O ex-primeiro-ministro trabalhista e um dos pais fundadores do globalismo neo-liberal, Tony Blair, apelou ao novo governo trabalhista de Sir Keir Starmer para que retire mais 50 biliões de libras (cerca de 62 biliões de euros) de impostos aos contribuintes britânicos.
Blair, um dos mentores do primeiro-ministro Starmer, afirma que os aumentos podem ser necessários para estabilizar as finanças britânicas, de acordo com um relatório do seu instituto.
A Chanceler (Secretária do Tesouro) de Starmer, Rachel Reeves, já sinalizou uma revisão das finanças públicas, afirmando que a situação é pior do que esperava – e provocando receios de que a nova administração esteja a preparar o terreno para aumentos de impostos, apesar dos trabalhistas terem feito campanha na promessa de que não o iriam fazer.
No contexto transhumanista que preside ao ideário de todos os gurus globalistas, o relatório de Blair sublinha também a importância de aproveitar a inteligência artificial (IA) para aumentar a produtividade, e argumenta que, sem um aumento substancial do crescimento, a Grã-Bretanha terá de aumentar a carga fiscal em dezenas biliões de libras até 2029, apenas para estabilizar os níveis de dívida.
Nos seus primeiros dias de mandato, o Primeiro-Ministro Starmer já eliminou o plano de deportação de imigrantes do Ruanda dos conservadores, cancelando as deportações de milhares de estrangeiros ilegais. O governo ruandês não vai devolver centenas de milhões de libras que lhe foram dadas para preparar alojamento para os deportados e cobrir outros custos associados ao plano.
Starmer está também a considerar a libertação antecipada de 40.000 criminosos para aliviar a sobrelotação das prisões, colocando em causa a segurança pública.
O erário público britânico está a gastar 8 milhões de libras (10 milhões de euros) por dia para albergar em hotéis os imigrantes ilegais que chegam constantemente à costa inglesa. São 3 biliões de Libras por ano. Se calhar, podiam começar a poupar por aqui.
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