Em nome de quê? Chefe do Estado-Maior francês afirma que o país precisa de estar “preparado para perder as suas crianças” numa guerra com a Rússia.

O Chefe do Estado-Maior francês, Fabien Mandon, foi duramente criticado por declarar que o país precisa de estar preparado para aceitar a morte dos seus filhos, se quiser travar a alegada "agressão russa".

O que está por trás das previsões de guerra com a Rússia, proferidas pelos membros da NATO?

O histerismo bélico dirigido contra a Rússia, protagonizado pelos líderes políticos e militares europeus, tem uma razão plausível - e infame: envenenar de tal forma as relações com o Kremlin que seja impossível a Donald Trump, caso seja eleito, estabelecer a paz.

Ministro da Defesa do governo globalista da Polónia: “Temos que estar preparados para uma guerra com a Rússia”.

Mais um para a conta da insanidade belicista: O Ministro da Defesa do governo globalista polaco afirmou estar pronto para se defender contra a "agressão militar russa", que cada vez tresanda mais a agressão militar do bloco ocidental.

Chefe do Estado Maior do Exército britânico diz que cidadãos devem estar preparados para lutar numa guerra com a Rússia.

Mais um quadro de topo das forças militares europeias a disseminar a ideia de que vamos ter que combater os russos. Com "exércitos de cidadãos". E onde é que o general britânico vai buscar os cidadãos para morrerem pela coroa WEF? Sanders não explica.

Mais um para o coro: chefe da defesa norueguesa avisa que a Europa tem três anos para se preparar para a guerra com a Rússia.

É espantoso, mas nem no tempo da guerra fria houve tantos líderes europeus a anunciar a inevitabilidade de um conflito directo com a Rússia. Aparentemente, Putin é mais ameaçador do que Estaline, Krutschev e Brezhnev juntos.

Planos do governo alemão prevêem guerra com a Rússia em 2025.

É cada vez mais nítido que os governos globalistas na Europa estão a preparar as populações para a guerra com que sonham. E que Putin terá que usar de mil cautelas de forma a não ser arrastado para um conflito que não deseja.

Suécia: Ministro e chefe do estado maior das forças armadas inventam um cenário de guerra com a Rússia. Russos gozam o prato.

Os principais dirigentes da segurança sueca, incluindo o Ministro da Defesa e o Comandante Supremo das Forças Armadas, concordam que o país poderá em breve enfrentar uma guerra com a Rússia. E que provas ou indícios sustentam a sua ficção? Zero.

Casa Branca: Os EUA não estão preparados para uma guerra com a Rússia.

O conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, afirmou que se a Ucrânia aderisse agora à NATO, isso significaria um confronto directo com Moscovo, para o qual o bloco ocidental não está preparado.

Maria Zakharova: Ucrânia prepara falsa bandeira para iniciar guerra entre a Rússia e a NATO.

A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo alertou para um plano de Kiev, denunciado pala comunicação social húngara, que consiste em reparar drones russos perdidos no campo de batalha e lançá-los contra a Roménia e a Polónia.

A esticar a corda da guerra: Friedrich Merz dá luz verde à Ucrânia para atacar a Rússia com armas alemãs.

Numa iniciativa que assinala uma escalada dramática contra Moscovo, o chanceler alemão autorizou o regime Zelensky a usar armas germânicas em alvos no interior da Rússia, decisão que, num mundo normal, constituiria uma clara declaração de guerra.

Seja com a Rússia, seja com o Irão, as elites querem uma guerra a todo o custo.

Enquanto na Europa as elites sonham com uma guerra com a Rússia, os falcões do unipartido de Washington torcem por um conflito com o Irão. Na verdade, trata-se da mesma guerra: a que permite matar a sede de sangue e destruição das cúpulas de poder no Ocidente.

Alto funcionário da NATO prevê guerra total com a Rússia.

Militares e políticos de topo continuam a avisar os europeus que a guerra com a Rússia é uma inevitabilidade. Mas ninguém parece interessado em explicar porque é que um conflito que pode rapidamente assumir contornos de armagedão nuclear é assim inevitável.

Relatório bipartidário do Congresso: Os EUA devem estar preparados para guerras simultâneas com a China e a Rússia.

O relatório de uma comissão especialmente belicosa do Congresso norte-americano recomenda que os EUA dobrem o orçamento de defesa, com especial incidência na actualização e expansão do seu arsenal nuclear. Para que Biden traga paz ao mundo.

Oficial dos serviços de inteligência americanos: “A Rússia já ganhou a guerra”.

A CIA, com a ajuda dos media, orquestrou uma campanha de desinformação para “pintar Putin de preto” e assim justificar a guerra por procuração com a Rússia, que já está perdida, segundo um agente dos serviços de inteligência dos EUA.

Guerra por procuração: como o Ocidente falhou ao utilizar a Ucrânia para destruir a Rússia.

Devastadora mortandade na frente de batalha, sem sucessos palpáveis, destruição económica do Ocidente e decaimento da sua influência global. O saldo de guerra por procuração que os EUA e a Europa interpretam na Ucrânia é forçosamente catastrófico.

Zelensky: “Haverá uma guerra mundial se a China se aliar à Rússia”.

Enquanto Zelensky anuncia, como tanto gosta de fazer, a sua versão do fim dos tempos, a administração americana orienta a sua retórica belicosa na direcção de Pequim. Resta-nos acreditar na resiliência da corda que o Regime Biden não se cansa de esticar.

Diplomata alemã declara guerra à Rússia. Presidente Croata deseja-lhe melhor sorte que da última vez.

A tresloucada ministra dos negócios estrangeiros alemã decidiu declarar guerra à Rússia, numa infeliz intervenção no Conselho da Europa. Felizmente, nem toda a gente na União Europeia pensa como ela.

Casa Branca elabora lista de “bons e maus” aliados da NATO, com base no apoio à guerra contra o Irão.

As autoridades norte-americanas estão a elaborar o que descrevem de forma algo provocatória como uma lista de "bons e maus" ("nice & naughty"), que classifica os aliados da NATO com base no seu apoio à guerra do Regime Epstein contra o Irão.

Chefe do Estado Maior britânico quer preparar as forças armadas, a polícia, os hospitais e a indústria para a guerra.Mas contra quem?

O chefe do Estado Maior das Forças Armadas britânicas, Sir Richard Knighton, afirmou na sexta-feira passada que o Reino Unido tem que se preparar para "a transição para a guerra". Mas será mesmo a Rússia o inimigo que Knighton tem em mente nestas declarações?

Trump ameaça interromper o fornecimento de armas à Ucrânia, a não ser que Europa entre na guerra contra o Irão.

Donald Trump, ameaçou cortar todo o fornecimento de armas dos EUA à Ucrânia, a menos que os aliados europeus se juntem imediatamente a uma coligação militar para reabrir o Estreito de Ormuz.

Não se percebe: Enquanto envia mais tropas para o Golfo e ameaça bombardear as centrais eléctricas do Irão, Trump diz que quer terminar a guerra.

Donald Trump sugeriu que as operações militares no Golfo poderão ser gradualmente encerradas, enquanto ordenava o envio de mais navios de guerra e fuzileiros para o Médio Oriente e ameaçava destruir as centrais eléctricas do Irão.

Irão afirma que está a receber apoio militar da China e da Rússia.

O ministro dos negócios estrangeiros do Irão afirmou que tanto a Rússia como a China estão a "cooperar" militarmente com a República Islâmica. Os Estados Unidos estão agora a provar o veneno que têm utilizado na Ucrânia.

Rússia lucra 6 mil milhões de euros com combustíveis fósseis desde que o regime Epstein atacou o Irão.

A turbulência no mercado energético após os ataques ao Irão está a gerar milhares de milhões em lucros acrescidos para Moscovo, enquanto o regime Trump, pressionado pelo fecho do Estreito de Ormuz, está a rever a pertinência das sanções sobre o petróleo russo.

Sun Tzu e a falência estratégica do Regime Epstein na Guerra do Golfo.

Uma análise das fragilidades da operação Epstein Fury, à luz dos princípios filosóficos, estratégicos e militares de "A Arte da Guerra", de Sun Tzu.

Guerra no Médio Oriente: Análise de um Conflito em Transformação. Parte 2

Segunda parte da análise de Francisco Henriques da Silva sobre a complexa e volátil situação geopolítica no Oriente Médio, integrando a guerra de narrativas, as implicações estratégicas e os impactos económicos e geopolíticos.

O professor-profeta explica e projecta a guerra no Irão.

Em 2024, o professor Jiang Xueqin, espécie de profeta dos tempos modernos, previu a eleição de Trump, previu que o magnata de Queens iria fazer a guerra ao Irão e previu que a América a ia perder. Nesta lição, explica e projecta o conflito, em eloquentes e claras linhas gerais.

Uma reflexão sobre a informação, a guerra e a hipocrisia.

A imprensa europeia está mais interessada na formatação da opinião pública do que na criação de espíritos livres e críticos e a informação é confeccionada de maneira a que o público seja incapaz de separar a realidade da propaganda. Uma crónica de António Justo.

Federação das Indústrias Alemãs: Economia germânica vive a ‘crise mais profunda’ desde a II Guerra Mundial.

A economia alemã está a sofrer a sua "crise mais profunda" desde a Segunda Guerra Mundial, alertou um importante grupo industrial germânico, pedindo ao Governo de Friedrich Merz que tome medidas urgentes para impulsionar a recuperação. Boa sorte com isso.

Guerra assimétrica: Trump apoia projecto-lei do Congresso que impõe tarifas de 500% à Índia, China e Brasil por comprarem petróleo russo.

O Presidente norte-americano está a intensificar hostilidades em todas as frentes e anunciou que vai apoiar uma iniciativa legislativa do Congresso que lhe permitiria impor tarifas sem precedentes, aos produtos exportados para os EUA por países como a China, a Índia e o Brasil.

A verdade nua e crua:
a III Guerra Mundial é agora inevitável.

Estamos a caminhar definitivamente para mais uma grande guerra. E os povos no Ocidente não vão poder dizer que não foram avisados. Neste momento ninguém esconde que um conflito global é o objectivo último e que, para muitos dos líderes ocidentais, será até desejável.

A esticar a corda da guerra: Regime Trump apreende petroleiro que navegava sob bandeira russa ao largo da Islândia.

Numa operação de pirataria que pode muito bem ser entendida como um acto de guerra, os Estados Unidos apreenderam um petroleiro que navegava ao largo da Islândia com bandeira da Rússia, e perante a presença impotente da marinha russa.

A Guerra da Ucrânia e o Declínio da Ordem Europeia: Narrativa, Poder e Falência Estratégica

A guerra da Ucrânia constitui um ponto de ruptura na ordem de segurança europeia e acelerou tendências de declínio económico, político e estratégico da União. O embaixador Francisco Henriques da Silva analisa as origens do conflito e as suas consequências estruturais.

Líder civil da NATO:
“Preparem-se para a III guerra mundial.”

Mark Rutte quer convencer-nos que uma “guerra à escala que os nossos avós e bisavós enfrentaram” é inevitável, necessária e moral. Na verdade, trata-se de uma fabricação infame, para manter no poder uma elite profundamente ilegítima e corrupta.

Chefe Militar da NATO sugere ataques cibernéticos preventivos contra a Rússia.

O almirante Giuseppe Cavo Dragone, presidente do Comité Militar da NATO, sugeriu uma atitude mais "proactiva" da Aliança, que deverá atacar a Rússia sem esperar ser atacada. Vladimir Putin respondeu com um sério aviso à navegação tresloucada do bloco ocidental.

Viktor Orbán: “Arriscar a Terceira Guerra Mundial para apoiar a Ucrânia é completamente insano.”

O primeiro-ministro húngaro afirmou que a Ucrânia “não tem qualquer hipótese” de derrotar a Rússia, denunciando o apoio financeiro da Europa a Kiev como “simplesmente insano” e alertando para o risco de uma guerra mundial.

Sobre a guerra que não querem que acabe.

Enquanto os ucranianos morrem às centenas de milhar, alguém, algures na Europa ou nos EUA, recebe comissões, compra apartamentos de luxo ou financia campanhas políticas com o dinheiro que ganha com a guerra. Um levantamento de factos inconvenientes, por Nuno Matos Pereira.

231 mil soldados ucranianos desertaram desde o início da guerra.

As Forças Armadas da Ucrânia estão a enfrentar um aumento acentuado das deserções, que no fim deste ano podem chegar às 300.000, num momento em que o regime Zelensky mostra dificuldades em recrutar soldados para alimentar as necessidades operacionais na frente de guerra.

O Prémio Nobel da Paz como um pretexto para a guerra.

A Academia Sueca decidiu legitimar a intervenção militar na Venezuela que Donald Trump tem agendada, ao atribuir o Prémio Nobel da Paz a María Corina Machado, a líder da oposição ao regime Maduro. Convenhamos, se esta fosse uma história ficcionada, era de cordel.

Operação Northwoods, 1962: a falsa bandeira do Pentágono para provocar a III Guerra Mundial.

Em 1962, o Estado-Maior Conjunto dos EUA propôs a realização de actos de terrorismo em solo americano, contra os seus próprios cidadãos, de forma a criar condições psicossociais para a invasão de Cuba. O plano foi rejeitado pelo presidente Kennedy.

Regime Trump vai fornecer à Ucrânia dados de inteligência que permitam atingir alvos no interior da Rússia, com mísseis de longo alcance.

O 'presidente da paz' aprovou um plano para fornecer à Ucrânia dados de inteligência que permitam a Kiev realizar ataques com mísseis contra infraestruturas energéticas e industriais no interior da Rússia.

A morte de Charlie Kirk e a guerra da desinformação.

O assassinato de Charli Kirk tornou-se matéria-prima para uma engrenagem ainda mais sinistra: a guerra informacional conduzida pela Rússia, pela China e pelo Irão. Uma crónica de Marcos Paulo Candeloro.

Terceira Guerra Mundial: Hospitais franceses devem preparar-se para um “grande confronto militar” dentro de seis meses.

O Ministério da Saúde francês informou os hospitais para se prepararem para um "grande confronto militar" até Março de 2026. A carta afirma que são esperadas, mensalmente, entre 10.000 e 50.000 feridos nos hospitais.

A Europa está em crise, mas diz não à diplomacia – Viva a guerra!

O continente que outrora escreveu os manuais da arte da negociação parece tê-los fechado, optando por uma narrativa de confronto que pode, ironicamente, acelerar as crises que tanto receia. Uma crónica de Francisco Henriques da Silva.

Mais um alerta: coronel do exército diz que o Reino Unido é uma guerra civil à espera de acontecer.

As vozes que profetizam uma guerra civil no Reino Unido continuam a somar-se e o coronel Richard Kemp não tem grandes dúvidas: "As pessoas não têm opção. Penso que há uma grande probabilidade de um guerra civil nos próximos anos."

A estratégia de “guerra total” e irregular da China está a fragilizar os esforços de defesa convencional dos EUA.

O Partido Comunista Chinês desenvolveu um conceito de "guerra total" de última geração tecnológica, concebido para alcançar efeitos cinéticos e psicológicos dentro dos EUA, que pode invalidar o modelo de defesa convencional defendido pela administração Trump.

Jeffrey Sachs: Se Washington quisesse, acabava já amanhã com a guerra na Ucrânia.

Logo no dia seguinte à histórica cimeira Trump-Putin no Alasca, o famoso economista Jeffrey Sachs fez um discurso lúcido e poderoso na conferência anual do Instituto Ron Paul, desmistificando as alegadas dificuldades para se chegar à paz na Ucrânia.

Irritaram o urso: Rússia ataca o British Council e a sede da União Europeia em Kiev.

De tanto picarem o urso, o animal está a mostrar as suas garras e Moscovo já atingiu alvos ocidentais em Kiev. É um sério aviso aos líderes europeus, para que entendam que as suas palavras e as suas acções têm consequências sérias.

Nem uma semana depois do Alasca: Trump apoia ataques ucranianos no território da Rússia.

Seis dias depois do "muito produtivo" encontro com Vladimir Putin em Anchorage, Donald Trump incentivou a Ucrânia a realizar ataques dentro do território russo. A notícia só surpreende quem chegou agora de Marte, na verdade.

Trump ameaça Putin: 50 dias para fazer a paz ou tarifas de 100% à Rússia e a quem lhe comprar petróleo.

Recuperando a cada dia que passa com maior convicção o manual de normas de Joe Biden, Donald J. Trump ameaçou impor sanções à Rússia e aos países que comprarem petróleo russo, se a guerra na Ucrânia não for resolvida até 2 de Setembro.

Professor do King’s College alerta que governo do Reino Unido está a preparar-se para uma guerra civil, usando a ameaça russa como pretexto.

Um proeminente académico de Londres sugeriu que o governo britânico está a preparar-se activamente para um conflito interno, e a usar o pretexto “logicamente absurdo” de uma invasão russa para implementar medidas de contingência.

A esticar a corda da guerra: UE planeia instalar “centro de segurança marítima” no Mar Negro.

A União Europeia está a propor a criação de um "centro de segurança marítima" na região do Mar Negro para enfrentar a Rússia e, alegadamente, proteger infraestruturas críticas. Mais uma tentativa de criar caos numa região já envolta em grande instabilidade.

Ucrânia ataca ponte que liga a Rússia à Crimeia com detonação subaquática.

Mais um passo no sentido da guerra total: Uma enorme explosão subaquática que teve como alvo a ponte que liga a Rússia à Crimeia deixou-a em "estado de emergência", de acordo com o Serviço de Segurança da Ucrânia.

Dinamarca envia tropas para a Ucrânia, Rússia declara que são alvos legítimos.

A Dinamarca, um membro da NATO, vai enviar tropas para a Ucrânia, alegando uma missão de observação de manobras militares com drones. A Rússia respondeu declarando que os soldados dinamarqueses serão alvos legítimos das suas forças armadas.

Carl von Clausewitz e a definição da guerra.

"Da a Guerra", de Carl von Clausewitz, é uma obra fundamental, ainda hoje actual, para militares e políticos, mas também um tratado de referência para definir o que é exactamente a guerra, e porque é que a guerra é feita.

Trump diz que Zelensky está a sabotar o processo de paz entre a Ucrânia e a Rússia.

Donald J. Trump parece ter acordado subitamente para a realidade, acusando Volodymyr Zelensky de sabotar as conversações de paz em curso para pôr fim ao conflito entre a Ucrânia e a Rússia.

“A guerra da Ucrânia não é a nossa guerra”: administração Trump prepara retirada estratégica das negociações de paz.

A administração Trump está a preparar-se para reconhecer o fracasso do seu envolvimento no conflito Ucrânia-Rússia, declarando que se retirará totalmente das negociações de paz se não houver progressos claros dentro de dias.

Alemanha vai posicionar tropas perto da fronteira com a Rússia numa acção militar histórica.

Mais doses de histerismo russofóbico: Enquanto ponderam um regresso ao serviço militar obrigatório, os alemães estão a preparar o envio de tropas para a Lituânia, numa primeira missão militar permanente desde a II Guerra Mundial.

Modus operandi globalista na Ucrânia: Líderes corporativos pedem 8 milhões de imigrantes para substituir os nativos que morreram na guerra.

A fórmula globalista já está em processo na Ucrânia e os líderes corporativos estão a apelar à importação de milhões de imigrantes não ocidentais, para "atenuar a crise demográfica" decorrente da guerra com a Rússia.

Ucrânia e a Nova Ordem Mundial: Continuação da guerra ou negociações de paz?

É óbvio que a Ucrânia não conseguirá vencer a Rússia sem o apoio dos EUA. Mas num intransigente espírito belicista, os líderes europeus continuam a apoiar o conflito. Até quando e à custa de mais quantos mortos? Uma crónica de Francisco Henriques da Silva.

Diplomata da UE ataca Trump por ser “amigo” da Rússia, e nega que reprime a liberdade de expressão.

Kaja Kallas atacou Donald J. Trump e J.D. Vance por alegadamente fazerem eco das “narrativas e argumentos russos” sobre a guerra na Ucrânia e aproveitou para mentir com quantos dentes tem ao afirmar que liberdade de expressão é “um dos valores fundamentais" da UE.

Sobre os perigos da paz e as virtudes da guerra.

Envergonhando a imaginação de George Orwell, a primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen anunciou ao mundo que não há nada mais ameaçador do que a paz. A Europa transformou-se num inferno distópico. Que Deus nos ajude.

Zelensky estabelece um preço para a sua demissão: A Terceira Guerra Mundial.

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse que se demitiria se a Ucrânia fosse autorizada a aderir à NATO, uma circunstância que quase certamente arrastaria a aliança atlântica para um conflito directo com a Rússia.

A posição americana sobre a Guerra na Ucrânia, explicada por JD Vance.

JD Vance publicou no X dois textos sobre a posição da actual administração dos EUA sobre a Guerra na Ucrânia. Dada a sua pertinência no contexto da política internacional contemporânea, traduzimos esses textos.

Trump diz que Putin concordou em iniciar “imediatamente” negociações para acabar com a guerra na Ucrânia.

Donald J. Trump anunciou que Vladimir Putin concordou em iniciar negociações para acabar com a guerra na Ucrânia “imediatamente”, após o que ele descreveu como um “telefonema longo e altamente produtivo” com o líder russo.

Vladimir Putin: eleições americanas de 2020 “foram roubadas” e guerra na Ucrânia não teria acontecido sob uma administração Trump.

Numa entrevista recente, Vladimir Putin afirmou que o Presidente Trump foi “roubado” nas eleições de 2020 e que “talvez a crise na Ucrânia que surgiu em 2022 não tivesse acontecido” se ele tivesse sido reeleito.

Zelensky exige o envio de tropas americanas para a Ucrânia para travar o avanço da Rússia.

Zelensky afirmou que a presença de tropas americanas na linha da frente ucraniana é fundamental para a cessação das hostilidades com a Rússia. Vamos assim ter guerra até que os russos entrem em Kiev, porque dificilmente Trump concordará com a exigência.

Trump ameaça Rússia com sanções económicas. Que até agora tiveram resultado nenhum.

De forma a forçar um cessar-fogo, Donald Trump está a fazer diplomacia de cenoura e pau com o Kremlin. Fica por saber se resulta. Até porque as ameaças de sanções económicas nesta altura do campeonato já não devem assustar ninguém em Moscovo.

Exército alemão prepara empresas para a guerra.

As forças armadas alemãs estão a preparar-se para a III Guerra Mundial e a avisar as empresas do país que vão ter que lidar com um conflito militar. Resta saber o que podem fazer as empresas no caso de uma guerra termo-nuclear. Produzir urnas?

Líder militar da NATO diz aos empresários europeus para se prepararem para a guerra.

O sinistro almirante Rob Bauer quer que empresários e civis se preparem e mobilizem para um conflito com a Rússia. Mas que preparação e que mobilização será de utilidade num cenário apocalíptico de guerra termonuclear?

Rússia coloca base dos EUA na Polónia na lista de “potenciais alvos para eliminação.”

Uma base militar de mísseis balísticos dos EUA na Polónia, que pode “levar a um aumento do nível geral de perigo nuclear”, está agora na lista de alvos da Rússia para possível destruição, segundo declarações de Moscovo.

Ensandecido chefe militar da NATO: “Temos de atacar a Rússia primeiro”.

O mundo está, como nunca, à beira de um conflito apocalíptico. E os militares no Ocidente são os primeiros a deitar gasolina para o incêndio, convictos que sobreviverão para reinar em oligarquia distópica sobre as cinzas.

Joe Biden autoriza Ucrânia a utilizar mísseis de longo alcance para atacar o interior da Rússia.

Joe Biden autorizou pela primeira vez a Ucrânia a atacar alvos no interior da Rússia com mísseis de longo alcance fornecidos pelos EUA. A ideia é complicar ainda mais os esforços de paz da administração Trump.

A guerra insustentável.

Desde que a Rússia invadiu o leste do país, a Ucrânia já perdeu 780.000 soldados. Considerando o actual cenário no teatro das operações, há que questionar aqueles que insistiram em protelar o desfecho que hoje sabemos inevitável, à custa de uma geração inteira de ucranianos.

Rússia baixa a fasquia da sua doutrina nuclear.

Devido ao crescente envolvimento das potências ocidentais no conflito na Ucrânia, a doutrina nuclear russa deve agora considerar “a agressão contra a Rússia por qualquer Estado não nuclear, mas com a participação ou apoio de um Estado nuclear."

Sergei Lavrov alerta os EUA para a possibilidade da Terceira Guerra Mundial.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia lançou um aviso aos EUA, afirmando que o Ocidente estava a “pedir sarilhos” ao considerar os pedidos ucranianos de utilização de armas fornecidas pelo Ocidente para realizar ataques em solo russo.

Enquanto ameaçava o Kremlin com guerra aberta, Macron comprou 600 milhões de euros de gás natural aos russos.

Ao mesmo tempo que o Presidente francês, Emmanuel Macron, ameaçava enviar tropas para a Ucrânia para lutar contra a Rússia, o seu país estava a comprar 600 milhões de euros de gás natural a Moscovo. O Anão Napoleão é um hipócrita recordista.

Preparados para a III Guerra Mundial? NATO inicia transferência de F-16 para a Ucrânia.

A intensificação das iniciativas da NATO com vista ao confronto directo com a Rússia conheceu na terça-feira mais um momento decisivo e é bom que as pessoas se preparem psicológica e logisticamente para a inevitabilidade da III Guerra Mundial.

“Eu ou a guerra civil”: Macron ameaça eleitores com o caos que ele próprio criou.

Seguindo à risca a estratégia globalista de assustar para reinar, Macron prevê a guerra civil caso perca as eleições. A ironia é que o caos para o qual adverte resulta precisamente das suas políticas neoliberais, que estão a deixar a França à beira de um ataque de nervos.

Falcão demente: Biden encoraja Zelensky a atacar a Rússia com armas americanas.

Joe Biden autorizou a Ucrânia a usar armas fornecidas pelos EUA para atacar certas áreas do território russo. A decisão representa uma intensificação significativa da guerra por procuração do Ocidente com a Rússia.

Secretário-geral da NATO apela a ataques contra a Rússia com armas ocidentais.

Jens Stoltenberg afirmou que “chegou o momento” dos países membros da NATO darem luz verde à Ucrânia para ataques em território russo com armas ocidentais. E, conseguindo manter uma cara séria, afirmou que essa autorização tem por objectivo a paz.

Possibilidade de um confronto directo com a Rússia ganha força entre países membros da NATO.

A campanha liderada pela França para um maior envolvimento da NATO dentro das fronteiras ucranianas está a ganhar força entre os aliados europeus. República Checa, Polónia, Estónia e Lituânia estão a considerar o envio de tropas para a Ucrânia.

A Rússia capturou mais território num mês do que a Ucrânia durante toda a contraofensiva de 2023.

A Rússia capturou mais território ucraniano desde Abril, com 294 milhas quadradas conquistadas, do que a Ucrânia conseguiu em toda a sua contraofensiva de 2023, com 199 milhas quadradas. Os ganhos da Rússia no ano passado são ainda maiores, com 553 milhas quadradas.

Guerra na Ucrânia: O bloco ocidental está a avançar de marcha atrás.

Porque sabem que a Rússia não pode perder a guerra, nem vai desistir dos seus objectivos, os líderes ocidentais estão focados apenas em tentar impedir Moscovo de a ganhar. E a cada dia que passa, inventam novas diversões de forma a avançarem para um ponto de fuga.

Forças russas avançam na direcção de Carcóvia, a cidade que pode ser decisiva no desenlace da guerra na Ucrânia.

As forças militares russas continuam a avançar rapidamente na região noroeste da Ucrânia, com a clara intenção de tomar Cracóvia. Se a segunda maior cidade do país cair, a guerra estará em definitivo perdida para os ucranianos.

Grã-Bretanha está a ficar sem munições, depois de desperdiçar o seu arsenal numa guerra que a Ucrânia não vai ganhar nunca.

O fornecimento de armas e munições ao regime Zelensky teve um impacto sério sobre o arsenal militar britânico. Mas não há problema: os contribuintes vão ficar felizes por saber que terão de pagar mais 10 mil milhões de libras para restabelecer os stocks desperdiçados na Ucrânia.

Riqueza dos altos funcionários do regime Zelensky disparou desde o início da guerra.

Na directa proporção dos soldados que morrem na frente, os altos quadros do regime Zelensky estão a enriquecer a olhos vistos, numa altura em que o país trava uma guerra pela sobrevivência e implora por mais dinheiro ao bloco ocidental.

Vladimir Putin: Ataque à NATO é um “disparate” e a Rússia não tem “nações hostis”, apenas “elites hostis”.

Durante uma visita à região de Tver, o Presidente russo afirmou que o alarmismo das elites globalistas sobre a ameaça de uma invasão russa na Europa é um embuste e que não está disponível para cancelar a cultura europeia como no Ocidente estão a cancelar a cultura russa.

Joe Biden pode salvar a democracia, resolver a crise da imigração e ganhar a guerra na Ucrânia. Fazendo recurso aos canibais do Haiti.

O Presidente Joe Biden pode salvar a democracia, resolver a crise dos migrantes e trazer a paz à Ucrânia de uma só vez, se reforçar as forças do regime Zelensky com os canibais haitianos e os terroristas islâmicos que entram às carradas pela fronteira sul dos EUA.

Macron quer enviar 2.000 soldados para a Ucrânia. A Rússia avisa que serão um alvo prioritário.

Os serviços secretos russos afirmaram que a França está a reunir um contingente militar de cerca de 2.000 soldados para serem destacados para a Ucrânia, e que estas tropas constituirão um "alvo prioritário" para a Rússia.

Apenas 1 em cada 10 europeus acredita que a Ucrânia pode vencer a guerra.

O optimismo dos europeus em relação às perspectivas militares da Ucrânia caiu a pique: Apenas 1 em 10 acreditam que Kiev pode garantir a vitória sobre Moscovo, de acordo com um estudo do Conselho Europeu de Relações Externas

Rússia produz 3 vezes mais munições de artilharia que os EUA e a Europa juntos.

De acordo com as estimativas da NATO, a Rússia está a produzir 3 milhões de projécteis por ano, enquanto o bloco ocidental não consegue mais que 1,2 milhões de unidades. Boa sorte para a guerra que as elites ocidentais tanto desejam.

Conferência de Segurança de Munique: Migração em massa é mais preocupante que a Rússia.

De acordo com um estudo realizado no contexto da Conferência de Segurança de Munique, a migração em massa é a principal preocupação dos cidadãos dos países do G7. Mas não dos políticos que os lideram, que continuam a insistir na fraude da ameaça Russa.

São as forças armadas americanas capazes de enfrentar a Rússia e a China?

30 anos depois de ter alcançado o domínio global, o conflito na Ucrânia expôs os limites do poder americano. E para além da bravata: será que o Pentágono tem capacidade de resposta para defrontar uma aliança entre a Rússia e a China?

Forças armadas britânicas esgotariam as suas capacidades ao fim de apenas dois meses de guerra.

Ainda bem para os ingleses que a Rússia não está de todo interessada em desencadear uma guerra na Europa, caso contrário as forças armadas britânicas seriam rapidamente esmagadas pela segunda maior potência militar do mundo.

Líder do maior grupo ‘conservador’ do Parlamento europeu: “A Europa deve preparar-se para a guerra.”

Dando prova do Unipartido que reina na Europa, o presidente do PPE, o maior colectivo do Parlamento Europeu, de centro-direita, juntou-se ao grupo coral do apocalipse nuclear, sublinhando a necessidade do velho continente se preparar para a guerra com a Rússia.

Comércio entre a Rússia e a China está a crescer, à custa do Ocidente.

Graças às sanções e às políticas de destruição económica auto-inflingidas pelos governos ocidentais, a Rússia e a China prosperam, enquanto a Europa empobrece. E a incompetência dos líderes europeus não explica nem metade da desgraça. Só pode ser de propósito.

A Rússia vai realizar eleições em 2024. A Ucrânia não.

Ao contrário da democracia vigente na Ucrânia, a ditadura instalada na Rússia vai realizar eleições em 2024. Zelensky também devia ir a votos para o ano, mas diz que "aqueles que reclamam eleições são irresponsáveis."

Secretário da Defesa do regime Biden ameaça enviar familiares de congressistas para a guerra se eles recusarem financiar o regime Zelensky.

Numa atitude muita característica do regime Biden, Lloyd Austin foi ao Capitólio chantagear abertamente os congressistas. Tucker Carlson sintetizou a lógica do Pentágono assim: "Paguem aos oligarcas ou mataremos os vossos filhos."

Guerra civil 2.0? Um número preocupante de americanos acredita que a violência política é aceitável.

Uma sondagem revela que uma larga fatia da população americana acha que a democracia já não funciona e que a violência é aceitável para resolver problemas políticos. Mas são os americanos, gordos, mimados e efeminados, capazes de uma guerra civil?

A guerra contra os homens é uma guerra contra a civilização.

Uma geração de homens que se tornam fantasmas entre os seus entes queridos, abandonam a força de trabalho e os seus papéis sociais e acabam até por se suicidar, é sintomática de tempos sombrios e da decadência do Ocidente.