O coordenador eleitoral do Partido Democrata Craig Callaway, antigo mayor de Atlantic City, foi detido por
“privar, defraudar e tentar privar os residentes do Estado de New Jersey de um processo eleitoral justo e imparcial, através da aquisição, lançamento e apuramento fraudulentos de boletins de voto”.
O Departamento de Justiça acusa o democrata de 64 anos de oferecer aos residentes de Atlantic City 30 a 50 dólares para actuarem como “mensageiros autorizados” para os eleitores que “supostamente desejavam votar por correio” em 2022.
Uma vez recrutados, estes “mensageiros” levariam os pedidos de voto por correio aos funcionários do condado para que fossem aprovados. No entanto, em vez de levarem os boletins de voto por correspondência aos eleitores, tal como exigido por lei, os mensageiros de Callaway “entregavam os boletins a Callaway ou aos seus subordinados”.
O Departamento de Justiça descobriu que
“Muitas das cédulas de correio colectadas por Callaway ou pelos seus subordinados foram finalmente lançadas em nomes de pessoas que confirmaram que não votaram nas Eleições Gerais de 2022 – pessoalmente ou enviando uma cédula de correio – e que não autorizaram Callaway, os seus subordinados, ou qualquer outra pessoa, para votar por eles. muitas dessas cédulas de correio foram contadas na eleição”.
Pelos vistos, Vladimir Putin sabia do que estava a falar quando disse:
“Nos Estados Unidos, as eleições anteriores foram falsificadas através do voto por correspondência… Compravam boletins de voto por 10 dólares, preenchiam-nos e atiravam-nos para as caixas de correio sem qualquer supervisão de observadores, e pronto”.
A Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura (CISA) do Departamento de Segurança Interna norte-americano censurou os utilizadores das redes sociais que questionaram a integridade do voto por correspondência em 2020. O FBI e o próprio Departamento de Justiça do regime Biden perseguiram e continuam a perseguir conservadores de alto perfil mediático que afirmaram que essas eleições foram corrompidas por inúmeras ilegalidades. Douglass Mackey foi condenado a 7 meses de prisão por postar um meme que denunciava precisamente os processos fraudulentos dos democratas nas eleições de 2016.
Mas à medida que o tempo vai passando, mais factos concorrem para suportar a tese de que os resultados eleitorais da federação americana são tudo menos fidedignos. De acordo com novos dados obtidos pela Rasmussen, cerca de 20% dos eleitores que enviaram o seu boletim de voto pelo correio em 2020 admitem ter cometido fraude. Recentes testemunhos de informadores do FBI revelaram que várias agências federais interferiram ilegalmente nas eleições de 2020. Em Novembro do ano passado, três candidatos democratas que concorriam às eleições municipais foram detidos sob a acusação de fraude eleitoral, tendo um dos candidatos alegadamente oferecido subornos de 10 dólares em troca de votos. O National Pulse noticiou no início do Verão que a polícia do Michigan fez uma rusga a um grupo de consultoria ligado aos democratas como parte de uma investigação em curso sobre alegações de fraude eleitoral sistémica em várias localidades.
Em 2022, Dinesh D’Douza realizou “2000 Mules“, um documentário que recorre a tecnologias de rastreamento por geolocalização para demonstrar que activistas foram pagos por organizações sem fins lucrativos ligadas ao Partido Democrata para colectar e depositar ilegalmente quantidades massivas de votos falsos em urnas no Arizona, na Geórgia, no Michigan, na Pensilvânia e no Wisconsin, durante as eleições presidenciais de 2020.
E nunca ninguém chegou a explicar o que é que aconteceu na madrugada em estados chave como os de Georgia, Michigan, Pensilvânia e Wisconsin, quando os votos pararam subitamente de ser contados, numa altura em que Trump liderava confortavelmente, para umas horas depois a contagem ser reiniciada com Biden a ganhar subitamente vantagem (dois primeiros gráficos) e a receber, também de repente, uma esmagadora proporção de votos, que até aí não se tinha registado de todo (último gráfico).
Não deixa porém de ser curioso que, quatro anos passados, os republicanos caminhem para as presidenciais de Novembro como se nada fosse. Como se a potencial eventualidade de um novo esforço de fraude eleitoral massiva por parte dos democratas estivesse fora de causa, ou nunca tenha existido.
Nem Donald Trump fala nessa possibilidade.
A ingenuidade gritante é, no mínimo, estranha.
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