Governar tipo “Pai Natal” com o dinheiro dos outros é um hábito da seita socialista que nos desgoverna desde o início da Terceira República, mas em 2024 teremos uma aproximação mais radical ao “Não terás nada e serás feliz”, ordens directamente enviadas pelo Fórum Económico Mundial (WEF). O plano continua de vento em popa. Uma das imposições do triunvirato WEF/ONU/UE é a de que o automóvel privado é para acabar até 2030 (Agenda 20/30). Eles não o dizem abertamente, mas é uma constatação cada vez mais evidente, e para isso usam os impostos e a comunicação social para “lavar o cérebro” dos contribuintes.
Então vejamos o que este Mestrado em Sociologia Económica do Ministério das Finanças nos trouxe para o Orçamento Geral do Estado de 2024, onde se ataca directamente a propriedade privada, tornando-a incomportável.
Os aumentos do Imposto Único de Circulação (IUC) para o próximo ano arrasam completamente a classe média/baixa, retirando-lhe praticamente o direito à mobilidade. O IUC terá um aumento de mais de 100% em veículos anteriores a Julho de 2007 e no ano seguinte (2025), passará para o triplo de 2023.
O processo é gradual, para não chocar excessivamente e não vá alguém acordar para a realidade. Os aumentos foram tabelados a 25€ ao ano, nos primeiros dois anos. No entanto, a partir de 2026 já passarás a pagar 400€ de IUC, aproximadamente, se tiveres um carro anterior a Julho de 2007 e com 2500cc de motorização! O facto pode ser confirmado aqui.
E qual é a desculpa para o roubo? “As alterações climáticas, as crises climáticas, o globo em ebulição, o horror, o calor! Tenham medo, muito medo!” Aqueles que nos enganaram e nos disseram durante 40 anos que existia um buraco na camada de Ozono, mas que afinal ele abria e fechava naturalmente, são os mesmos que te estão a impingir agora a “energia verde” e as “emissões zero”.
Claro que durante décadas pagámos taxas de CFCs na laca, nos perfumes, nas tintas, e nuns tantos aerossóis, assim como nos frigoríficos e nos equipamentos de ar condicionado – hoje em dia já ninguém fala nisto – mas ninguém nos devolveu o dinheiro.
Outro facto interessante é que ao longo dos últimos 80 anos, o gás butano era “bom”, depois o propano era menos mau, e de seguida apareceu o lobby do gás natural considerado uma energia verde. Depois de esgotadas as metas de rentabilidade de implementação e instalação, o gás natural passou a ser considerado um combustível prejudicial e que causa efeitos de estufa! Enfim…
Resumindo… Quem não estuda a história, tende a esquecê-la, e não há muito tempo, através do caso “ClimateGate”, um dos maiores escândalos científicos da história, em que hackers acederam à rede da Universidade de East Anglia (Reino Unido), ficámos a saber da manipulação fraudulenta de relatórios sobre dados climáticos por cientistas britânicos e norte-americanos, de modo a exagerarem os sinais de aquecimento global, assim como emails e trocas de comunicações que comprovam a falsidade e a adulteração de dados.
Estamos perante um grande lobby de corporações, União Europeia, governos reféns e comunicação social subornada por campanhas de “energias verdes” e sustentabilidade “baseada em ciência”, onde nem sequer permitem que verdadeiros especialistas ou mesmo o Prémio Nobel da Física de 2022 tenha opinião e abertura para denunciar que o C02 é um gás essencial à vida e que aquilo que te estão a fazer é um assalto legalizado através de impostos.
O “Não terás nada e serás feliz” está a ser implementado em forma de Marxismo Europeu. Acreditar que o CO2 é um gás de efeito de estufa resulta de uma lavagem cerebral paga com os teus impostos e manipulada por associações e comunicação social para nos roubar nos impostos e atingir metas que não fazem sentido.
A situação chega ao cúmulo, assumido por várias cooperativas de agricultores, de existir até falta de CO2 na atmosfera, que tem de ser comprado para que possa haver produção agrícola eficiente numa estufa. Têm mesmo que ser injectadas nas estufas 1000ppm (partes por milhão), 2,5 vezes mais que o CO2 existente na atmosfera.
Um dos maiores embustes induzidos na opinião comum é que a poluição altera o clima! A poluição deve ser combatida através de políticas de economias circulares, mas nenhuma poluição altera microclimas e muito menos a temperatura da terra. Nem as profecias do Al Gore ao longo de 30 anos se vieram a concretizar. O nível das águas não subiu e o Polo Norte não desapareceu.
Mesmo a amada activista deste circo, Greta Thunberg, que já em 2018 publicava tweets anunciando que iríamos rapidamente desaparecer da face da terra se não parássemos de usar “combustíveis fósseis”, nunca acertou nas suas previsões.
Pagar taxas de carbono por um gás que representa 0,04% de toda a atmosfera terrestre e que está em falta (no tempo dos dinossauros era 5x mais, cerca de 2000ppm), e onde somente 3% desses 0,04% é produzido pela actividade humana, e em que Portugal emite 0,01% desses 3% dos 0,04% existentes na atmosfera, é uma impostura fundamentada numa das maiores mentiras propagadas na última década.
A ciência diz-nos que é a radiação solar que influencia principalmente a temperatura terrestre e que à medida que aumenta a temperatura , aumenta o CO2, e não o contrário. Aquilo que os globalistas nos querem vender é que o CO2 aumenta a temperatura da Terra para nos poderem “carregar” com impostos.
Este tributo é um roubo que te estão a aplicar na factura da luz, no combustível do teu carro, e agora vão aplicá-lo no Imposto Único de Circulação. Se também achas que isto é por demais evidente, e se queres manifestar o teu desagrado, assina a petição contra este assalto. Caso contrário, iremos acabar a viver como os homens das cavernas, porque a transição energética que nos querem aplicar não passa de Marxismo disfarçado de virtude ecológica.
Depois de leres este artigo, até podes sorrir. Mas estás a ser roubado na mesma.
NUNO PEREIRA
Nuno Matos Pereira é licenciado em Sistemas de Informação e Multimédia, com PG em CID e ESP. SEO.
Faz análise política e estudos sobre políticas globalistas e agenda 20/30.
É coordenador distrital do partido Alternativa Democrática Nacional (ADN).
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