A comunidade científica está a pressionar para que os alimentos processados sejam contaminados com insectos em pó, depois de uma sondagem ter revelado que 47% das pessoas não querem comer insectos e apenas 13% estão dispostas a comê-los regularmente.
A Dra. Maxine Sharps, da Universidade De Montfort, em Inglaterra, disse ao Congresso Europeu sobre Obesidade que esta medida poderia ajudar a ultrapassar a resistência do público à ingestão de insectos. Sharps argumentou a favor da ideia nestes termos:
“Isto tem sido feito com sucesso com produtos de arroz fortificados com farinhas de grilos ou gafanhotos noutras partes do mundo. Para que os insectos passem a fazer parte da dieta ocidental, o factor repugnância é um dos desafios mais importantes a ultrapassar, mas pode acabar por não haver outra escolha,devido às alterações climáticas e ao crescimento previsto da população mundial”.
Vamos ter que ingerir insectos à força, pelos vistos, mesmo sob argumentos pseudo-científicos como o “crescimento da população mundial” e as “alterações climáticas”.
A Dra. Lauren McGale, outra académica sediada no Reino Unido concordou com Maxine Sharps:
“Os insectos são uma fonte potencialmente rica em proteínas e micronutrientes e podem ajudar a encontrar uma solução para o duplo fardo da obesidade e da subnutrição. Algumas proteínas de insectos, como os grilos moídos ou os bichos-da-farinha liofilizados, são mais baratas e mais fáceis de cultivar, muitas vezes têm menos gordura e têm um impacto ambiental menor do que o gado tradicional”.
Por um momento, prezado leitor, imagine uma indústria alimentar baseada em insectos. Milhares de unidades de produção de insectos no Ocidente. Viveiros de insectos por todo o lado. Tanto no que respeita ao ambiente, como à saúde pública, o que é que pode correr mal?
A Tyson Foods faz investimento massivo em proteínas de insectos.
A Tyson Foods – o maior processador de aves de capoeira dos Estados Unidos – anunciou, juntamente com a Protix, um produtor holandês de ingredientes de insectos, que as duas empresas concordaram em construir uma instalação gigante para produzir insectos em massa para o mercado americano, a fim de “reduzir a carga sobre o planeta”.
A fábrica irá alimentar as moscas-soldado pretas com fezes de animais, que serão posteriormente transformadas em alimentos para animais de estimação, aves e peixes. o director executivo da Profix, Kees Aarts afirmou:
“As moscas-soldado negras podem crescer em quase todos os tipos de resíduos e subprodutos alimentares que se possa imaginar”.
John Tyson, director financeiro da Tyson Foods, explicou:
“Vimos isto como uma extensão do nosso negócio. O mercado de ingredientes de insectos tem características de crescimento realmente atractivas.”
Ao menos Tyson não esconde que está nisto por ganância.
A procura por insectos comestíveis deve chegar ao meio milhão de toneladas métricas até o final da década, representando um aumento impressionante em relação à procura actual de 10.000 toneladas métricas, de acordo com um relatório de 2021 do Rabobank.
Uma tendência em crescendo.
O corportativo Times of London, propriedade de Rupert Murdoch, saudou recentemente uma “revolução alimentar” envolvendo formigas fritas e chili de minhoca.
A propósito de uma praga de cigarras nos Estados Unidos, o New York Times está a tentar convencer os americanos ao consumo destes bichos, sugerindo receitas com
“insectos inteiros e intactos nas suas cascas estaladiças para que sejam lentamente impregnados com um sumo de fermentação picante, e servidos com um pouco de tofu macio e arroz quente.”
Hummm, faz mesmo crescer a água na boca. A um sapo.
O Washignton Post, aconselhou, em Dezembro de 2022, os seus infelizes leitores a substituírem o cardápio natalício tradicional por uma ementa constituída de “formigas salgadas da Amazónia e barras proteicas de grilos em pó”.
Recentemente, a empresa canadiana The Aspire Food Group comprometeu-se a produzir 9000 toneladas de insectos por ano para consumo humano e de animais de estimação, após a conclusão da construção do maior centro mundial de processamento de alimentos baseados em grilos e outros insectos.
Há até programas a decorrer na Austrália, nos Países Baixos e no País de Gales que introduzem insectos no programa alimentar das escolas.
Desde Janeiro de 2023 que um aditivo alimentar feito de grilos em pó começou a ser integrado nos alimentos, em toda a União Europeia. Os grilos liofilizados estão agora no menu para os europeus de todo o continente, quer eles queiram quer não e quer tenham conhecimento disso ou não. A decisão foi tomada sem escrutínio democrático nem divulgação mediática, pela Comissão Europeia.
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