Sai Viktor Orbán, entra a perversão globalista: Canal de televisão LGBT será lançado em breve na Hungria.

Aquilo que há umas semanas seria impensável na Hungria, está a transitar rapidamente para a realidade dos factos, e sob o governo de Péter Magyar prepara-se já o lançamento de um canal de televisão LGBT, com emissão 24 horas por dia.

Hungria: Viktor Orbán sofre derrota clara, globalistas sobem ao poder.

Viktor Orbán saiu ontem derrotado das legisltivas na Hungria, e por larga margem. A Europa perdeu assim o seu principal bastião de liberdade e soberania e o leninismo-globalismo de Bruxelas teve a sua vitória mais significativa dos últimos anos.

Zelensky provoca fúria em Budapeste com declaração incendiária sobre Viktor Orbán: “Vamos dar a morada dele aos nossos soldados.”

Budapeste afirma que o presidente ucraniano ultrapassou os limites ao sugerir que poderia partilhar a morada do líder húngaro com os seus soldados e deixá-los “falar com ele na sua própria língua”.

Húngaros perdem o juízo: Viktor Orbán pode sair derrotado das legislativas de Abril.

A Hungria vai realizar eleições legislativas em Abril, e Viktor Orbán corre sério risco de sair derrotado, dada a coligação globalista que enfrenta, a pressão financeira a que o seu governo tem sido submetido pela UE e o esforço propagandístico financiado por George Soros.

Viktor Orbán: “Arriscar a Terceira Guerra Mundial para apoiar a Ucrânia é completamente insano.”

O primeiro-ministro húngaro afirmou que a Ucrânia “não tem qualquer hipótese” de derrotar a Rússia, denunciando o apoio financeiro da Europa a Kiev como “simplesmente insano” e alertando para o risco de uma guerra mundial.

Viktor Orbán apela à direita europeia para ‘Ocupar Bruxelas’.

O primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán afirmou que a era Trump vai desencadear mais vitórias conservadoras na Europa, que na sua opinião está a oscilar para a direita. O cenário ideológico no velho continente já foi mais negro, de facto.

Eurodeputado alemão dos Verdes pede a prisão de Viktor Orbán.

O eurodeputado Daniel Freund, que é famoso pela sua obsessão por Orbán, está a ficar cada vez mais desequilibrado, à medida que o apoio ao seu partido vai caindo na Alemanha. Agora, quer que Orbán seja preso. Pelo crime de pensar diferente.

Viktor Orbán: “Alemanha não tem o mesmo aspecto, não tem o mesmo sabor, não tem o mesmo cheiro”.

Apelando aos húngaros que digam "não" a uma transformação semelhante do seu país, Orbán disse isto, Deus o abençoe: "Se eu comparar esta Alemanha com a Alemanha de há dez anos, não tem o mesmo aspecto, não tem o mesmo sabor, não tem o mesmo cheiro".

Viktor Orbán: métodos de Bruxelas remetem para os tempos do domínio soviético.

Viktor Orbán está a subir o tom das críticas à UE e à NATO. E a deixar muita gente nervosa, nos corredores dos poderes instituídos em Bruxelas e em Washington.

Viktor Orbán: “A terceira guerra mundial está à porta”

Numa poderosa e lúcida entrevista concedida a Tucker Carlson, o primeiro-ministro húngaro alertou para os perigos extremos da situação na Ucrânia e os erros estratégicos do bloco ocidental, aproveitando para acusar os neo-liberais de serem inimigos da liberdade.

Viktor Orbán: Europa precisa de uma aliança militar sem os Estados Unidos.

O primeiro-ministro húngaro acredita que a União Europeia está cumprir objectivos alheios ao seu interesse estratégico, porque "os americanos têm a última palavra".

Para ‘salvar’ a democracia? Maioria globalista do parlamento húngaro altera Constituição para impedir regresso político de Orbán.

Como qualquer globalista, Peter Magyar está a fazer tudo o que pode para suprimir a oposição política e o parlamento húngaro aprovou uma emenda constitucional que impede o ex-primeiro-ministro Viktor Orbán de se recandidatar ao cargo.

Depois de derrota de Orbán, von der Leyen age rapidamente para abolir o poder de veto das nações e instituir votação por “maioria qualificada”.

Logo após a vitória de Péter Magyar na Hungria, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a UE precisa de trabalhar para eliminar o poder de veto dos Estados-membros. Há que sujeitar tudo e todos à tirania de Bruxelas.

‘Salvar a democracia’: Bruxelas financia 500 organizações que operam na Hungria para derrubar o governo de Orbán.

O Gabinete para a Protecção da Soberania da Hungria identificou 500 organizações suspeitas de serem financiadas por Bruxelas para realizar actividades políticas, nomeadamente aquelas dirigidas contra o governo de Viktor Orbán.

Traição após traição: Meloni fecha a porta do ECR a Orbán para poder namorar com os globalistas do Parlamento Europeu.

Giorgia Meloni continua a trair o seu mandato populista - e os líderes não globalistas da Europa - recusando o acesso do partido de Viktor Orbán ao grupo do Parlamento europeu que lidera, só para obter zero resultados de um namoro que procurou firmar com os globalistas.

Monarquia Soviética da Bélgica: Polícia encerra conferência em que Orbán, Farage e Zemmour iam falar sobre imigração.

Para 'salvar a democracia', uma conferência presidida por Nigel Farage e dedicada ao tema da imigração, que ia decorrer em Bruxelas e onde ia falar Viktor Orbán, foi subitamente encerrada pela polícia, a mando do autarca da capital belga - um turco.

Giorgia Meloni convence Orbán a apoior a Ucrânia e é por esta altura a estrela em ascensão do globalismo totalitário de Bruxelas.

Depois de trair o seu mandato eleitoral em todas as dimensões possíveis e imagináveis, Meloni está agora a trabalhar activamente para moderar os instintos conservadores e populistas de outros líderes europeus.

A vitória de Péter Magyar na Hungria: Será preciso mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma?

A derrota de Viktor Orbán pode ser interpretada como o fim de um ciclo político e a abertura de um novo, marcado pela recomposição do campo conservador húngaro, mais próximo da UE. Mas será que estamos perante mudanças de fundo? A análise de Francisco Henriques da Silva.

Trump considera isentar a Hungria das sanções energéticas russas.

Viktor Orbán foi a Washington tentar explicar a Donald Trump que a Hungria não tem opções de importação de energia para além da Rússia. A ver vamos se o presidente americano mostra algum bom senso para com um dos seus mais leais aliados políticos na Europa.

A cimeira que não foi: encontro de Budapeste entre Trump e Putin não vai acontecer “num futuro próximo”.

Afinal, Donald Trump não se vai reunir com Vladimir Putin "num futuro próximo", segundo fontes oficiais da Casa Branca. A decisão surge apesar do anúncio desse encontro em Budapeste feito por Viktor Orbán e confirmado pelo próprio presidente americano.

União Europeia está a preparar-se para sabotar a economia da Hungria, por causa da Ucrânia.

A União Europeia elaborou um plano para sabotar a economia húngara caso Viktor Orbán vete o pacote de ajuda à Ucrânia de dezenas de milhares de milhões de euros. A língua portuguesa não tem léxico para retratar convenientemente esta vilania.

Tucker Carlson: “regime Biden hostiliza Hungria pelo crime de ser demasiado cristã”.

Tucker Carlson pediu desculpa aos húngaros pelo comportamento do embaixador de Washington em Budapeste. E atacou ferozmente a interferência totalitária do regime Biden no país liderado por Viktor Orbán.

Governo húngaro: “A UE não oferece paz nem prosperidade”.

O sentimento de desilusão com a União Europeia, recentemente expresso pelo primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, foi reiterado pelo seu governo. Orban voltou também a manifestar-se contra a abordagem do Ocidente ao conflito na Ucrânia.

A Ditadura dos Símbolos e o Verdadeiro Papel do Estado Laico

Se o Estado hasteia o arco-íris para “combater o preconceito”, então deve hastear também a bandeira pró-vida, os símbolos da deficiência e as insígnias de uma inclusão real contra todas as discriminações. A crónica de Maria Helena Costa.

Péter Magyar quer poder absoluto e a Hungria caminha para uma crise constitucional.

A Hungria está a conhecer um grande impasse político que pode ser resolvido com a violação do seu sistema constitucional, depois de Péter Magyar ter proposto uma emenda ao texto fundamental da república para destituir do cargo o Presidente Tamás Sulyok.

Podem, querem e mandam: Bruxelas aprova “empréstimo” de 90 mil milhões de euros à Ucrânia.

O aparelho distópico da União Europeia continua a somar vitórias, e a aprovação por todos os estados membros do "empréstimo" de 90 mil milhões de euros ao regime Zelensky está a ser celebrada em Bruxelas com o champanhe preferido de Satanás.

Bruxelas tem um novo problema: Rumen Radev, nacionalista anti-imigração e pró-Moscovo, ganha legislativas na Bulgária com maioria absoluta.

Depois da alegria que teve com a derrota de Orbán na Hungria, Bruxelas acaba de ter um desgosto com Rumen Radev, que ganhou as eleições legislativas na Bulgária por larga margem e é conhecido pela sua oposição ao financiamento da Ucrânia e por resistir à imigração descontrolada.

Não sei o que pensar de Péter Magyar.

Péter Magyar é uma figura paradoxal: Um nacionalista amado em Bruxelas, um progressista de perfil conservador, um europeísta que não hostiliza Moscovo nem simpatiza com Kiev. É difícil fazer-lhe o boneco, mas muito depende o futuro da Europa do caminho que ele decidir trilhar.

Autoridades israelitas impedem entrada de cardeal na Igreja do Santo Sepulcro, ‘pela primeira vez em séculos’

As autoridades israelitas impediram um alto cardeal do Vaticano de entrar na Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, pela primeira vez em séculos. Mas só quem não está atento à perseguição de cristãos pelo regime sionista é que pode ficar surpreendido com este incidente.

Ucrânia bloqueia conduta que leva petróleo russo à Eslováquia. Robert Fico promete represálias.

O primeiro-ministro eslovaco ameaçou cortar o fornecimento de electricidade de emergência à Ucrânia caso o país vizinho não reabra um oleoduto que transporta petróleo russo para a Eslováquia e a Hungria.

Um conselho de administração para o globalismo americano.

Inicialmente focado na reconstrução e gestão de Gaza, o 'Conselho da Paz' pretende agora substituir o Conselho de Segurança da ONU por um órgão ainda mais obediente aos interesses do regime Trump, ou seja: será o 'Conselho da Paz' nuns casos e o 'Conselho da Guerra' noutros.

Globalismo vs Nacionalismo

Nacionalismos e populismos contemporâneos são uma reacção à arrogância das elites globalistas e da sua governação distante e centralizada, propondo um regresso à identidade, à soberania e à autodeterminação. Uma crónica da Francisco Henriques da Silva.

O conflito geopolítico na Ucrânia e o redesenho do mundo.

A guerra na Ucrânia expôs as contradições do Ocidente e revelou que o mundo já não se organiza em torno de uma única hegemonia. Entre velhas potências e novos polos, o futuro exigirá reconciliação, complementaridade e coragem política. Uma crónica de António Justo.

“A ilha da paz”: Budapeste vai acolher cimeira entre Trump e Putin.

A bússola emocional de Donald Trump voltou a trocar os cardeais e o presidente dos EUA vai reunir-se com Vladimir Putin, em Budapeste, para conversações de paz sobre a guerra na Ucrânia. Mas depois do que se seguiu ao encontro do Alasca, o optimismo é incauto.

Populista Andrej Babis vence legislativas na República Checa e vai procurar o apoio de pequenos partidos de direita.

O partido ANO, liderado por Andrej Babis, conquistou a vitória nas eleições parlamentares da República Checa, no sábado passado, levantando a perspectiva de um Governo que pode fortalecer o campo populista e anti-imigração na Europa, e reduzir o apoio à Ucrânia.

Donald Trump: Europa terá que parar de comprar petróleo russo antes dos Estados Unidos decretarem mais sanções.

Donald J. Trump disse que não decretará mais sanções à Rússia enquanto os aliados europeus continuarem a comprar petróleo russo. Mas a decisão pode não passar de uma manobra para ganhar tempo e intensificar o braço de ferro comercial com a China.

Se a paz pode salvar a economia europeia, porque é que os líderes da UE se entretêm a sabotá-la?

As economias europeias estão a sofrer com o peso da guerra na Ucrânia, mas os seus líderes agarram-se ao conflito em detrimento da paz, por sobrevivência política e fanatismo ideológico. Uma crónica de Afonso Belisário.

Donald Trump quer que George Soros e o seu “grupo de psicopatas” sejam processados ​​nos Estados Unidos por corrupção.

Donald Trump sugeriu que George Soros e o seu filho sejam processados ​​ao abrigo das leis anti-corrupção dos EUA, acusando-os de apoiar protestos violentos e de causar danos generalizados aos Estados Unidos.

Análise Crítica ao Acordo Comercial EUA-UE: Capitulação ou Compromisso Forçado?

Celebrar o acordo comercial com os EUA como uma vitória é, no mínimo, intelectualmente desonesto. Só reconhecendo o que ele representa - uma derrota estratégica com implicações de longo prazo - poderemos tirar lições úteis. A crónica de Francisco Henriques da Silva.

CPAC na Hungria: conservadores discutem o futuro da Europa.

Nos dias 29 e 30 de Maio de 2025 realizou-se o CPAC na Hungria, que reuniu a direita conservadora norte-americana e europeia e contou com um leque de proeminentes oradores. O Hugo Moreira esteve lá e conta como foi.

Hungria vota NÃO à adesão da Ucrânia à UE.

Na sequência dos resultados de uma consulta nacional realizada pelo governo, na qual 95% dos eleitores se opuseram à adesão da Ucrânia à UE, a Hungria vai manter a sua intenção de vetar a candidatura de Kiev.

A esticar a corda da guerra: Friedrich Merz dá luz verde à Ucrânia para atacar a Rússia com armas alemãs.

Numa iniciativa que assinala uma escalada dramática contra Moscovo, o chanceler alemão autorizou o regime Zelensky a usar armas germânicas em alvos no interior da Rússia, decisão que, num mundo normal, constituiria uma clara declaração de guerra.

Parlamento Húngaro aprova emenda constitucional que protege as crianças da ideologia LGBT.

O parlamento húngaro aprovou uma emenda constitucional que dá poder às autoridades para proibir eventos públicos LGBTQ e proteger as crianças da ideologia de género. A emenda permite a interdição de paradas de orgulho gay.

Marine Le Pen condenada a 4 anos de prisão e a 5 anos de interdição de actividade política num caso gritante de perseguição judicial.

Marine Le Pen, a mais popular líder política francesa, foi condenada a 4 anos de prisão e 5 anos de suspensão da actividade política, num processo kafkiano. Qualquer europeu que nesta altura acredite que vive em democracia está em definitivo alienado da realidade.

USAID financiou órgãos de propaganda ucranianos que colocaram JD Vance e Elon Musk na lista negra de “agentes russos”.

Uma organização mediática ucraniana que colocou vários políticos americanos numa lista negra de “propagandistas estrangeiros da Federação Russa”, incluindo o Vice-Presidente J.D. Vance e o senador Rand Paul, recebeu financiamento da USAID.

Ucrânia e a Nova Ordem Mundial: Continuação da guerra ou negociações de paz?

É óbvio que a Ucrânia não conseguirá vencer a Rússia sem o apoio dos EUA. Mas num intransigente espírito belicista, os líderes europeus continuam a apoiar o conflito. Até quando e à custa de mais quantos mortos? Uma crónica de Francisco Henriques da Silva.

Eleições na Alemanha: imigração, democracia e geopolítica.

A Alemanha está no epicentro das tensões políticas e sociais que testam a coesão europeia. É por isso pertinente analisar o seu quadro político actual, e tentar projectar cenários futuros. Um ensaio de Lourenço Ribeiro.

USAID: As abominações da agência que financiava a censura, o terrorismo e o tráfico de drogas.

O Estado profundo de Washington está a tentar por todos os meios impedir o funeral da USAID. Mas uma breve visitação das nefastas actividades financiadas por esta agência de fachada da CIA serve para que se perceba a dimensão da corrupção e do desperdício.

Manual de normas leninista-globalista: Líder populista austríaco alvo de perseguição judicial.

O líder populista Herbert Kickl, que ganhou as eleições legislativas austríacas de Setembro último, enfrenta um processo judicial, juntando-se assim a uma longa lista de políticos populistas que são alvo de acções judiciais à medida que a sua popularidade aumenta.

O pessimismo continua a ser o melhor conselheiro.

Nesta altura do campeonato, qualquer europeu que acredite viver em democracia, é retardado. E qualquer americano que deposite na administração Trump a fé de que a América vai voltar a ser a terra dos livres e a casa dos bravos sofre de dioptrias no cerebelo.

Os media como estenógrafos das elites globalistas.

Ensaio inaugural de Afonso Belisário: O papel da imprensa corporativa como máquina de propaganda dos poderes instituídos é, ironicamente, muito mais perigoso para as democracias ocidentais do que qualquer programa populista.

A ‘Imperatriz Ursula’ deve acautelar-se com a revolta dos deploráveis populistas.

Na bolha de Bruxelas, a imperatriz Ursula deve estar a sentir-se segura e poderosa como nunca. Mas no mundo real, há sinais de que talvez a cautela seja melhor conselheira que a arrogância.

Áustria: Populistas obtêm vitória histórica, e têm condições para formar um governo de coligação.

Recolhendo um forte apoio dos eleitores mais jovens, os populistas austríacos venceram as legislativas do fim de semana passado e têm condições para formar um governo de coligação com o partido de centro direita.

Toni Kroos: “A Alemanha deixou de ser o país que era há 10 anos por causa da imigração em massa”.

A estrela do futebol alemão disse num podcast da ZDF que o seu país já não é o que era, devido à imigração em massa, e que vai ficar em Espanha porque tem medo de deixar a sua filha sair à noite nas cidades alemãs.

Parlamento Europeu recusa condenar tentativa de assassinato de Donald Trump.

O Parlamento Europeu rejeitou uma proposta para debater a tentativa de assassinato de Donald Trump, e a intensificação de violência política na Europa. Porque a violência só é condenável quando é dirigida à esquerda e aos globalistas.

Somos duas europas, agora.

Há a Europa das elites neoliberais, e há a Europa dos povos, das suas culturas, tradições e identidades. E não há um meio termo. É altura de escolher um lado da barricada e passar à ofensiva.

Há sempre um prémio para globalistas que perdem eleições: Mark Rutte vai se o próximo secretário-geral da NATO.

Globalistas falhados são frequentemente premiados depois de perderem eleições e Mark Rutte, que não serve para liderar os Países Baixos, é perfeito para chefiar a mais perigosa aliança militar deste lado da galáxia.

Carlson, Greenwald, Oliver e a liberdade de dizer.

Tucker tem feito o favor de convidar muitos heróis do Contra para o seu podcast de longo formato. Na semana passada, chegou a vez de Glenn Greenwald e Neil Oliver. E para além das conversas, um facto: apesar de tudo, o livre discurso continua a prosperar. Se calhar, como nunca.

União Europeia castiga Hungria com multa de 200 milhões de euros porque o país se recusa a abrir as fronteiras.

O Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias determinou que a Hungria deve pagar uma coima no valor de 200 milhões de euros, com uma sanção diária adicional de um milhão de euros, até que ceda às políticas de fronteiras abertas da UE.

Eleições para o Parlamento Europeu: Europa vira à direita. Mas devagar.

Ninguém estava à espera de uma revolução populista, mas se os vários grupos de direita do Parlamento Europeu não se unirem, estas eleições só vão perpetuar o lamentável regime globalista da UE. Salva-se a queda, estrondosa, de Macron.

Surrealista: Itália ‘populista’ e Grécia ‘conservadora’ vão receber os imigrantes de Biden.

Contado ninguém acredita: A Itália da 'populista' Giorgia Meloni, e a Grécia, cujo governo prometeu um rigoroso controlo da imigração, vão começar a receber migrantes directamente da América Latina para aliviar a pressão sobre a fronteira sul dos EUA.

Robert Fico, primeiro-ministro populista da Eslováquia, baleado em tentativa de assassinato.

Na sequência de vários actos violentos contra líderes populistas na Europa, Robert Fico, o primeiro-ministro da Eslováquia, foi vítima de uma tentativa de assassinato e está em risco de vida. Em Bruxelas devem ter aberto umas quantas garrafas de champanhe.

Por razões estritamente ideológicas, Bruxelas insiste em congelar os fundos de coesão devidos à Hungria.

Mais um exemplo eloquente sobre a volição totalitária dos poderes instituídos em Bruxelas: O comissário europeu para a justiça, Didier Reynders, quer manter congelados os fundos devidos à Hungria enquanto o governo do país não for do seu clube ideológico.

CEO da Allianz: “elites alienadas são risco número um para as sociedades ocidentais”.

O CEO da Allianz elevou o barómetro do risco da seguradora que dirige, alertando para o facto das elites desfasadas da realidade serem o "risco número um para as sociedades". Oliver Bäte, ele próprio um elitista neoliberal, está certo, mas pelas razões erradas.

Chefe da Agência Europeia da Guarda de Fronteiras diz que nada pode parar a imigração.

Hans Leijtens, o director da agência que guarda as fronteiras da UE, diz que não há nada que possa fazer para guardá-las. E em vez de se demitir, por ser incapaz de cumprir as suas funções, diz que é preciso "mudar a narrativa". Convenhamos: Isto dá vontade de gritos.

União Europeia receia outro 2016 em 2024.

Josep Borrell, que os europeus não elegeram, está preocupado com os populistas que os europeus possam eleger. Mas o oligarca não tem com que se preocupar, porque os populistas que até aqui foram eleitos abdicam do seu mandato logo que chegam ao poder.

UE emite ultimato: Elon Musk enfrentará “penalidades” caso não cumpra os regulamentos de “desinformação”.

A propósito da guerra na Faixa de Gaza, a União Europeia quer interferir nas políticas de moderação de conteúdos do Twitter/X, exigindo a censura. Mas Musk não parece inclinado a facilitar a vida aos fascistas de Bruxelas.

União Europeia teme eleição de líderes pró-russia em países chave.

A expectável mudança nas lideranças políticas da Áustria e da Eslováquia pode significar a ruína das políticas pro-ucranianas de Bruxelas. Um funcionário da Comissão Europeia disse na terça-feira passada que tal cenário "seria um desastre."

Os Estados Unidos interferiram ilegalmente nas eleições húngaras.

Desrespeitando a lei eleitoral Húngara, uma organização neo-liberal norte-americana financiou o partido da oposição nas eleições presidenciais deste ano. Mais uma tentativa do aparelho de Washington em interferir, ilegalmente, no livre arbítrio das nações.

Estrada para a perdição.

"Normais" e "Dissidentes" trilham o mesmo caminho: na direcção de um sistema totalitário de governação global. E até ver, não há itinerários que ofereçam a possibilidade de um destino diferente.

Xi Jinping envia tanques para esmagar os protestos.
A imprensa ocidental omite os factos.

Enquanto os meios de comunicação social continuam a assobiar para o lado e a Apple colabora na repressão dos protestos, Xi Jinping avança com carros blindados. Tiananmen outra vez. Mas sem a indignação de outros tempos, deste lado do hemisfério.

O fim da democracia representativa.

O drama sócio-político a que assistimos por estes dias é o do fim do dever de representar e do direito a ser representado. Os políticos eleitos já não servem os interesses dos cidadãos. E os cidadãos já não têm políticos que representem os seus interesses.

Confirma-se o triunfo globalista, na Hungria: Péter Magyar nomeia para ministra da educação uma activista LGBT.

A nomeação para Ministra da Educação de Judit Lannert está a indignar os conservadores húngaros, depois de se saber que promoveu o activismo LGBTQ+ no Verão de 2021, precisamente quando Orbán tentava passar uma lei de protecção das crianças contra a perversão woke nas escolas.

Rússia lucra 6 mil milhões de euros com combustíveis fósseis desde que o regime Epstein atacou o Irão.

A turbulência no mercado energético após os ataques ao Irão está a gerar milhares de milhões em lucros acrescidos para Moscovo, enquanto o regime Trump, pressionado pelo fecho do Estreito de Ormuz, está a rever a pertinência das sanções sobre o petróleo russo.

A Hungria como Exemplo a Seguir em Política de Imigração

Os esforços da Hungria para o controlo das suas fronteiras contribuem para a segurança de todos os europeus. E enquanto as lideranças ocidentais trabalham em favor da barbárie, a sociedade moderada admira a fonte de civilização que é Budapeste. Uma crónica de Miguel Nunes Silva.

Reflexões sobre o início do segundo mandato de Donald J. Trump.

Na sua primeira crónica para o ContraCultura, o embaixador Francisco Henriques da Silva faz o balanço das primeiras semanas da presidência de Donald Trump, analisando as suas directrizes políticas e o seu impacto na Europa e no futuro do mundo.

Alemanha de terceiro mundo: Restrições orçamentais nas escolas, escassez de medicamentos nos hospitais.

Enquanto o governo Scholz e a autarquia de Berlim gastam biliões em ajuda à Ucrânia e alojamento e assistência material para imigrantes, as escolas e os hospitais têm problemas característicos de um país pobre.

O fim da realidade.

A vertente tecnológica, aliada ao decaimento fantasioso do discurso político, está a terratransformar a percepção que temos das coisas. E a Singularidade não tarda nada; esse momento em que a realidade não tem como ser provada.