O Esquadrão 14 da Royal Air Force abandonou o histórico cognome de “Cruzados”, na sequência de uma queixa de que o termo é ofensivo para os muçulmanos. A nomenclatura, que remonta às missões do esquadrão sobre Gaza e a Palestina durante a Primeira Guerra Mundial, é agora aparentemente considerado inapropriado pela direcção da RAF.
A decisão foi tomada depois de um único membro da tripulação da RAF ter apresentado uma queixa, alegando que o termo era insultuoso. Apesar de a alcunha ser uma parte significativa da identidade e da história do esquadrão, as tripulações receberam ordens para remover quaisquer referências a “Cruzados” do seu hangar.
Um aviador expressou a sua frustração à imprensa britânica, afirmando:
“Se tivessem perguntado aos membros da esquadrilha, em vez de ditarem esta mudança, quase toda a gente teria sido a favor da manutenção de ‘Crusaders’, porque faz parte da nossa história. Nunca houve qualquer preconceito ou malícia no nome”.
Os responsáveis da RAF argumentam que o foco deve ser a defesa de valores que reflictam o serviço “moderno e diversificado”.
Um porta-voz da RAF declarou:
“Como um serviço moderno e diversificado, a nossa atenção deve centrar-se em não dar destaque a qualquer termo ofensivo que vá contra os valores da Royal Air Force. Por conseguinte, o Esquadrão 14 deixou de utilizar a sua alcunha histórica não oficial. As tradições e as alcunhas informais utilizadas pela RAF nos primeiros tempos têm um lugar na nossa história. No entanto, algumas já não são apropriadas no século XXI”.
No Reino Unido do Século XXI a história do Reino Unido não é “apropriada”.
No início deste ano foi revelado que a Royal Air Force discriminou ilegalmente os homens brancos, chegando mesmo a apelidá-los de “homens brancos inúteis” e forçando uma recrutadora que se queixou da discriminação a abandonar a sua carreira.
A cobardia é uma ilha rodeada de imigrantes muçulmanos por todos os lados.
Relacionados
27 Mar 25
Cancelamento de festivais devido à ameaça terrorista e aos custos com a segurança estão a destruir o património cultural da Alemanha.
Os festivais públicos e as tradições culturais da Alemanha estão a enfrentar dificuldades críticas, à medida que as crescentes ameaças terroristas e correspondentes medidas de segurança mais rigorosas levam a cancelamentos generalizados.
26 Mar 25
Espanha: 71,4% de todos os novos empregos nos últimos 5 anos foram para imigrantes, enquanto os jovens nativos fogem do país.
A Espanha está a seguir as tendências observadas em todo o mundo ocidental, que afastam os jovens nativos do mercado de trabalho, e promovem empregos destinados a estrangeiros, que assentam em mão de obra barata, não qualificada.
25 Mar 25
Insanidade woke, no Wisconsin: Governador democrata quer substituir a palavra “mãe” por “pessoa inseminada”.
Em contraciclo e clara desobediência às ordens executivas da Casa Branca, o governador democrata do Wisconsin apresentou uma proposta de lei para substituir a palavra “mãe” pela expressão “pessoa inseminada” nos documentos estaduais.
21 Mar 25
Leis de ‘cidade santuário’ de nova Iorque impedem que imigrante que pegou fogo a uma mulher seja entregue aos Serviços de Imigração.
Um estrangeiro ilegal que foi acusado de incendiar uma mulher enquanto esta dormia no metro de Nova Iorque está a ser protegido do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) por leis de 'cidade santuário' de Nova Iorque.
20 Mar 25
Reino Unido: Imigrantes têm mais 70% de probabilidades de cometer crimes sexuais do que os britânicos nativos.
Embora os detalhes sobre as origens étnicas dos criminosos não sejam divulgados pelas autoridades, números obtidos por pedidos de liberdade de informação mostram que os imigrantes têm mais 70% de probabilidades de cometer crimes sexuais do que os nativos da Grã-Bretanha.
19 Mar 25
Distopia do Reino Unido: Novas directrizes para justiça de duplo critério facilitam a vida a todos, excepto aos homens brancos e cristãos.
O Conselho de Sentença de Inglaterra e do País de Gales introduziu directrizes de “dois critérios” para os juízes, instruindo-os no sentido de concederem um tratamento favorável a toda a gente menos a homens brancos e cristãos.