Afinal, as ‘alterações climáticas’ não estão a afundar as pequenas nações insulares como as Maldivas, as Ilhas Marshall e Tuvalu. Consideradas vulneráveis à subida do nível do mar provocada pelo dito ‘aquecimento global’, descobertas recentes mostram que estas nações insulares de baixa altitude continuam quase todas do mesmo tamanho ou estão até a crescer.
A comparação de fotografias aéreas de meados do século XX com imagens de satélite contemporâneas revela que, das 709 ilhas dos oceanos Pacífico e Índico, cerca de 89% cresceram ou mantiveram-se estáveis nas últimas décadas. Apenas 11% apresentam sinais de contracção.
Por exemplo, a ilha de Kandahalagalaa mostra mudanças notáveis de 2005 a 2023. Enquanto a parte oriental sofreu alguma erosão, o lado ocidental expandiu-se, mantendo a estabilidade geral.
Estas descobertas desafiam a narrativa estabelecida de que as ‘alterações climáticas’ são uma ameaça existencial para os atóis, condenando nações como Vanuatu ao mesmo destino que a Atlântida e criando uma geração de “refugiados climáticos”.
Estas são, em simultâneo, boas e más notícias para os alarmistas do clima, incluindo Al Gore e Barack Obama, que gastaram milhões em propriedades com vista para o oceano, que a subida dramática do nível do mar poria em perigo, mas que, por outro lado, observam as suas profecias caírem no sítio onde já deviam estar há muito tempo: no caixote do lixo da história.
As evidências que demonstram a falência do apocalipse climático são vastas e exuberantes. Como o Contra noticiou, um estudo internacional publicado na revista científica Research in Astronomy and Astrophysics em 2023, sugere que o Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas da ONU poderá ter subestimado o papel do Sol no aquecimento global.
O CO2 constitui 0,04% da atmosfera terrestre. Os seres humanos produzem 3% desses 0,04%. Será que devemos aniquilar a civilização como a conhecemos com base nestas emissões? Um estudo também publicado em 2023 demonstrou que as emissões de combustíveis fósseis não causam aquecimento global.
A evidente falência da peritagem contemporânea parece não ter afectado a credibilidade dos profetas do armagedão climático. Mas se fizermos uma viagem pelas últimas décadas de alarmismos percebemos que estes são até os peritos mais enganadores da história universal da burla. Desde os anos 60 que nos assustam com aquecimentos globais, invernos perpétuos, buracos de ozono, subida dos mares, descida aos infernos e todo o tipo de eventos climáticos terminais, anunciados para um amanhã que nunca acontece (como os amanhãs marxistas, que nunca chegam a cantar).
Greta Thunberg apaga tweet de 2018 que anunciava o fim do mundo em 2023.https://t.co/namZWiG5Ps pic.twitter.com/5VZxaiNqjK
— ContraCultura (@Conta_do_Contra) March 14, 2024
Ainda assim, os falsos profetas têm intensificado até as suas pragas:
O Professor Bill McGuire, cientista climático de renome, anteriormente membro do organismo governamental britânico que aconselhou os políticos sobre a resposta à pandemia de Covid, chegou ao ponto de afirmar que o “abate da população humana por uma pandemia com uma taxa de mortalidade muito elevada” é a única forma de travar o “colapso climático”.
Patricia MacCormack, professora de filosofia em Cambridge, defende, num livro que teve a infeliz ideia de escrever e que alguém desgraçadamente publicou, uma solução prática e eficaz para as alterações climáticas: a extinção da espécie humana.
Para “salvar” o planeta, o primeiro secretário de Satanás, mais conhecido por Bill Gates, quer abater biliões de árvores e enterrá-las no solo.
A ameaça de aniquilação nuclear não é mais séria do que o “aquecimento global”, segundo Antony Blinken, que numa só afirmação consegue desvalorizar o conflito apocalítico para o qual o regime Biden nos está a arrastar e exponenciar a fraude da emergência climática.
O Ministro dos Transportes da Alemanha sugeriu a proibição da utilização do automóvel ao fim de semana para cumprir as quotas de emissões de carbono da agenda netzero. Porque para ‘salvar o planeta’, o fascismo justifica-se.
Na sua carta anual aos accionistas, Jamie Dimon, o criminoso CEO do JP Morgan, propôs que o governo dos EUA e as coorporações (como a que lidera) poderão ter de confiscar a propriedade privada dos cidadãos para tomar iniciativas no domínio do clima.
Não faltava mais nada.
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