O primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán está convicto que a migração em massa está a transformar permanentemente a Alemanha. E pediu aos húngaros que digam “não” a uma transformação semelhante do seu país, porque não podem voltar atrás se isso se revelar um erro.
Em declarações à rádio húngara na Alemanha, onde se encontrava com o chanceler Olaf Scholz, Orbán disse isto:
“Estamos aqui sentados, na Alemanha e, se eu comparar esta Alemanha com a Alemanha de há dez anos, não tem o mesmo aspecto, não tem o mesmo sabor, não tem o mesmo cheiro. No seu conjunto, esta Alemanha não é a Alemanha que os nossos avós e os nossos pais nos davam como exemplo, dizendo: ‘Filho, se queres ver uma pessoa trabalhadora, vai à Alemanha, se queres ver um trabalho bem organizado, vai à Alemanha. Se queres ver ordem, vai lá, onde há ordem…’ Agora, esta Alemanha já não é essa. É um mundo colorido, transformado, multicultural, em que os migrantes que chegam já não são hóspedes do país. Este país é agora também deles e está a tornar-se cada vez mais deles”.
Deus abençoe este homem, que tem um talento raro para discernir a verdade e a coragem para a proferir.
Não há volta a dar.
Orbán considera, correctamente, que as mudanças na Alemanha têm sido impulsionadas por governos de esquerda que “concedem cidadania acelerada, organizam o reagrupamento familiar [migração em cadeia] e tudo o resto”. E adverte que o fenómeno “tem todo o tipo de repercussões, porque agora surgiu um meio cultural específico aqui na Alemanha”.
O líder húngaro recordou que, quando centenas de milhares de migrantes começaram a marchar rumo à Hungria, em 2015, tomou a decisão de construir um muro de forma a impedir a invasão, “caso contrário, a Hungria deixaria de ser um país húngaro”. Porque este é um processo sem retorno:
“Se cometermos um erro na política de migração uma vez, não podemos desfazê-lo mais tarde. A política económica e social pode ser corrigida, mas a migração é uma das poucas áreas em que, depois de se cometer um erro, nunca mais se pode voltar a corrigi-lo”.
Os estrangeiros são actualmente responsáveis por 58,5% de todos os crimes violentos na Alemanha, apesar de representarem apenas 14,6% da população. Mais de 60% dos beneficiários da segurança social têm antecedentes migratórios.
No início deste mês, os juízes da União Europeia multaram a Hungria em centenas de milhões de euros devido à sua rigorosa política de fronteiras.
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