Tributo a Tom Sarti (1966-2025)

O Tom Sarti, do Saindo da Bolha, primeiro amigo do ContraCultura, deixou-nos a sós com a insanidade deste mundo, a 15 de Julho. Fica um breve tributo de Marcos Paulo Candeloro e Paulo Hasse Paixão.

Tucker Carlson e a importância de um detalhe que todos ignorámos.

A 20 de Janeiro de 2025, Donald J. Trump foi empossado como o 47º Presidente dos EUA. No juramento de fidelidade à Constituição, rompeu o protocolo ao evitar colocar a mão sobre a Bíblia. Tucker Carlson testemunhou o facto e estranhou-o. Mas agora, já percebeu tudo.

Uma baliza com rodas: Humilhado e desnorteado, Regime Epstein altera completamente os objectivos da guerra.

A ambição dos objectivos do Regime Epstein para a guerra no Golfo diminui na simetria da humilhação a que as suas forças estão a ser sujeitas. E daqui a duas ou três semanas, qualquer coisa que não implique um porta-aviões ao fundo será vendida como um triunfo.

Numa única operação bolsista, toda a lógica bandida do Regime Epstein.

Elementos do círculo próximo de Donald Trump estão a utilizar, recorrente e despudoradamente, informação privilegiada sobre uma guerra que está a empobrecer toda a gente, para fazerem fortunas na bolsa.

A verdade morreu.

Enquanto somos cegados pela escuridão, emudecidos pela censura e ensurdecidos pela estática de Satanás, saímos vencidos da eterna e universal peleja entre o bem e o mal.

De acordo com o Regime Epstein, a guerra precisa de ser feita, mas não precisa de ser ganha.

O objectivo desta guerra não é libertar, civilizar, dominar ou pacificar o Médio Oriente. O objectivo é instalar o caos na região e, se tudo correr "bem", espoletar a III Guerra Mundial e um conflito termo-nuclear que, por definição, não tem vencedores.

Um triste, derradeiro e incontornável facto.

Quando o New York Times começa a defender as políticas e a justificar os pecados da actual Casa Branca, parece liquido que qualquer coisa está putrefacta no reino MAGA, certo? 

O insustentável dilema das pessoas de bem, quando capturadas pelas forças do mal.

Sabemos agora, no Ocidente, que somos os maus da fita, liderados por vilões da pior espécie. E não só parecemos impotentes para contrariar as forças que nos infernizam as nações e a existência, como não estamos psicologicamente preparados para pagar o preço último dessa vilania.

A detenção de André Mountbatten-Windsor e o argumento em favor da destituição de Carlos III.

A detenção de André Mountbatten-Windsor coloca a coroa britânica sobre pressão e liberta expectativas sobre a abdicação ou a destituição de Carlos III. Um breve ensaio sobre as razões por trás dessas (justas) expectativas.

Musk desiste de Marte.
(A fraude agora é bem mais modesta).

Elon Musk acaba de reconhecer que o seu projecto marciano foi desde o princípio uma fraude monumental, enquanto tenta vender agora um programa lunar, bem mais humilde, mas ainda assim capaz de sacar uns trocos aos crédulos.

A cumplicidade do silêncio.

Por todo o Ocidente, as pessoas vão para a rua protestar por tudo e por nada. Mas quando ficam a saber que são governadas por um clube satânico de traficantes de carne humana, pedófilos, assassinos e canibais, fecham-se em casa, num estupor resignado.

Ensaio sobre a cegueira.

Não há cego mais cego do que aquele que não quer ver. A prova provada deste axioma vive nos seguidores incondicionais de Donald Trump que, como os europeus são agora servos de Bruxelas, serão escravos de Washington, na ilusão da liberdade.

Horror, repulsa e revolta (Parte 2): o que dizem os ficheiros Epstein sobre a civilização em que vivemos.

O que é evidente neste pesadelo constante dos ficheiros Epstein é que o declínio e queda da civilização ocidental poderá muito bem ser arrumado numa gaveta da História ainda mais sombria do que o processo análogo que levou ao desmoronamento do Império Romano.

Horror, repulsa e revolta (Parte 1): novo lote de ficheiros Epstein revela natureza satânica e comportamento aberrante das elites ocidentais.

Na sexta-feira passada, o Departamento de Justiça norte-americano libertou mais uns milhões de documentos relacionados com as actividades de Jeffrey Epstein. E desta vez, a coisa rebenta mesmo, putrefacta, abominável e chocante, por todos os lados e em todas as direcções.

Caos no Minnesota: A Guerra Civil Americana já começou.

A situação no estado do Minnesota em geral e em Minneapolis em particular é objectivamente de guerra civil. As polícias locais trabalham activamente contra as polícias federais, enquanto turbas de insurrectos criam o caos impunemente e o ICE já matou dois cidadãos americanos.

Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse.

Depois da experiência Covid-19, as elites insistem em moldar o comportamento das massas com quatro vectores de alto impacto psicossocial: a guerra, a super-recessão, a terminação algorítmica e a invasão alienígena.

Davos 2026: Substituir um Great Reset por outro.

Observando o que se passou em Davos, percebe-se que o great reset continua de vento em popa. A diferença é que agora quem está ao leme é o César de Queens, que tem outros métodos para criar o caos. Mas o resultado vai ser o mesmo: o fim do Homem.

Como anular a representatividade em democracia: a usurpação do mandato populista

As elites globalistas têm uma estratégia altamente efectiva para se cristalizarem no poder: usurparem os mandatos eleitorais, infiltrando agentes do estabelecimento nos movimentos populistas, ou moldando paulatinamente os líderes destes movimentos à sua agenda.

Este papa é um globalista pavoroso, como foi o anterior. E como será o próximo.

Robert Prevost é um traidor de todos os católicos. Em vez de proteger o seu rebanho, está interessado em expo-lo aos predadores. Ao invés de propagar a fé, está focado em dissipá-la. É o logótipo vivo de uma igreja defunta.

Dois (plausíveis) cenários de pesadelo.

Na terceira década deste século, é muito possível que um Mohamed jihadista tenha acesso ao botão nuclear francês e que um radical de esquerda comande a maior e mais bem financiada força militar que o mundo já conheceu.

A verdade nua e crua:
a III Guerra Mundial é agora inevitável.

Estamos a caminhar definitivamente para mais uma grande guerra. E os povos no Ocidente não vão poder dizer que não foram avisados. Neste momento ninguém esconde que um conflito global é o objectivo último e que, para muitos dos líderes ocidentais, será até desejável.

Sobre a barbárie da lei do mais forte.

O regime Trump formalizou na Venezuela uma nova ordem mundial, que se rege pela lei do mais forte. Acontece que este é um princípio contra o qual levantámos, no Ocidente, aquilo a que chamamos civilização.

Wikipedia: Todos podem ser orgulhosos do tom da sua pele. Menos os brancos.

A Wikipedia acha que há virtudes e defeitos inerentes ao tom de pele de cada um, ou decorrentes das inclinações do seu libido. E toda a gente é virtuosa, excepto os brancos heterossexuais, coitados, que devem viver mergulhados na culpa e na vergonha.

E se a tentativa de assassinato de Vladimir Putin tivesse sido bem sucedida?

Por um momento, vamos supor que a tentativa de assassinato de Vladimir Putin tinha sido bem sucedida. O que é que acontecia a seguir? A III Guerra Mundial era o que acontecia a seguir. E quem decidiu lançar o ataque, apostou por certo nessa possibilidade.

O Natal ao contrário.

Este ano, as mensagens de Natal e Ano Novo das mais proeminentes figuras do estabelecimento ocidental não tiveram nada que ver com os valores do cristianismo e fazem prova da ruptura a que assistimos entre a realidade e o discurso político.

Até a Candace desilude.

Candace Owens é daquelas raparigas com que a humanidade pode contar para escarafunchar nos sítios que os poderes instituídos deste mundo não querem ver escarafunchados. Mas depois do encontro com Erika Kirk, deixou milhões de seguidores meio desiludidos.

De acordo com Satanás, a derrota é uma vitória.

As elites europeias querem travar uma guerra que sabem que vão perder. Esse desastre significará a destruição total e absoluta. Mas a destruição total e absoluta é o seu objectivo último. A derrota é sempre uma vitória, na lógica do diabo.

Sobre o aparente autismo dos globalistas e o sono profundo da cidadania.

Não é por acaso que os inveterados globalistas europeus desenvolvem políticas que nada têm a ver com os interesses dos seus respectivos eleitorados, e que agem como se nem quisessem saber disso para nada. Eles têm a perfeita consciência de que aqui já ninguém vive em democracia.

Discurso do cristão dissidente.

Não façam da vossa ignorância instrumento evangélico. Não se esforcem para que eu ignore as evidências e o bom senso. Não me digam o que eu posso ou não pensar. Não inventem infernos. Não me condenem. Não me tentem salvar. Não usurpem o legado de Cristo.

Serão as piores pessoas que podemos imaginar quem realmente manda nisto tudo?

Uma eventual revelação de todas as incidências do caso Epstein poderá fazer cair a civilização como a conhecemos. Mas será a cura pior que a doença? Só para quem gosta de viver doente.

Psicopata americano: “Estamos a matar as pessoas certas”.

Lindsey Graham rejubila porque os EUA estão a matar tanta gente que os seus arsenais registam falências superiores àquelas que foram observadas na II Guerra Mundial. É um todo poderoso psicopata e o logótipo vivo da mais tresloucada nação do século XXI.

O embuste woke da Plenitude.

O que a energética espanhola está a vender nos comerciais que difunde em Portugal não tem nada a ver com o serviço que presta. É apenas ideologia, normalização da excepção, anúncio de falsas virtudes. O embuste devia merecer a rejeição dos consumidores.

A imprensa conservadora americana está a atingir o nível propagandístico da CNN.

Depois de passarem anos a maldizer, e com razão, os meios de comunicação social corporativos, por ausência de critério jornalístico e rendição às narrativas dos poderes instituídos, os títulos da direita americana transformaram-se também numa máquina de propaganda regimental.

O Prémio Nobel da Paz como um pretexto para a guerra.

A Academia Sueca decidiu legitimar a intervenção militar na Venezuela que Donald Trump tem agendada, ao atribuir o Prémio Nobel da Paz a María Corina Machado, a líder da oposição ao regime Maduro. Convenhamos, se esta fosse uma história ficcionada, era de cordel.

Donald Trump e o ‘Populismo Pfizer’.

Nesta altura do campeonato, os Estados Unidos estão enfiados num buraco de tal forma dantesco que Donald Trump é capaz de trair o seu mandato eleitoral três vezes por dia e, ainda assim, subir nas sondagens.

Russofóbicos de todo o mundo: acordem do vosso equívoco de décadas.

Aqueles que teimam em ver na Rússia um tenebroso inimigo do Ocidente e uma potência imperialista que aspira invadir a Europa, deviam parar para respirar e reflectir. Porque o inimigo não está a leste dos Balcãs. Está nos vis políticos que temos.

Sobre a indústria do nevoeiro.

A indústria de cortinas de fumo e paredes de ruído continua a trabalhar activamente para iludir as massas. E o caso dos "drones russos" que aparecem e desaparecem nos aeroportos e instalações militares da Europa é um exemplo claro dessa arte escura.

O Jogo da Glória.
Ao contrário.

O Ocidente não tem maneira de levar de vencida os russos, a não ser através da guerra nuclear, que por definição será perdida por toda a gente. É uma espécie de Jogo da Glória, invertido, que a cada lançar dos dados mais perto fica do armagedão.

Não é terrorismo, quando somos nós os terroristas.

As perversas tácticas retóricas de políticos e da imprensa corporativa no Ocidente só funcionam se a população não prestar muita atenção aos detalhes. A responsabilidade de quem está atento é ajudar os mais distraídos a descortinarem a fraude.

Desavergonhado Benjamin.

A resposta do primeiro-ministro israelita ao assassinato de Charlie Kirk foi chocante, tentando desviar a energia da dor e da tristeza que consumiam os conservadores americanos para o apoio às suas guerras de estimação. A vil estratégia está a sair furada.

América condenada.

O registo do debate político nos EUA resume-se agora à lei da bala. Porque tudo é permitido, num mundo sem Deus. E ainda alguém acredita que pontes de concórdia possam ser estendidas entre as fundas trincheiras desta federação condenada?

Do Nepal vem um sério aviso às elites ocidentais.

É claro que os nepaleses não estão no mesmo sítio existencial dos povos ocidentais, mas o movimento popular de rejeição virulenta do regime totalitário local não deixa de constituir um sério aviso às elites que agora dominam o poder político e económico no Ocidente.

O leninismo-globalismo em falência técnica.

Os factos são inescapáveis: depois de décadas de governação globalista, o Reino Unido, a França e a Alemanha encontram-se agora a um passo do colapso económico. Um breve ensaio sobre as razões fundamentais da falência da governação neo-liberal na Europa.

Um desvairado chefe de Estado.

Marcelo Rebelo de Sousa mergulhou numa das poucas teorias da conspiração que não é demonstrável factualmente. E se Portugal fosse apenas um bocadinho menos insignificante, teria desencadeado um sério incidente diplomático, no mínimo.

Sobre a verdadeira ameaça existencial.

O homem ocidental criou um mundo que é hostil para consigo próprio. E essa é a verdadeira "ameaça existencial". Antes de chegarmos ao ponto de não retorno ontológico, é urgente reagir.

É espantoso, mas há quem tente convencer os cristãos a defenderem o genocídio.

O ex-chefe da espionagem militar israelita considera “necessária" a morte de dezenas de milhares de civis em Gaza, mesmo que se trate de crianças. E no Ocidente há quem defenda essa "necessidade" como um imperativo cristão. A sério?

“Aprende a programar” – disseram-lhes. O que não lhes disseram é que a Inteligência Artificial ia programar por eles.

Nas últimas duas década, políticos, economistas e líderes de opinião de toda a espécie aconselharam miúdos e graúdos a aprender a programar. Agora, os que aceitaram o conselho estão a ser despedidos porque a inteligência artificial programa melhor e mais rápido que eles.

Sobre a guerra dos mundos, versão 2.0

O físico Eric Davis, que trabalha para o Pentágono, foi ao Capitólio jurar a pés juntos que existem 4 espécies alienígenas a operar na Terra. Mas por esta altura, a administração Trump até podia anunciar uma invasão extraterrestre que ninguém ia perder o sono por causa disso.

O império contra-ataca. Com uma excursão.

Os mais proeminentes globalistas europeus vão acompanhar Zelensky na sua visita aos EUA, numa espécie de excursão satânica. Trump podia fazer-nos a todos um favor e enfiá-los num avião rumo aos célebres campos de detenção de El-Salvador.

Não, não e não: o Contra não vai deixar cair o assunto Epstein.

Podem fabricar uma invasão de extra-terrestres ou experimentar o apocalipse nuclear. Podem prender Anthony Fauci ou levar Hillary Clinton ao cadafalso. Podem vir com cimeiras de paz e operações psicológicas. Nada nos vai distrair do caso Epstein. E assim sendo, insistimos.

A hipótese, mesmo que remota, de um acordo de paz, deixa a imprensa corporativa num pânico histérico.

Para os soldadinhos de chumbo das redacções contemporâneas, a guerra na Ucrânia deve prolongar-se até que os ucranianos morram todos. E qualquer iniciativa diplomática no sentido da paz é uma ofensiva demoníaca contra o ódio existencial que alimentam pela Rússia.

Até as boas notícias são más notícias, e quando pensas que ganhas estás a perder na mesma.

Quanto mais popular parece o Reform Uk de Nigel Farage, menos populistas ficam as suas políticas. E o próximo primeiro ministro britânico não vai afinal ser muito diferente dos anteriores. A não ser no potencial de traição ao seu eleitorado.

Tucker Carlson vs. Nick Fuentes: não há santos no inferno.

A recente controvérsia entre os dois polemistas norte-americanos traz à superfície uma verdade incontornável: é saudável e necessária uma constante vigilância crítica, mesmo sobre aqueles que consideramos partilharem das nossas convicções e valores.

Não há outro termo: Israel está a cometer genocídio em Gaza.

As acusações de que o governo israelita está a cometer genocídio em Gaza são cada vez mais adequadas à realidade que lá se vive e a cumplicidade dos EUA é incontornável. Mas Donald J. Trump não foi eleito para ajudar à matança. Muito pelo contrário.

Areia para os olhos & manobras de diversão.

A administração Trump tem feito tudo o que lhe é possível para esconder o mastodonte magenta e distrair o seu insatisfeito eleitorado, depois de ter percebido que o assunto Epstein não ia morrer por decreto. Mas as emendas são mais falhas que o soneto.

O Império Clickbait.

Não foi uma má revolução, aquela que levou os media independentes ao poder. Mas, infelizmente para os youtubers deste mundo, não podemos ter um apocalipse de meia em meia hora, e a verdade foi revelada por Cristo, não por Tim Pool.

Sobre a guerra.

Ao contrário do que a literatura clássica, ou a novelesca moderna nos diz sobre a guerra, não há nela heróis, nem movimentos épicos, mas apenas seres humanos movidos por uma ancestral vontade de se combaterem, que oscila entre o medo, a auto-preservação e o ódio pelo outro.

Sobre a ingenuidade de americanos e o fado de portugueses.

Os americanos Natali e Clayton Morris, do dissidente canal Redacted, viveram em Portugal durante cinco anos e de vez em quando trazem o nosso país à baila da sua prosápia, porque são entusiastas de André Ventura e porque são mais ingénuos do que seria de esperar.

NATO: para que te quero?

A NATO não só é incapaz de nos defender das ameaças concretas que temos que enfrentar, como, dado o seu niilismo geo-estratégico, nos coloca na mira das nações que considera hostis. Passaríamos melhor sem nos associarmos a esta organização criminosa.

De Augusto a Tibério, em cinco meses apenas.

Donald J. Trump está a revelar-se muito mais perigoso, autoritário e traiçoeiro do que seria razoável supor. Os sinais desse mergulho na hubris do poder são cada vez mais gritantes e podem, em última análise, conduzir o mundo à III Guerra Mundial.

Donald J. Trump enganou os iranianos, enganou os americanos e enganou todos os populistas do Ocidente.

As declarações de Trump em que qualifica o ataque de Israel ao Irão como "excelente" e promete mais para o futuro, deixam cair a farsa do não envolvimento dos Estados Unidos, e demonstram que o Presidente americano esteve meses a enganar toda a gente.

O estranho caso de um Presidente que não consegue saber por que razão e em que circunstâncias o tentaram matar.

Não deixa de ser estranhíssimo e altamente preocupante que o FBI de Donald Trump não consiga sequer esclarecer as enigmáticas circunstâncias da tentativa de assassinato de... Donald Trump.

A “grande e bela” lei orçamental de Donald Trump é de facto grande. Mas não é nada bela.

O pacote orçamental que Donald Trump está a forçar no Congresso é na verdade muito parecido - no despesismo, no gigantismo, na ambição desmedida e na irresponsabilidade em relação à divida pública com qualquer iniciativa legislativa dos democratas.

Três milhões, trezentos e nove mil, quatrocentos e quatro sadomasoquistas.

Não há volta a dar: mesmo não contando com os infelizes que votaram Bloco de Esquerda e Livre e Pan e Iniciativa Liberal, a maioria dos eleitores que foram votar querem pagar mais impostos, receber mais imigrantes e obedecer mais a elites corruptas.

Não existem ateus, no Ocidente.

No Ocidente dos tempos que correm, a maioria dos seres humanos (nativos) com idade para pensar no assunto dizem-se ateus. Mas a verdade é que todos eles são mais fervorosos crentes das suas religiões do que qualquer cristão.

Sobre os primeiros 3 meses da presidência de Donald J. Biden.

Donald Trump parece agora dominado pelos falcões do seu gabinete, pelo aparelho industrial e militar americano e pelas almas condenadas do pântano de Washington, e dá até a sensação que objectiva um mandato muito parecido com aquele que o seu senil antecessor cumpriu.

3 biografias de Fernando Pessoa – Introdução: Sobre a inutilidade e a vilania.

Uma introdução à série de recensões críticas sobre as três biografias de Fernando Pessoa publicadas em português no Século XXI, que o Contra vai publicar aos fins de semana, neste mês de Maio.

A minha pátria é Jesus Cristo.

Não há no Ocidente contemporâneo motivos válidos para o amor à pátria, essa mãe por todo o lado inveterada. Ao contrário, o que não faltam são triunfos morais e argumentos irredutíveis em favor da humanidade e do bem supremo, nos ensinamentos de um apátrida.

Donald Trump dedica-se à ficção científica.

Talvez sob o efeito de drogas alucinogénicas, Trump afirmou na semana passada que os EUA têm armas tão poderosas que ninguém faz sequer ideia do seu poder. Nada mau para um país que não conseguiu sequer derrotar os talibãs no Afeganistão.

Não é em bicos dos pés que os tens bem assentes na terra.

É muito triste ver Donald Trump em bicos dos pés a tentar ser relevante quando não tem qualquer alavanca que lhe possibilite uma posição sólida, por muito que anuncie, com a fanfarronice que lhe é caraterística, que está a seguir uma filosofia de "paz pela força".

Embalagens de abertura fácil.

Segue a ciência: A inteligência artificial é mais inteligente do que tu, pelo que serás escravo e serás feliz (Deus não existe e és ainda mais insignificante do que imaginas possível). 

Só esta teoria faz sentido.

A vontade de guerra das elites leninistas-globalistas serve a sua vontade de poder, não através da vitória, que sabem impossível, mas pela aniquilação do modelo civilizacional que deviam defender e que será decorrente da inevitável derrota.

São do aparelho. Defendem o aparelho. Até às últimas consequências.

Da mesma forma que não foi por autismo ou desvio subjectivo, mas por fanatismo militante, que trabalharam arduamente os propagandistas das tiranias do século XX, também os propagandistas de agora não laboram inconscientes do seu pecado.

A república dos mortos-vivos.

O sr. Sousa esqueceu-se que os portugueses não votam num governo, mas na composição partidária da Assembleia da República, que pode ou não apresentar condições de governabilidade. E tomou a pior decisão possível, como era expectável.

O segundo mandato de Donald Trump está a ficar cada vez mais parecido com o primeiro.

É lamentável, mas a presidência de Donald Trump está a dar sinais de desprezo pelo seu claro mandato eleitoral, cedendo à tentação imperialista, às pressões do estado profundo, à pulsão despesista e ao belicismo do aparelho militar e industrial norte-americano.

A vida, o medo e os bois.

Quem não sabe distinguir o que é perigoso do que é pacífico também não sabe diferenciar o que é vil do que é virtuoso. E as verdadeiras ameaças, que teimamos em ignorar, estão nas mãos de quem nos promete salvaguardas para medos sem razão de ser.

Sobre os perigos da paz e as virtudes da guerra.

Envergonhando a imaginação de George Orwell, a primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen anunciou ao mundo que não há nada mais ameaçador do que a paz. A Europa transformou-se num inferno distópico. Que Deus nos ajude.

À mercê de césares.

O alucinante trabalho que a administração Trump cumpre por estes dias está, sem exagero nenhum, a transformar em melhor pano o tecido da realidade. Mas o ideal do conservador libertário não é um governo forte. É a fortaleza do cidadão.

A NATO morreu. E agora, Europa?

Enquanto em Riade, russos e americanos negoceiam a paz, em Paris, os líderes europeus insistem na guerra, sem perceberem que a NATO morreu na semana passada e que sem o apoio dos EUA a Europa nem chega a ser um tigre de papel.

O primeiro inimigo dos americanos é a América.

O que Elon Musk e o DOGE estão a confirmar é a velha suspeita de que o primeiro inimigo dos americanos não é a Rússia, não é a China, não é o Irão. O primeiro inimigo dos americanos é a América.

Volodymyr, chegou o momento de capitular.

Chegou o momento de dar ao líder ucraniano uma notícia definitiva: o jogo acabou. E se para isso for necessário que conceda na maior parte das suas exigências e ilusões, que assim seja. Está na altura de acabar com a guerra. E capitular.

Uma presidência em fúria. Num mundo zangado.

Há razões para apreensão ao observar um certo niilismo da administração Trump, principalmente no que respeita à política externa. E o anúncio da "tomada" pelos americanos da Faixa de Gaza, característica destes dias de fúria na Sala Oval, não é nada tranquilizador.

Não foi o Partido Republicano que ganhou as eleições de Novembro de 2024.

Se querem permanecer no poder daqui a 4 anos, os republicanos têm que perceber que foi numa ideia de ruptura que os americanos votaram. Trump será o primeiro interessado nesse entendimento. E personagens sinistros com Lindsey Graham devem desistir da inflamada retórica de guerra.

Donald J. Trump: Um messias no inferno.

Sobre claras e encobertas ameaças securitárias, Donald J. Trump toma posse hoje como 47º Presidente dos Estados Unidos da América. É visto por muitos como um 'salvador da pátria'. Mas mesmo que essa redenção seja possível, será desejável?

Biden ataca bilionários da tecnologia depois de ter sido financiado por eles e com eles censurado os americanos.

No seu discurso de despedida à nação, Joe Biden avisou os americanos sobre a ameaça "oligárquica” dos bilionários do sector tecnológico. Se o alerta não viesse de quem vem, um homem que chegou ao poder por causa dessa oligarquia, até devia ser levado a sério.

Entre a física e a metafísica, uma teoria alternativa para o fenómeno OVNI.

O fenómeno dos OVNIs/UAPs/drones, que continua actual e visível nos céus do planeta, é mais estranho do que qualquer narrativa convencional que se lhe atribua, mesmo incluindo nessa categoria convencional uma psyop ou uma 'invasão de alienígenas'.

Sobre a história que a imprensa corporativa não quis contar.

Ao esconder do público a demência senil de Joe Biden, os meios de comunicação social foram mais que negligentes: assumiram-se completamente como máquinas de propaganda liberal, dispostos a mentir mesmo quando a verdade não podia ser mais evidente.

PolictiFact e a verdade da mentira.

A recusa dos comissários do PolitiFact em rejeitar a ideologia em favor da verdade expõe uma profunda e poética ironia, que lhes escapa: o prémio “Mentira do Ano” é mentiroso.

Alienígenas? Não quero mais imigrantes no meu país.

Uma coisa são turistas, já de si e por definição danosos como o raio, outra coisa são nómadas radicais que atravessam o cosmos à procura da segurança social do senhor Montenegro. Convenhamos, é excessivo.

Estão todos de acordo.
Tu também?

Banqueiros, militares, políticos e apparatchiks da imprensa corporativa estão a seguir o mesmo guião, como sempre, num alegre e arrepiante consenso de que estamos prestes a morrer todos. Mas seria talvez apropriado sabermos porquê e em nome de quê.

Donald Trump e a Ordem do Mérito Duvidoso.

Mais importante que o banal tributo de virtude deveras discutível que a Time lhe concedeu este ano, será o saldo que Donald Trump poderá apresentar no próximo. Para que seja positivo, basta que cumpra as expectativas do seu eleitorado.

A febre Scalextric.

Persistirei no delírio de reduzir à escala, de fingir corridas, de fazer de conta que viajo a trezentos à hora pelos circuitos da imaginação, de brincar com a realidade e a electricidade e a borracha. Pé na tábua que é veloz o plástico!

O estranho caso do executivo assassinado ou como até as elites populistas cegaram para a realidade.

O público americano celebro na internet o assassinato do executivo de uma seguradora de saúde. A direita populista qualificou o episódio como uma manifestação da esquerda. Mas o fenómeno transcende a ideologia.

Um cenário dantesco.

Para onde quer que apontem os vectores cardeais, encontramos a guerra e a instabilidade política. A paisagem planetária está carregada de electricidade. E a mãe de todas as tempestades pode explodir a qualquer momento.

Muito para além do estalinismo.

Onde se demonstra que os actuais líderes liberais-leninistas que temos no Ocidente perfazem uma classe de criminosos bem mais sinistra que o colectivo dos mais terríficos ditadores que já circularam na curvatura da Terra.

O pessimismo continua a ser o melhor conselheiro.

Nesta altura do campeonato, qualquer europeu que acredite viver em democracia, é retardado. E qualquer americano que deposite na administração Trump a fé de que a América vai voltar a ser a terra dos livres e a casa dos bravos sofre de dioptrias no cerebelo.

A 60 dias do fim do seu mandato, Joe Biden decidiu-se pelo apocalipse.

No crepúsculo da sua presidência, Joe Biden acabou de cometer um dos actos presidenciais mais irresponsáveis da história dos EUA, ao autorizar Zelensky a usar mísseis americanos para atingir alvos no interior da Rússia. Só nos resta agora rezar pela paz.

O erro de Pelosi.

Nancy Pelosi disse ao New York Times que se Joe Biden tivesse desistido da campanha presidencial mais cedo, poderiam ter surgido outros candidatos com melhores hipóteses de bater Trump na corrida presidencial. Como é seu costume, está equivocada.

Celebridades: de pesos pesados a plumas na arena da opinião pública.

As celebridades, a manterem-se relevantes, devem dedicar-se à sua área de peritagem. Se são pantomineiros, falem de cinema. Se são jograis, falem de música. Se são bobos, contem anedotas. Mas poupem-nos à consultadoria ideológica.

A Segunda Vinda de Donald J. Trump.

O entendimento do segundo mandato de Trump como a segunda vinda de Cristo, que vai dar visão aos cegos, movimento aos paralíticos, saúde aos leprosos e redenção aos pecadores, para além de infantil, é perigoso. Principalmente para ele próprio.