Num post publicado em fevereiro de 2022, o Blogville anunciava a progressão do fascismo de estado através de mandatos inconstitucionais de justificação climática, depois de aberto o precedente com as medidas impos5tas pelos governos a propósito da Covid 19.
Os confinamentos por razões ambientais não são nada de novo e têm habitado episodicamente a história da humanidade, desde o século XIX. O que será novo é a volição totalitária que está por trás da religião ambientalista. Quantos quilómetros fazes de carro por dia, quantos duches tomas por semana, quantos centímetros cúbicos de gás utilizas para cozinhar cada refeição: o estado pode começar a controlar e a racionar a energia que consomes de um dia para o outro, por decreto fundamentado num qualquer estado de emergência climático. Esta ameaça escatológica e pretensamente científica permitirá paralelamente uma ainda mais acelerada e irresponsável substituição das infraestruturas instaladas por redes de energias renováveis que são deficitárias em relação à procura e bastante mais dispendiosas. E encarecer as energias ao ponto de que o seu acesso sirva instrumentalmente para estabelecer um controlo despótico sobre os povos deve ser uma das ideias mais estimadas pela rapaziada do World Economic Forum.
A previsão está a materializar-se em vários eixos do autoritarismo de justificação ambiental, incluindo os confinamentos climáticos: em 2024 os residentes de Oxford só vão poder escapar ao raio de acção que as “autoridades” lhes atribuírem duas vezes por semana, de forma a contribuírem para a “salvação do planeta”.
Escusado será dizer que este é apenas um iniciático e experimental aperto, dos muitos que se vão seguir. Basta que os cidadãos obedeçam aos mandatos para que eles ganhem alcance e intensidade. E é claro que os bois de Oxford vão acatar as ordens totalitárias, pelo que vamos assistir mesmo a uma crescente onda de restrições por toda a Europa.
Depois de Oxford, Londres e Canterbury serão as cidades inglesas a integrar estas autoritárias e draconianas restrições à liberdade de movimentos, que estão a ser planeadas tanto por trabalhistas como por conservadores, no mesmo e arrepiante uníssono que partilham sobre os eixos fundamentais que devem orientar as sociedades ocidentais no futuro próximo.
O sistema vai funcionar através da instalação de uma rede de vigilância de largo espectro orwelliano e, claro, será forçado por multas e impostos brutais.
A “Cidade dos 15 Minutos” chega a Espanha.
Entretanto, a sinistra tendência já migrfou para além do Reino Unido. Las Rozas será o primeiro modelo de ‘cidade de 15 minutos’ promovido pela Agenda 2030 em Espanha. Por iniciativa do Partido socialista local, os habitantes desta cidade vão ser circunscritos aos seus bairros, de onde não poderão sair sem autorização do município. Mesmo com essa autorização, será contado o número de vezes que o cidadão sai do perímetro a que está alocado e é estabelecido um tempo máximo para as saídas, sendo que as autoridades registam ambos os items em base de dados.
O modelo de “cidade de 15 minutos” estabelece a criação de bairros fechados nos quais “todos” os serviços estão a uma distância de 15 minutos a pé ou de bicicleta, uma vez que o uso de carros não é contemplado e o objectivo é que a população não viaje para reduzir as emissões de carbono e “salvar o planeta”.
Mais uma teoria da conspiração que se mostrou certíssima.
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