A Bud Light decidiu que o seu mercado de operários, cowboys e camionistas se identificaria com um ideólogo transgénero, pelo que associou a marca a Dylan Mulvaney, que se gabava das suas experiências de “feminilidade”. As vendas caíram rapidamente e a iniciativa custou aos accionistas da empresa biliões de dólares.
A Target tomou essencialmente o mesmo rumo, promovendo artigos transgénero para crianças, e o seu valor sofreu a mesma queda.
A Nike desistiu há muito de utilizar figurantes de cara pálida nos seus comerciais e a sua estratégia de marketing define-se como activismo de esquerda radical, que ignora o facto constatado certa vez por Michael Jordan: os brancos conservadores também compram sapatilhas.
A Gillete trata os seus clientes de lâminas de barbear como um bando homofóbico e sexista de supremacistas brancos.
Há cadeias de restaurantes que incluem no seu merchandising t-shirts com mensagens políticas e há marcas de gelados que recomendam o ódio a Donald Trump.
Depois, claro, há a Netflix, que “documenta” como Cleópatra era uma mulher negra muito feia; há a Marvel, que, enquanto se limita a desmultiplicar as histórias dos seus super-heróis em produções de criatividade abaixo de zero que fazem uso de uma miríade de efeitos digitais para doutrinar politicamente a audiência, cancela o único personagem que agradava aos conservadores; e há enfim a Disney, que é uma máquina de produzir conteúdos woke que ninguém quer ver.
Perante a evidência dos benefícios de políticas de marketing assim astutas, o gigante dos cosméticos Maybellline adoptou o mesmo plano: está agora a usar um homem com barba para promover um batom.
This is a new ad from makeup brand @Maybelline. Drop your thoughts in the comments 👇🏻pic.twitter.com/M8cfDn13pV
— Libs of TikTok (@libsoftiktok) July 13, 2023
A esquizofrenia do capitalismo contemporâneo é esta: combater os valores do cliente. Para além do anúncio ser um insulto às mulheres, o que é que aconteceu à ideia de que a publicidade deve representar modelos aspiracionais e respeitar os padrões culturais do seu mercado alvo? O que a Maybelline está a fazer aqui é envergonhar as mulheres por serem mulheres e a glorificar homens que fingem ser mulheres, mas que nunca vão ser mulheres na vida. Como é que se vende batom com esta estratégia? A direcção de marketing da Maybelline não sabe nem quer saber.
O capitalismo corporativo não está interessado em vendas. Está interessado em lavar cérebros. Até porque os dinheiros grandes não provêm a jusante do consumidor. Provêm a montante de Wall Street e do aparelho governamental de Washington. E as Blackrock da vida, tanto como o regime Biden, vão premiar a propaganda e castigar a dissidência.
Ainda assim, resta aos consumidores a rejeição linear destas tentativas transformistas. Segundo o Epoch Times, a Maybelline, que é a maior marca de cosméticos do mundo, está agora a enfrentar uma série de pedidos de boicote.
O anúncio ofensivo foi publicado na conta do Instagram da empresa há poucos dias. Mostra o “influenciador das redes sociais Ryan Vita” a promover o Batom. No artigo do Epoch podemos ler:
“Vita aplica batom cor-de-rosa brilhante, antes de fazer beicinho, mandar beijos e falar sobre os atributos do produto. Talvez seja uma doença mental, talvez seja a Maybelline”.
Lauren Chen, da BlazeTV, legendou o vídeo:
“Outro dia, outro anúncio de maquilhagem perturbador”.
A Maybelline, já tinha usado um homem, Manny Gutierrez, num anúncio em 2017 para rímel, mas o presente esquema surge no meio de uma reação mais ampla a empresas que parecem estar a promover o transgenderismo, na sequência da parceria da Bud Light com Dylan Mulvaney.
A ver vamos se a empresa colhe os frutos da perversão que semeia. E, mesmo nesse caso, se isso interessa realmente aos seus proprietários, nada mais nada menos que a francesa L’Oréal.
Relacionados
1 Out 26
Procurador-Geral da Flórida processa Netflix por rastreio e venda de dados de crianças.
O Procurador-Geral da Flórida, James Uthmeier, interpôs uma acção judicial acusando a Netflix de enganar os consumidores e de explorar dados de crianças para fins publicitários. Se for bem-sucedido, o processo poderá obrigar a Netflix a alterar o seu modelo de negócio.
29 Set 26
Toda a corrupção do Regime Epstein, escancarada.
Tucker Carlson entrevistou os pais de Brian Cole Jr., que foi preso e acusado de plantar bombas nas sedes dos partidos do regime na véspera de 6 de Janeiro de 2021. Brian é autista e incapaz de montar uma operação desta natureza, enquanto o suspeito óbvio continua em liberdade.
2 Set 26
A Verdade em estilhaços: cinco lições cruciais (e incómodas) sobre o futuro da informação.
A democracia não exige que todos tenham a mesma opinião, mas precisa de um acordo sobre factos essenciais. Sem uma base comum de realidade, o debate civilizado dá lugar a conflitos constantes entre mundos paralelos que não se comunicam. A crónica de Francisco Henriques da Silva.
31 Ago 26
Tim Dillon: ninguém cala a sátira.
Como é que Tim Dillon escapa aos tribunais, às turbas woke e ao complexo industrial de censura, depois de fazer no seu podcast afirmações arriscadíssimas como a de que os Obama assassinaram uma escrava sexual?
27 Ago 26
Líder do Partido Verde britânico partilha no Instagram ameaça de morte contra Nigel Farage.
Zack Polanski, líder do Partido Verde do Reino Unido, sugeriu a decapitação de Nigel Farage junto dos seus 700 mil seguidores no Instagram. E se fosse Farage a associar a guilhotina ao pescoço de Starmer, por exemplo, quanto tempo demorava a ser encarcerado?
24 Ago 26
Grand Theft Auto VI: Caos total na Califórnia.
Um grupo de hackers penetrou no servidor da Rockstar e roubou uma versão jogável do GTA6. Os hackers estão a exigir aquilo que a comunidade de jogadores há muito pede à indústria (honestidade, basicamente), para não deixarem cair o jogo no domínio público.






