Será que tudo o que nos foi dito sobre o sol e o cancro da pele é uma grande e gorda mentira? A resposta parece ser um retumbante sim.
Enquanto o público é constantemente aconselhado a evitar o sol para prevenir o cancro da pele, o que não lhe dizem é que a luz solar é indiscutivelmente o nutriente mais importante para o corpo humano.
Tudo o que lhe foi dito está errado. Continue a ler – a verdade vai chocá-lo.
Evitar o sol é mais perigoso do que a exposição solar.
Um estudo realizado ao longo de 20 anos com quase 30.000 mulheres suecas descobriu que aquelas que evitavam o sol tinham um risco 60% maior de morte do que aquelas que tomavam banhos de sol regularmente. Mais chocante ainda, as não fumadoras que evitavam o sol tinham o mesmo risco de mortalidade que as fumadoras que se expunham ao sol.
Este facto vem deitar por terra a ideia generalizada de que a exposição solar é inerentemente perigosa. Na realidade, evitar a luz solar pode ser uma das recomendações de saúde pública mais prejudiciais já feitas.
O mito de que a exposição solar causa cancro da pele mortal.
Disseram-nos que a exposição aos raios UV provoca cancro da pele – mas será que provoca mesmo?
Os números dizem o contrário:
– A maioria dos cancros da pele não é mortal. O carcinoma basocelular (CBC) e o carcinoma espinocelular (CEC) são comuns, mas raramente põem em risco a vida.
– O melanoma, o cancro de pele mais mortal, não é causado principalmente pela exposição ao sol.
– Os trabalhadores que operam ao ar livre estão 3 a 10 vezes mais expostos aos raios UV do que os trabalhadores que trabalham em recintos fechados – mas têm taxas mais baixas de melanoma.
O Midwestern Doctor chama a atenção para esta contradição:
“O SCC (carcinoma de células escamosas) e o BCC (carcinoma de células basais) ocorrem em áreas expostas ao sol, mas o melanoma é encontrado esmagadoramente em áreas que quase não recebem luz solar.”
Os benefícios ocultos da luz solar para a saúde.
A luz solar é absolutamente essencial para a saúde humana. A investigação mostra que a exposição regular ao sol pode:
– Reduzir o risco de cancro – As pessoas que passam mais tempo ao sol têm um risco 50% menor de cancro da mama e da próstata.
– Reforçar o sistema imunitário – A luz solar ajuda os glóbulos brancos a combater as infecções de forma mais eficaz.
– Apoiar a saúde do coração – A exposição aos raios UV aumenta o óxido nítrico, o que reduz a tensão arterial e melhora a circulação.
– Melhorar o humor e a saúde mental – Não apanhar sol suficiente é um factor importante na depressão e na perturbação afectiva sazonal (SAD).
– Aumentar o tempo de vida – Estudos mostram que as pessoas que apanham mais sol tendem a viver mais tempo.
Então, porque é que ainda nos dizem para o evitar?
O medo como motor do lucro.
A guerra contra a luz solar não aconteceu por acaso – foi fabricada. As indústrias farmacêuticas e de equipamentos de diagnóstico relacionadas com a dermatologia assumiram a linha da frente contra o cancro da pele, transformando os protectores solares, os exames e as biópsias cutâneas numa indústria de biliões de dólares.
– Os exames de pele de rotina a todo o corpo criam um fluxo constante de procedimentos lucrativos.
– As mortes por cancro da pele não diminuíram significativamente – apesar de todas estas intervenções agressivas.
– As mesmas tácticas baseadas no medo usadas para promover o tabagismo como “saudável” há décadas atrás estão agora a ser usadas para vender protector solar e evitar o sol.
As corporações e a imprensa armaram a linguagem, juntando cancros inofensivos com cancros mortais, e depois usaram o medo para gerar lucros.
A fraude do protector solar.
O protector solar tem sido considerado um elemento indispensável para a prevenção do cancro, mas os factos não o confirmam. Estudos mostram que não reduziu as taxas de melanoma – e algumas pesquisas sugerem que pode até piorar as coisas.
Muitos protectores solares estão repletos de químicos que são absorvidos pela corrente sanguínea. Em vez de educar as pessoas sobre como obter uma exposição solar segura e natural, a indústria continua a vender produtos que podem estar a fazer mais mal do que bem – tudo isto enquanto ganha dinheiro ao disseminar o medo.
Conclusão: Pare de temer o sol.
Durante anos, fomos condicionados a acreditar que a luz solar é perigosa. A verdade é que evitar o sol é muito mais perigoso do que a exposição solar, a não ser que, como tudo na vida, essa exposição seja excessiva, e que leve, por exemplo, a ‘escaldões’.
A indústria da dermatologia transformou o medo num grande negócio, promovendo o evitar do sol e tratamentos dispendiosos – mas a luz solar é essencial para a saúde, a imunidade e a longevidade.
Conclusão: A luz solar não é o inimigo. O verdadeiro perigo é a propaganda corporativa, que intimida as pessoas e as mantém na ignorância, com o único objectivo de enriquecer os accionistas das grandes corporações.
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Nota: o ContraCultura não é uma publicação de consultadoria médica. Informe-se melhor com os peritos, como por exemplo este aqui.
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