O Presidente russo Vladimir Putin qualificou como fraudulentas as eleições presidenciais americanas de 2020. Numa entrevista recente, Putin afirmou que o Presidente Trump foi “roubado” e que “talvez a crise na Ucrânia que surgiu em 2022 não tivesse acontecido” se ele tivesse sido reeleito.
O líder russo também chamou a atenção para a anterior “administração dos Estados Unidos”, por se recusar a “comunicar” com a Rússia, afirmando que anteriormente tinha uma relação “negocial e pragmática” com a Casa Branca de Trump.
Numa entrevista à RT, Putin afirmou:
“Gostaria de dizer que a Rússia nunca se recusou a entrar em contacto com a administração dos Estados Unidos e não foi por culpa nossa que a administração Biden se recusou a comunicar. Sempre mantive relações institucionais com o anterior Presidente dos EUA Donald Trump, que eram muito objectivas e pragmáticas. Mas havia confiança. Se ele tivesse sido o Presidente, se a vitória não lhe tivesse sido roubada em 2020, talvez a crise ucraniana que surgiu em 2022 não tivesse acontecido.”
In a new interview, Putin says the 2020 election was stolen from Trump, and the Ukraine War probably wouldn’t have happened if that election wasn’t stolen. pic.twitter.com/AMsooAuzL3
— Jordan Sather (@Jordan_Sather_) January 24, 2025
O próprio Presidente Trump tem afirmado frequentemente que a invasão da Ucrânia nunca teria acontecido sob a sua liderança.
No início desta semana, Trump apelou a Putin para “fazer um acordo” de paz e instou a que não se perdessem mais vidas, ameaçando o Kremlin com sanções económicas no futuro.
Entretanto, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse que precisará de “no mínimo” 200.000 soldados da UE para manter qualquer acordo de paz com a Rússia, ao mesmo tempo que exclui a exigência do Kremlin de reduzir as forças armadas da Ucrânia a um quinto dos seus actuais 800.000 soldados.
Relacionados
15 Jun 26
Depois de anunciar por 39 vezes um acordo de paz, Trump prepara-se para assinar uma rendição dos EUA ao Irão.
Donald J. Trump afirmou no fim da semana passada, pela 39ª vez, que teria sido alcançado um acordo com o Irão. Mas o acordo parece mais uma capitulação dos EUA do que outra coisa qualquer, considerando as exigências dos iranianos e o que os americanos recebem em troca.
12 Jun 26
Congressistas avançam com projecto-lei que dá a Israel acesso à inteligência dos EUA, apesar do alerta do Pentágono sobre a espionagem sionista.
O Congresso norte-americano prepara-se para aprovar um projecto-lei que vai integrar as estruturas de inteligência dos Estados Unidos e de Israel, gerando preocupações sobre a autonomia e segurança dos EUA, bem como justificadas teorias da conspiração.
11 Jun 26
Péter Magyar quer poder absoluto e a Hungria caminha para uma crise constitucional.
A Hungria está a conhecer um grande impasse político que pode ser resolvido com a violação do seu sistema constitucional, depois de Péter Magyar ter proposto uma emenda ao texto fundamental da república para destituir do cargo o Presidente Tamás Sulyok.
11 Jun 26
O hobby de matar pessoas: Pentágono rouba mais de 200 vidas, na Nigéria.
Missões coordenadas entre o Comando dos EUA para África e o exército nigeriano atacaram supostas forças do Estado Islâmico na África Ocidental, matando mais de 200 alegados jihadistas, incluindo Abu-Bilal al-Minuki, um líder de alto nível do ISIS.
10 Jun 26
O Reino Unido como barril de pólvora.
Ainda em choque com o caso Nowak, os britânicos foram confrontados com a tentativa de decapitação de um nativo branco de Belfast por um imigrante sudanês, captada em vídeo. Neste momento, o clima nas ilhas britânicas é de cortar à faca, literalmente.
10 Jun 26
Israel ataca o Líbano, ignorando, mais uma vez, o apelo de Trump ao cessar-fogo.
Os ataques aéreos israelitas em Tiro, no Líbano, provocaram a morte a pelo menos três pessoas, aumentando as tensões com o Irão, apesar das exigências da administração Trump para que Israel cesse os ataques no país vizinho.






