A Academia Americana de Pediatria (AAP) declarou que negar mudanças de sexo a crianças constitui “abuso” de menores e “negligência médica”.
A AAP divulgou uma declaração de consenso em nome dos seus 70.000 pediatras associados afirmando que:
“a recusa [de cuidados de afirmação de género] é prejudicial para as crianças e equivale a negligência médica e abuso emocional sancionados pelo Estado”.
Isto embora esteja demonstrado por vários estudos e autoridades científicas que proceder a tratamentos e cirurgias de mudança de sexo em crianças é extraordinariamente perigoso, para além de eticamente aberrante.
Permitir que crianças sejam submetidas a procedimentos de mudança de sexo “está de facto associado a taxas astronomicamente altas de suicídio e de intenções suicidas”. Um estudo publicado em Março de 2022 descobriu que 82% das pessoas que se identificam como transexuais “consideraram suicidar-se e 40% tentaram o suicídio, sendo a tendência suicida mais elevada entre os jovens transgénero”.
Um número crescente de estados dos EUA, liderados principalmente por republicanos, promulgou leis para proibir procedimentos de mudança de sexo para menores. O Reino Unido, a França e a Suécia, suspenderam a permissão para que as crianças tomem bloqueadores da puberdade ou façam cirurgias de mudança de sexo por receios de problemas de saúde física e mental a longo prazo.
As evidências são de tal forma gritantes que um estudo que envolveu a prescrição de hormonas de mudança de género a centenas de crianças e adolescentes “transgénero”, financiado com dinheiros públicos, levou a dois suicídios.
Ainda assim, os pediatras americanos insistem na abominação.
A declaração da AAP não é juridicamente vinculativa, mas tem muito peso, já que a organização é considerada o “padrão ouro” para cuidados infantis na América.
É por estas e por outras que o ContraCultura tem avisado: estamos a perder a guerra cultural. Estamos a perder a humanidade. Estamos perdidos, a caminho do inferno.
Relacionados
14 Ago 26
Encantadora França: Adolescente imigrante detido após roubo e violação de idosa de 80 anos.
O chocante ataque a uma idosa em Rennes, França, reacendeu as preocupações com a criminalidade entre os imigrantes no país e crescente indignação pública face à inacção das autoridades francesas no combate à onda de crimes que assola o país.
12 Ago 26
Triunfo das trevas: Estado do Massachusetts legaliza aborto sem restrições até ao momento do parto.
A governadora democrata do Massachusetts, Maura Healey, acabou de sancionar uma lei luciferina, que permite efectivamente o aborto até ao momento do parto. É o décimo primeiro estado da federação americana a permitir a abominação.
10 Ago 26
Aldeia inglesa organiza votação para declarar a independência do Reino Unido em protesto contra enorme campo de migrantes.
Os residentes de Piddington, em Oxfordshire, Inglaterra, planeiam realizar um referendo sobre a secessão do Reino Unido, em protesto contra a decisão do Ministério do Interior de abrigar mais de 1.200 requerentes de asilo num antigo quartel do exército próximo.
6 Ago 26
Distopia do Reino Unido: Imigrante afegão recebe pena leve por violar um jovem com deficiências cognitivas num parque público.
Um requerente de asilo afegão acusado de violação de um homem vulnerável em Leicester, Inglaterra, foi condenado a apenas seis anos de prisão. Cumprirá não mais que quatro.
3 Ago 26
Mundo ao contrário: Guarda fronteiriça de Marrocos recebe à pedrada e à cacetada compatriotas que regressam de Ceuta.
Parece que os poucos marroquinos que estão a regressar de Ceuta são recebidos pela polícia do seu país como invasores, e tratados à pedrada, literalmente. Surrealista, não é?
31 Jul 26
Anthony Fauci deixa à posteridade um legado infame, depois de invocar a Quinta Emenda mais de cem vezes numa audiência no Senado.
Nada vai acontecer a Fauci pelos crimes contra a humanidade que cometeu. Mas da humilhação pública que sofreu na quarta-feira, no senado norte-americano, já ninguém o salva. E o seu legado resume-se agora à invocação da Quinta Emenda como forma de escapar à justiça.






