Um documentário que vai ser transmitido pela NBC afirma que vivemos num “planeta gay” e que a homossexualidade está generalizada no reino animal, que contempla até mais que dois géneros.
Sim, é verdade.
“Queer Planet” will be released in June.
The documentary by NBC is focused on “LGBTQI+ tolerance” among the animal kingdom…
No, this is not satire. pic.twitter.com/sf9ES6bXuG
— End Wokeness (@EndWokeness) May 16, 2024
O documentário, que irá para o ar a 6 de Junho, apresenta um “especialista” que afirma:
“Tudo o que te ensinaram em criança está errado. Pinguins homossexuais, leões bissexuais, peixes-palhaço que mudam de sexo são tudo provas de que este é um planeta gay”.
O trailer mostra depois duas mulheres, uma delas com cabelo azul, a afirmar que “a homossexualidade sempre existiu” e que “só nos humanos é que temos um estigma tão grande sobre isso”.
Se calhar, este “estigma” resulta de nos enfiarem pela garganta abaixo propaganda LGBT 24 horas por dia, 7 dias por semana, na televisão, no cinema, na publicidade, na política e no sistema educativo, e de envergonhar publicamente ou mesmo processar e prender qualquer pessoa que não a aceite.
A avaliar o subproduto da NBC pelo seu trailer, a narração mantém sempre o mesmo registo e outra mulher de cabelo curto e tatuagens aparece a afirmar:
“A ideia de ter apenas dois sexos fixos está claramente fora de moda. A mãe natureza tem uma mente bastante aberta”.
A natureza está aparentemente “cheia de surpresas homossexuais”, segundo o documentário.
Ainda assim, e pondo de parte a falência da ‘ciência’ por trás deste ‘documentário’, é questionável se devemos seguir os exemplos comportamentais da vida selvagem. Os animais praticam todo o tipo de comportamentos que, se fossem imitados pelos humanos, levariam ao colapso da civilização. No mínimo.
Os leões praticam o infanticídio e muitas outras espécies comem as suas próprias crias. Será que devemos começar a normalizar isso também?
Os golfinhos torturam e matam focas por diversão, devemos fazer o mesmo?
As lontras marinhas violam e matam focas bebés, devemos seguir o exemplo?
O explorador George Murray Levick documentou como os pinguins de Adélia violam as fêmeas em grupo e fazem sexo com fêmeas mortas congeladas. Devemos normalizar a necrofilia?
Os tubarões-tigre matam os seus próprios irmãos no útero, enquanto as crias de hiena começam a lutar e a matar-se umas às outras assim que nascem, será que isso deve ser celebrado?
A narrativa costumava ser que, embora a homossexualidade ocorra em casos raros no reino animal, decorre da gratificação sexual básica. Para abolir o “estigma” em torno da homossexualidade nos humanos (que claramente não existe, uma vez que a cultura LGBT é promovida em todo o lado e protegida pelos poderes instituídos), aparentemente essa narrativa está agora a mudar.
Paul Joseph Watson comenta a abominação.
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