Ela própria vítima de abusos sexuais enquanto menor de idade por tribos islâmicas de pedófilos que operam impunemente em Inglaterra, Samantha Smith foi à GB News falar sobre os continuados crimes perpetrados contra crianças em Telford e a total indiferença da polícia e dos políticos em relação à nefasta actividade destes grupos de adultos de etnia muçulmana, que atraem meninas com prendas e refeições gratuitas nos kebabs para depois as violarem.
O resultado dessa pungente entrevista é um arrepiante sinal dos tempos: a polícia bateu-lhe à porta para a inquirir sobre os seus pontos de vista e tratou-a como uma delinquente.
Two days ago, I went on GB News to discuss child sex crimes and the failings of police/council/social services in Telford.
Yesterday, the police banged on my door, demanding I speak to them about my interview.
They tried to make me feel like a criminal for speaking out.
— Samantha Smith (@SamanthaTaghoy) July 7, 2022
A polícia metropolitana inglesa, à imagem do que acontece com o FBI nos Estados Unidos, foi transformada num força de repressão ideológica, que persegue aberta e activamente a liberdade de expressão e os cidadãos que se atrevem à dissidência, sem qualquer impedimento por parte da classe política (pelo contrário) e com o apoio por omissão da imprensa mainstream.
Um regime que opera desta forma, não pode ser considerado como um estado de direito. Um país que funciona assim, não é com certeza uma democracia. Callum Darragh, do Lotus Eaters, comenta os tristes factos, entre a revolta e a depressão, porque não deve ser nada fácil para um inglês minimamente lúcido assistir em tempo real à queda na tirania da nação que deu ao mundo a Magna Carta.
Para que ninguém fique com a ideia de que este é um caso isolado de repressão policial sobre a liberdade de expressão, eis um resumo de atentados aos mais elementares direitos de discurso nas ilhas britânicas, alguns deles que o Contra tem documentado recentemente:
– Andrew Bridgen, enquanto representante eleito do Partido Conservador disse há uns meses atrás no Parlamento inglês que o massivo processo de vacinação Covid-19 seria o maior acto de extermínio a seguir ao holocausto. Foi entretanto expulso do partido por delito de opinião.
– No Reino Unido são presas em média 9 pessoas por dia, por “crimes” de discurso online.
– Na Escócia, Humza Yousaf, o infame fascista que o SPN (Scottish National Party, actualmente no poder) colocou à frente da secretaria da justiça e já tristemente célebre por achar inaceitável que os cargos públicos na Escócia sejam ocupados por escoceses, num país em que cerca de 96% da população é nativa, conseguiu fazer passar no Parlamento uma incrível “Hate Crime Bill” que criminaliza a liberdade de expressão até ao ponto em que os cidadãos têm que ter cuidado com o que dizem dentro das suas próprias casas.
– A Irlanda está prestes a aprovar um dos projectos lei mais radicais sobre a liberdade de discurso em todo o mundo, que vai mandar as pessoas para a prisão por possuírem material “odioso” nos seus dispositivos digitais e considerar os acusados culpados até prova em contrário.
– E o melhor exemplo do regime orwelliano que vigora nos países anglo-saxónicos talvez seja este: Harry Miller recebeu um telefonema da polícia inglesa em que o agente do outro lado da linha manifestou claramente que o objectivo da chamada era o de “verificar o pensamento” do seu interlocutor, depois deste ter publicado um meme que satirizava o movimento LGBTQ no Tweeter.
E isto apenas nas ilhas britânicas. Há centenas de milhar de casos de opressão policial de fundamento ideológico por todo o Ocidente. O Contra promete continuar a denunciá-los, na contingência das suas capacidades editoriais.
Relacionados
9 Out 26
Alto quadro do Partido “Conservador” britânico desvaloriza horror dos gangues de violadores muçulmanos: “Não é um grande problema”.
O ex-ministro do Partido Conservador Rory Stewart, espécime típico das elites globalistas britânicas, classificou o escândalo das violações de jovens nativas por grupos de muçulmanos no Reino Unido como um problema menor e "controlável”.
9 Out 26
Batalhas campais em Paris e Liege: “Protestos” em França contagiam “estudantes” na Bélgica.
Enquanto em França os "protestos dos estudantes" continuam a assemelhar-se mais com uma sublevação civil, orquestrada pela extrema-esquerda e motorizada pela comunidade migrante, a onda de violência contagiou também o leste da Bélgica, com incidentes na região de Liege.
8 Out 26
Uma oligarquia dentro da outra: ex-ministro da Economia francês propõe federação de seis países para contrariar a Comissão Europeia.
O antigo ministro da Economia francês, Bruno Le Maire, propôs a criação de uma federação europeia de seis países – França, Alemanha, Itália, Espanha, Polónia e Países Baixos – que permaneceria na União Europeia. Uma oligarquia globalista ainda mais distópica da que já existe.
7 Out 26
Mais um denunciante de Epstein e dos seus cúmplices aparece suicidado.
A lista de mortos entre aqueles que podem libertar informação comprometedora sobre as actividades de Epstein e dos seus parceiros continua a aumentar, e Simon Andriesz, que passou anos a fornecer provas dos laços entre Howard Lutnick e o infame pedófilo é o último a cair.
7 Out 26
Mesquita de Londres promove violência doméstica e arremesso de homossexuais pelas janelas de prédios altos.
Uma mesquita londrina com estatuto de instituição de caridade e, por isso, isenta de impostos, está sob investigação por publicar sermões que recomendam a violência física contra mulheres desobedientes e a execução sumária de homens gay.
6 Out 26
Racismo assumido: MI5 interdita candidatos brancos em programa de estágios.
O Serviço de Segurança Britânico (MI5) proibiu a participação de candidatos brancos no seu programa de estágios de Verão, reforçando as suspeitas de que a máquina do Estado se comporta de forma abertamente racista em relação à população branca.






