A pandemia Covid-19, com origem no laboratório de Wuhan, não parece ter ensinado coisa alguma aos débeis mentais da Universidade de Boston, que acabaram de criar uma nova estirpe do vírus que apresenta uma taxa de mortalidade de 80%, baseando a sua investigação em experiências “gain of function” estranhamente semelhantes àquelas responsáveis pela doença que infectou e matou milhões de pessoas em todo o mundo.
JUST IN – US researchers at Boston University have developed a new lethal Covid mutant strain in a laboratory – echoing the type of experiments many fear started the pandemic. https://t.co/T5JGXnMg4z
— Disclose.tv (@disclosetv) October 17, 2022
De acordo com o Daily Mail, os tresloucados investigadores cozinharam a nova estirpe letal num laboratório da universidade, perguntando-se apenas se poderiam, antes de perguntarem se deveriam, já que as autoridades médicas e éticas americanas não foram informadas do projecto.
A variante é supostamente um híbrido de Omicron e do vírus original criado em Wuhan. Oitenta por cento dos ratos infectados morreram. Não contentes com este seu labor psicopata, os investigadores infectaram depois células humanas com a nova versão da variante híbrida e descobriram que era cinco vezes mais infecciosa do que a Omicron. Isso significa que a versão que fabricaram poderia ser a mais contagiosa e mortífera até à data, ultrapassando o também demente trabalho dos chineses.
É preciso perguntar porque raio fariam estes imbecis uma coisa destas.
Não aprendemos nada com a pandemia. Apesar do que aconteceu no laboratório de Wuhan, estes doutores da morte persistem em criar instrumentos biológicos de extermínio à escala global.
A investigação da Universidade de Boston ainda não foi sujeita ao processo de peer review (revisão pela comunidade científica). Ao que se sabe, os “cientistas” extraíram as partículas virais, ou espículas, da variante Omicron, e começaram a brincar com elas.
Sabe-se que a Omicron apresenta dúzias de mutações mas de cada vez que evoluiu, tornou-se menos severa. No entanto, se uma nova variante fabricada pelo homem se disseminar poderá iniciar nova pandemia, só que potencialmente muito, mas muito pior.
Para começar, os inconscientes em causa ligaram a espícula da Omicron à estirpe original que surgiu pela primeira vez em Wuhan. Estavam curiosos para ver o que acontecia aos ratos quando injectados com ela, em comparação com a variante original. No insano e criminoso paper que relata esta experiência podemos ler que:
“Nos ratos, enquanto a Omicron causa uma infecção suave e não fatal, o vírus Omicron S-carrying inflige uma doença grave com taxa de mortalidade de 80 por cento.”
A equipa concluiu que enquanto a espícula é responsável pela infecção, a modificação de outras partes da sua estrutura determina a mortalidade do vírus. O que não acrescenta nada ao que já se sabia.
Examinaram também os efeitos das diferentes estirpes nas células pulmonares humanas que foram cultivadas no laboratório. Segundo a sua pequisa, a estirpe original COVID produziu altos níveis de partículas infecciosas (o que também não é novidade nenhuma). Mas a nova estirpe híbrida produziu cinco vezes mais partículas infecciosas do que a Omicron.
Os “cientistas” afirmam que o vírus híbrido não é susceptível de ser tão letal nos humanos como nos ratos, porque estes não têm respostas imunitárias idênticas. Alguém que fique tranquilo com esta afirmação deve parar imediatamente de tomar os comprimidos que lhe foram receitados.
As probabilidades apontam para que não seja apenas o laboratório da Universidade de Boston que está em investir em mecanismos de Armagedão. O Laboratório Nacional de Doenças Infecciosas Emergentes da Universidade de Boston é apenas uma das 13 infraestruturas de nível 4 em biosegurança nos EUA. Estes laboratórios lidam com os agentes patogénicos mais perigosos conhecidos pela ciência humana. E, como o ContraCultura já noticiou, só na Ucrânia, há 26 laboratórios de pesquisa em armas biológicas, financiados pelos Estados Unidos. Países como o Myanmar e o Vietname têm sido apontados como territórios onde a pesquisa virulógica baseada em processos de “gain of function” é comum e feita sem escrutínio internacional, nem controlo das condições de segurança.
Para além disso, sabe-se que a própria autoridade médica americana, o CDC, já deixou escapar símios infectados com Covid-19 nos seus laboratórios.
Não é por acaso que o inevitável Bill Gates já afirmou que a segunda pandemia do Século XXI vai ser muito pior que a primeira. Embora, na cabecinha doente dele, essa será uma boa notícia.
Relacionados
10 Mar 26
Cristianismo transhumanista: igrejas europeias substituem padres por artefactos de inteligência artificial
Igrejas cristãs na Suíça (católica) e na Finlândia (luterana) estão a substituir os padres por agentes e hologramas de inteligência artificial, para a realização de missas e confissões. E como há gente para tudo, não faltam "fiéis" que alinham com esta abominação.
9 Mar 26
Utilizadores abandonam o ChatGPT, enquanto a OpenAI se compromete cada vez mais com o complexo militar e industrial americano.
Depois do CEO da OpenAI, Sam Altman, ter anunciado um novo acordo com o Departamento de Defesa norte-americano na semana passada, uma multidão de utilizadores outrora fiéis está a abandonar o ChatGPT.
5 Mar 26
Trump ordena ao governo federal que abandone as ferramentas de IA da Anthropic. Mas não pelas razões certas.
Donald Trump anunciou que o governo federal dos EUA vai deixar de utilizar a tecnologia de IA da Anthropic. Mas, ao contrário do que seria de esperar, mais por escrúpulo da empresa em utilizar os seus sistemas em cenários de guerra, do que por justificadas cautelas do Pentágono.
2 Mar 26
Apple compra obscura startup israelita, que criou software para detectar “micromovimentos” faciais e antecipar comportamentos humanos.
A gigante tecnológica anunciou a compra da Q.ai, uma startup israelita pouco conhecida, por quase 2 biliões de dólares. Um valor impressionante para uma pequena e meio obscura empresa. Mas o seu software parece poderoso. E sobretudo, distópico.
1 Mar 26
A assustadora descentralização do saber
Talvez o maior choque da nossa época não seja tecnológico, mas cognitivo. Pela primeira vez, o conhecimento começa a escapar ao centro, e ainda não sabemos bem o que fazer com essa descentralização do saber. Uma crónica de Silvana Lagoas.
28 Fev 26
Porque é que o tempo acelera, à medida que envelhecemos?
À medida que somamos primaveras, notamos que o tempo corre cada vez mais depressa. Richard Feynman, o Prémio Nobel da Física de 1965, explicou porquê, e deixou bons conselhos para combater esse vertiginoso processo.






