Imigrantes, violaram e agrediram sexualmente mais de 7.000 mulheres alemãs desde 2015, segundo um relatório publicado no jornal Neue Zürcher Zeitung, um prestigiado órgão da comunicação social alemã, com 243 anos de actividade.
Os números são retirados das estatísticas criminais da polícia, que revelam mais de 8.590 casos registados de violação e agressão sexual por imigrantes. Mais de 90 por cento das vítimas de crimes sexuais são mulheres.
Os imigrantes estão significativamente sobre-representados nas estatísticas de violação no país, uma vez que representam apenas 2,5% da população. Ocorreram quase 12.000 casos de violação ou agressão sexual em 2022 na Alemanha, e com cerca de 10.000 suspeitos identificados, 3.679 não são de nacionalidade alemã.
O diferencial pode ser na verdade muito maior, já que as autoridades alemãs nem sempre identificam a etnia dos suspeitos de violação, de forma a protegerem a narrativa das virtudes da diversidade. Por outro lado, a naturalidade dos violadores não é necessariamente a mesma que a sua nacionalidade.
Os migrantes da Síria, Paquistão e Afeganistão são apontados como particularmente notáveis nestas estatísticas.
Ainda assim, os tribunais germânicos não parecem estar muito preocupados com esta tendência. Na terça-feira passada, um tribunal de Hamburgo pronunciou o veredicto de um julgamento que colocava no banco dos réus os responsáveis pela bárbara violação colectiva de uma jovem alemã de 15 anos, em Setembro de 2020. Dos onze homens inicialmente acusados de violação colectiva da menor – dos quais apenas quatro eram tecnicamente alemães – dois foram absolvidos. Nove foram considerados culpados. Oito foram condenados a pena suspensa por um período máximo de dois anos. Apenas um foi parar à prisão.
Como o Contra noticiou em Novembro passado, 50.000 alemães foram vítimas de crimes perpetrados por imigrantes, Incluindo assassinato, estupro e agressão, durante o ano de 2022.
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