Enquanto a administração infernal de Joe Biden, que está de saída, continua a tentar maximizar o conflito militar na Ucrânia, parece já haver muito trabalho diplomático em curso, que tem em vista a paz na Ucrânia, entre o executivo de Donald J. Trump e o Presidente russo Vladimir Putin, com resultados confirmados por declarações do Presidente eleito norte-americano e do Kremlin.
O governo russo saúda a disponibilidade de Trump para se encontrar com Putin, segundo afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, que acrescentou:
“A Rússia não impõe condições à possibilidade de conversações cara a cara.”
Trump afirmou na quinta-feira que Putin manifestou desejo de um encontro entre os dois e que uma reunião estava a ser preparada, indicando que os esforços para acabar com a guerra de quase três anos entre a Rússia e a Ucrânia estavam por trás das projectadas conversações.
Trump qualificou Putin como um homem “muito inteligente” que tirou partido das fraquezas do regime Biden para se envolver militarmente na Ucrânia, reconhecendo o poder militar da Rússia no plano contemporâneo mas também no contexto histórico.
JUST IN: 🇺🇸🇷🇺 US President Trump says he is setting up a meeting with Russian President Putin.
“He want’s to meet and we’re setting it up.” pic.twitter.com/cTJLJwAwW8
— BRICS News (@BRICSinfo) January 10, 2025
Entretanto, Biden tem estado a enviar somas astronómicas do dinheiro dos contribuintes americanos para a Ucrânia no seu último período de mandato, tentando – em vão – reforçar a posição de Zelensky nas conversações de paz.
A este propósito Peskov comentou:
“Estamos cientes de que a administração Biden tentará deixar um legado tão difícil quanto possível nas relações bilaterais para Trump e a sua equipa.”
Por seu lado, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky – que tem sido progressivamente afastado das conversações iniciais – exigiu garantias sobre a futura protecção contra a Rússia, afirmando:
“As garantias de segurança europeias não são suficientes para a Ucrânia, que luta contra um inimigo como a Rússia. Precisamos de garantias de segurança conjuntas dos EUA e da Europa”.
Está a ver a vida a andar para trás a grande velocidade, o líder ucraniano.
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