécie humana para defender 23 milhões de peritos em microprocessadores?

Drone israelita mata vice-presidente do Hamas em Beirute.

Independentemente da legitimidade do ataque a alvos militares, a acção israelita em solo libanês pode fazer com que o conflito alastre muito para além da Faixa de Gaza e da fronteira com o Líbano, considerando a estreita relação entre o Hezbollah e o Irão.

Ministro da Defesa Russo: Tropas da NATO directamente envolvidas no conflito da Ucrânia.

Sergey Shoigu, afirmou que militares dos EUA, do Reino Unido e da Polónia estão a operar sistemas de defesa aérea e de mísseis de lançamento múltiplo na frente ucraniana. O bloco ocidental está em guerra directa com Moscovo e esqueceu-se de a declarar.

Depois de financiar a destruição da Ucrânia, o JPMorgan e a BlackRock vão ganhar biliões a reconstruir o país.

A dança brutal da destruição e da reconstrução é um negócio chorudo para os senhores do universo de Wall Street, que saem sempre a ganhar, seja qual for o cenário e independentemente do sofrimento e da morte que fomentam avidamente.

Ministra israelita afirma que deportação de 2 milhões de palestinianos é uma “solução vantajosa para todos”.

A entrada de mais 2 milhões de muçulmanos na Europa é uma solução óptima para Israelitas, palestinianos, egípcios, jordanos, libaneses, globalistas, marxistas e o diabo que os carregue. E para os povos do velho continente? O melhor é nem fazer a pergunta.

Ministro israelita afirma que ataque nuclear a Gaza é “uma opção”.

A afirmação é destituída de senso, até porque uma explosão nuclear em Gaza afectaria o território de Israel, mas não deixa de ser eloquente sobre a mentalidade do governo sionista. Que de uma maneira geral pensa, como Amichai Eliyahu, que "não há não-combatentes em Gaza".

Memorando interno do Departamento de Estado dos EUA: “Israel está a cometer crimes de guerra em Gaza.”

O regime Biden está dividido sobre o conflito em Gaza e 100 funcionários do governo federal assinaram um documento que não mede críticas à dualidade de critérios com que a Casa Branca está a avaliar os crimes de guerra cometidos pelas partes beligerantes.

Diplomacia dos EUA e da Europa pressiona Zelensky para negociar a paz com a Rússia.

A diplomacia americana e europeia está a pressionar Zelensky para se sentar à mesa das negociações com Putin e considerar aquilo que pode sacrificar para chegar à paz. É no entanto de prever que o Kremlin assuma uma posição de força, dada a situação no teatro das operações.

Número de mortos em Gaza sobe para 8.500. Mais de 3.500 são crianças.

A resposta desproporcional solicitada por tantos comentadores no Ocidente está a ser servida pelas Forças de Defesa Israelitas. E a ofensiva terrestre ainda mal começou.

Primeiro-ministro do Egipto: “estamos prontos a sacrificar milhões de vidas para impedir os palestinianos de entrarem no nosso território.”

Mostafa Madbouly declarou peremptoriamente que nenhum refugiado palestiniano será aceite no Egipto, mesmo que isso implique a morte de milhões de pessoas. É mais que certo que os palestinianos que sobreviverem à ira israelita vão acabar nas praias do sul da Europa.

Político sionista quer que Gaza seja bombardeada como Dresden.

Adepto de uma "solução final" para o problema palestiniano, Moshe Feiglin faz constantes declarações que são um alerta que se escreve sozinho sobre as verdadeiras intenções dos sionistas para a Faixa de Gaza.

EUA atacam a Síria. O Pentágono alega “legítima-defesa”.

O Presidente Joe Biden ordenou ao exército norte-americano que atacasse duas instalações no leste da Síria. O Pentágono está a vender o ataque como uma acção de "legítima defesa". Alguém compra o argumento?

Israel pode sofrer muito mais danos com esta guerra do que seria de esperar.

As coisas podem complicar-se para Israel se forças para-militares bem treinadas e armadas como o Hezbolah abrirem uma frente de combate a norte. E quanto maior for a violência da retaliação israelita na Faixa de Gaza, mais provável se torna esse cenário.

Elon Musk e Tucker Carlson alertam: estamos a caminhar para a terceira guerra mundial.

Tucker Carlson e Elon Musk estão nitidamente preocupados: caminhamos, apáticos mas a passos largos, para o armagedão nuclear. E as bandeirinhas nos perfis das redes sociais não nos vão salvar das cinzas. Muito pelo contrário.

Relatório bipartidário do Congresso: Os EUA devem estar preparados para guerras simultâneas com a China e a Rússia.

O relatório de uma comissão especialmente belicosa do Congresso norte-americano recomenda que os EUA dobrem o orçamento de defesa, com especial incidência na actualização e expansão do seu arsenal nuclear. Para que Biden traga paz ao mundo.

Israelitas interrogam-se: Estará Biden a dissuadir o Irão, ou a dissuadir Israel?

Os israelitas interrogam-se sobre se a decisão de Joe Biden de enviar dois porta-aviões para o Mediterrâneo Oriental se destina a dissuadir os terroristas do Hezbollah de atacarem Israel a partir do Líbano, ou a dissuadir Israel de atacar primeiro.

Analistas independentes e peritos forenses: alegações de Israel sobre o bombardeamento do hospital de Gaza não são credíveis.

A análise das "provas" vídeo e áudio fornecidas pelo governo de Netanyahu sugerem, ironicamente, que foi um míssil israelita que atingiu o hospital al-Ahli. E pouco depois da explosão, um funcionário israelita gabou-se do facto, no Twitter/X.

Tensões sobem e alastram, depois do massacre do hospital al-Ahli na Faixa de Gaza.

Independentemente da responsabilidade pelo horror do hospital al-Ahli caber a palestinianos ou a israelitas, o rastilho está aceso e cada vez mais próximo do barril de pólvora que a qualquer momento pode explodir no Médio Oriente. E no mundo.

Comunicação social israelita afirma que operação em Gaza foi adiada por receio de um ataque do Hezbollah no Norte.

O The Jerusalem Post relatou que uma das razões para a paralisação da ofensiva é o medo de que o Hezbollah abra uma frente de combate a norte de Israel. Mas mesmo sem avanços terrestres, o número de mortos na Faixa de Gaza já ultrapassou os 3.000.

Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, afirma que o ataque do Hamas a Israel “é o equivalente a dez 11 de Setembro”.

O ataque terrorista do Hamas multiplica o 11 de Setembro, o holocausto, e a explosão nuclear de Nagasaki por dez, por cem, por mil, na propaganda do regime Biden e da retórica sionista. É assim que a História, e a linguagem, entram em falência técnica.

O Hamas está a usar armas americanas provenientes do Afeganistão e da Ucrânia.

Quando se trata de fornecimento de armas, os EUA são o pior inimigo dos seus amigos. E o Hamas pode muito bem estar a combater com armas americanas, provenientes da Ucrânia e do Afeganistão.

Hamas apela ao “mundo islâmico” para que realize protestos globais contra Israel na sexta-feira.

Khaled Meshaal, líder do Hamas de 2004 a 2017, apelou aos muçulmanos para que organizem manifestações de apoio aos palestinianos por todo o mundo, na sexta-feira, e exortou os árabes dos países vizinhos a pegarem em armas contra Israel. Adivinha-se o caos, na Europa.

“Para onde devemos ir?” População de Gaza é deixada à mercê do fogo israelita pelo Hamas, que tem zero abrigos para civis.

Apesar da previsibilidade de uma reacção brutal de Israel aos ataques de Sábado, o Hamas não construiu quaisquer abrigos para proteger a população civil da investida do inimigo. E isto diz muito sobre o regime que impera na Faixa de Gaza.

Senhores da guerra em Washington já estão em pulgas para atacar o Irão.

O unipartido de Washington mal se consegue conter perante a tentação de um conflito militar com o Irão. E os senhores da guerra, com a cumplicidade costumeira da imprensa corporativa, já estão a disseminar a narrativa apropriada. Valha-nos Deus e Tucker Carlson.

Candidatos presidenciais do Partido Republicano: Ataques do Hamas a Israel foram “financiados” por Biden.

Os republicanos estão a responsabilizar o regime Biden pelo ataque do Hamas a Israel, já que em troca da libertação de 5 cidadãos americanos a Casa Branca entregou milhares de milhões de dólares ao Irão, que financia e apoia o grupo terrorista.

Ensandecido economista austríaco apela ao bombardeamento de Belgrado pela NATO.

A propósito de uma escaramuça entre sérvios e kosovares, Gunther Fehlinger, conhecido pelas suas publicações inflamadas nas redes sociais, apelou à Aliança Atlântica para que bombardeasse Belgrado. Assim, sem mais nem menos.

Oficial dos serviços de inteligência americanos: “A Rússia já ganhou a guerra”.

A CIA, com a ajuda dos media, orquestrou uma campanha de desinformação para “pintar Putin de preto” e assim justificar a guerra por procuração com a Rússia, que já está perdida, segundo um agente dos serviços de inteligência dos EUA.

Guerra por procuração: como o Ocidente falhou ao utilizar a Ucrânia para destruir a Rússia.

Devastadora mortandade na frente de batalha, sem sucessos palpáveis, destruição económica do Ocidente e decaimento da sua influência global. O saldo de guerra por procuração que os EUA e a Europa interpretam na Ucrânia é forçosamente catastrófico.

Princípio do fim? Polónia anuncia que não vai enviar mais armas para a Ucrânia.

A Polónia deixará de armar a Ucrânia para se concentrar na sua própria defesa, segundo o primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki. Entretanto nos EUA, a maré também parece estar a mudar. Será este o princípio do fim para o regime Zelensky?

NATO prepara o maior exercício militar desde a Guerra Fria.

A NATO vai realizar os maiores exercícios militares depois da Guerra Fria nos Estados Bálticos que fazem fronteira com a Rússia e com o seu estratégico enclave de Kaliningrado. O que é que pode correr mal?

“Carne para canhão” de Zelensky: As estranhas vidas e as mortes sem sentido dos mercenários que combatem na Ucrânia.

O Contra ao fim-de-semana: Desde o início da guerra, juntaram-se às forças Ucranianas milhares de mercenários estrangeiros. Mas o ritmo de recrutamento tem esmorecido, dada a carnificina dantesca na frente e a forma obscena como são tratados pelos ucranianos.

Vladimir Putin: “A contraofensiva ucraniana falhou”.

De acordo com os números russos, a Ucrânia perdeu pelo menos 43.000 homens só nos primeiros dois meses da operação. Ainda assim, não conseguiu penetrar nem sequer na primeira linha da rede defensiva russa. Putin tem razões para estar confiante.

O exército ucraniano está a ficar sem tempo e sem homens para uma guerra de atricção.

Kiev está a ficar sem homens para sacrificar e sem tempo para progredir no terreno. A não ser que o Ocidente se decida por uma intervenção directa, para desgraça de todos, Putin está a cada dia que passa mais próximo da vitória.

Tucker, Macgregor, a guerra e a verdade.

Tucker Carlson entrevistou um dos mais conceituados peritos militares norte-americanos, o Coronel Douglas Macgregor, para fornecer às massas uma hora de verdade sobre a realidade da Guerra na Ucrânia.

Meio milhão de baixas, na guerra da Ucrânia.

É o New York Times que reconhece: total de mortos e feridos da guerra da Ucrânia aproxima-se dos 500.000, com baixas equitativamente distribuídas por ambos os lados. O que o pasquim de referência não reconhece é a sua cumplicidade na chacina.

Suíça desiste do seu celibato de séculos para namorar com a NATO.

Nem os vizinhos nazis levaram os suíços a sacrificarem a sua tradicional neutralidade. Mas, por alguma insondável razão, Vladimir Putin parece ser encarado por Berna como uma ameaça mais tenebrosa do aquela que Hitler representava.

União Europeia preparada para financiar guerra na Ucrânia por mais quatro anos.

O ministro dos negócios estrangeiros da Hungria afirmou que os países da UE esperam financiar a guerra por pelo menos mais quatro anos, a um custo de 5 biliões de euros por ano. Mas será que a Ucrânia tem soldados para sacrificar durante tanto tempo?

Bases militares dos EUA foram infectadas com malware chinês.

Um funcionário do Congresso dos EUA descreveu o código intrusivo como uma "bomba-relógio" e o seu real impacto na operacionalidade militar do Pentágono ainda não é totalmente conhecido pelas autoridades norte-americanas.

Zelensky e o Pentágono reconhecem: contraofensiva “interrompida” devido a baixas.

Até o New York Times tem que aceitar os factos, reconhecidos tanto por Kiev como pelo Pentágono: a célebre contraofensiva que nos venderam como rápida e triunfante teve que ser 'pausada', com ganhos nenhuns no terreno e baixas devastadoras em homens e equipamento.

Kremlin: “os EUA acabaram de confessar a iminência de crimes de guerra na Ucrânia.”

A lógica do governo americano tem sido a de que as munições de fragmentação vão aumentar a probabilidade das forças ucranianas cometerem crimes de guerra, mas que o facto se justifica moralmente porque a Rússia também os comete. Olho por olho, até que todos ceguem.

Casa Branca: Os EUA não estão preparados para uma guerra com a Rússia.

O conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, afirmou que se a Ucrânia aderisse agora à NATO, isso significaria um confronto directo com Moscovo, para o qual o bloco ocidental não está preparado.

Cimeira da NATO marcada por divisões entre o Ocidente e Zelensky.

O bloco ocidental não está inclinado a começar um conflito nuclear com a Rússia, pelo que a Ucrânia não fará parte da NATO enquanto a guerra decorrer. E Zelensky protesta, enraivecido, porque só o apocalipse de todas as coisas deixaria feliz o líder ucraniano.

Joe Biden informa o mundo: “temos poucas munições.”

Numa entrevista à CNN onde tentava justificar a entrega de bombas fragmentárias à Ucrânia, Joe Biden deixou escapar o facto das forças militares americanas estarem a ficar curtas de munições. Uma informação que as potências rivais dos EUA muito agradecem.

EUA: suicídio entre militares aumenta 25% em 2023.

Um novo relatório do Departamento de Defesa revela um aumento brutal nos suicídios de soldados americanos no activo. Não admira que o Pentágono esteja a sentir dificuldades no recrutamento.

Biden envia bombas de fragmentação para a Ucrânia, apesar de serem contra a lei dos EUA e proibidas em 120 países.

A Casa Branca vai a entregar munições de fragmentação à Ucrânia. As armas são conhecidas por causar ferimentos graves em civis e proibidas em mais de 100 países, incluindo os EUA. A posição moral do Ocidente fica mais débil a cada dia que passa.

Como recrutar um soldado.
Duas abordagens cinemáticas.

Duas ideias antípodas sobre o que é um soldado. Dois curtos vídeos que falam, com aflitiva e lapidar eloquência, pela fragilidade cultural e militar do Ocidente.

Soldado ucraniano: “os planos do nosso Governo parecem ser o extermínio da sua própria população.”

O objectivo do regime de Zelensky na Ucrânia parece ser "o extermínio da sua própria população", de acordo com um soldado ucraniano que serviu na linha da frente em Bakhmut. Mas no Ocidente, ninguém parece muito preocupado com a matança.

O Pentágono comete um erro contabilístico de milhares de milhões de dólares. E a Associated Press celebra o facto.

Para os apparatchiks da AP não é relevante que o Pentágono se engane em mais de seis mil milhões de dólares tributados aos contribuintes americanos. O que é importante é que a Ucrânia ainda vai receber mais dinheiro do que estava previsto. Bestial.

Rússia: o golpe de estado que não foi.

Durante 24 horas, a Rússia esteve no centro das atenções mundiais por causa de um levantamento para-militar de tal forma dramático que não chegou sequer a desperdiçar munições. Os factos, as histerias e as teorias, num breve itinerário sobre os acontecimentos.

Piloto ucraniano treinado nos EUA durante dois anos morre em combate logo depois de regressar à Ucrânia.

Um piloto ucraniano que treinou durante dois anos nos Estados Unidos morreu durante "uma das primeiras missões de combate que efectuou" ao regressar ao seu país para combater na guerra por procuração dos EUA contra a Rússia.

New York Times: Ocidente enviou armas avariadas à Ucrânia.

Muitas das armas fornecidas à Ucrânia pelos Estados Unidos e pelos seus aliados precisaram de ser reparadas ou tiveram de ser desmanteladas para peças, noticiou o New York Times na segunda-feira.

Vladimir Putin fala sobre os objectivos da Rússia no conflito com a Ucrânia.

O Presidente russo falou no início desta semana, numa reunião de correspondentes de guerra no Kremlin, sobre a situação na Ucrânia, as suas ambições a longo prazo e se será necessária uma nova mobilização.

Diplomata russo: Os EUA sabiam que a Ucrânia planeava destruir a barragem de Kakhovka.

Washington estava perfeitamente ciente do plano de Kiev para destruir a barragem de Kakhovka, uma vez que os misseis HIMARS, fornecidos pelos Estados Unidos, foram utilizados no ataque e a sua utilização é sempre coordenada com os americanos.

Vídeo: Navio de guerra chinês executa manobra agressiva a 130 metros de um torpedeiro americano.

Num desafio flagrante às forças armadas dos Estados Unidos e à administração Biden, uma embarcação de guerra chinesa perseguiu e cortou deliberadamente o rumo de um contratorpedeiro americano, no Estreito de Taiwan.

Ministério da Defesa russo: “contra-ofensiva ucraniana não atingiu os seus objectivos.”

48 horas depois do início da contra-ofensiva das forças armadas ucranianas, na região de Donetsk, o regime Zelensky tem pouco para mostrar em sucessos, mas a acreditar nos números oficiais russos, as baixas são já assinaláveis. E insustentáveis a curto prazo.

Zelensky adia a contra-ofensiva ucraniana: “Vamos perder muita gente”.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky fez uma declaração inesperada à imprensa internacional, admitindo que a contra-ofensiva está a ser adiada, uma vez que o exército ucraniano não está preparado e precisa de mais tempo.

O ataque de drones ao Kremlin constitui mais uma razão para acabar com a guerra.

O dia 3 de Maio evocou a natureza potencialmente catastrófica do envolvimento dos EUA na Ucrânia. Em vez de negar a cumplicidade óbvia e encorajar a escalada de tensões, Biden precisa de reconhecer que um ataque à capital de uma potência nuclear é um convite à III Guerra Mundial.

Conflito civil no Sudão: a Guerra Fria, versão 2.0

É evidente que no Sudão se sacrificam vidas humanas em função de interesses que transcendem largamente o âmbito existencial, económico, social e político dos sudaneses. Esta guerra civil é um claro produto da guerra fria, versão 2.0, que testemunhamos neste início do Século XXI.

Ex-agente da CIA: decisão de atacar o Kremlin com drones foi tomada pelos Estados Unidos.

Larry Johnson afirmou que a decisão de lançar o ataque foi tomada pela administração Biden e pelo complexo militar-industrial dos EUA porque "as decisões sobre tais ataques não são tomadas em Kiev, mas em Washington".

Drone Ucraniano ataca o Kremlin. O resultado é risível.

Segundo fontes oficiais, dois drones atacaram a residência do presidente russo Vladimir Putin no Kremlin e o Palácio do Senado. O ataque não primou pela eficácia. Mas expôs a gritante e surpreendente incompetência das forças de segurança moscovitas.

Porta-voz do Kremlin: o Mar Negro nunca será o Mar da NATO.

As referências específicas à "propriedade" do Mar Negro vieram em resposta a um infeliz discurso de Liz Truss e às palavras provocatórias do Ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, que exortou as potências aliadas a transformarem o Mar Negro num "mar da NATO".

Fuga de informação do Pentágono: EUA e NATO têm forças especiais a operar na Ucrânia.

Um documento do Pentágono agora vindo a público prova que os Estados Unidos e a Nato têm operacionais no terreno, num flagrante e arriscadíssimo acto de guerra contra a Rússia.