Do Controlo Estabilizador ao Descontrolo Democrático

Conseguiremos dominar a inteligência artificial e o voto digital antes que sejam manipulados pelos poderes instituídos? O futuro da democracia e a credibilidade do Estado dependem de recuperarmos a tecnologia para a razão e a participação inclusiva. A crónica de António Justo.

Hegel Entre a Razão Sistemática e o Mistério do Real

Celebrar Hegel é reconhecer que o seu pensamento continua vivo e em processo. A dialéctica não se esgota na obra do mestre de Estugarda; ela exige ser continuada, repensada, talvez mesmo traída para ser fiel ao seu espírito mais profundo. A revisitação de António Justo.

Gestores de topo na Alemanha e nos EUA e os milhões que separam o ‘Olimpo’ da Terra. 

O êxito económico é necessário e o lucro faz parte da vida empresarial. Mas uma sociedade em que o lucro deixa de ser um instrumento e se transforma no objecivo supremo corre o risco de converter também as pessoas em instrumentos. A crónica de António Justo.

O dilema insolúvel do Estado de Direito perante o extremismo islâmico.

O caso do pagamento de 6.000 euros a islamistas perigosos para que abandonem a Alemanha e regressem à Síria é controverso sobretudo pela incapacidade em explicar ao cidadão honesto que este dinheiro é uma aposta desesperada na sua própria segurança. A crónica de António Justo.

Com Deus a Janela é Maior

O problema começa quando imaginamos que a nossa janela é o mundo. Mas nenhuma perspectiva humana contém a paisagem inteira. Nesse horizonte, a fé não precisa de ter medo da razão e a razão não precisa de ridicularizar a fé. Um ensaio de Antonio Justo.

A luta pelo poder na futura ordem mundial

O equilíbrio global está a sofrer uma transformação profunda e irreversível e a situação no Médio Oriente, particularmente no vector que envolve Israel, é uma extensão da mesma luta multipolar pelo poder. A análise de António Justo.

Da Ontologia do Domínio à Ontologia da Relação

A vida não nos entrega um projecto acabado. Entrega-nos relações. E assim, se a antiga ontologia perguntou sobretudo o que é o ser, uma ontologia relacional terá de acrescentar: como é que o ser se torna na relação? Um ensaio de António Justo.

Ceuta e o Teatro das Narrativas

Ceuta é o reflexo de um mundo onde as cortinas da geopolítica escondem palcos de miséria. E o rasto das pegadas na areia leva, inequivocamente, aos corredores do poder em Marrocos. A leitura de António Justo.

A Estratégia seguida no terreno: guetos e o limiar dos 10%.

A Europa precisa de acordar do seu torpor e compreender que a sua sobrevivência cultural passa pela recuperação da ligação à terra e a consciência da sua própria identidade, sem a qual se tornará mero território arável para projectos alheios. A crónica de António Justo.

O que une o Islão e divide a Europa: língua ritual e antropologia.

O Islão na Europa - Parte II: Um factor negligenciado no debate sobre a coesão social é o elemento linguístico e ritual. Enquanto a Igreja Católica optou por abandonar o latim na liturgia, o Islão manteve o árabe como língua litúrgica comum. Um ensaio tripartido de António Justo.

A natureza do desafio: política camuflada de religião.

O Islão na Europa - Parte I: O Islão não é apenas uma religião no sentido ocidental do termo - um espaço privado de crença separado da esfera política. O Islão é, sobretudo, um projecto político e jurídico camuflado de religiosidade. Um ensaio tripartido de António Justo

O uso e abuso da linguagem e a reescrita do passado.

Que modernidade é esta que tem medo de escutar Homero ou Shakespeare sem os domesticar? Uma cultura verdadeiramente moderna usaria o mito para interrogar o presente, não para o corrigir. A crónica de António Justo.

A Odisseia Transformada em Manual de Instruções da Cultura Ocidental

É chegada a hora da civilização ocidental escapar à corrente da propaganda e ao pantanal das ideologias moralistas e ler Homero e a Bíblia como antropologias do conflito e não como cartilhas da submissão. Um ensaio de António Justo.

A Falácia da Tática de Opor Espiritualidade a Religião

Vivemos tempos em que se tornou quase um sinal de distinção afirmar que se é espiritual, mas não religioso. A dialéctica, falaciosa, serve a agenda de um mundo caótico, favorável ao relativismo que tudo justifica. A crónica de António Justo.

Sobre o ‘Chat Control 2.0.’

O 'Chat Control' da UE refere-se a 2 processos legislativos: um já aprovado, temporário, que não inclui comunicações protegidas por encriptação de ponta a ponta, e outro, em preparação e com regime permanente, que abrange todas as plataformas digitais. A crónica de António Justo.

Bruxelas empenhada em reduzir a cultura europeia a instrumento de guerra.

A Europa, velha de séculos mas surpreendentemente imatura na sua gerontocracia, julga rejuvenescer apostando apenas nas suas qualidades guerreiras. É um equívoco trágico e profundamente irónico. A crónica de António Justo.

O ‘Chat Control’ chegou (mesmo) para ficar? O que a votação de Estrasburgo muda na sua vida.

Enquanto grande parte dos portugueses se preparava para as férias, no Parlamento Europeu aprovava-se, a coberto de uma manobra de bastidores, a maior ameaça à privacidade digital dos últimos anos. A crónica de António Justo.

Paróquias Vivas

Ousem transformar a sacristia numa sala de ensaios. Ousem abençoar os campos de desporto como se abençoam os altares. Ousem misturar o sagrado e o profano, porque, para Jesus, o que era "profano" tornou-se o lugar privilegiado da Revelação. A crónica de António Justo.

Educação sexual só com consentimento dos pais.

Os pais são os primeiros responsáveis pela educação dos filhos e questões relacionadas com a sexualidade, os valores morais e a identidade pessoal não devem ser impostos por programas estatais sem o conhecimento e a concordância das famílias. A crónica de António Justo.

Os Erros do Acordo Ortográfico: Entre Unificação e Empobrecimento.

O Acordo Ortográfico (AO) de 1990 apresenta problemas sérios, pois corresponde a um apagamento de distinções semânticas e, como tal, a um empobrecimento da língua portuguesa que possui grande riqueza de diversificações e especificações. A análise de António Justo.

A Ilegitimidade do Julgamento Civilizacional.

Se os valores ocidentais são apenas o resultado de uma prática política específica e legitimada no tempo, então por que haveriam de ser superiores aos valores que orientam outras práticas políticas? Uma reflexão de António Justo.

O Funcionamento Interno da Polis Democrática.

O relativismo cultural seguido na governação não tem coerência interna nem externa, provocando em muitos sentimentos de impotência e noutros uma reacção de autodefesa nacionalista. A crónica de António Justo.

A Europa que se quer una e se divide numa geopolítica do Norte contra a diplomacia do Sul

A Europa, que se quer casa comum, não pode tolerar que alguns inquilinos se julguem senhores do lar. A velha diplomacia portuguesa ensina que o poder não se mede pela força do punho, mas pela largura do olhar. A crónica de António Justo.

Carta Aberta ao Presidente da República, ao Parlamento e a todas as Instituições ainda empenhadas na sustentabilidade da cultura milenária portuguesa.

O Presidente deve ao país uma explicação sobre a submissão à agenda "woke". Colocar as bandeiras ideológicas ao mesmo nível da bandeira nacional não é um gesto de pluralismo; é um acto de desrespeito pela colectividade e pela cultura portuguesa. A crónica de António Justo.

Portugal e o nevoeiro europeu.

Os avisos de Camões, Garrett e Vieira não entram no coração das elites. Por isso a alma portuguesa continuará a ressoar no mar como um sino de naufrágio, até que um dia, cansados de esperar, resolvamos todos ensaiar o projeto universal português. A crónica de António Justo.

O globalismo está a inverter o crescimento.

Há uma patologia oculta no coração do globalismo contemporâneo: a inversão da direcção natural do crescimento humano. Toda a civilização floresceu organicamente, mas o que hoje nos é proposto é engenharia, desconstrução e desnaturação. A análise de António Justo.

Como salvar a tradição do fogo de artifício sem enlouquecer cães, pessoas sensíveis e bombeiros.

O fogo de artifício é aquele momento em que todos param, olham para cima e se sentem, por um segundo, num videoclip dos anos 80. Mas há um pequeno problema, vizinhos. Na verdade, há vários e todos eles fazem Fch... pum. Um contributo para a paz, de António Justo.

A União Europeia à margem da paz que negociou.

A UE encontra-se perante uma contradição diplomática de difícil resolução: após o início do conflito em 2022, rompeu laços com Moscovo e adoptou uma estratégia de isolamento. Agora, as negociações de paz ocorrem sem a sua presença. A análise de António Justo.

O Desarmamento da Inteligência Artificial

E se a maior ameaça à nossa liberdade não vier de um exército invasor, mas de um algoritmo? Esta questão incómoda atravessa a primeira encíclica do Papa Leão XIV, Magnifica Humanitas. A crónica de António Justo.

Portugal, pioneiro da estratégia geopolítica da navegação e das descobertas, deitado ao esquecimento.

A História é injusta para com os contributos portugueses para o património universal, descrevendo os factos através de generalizações e atribuindo-os a supraestruturas ou a potências que apenas mais tarde se afirmaram. Um ensaio de António Justo.

Bilinguismo: um Capital Cultural que Amplia a Consciência.

As crianças bilingues crescem com uma consciência ampliada. Desde cedo compreendem que as palavras e a realidade não são coincidentes, que existem diferentes formas de ver o mundo e que é possível pertencer a mais do que um universo cultural. Um ensaio de António Justo.

Uma proposta de rigor conceptual para o debate político português: o Estado Novo era autoritário, mas não fascista.

Uma democracia que confunde termos tão distintos como «autoritarismo» e «fascismo» é uma democracia frágil, incapaz de aprender com a história e de dialogar com rigor. Um ensaio de António Justo que devolve à palavra «fascismo» o seu significado histórico preciso.

Celebração do 25 de Abril: Entre festa da nação e disputa ideológica.

O 25 de Abril não pode ser, nem deve ser, território exclusivo de uma ideologia que dê a impressão que a identidade portuguesa se reduz à liberdade de Abril. Reduzir a festa a um desfile de partidos seria perpetuar as feridas do PREC. Uma crónica de António Justo.

Enquanto a Europa perde o passo, a China acelera.

Criticámos a China por não aceitar os nossos valores. Mas essa crítica sobranceira impediu-nos de ver o óbvio: a China passou-nos a perna em sectores decisivos da ciência e da tecnologia. Uma crónica de António Justo.

Meditação do H₂O

A água aceita ser gelo para sustentar o inverno; aceita ser rio para servir a planície; aceita ser vapor para vestir o céu. O calor que desencadeia essa metamorfose não é uma temperatura; é uma metáfora do amor que desaba sobre o sólido do medo. A meditação de António Justo.

Manual de instruções para uma sociedade que perdeu o manual

Vivemos num tempo de desconstrução. Desconstrói-se o pai, a mãe, a autoridade, a ética, o sentido e reconstrói-se tudo com instruções do tipo IKEA emocional. Uma crónica de António Justo.

Morreu Jürgen Habermas, o filósofo que quis tornar o mundo um pouco melhor.

Jürgen Habermas, filósofo e sociólogo alemão, herdeiro da tradição iluminista de Immanuel Kant, dedicou a sua vida a uma causa tão simples de enunciar quanto difícil de concretizar: tornar o mundo um pouco melhor. A elegia de António Justo.

Quem se mete com o mundo islâmico, apanha.

A guerra americana é a guerra das elites. A guerra islâmica é a guerra de um povo que não perdeu a sua alma. E não se derrota uma civilização com drones. A crónica de António Justo.

Os Lusíadas e o Espelho Partido do Mundo.

A 12 de março, sopraram quatrocentos e cinquenta velas sobre a primeira edição de Os Lusíadas. Mas que mundo é este que agora habita o mesmo poema? O que vemos é uma guerra do Diabo contra o Diabo. A crónica de António Justo.

Para além da flor de jardim e do punho agressivo: A necessária transição da matriz social masculina para uma matriz masculino-feminina

Entre a flor simbólica oferecida à mulher e o punho cerrado que expressa a lógica da força, desenha-se uma das contradições mais profundas da sociedade contemporânea. Um ensaio de António Justo.

Lobo Antunes morreu, mas vive no espelho da alma do país que deixou.

Com a morte de António Lobo Antunes, Portugal perde mais do que um escritor. Portugal perde o seu mais arguto intérprete. E a sua obra permanece como um aviso: a memória não se apaga e recalcamento não é solução. Uma elegia de António Justo.

A Cegueira Estratégica do Ocidente e o Sistema Islâmico Iraniano

A situação no Irão e no Médio Oriente inscreve-se num quadro mais amplo de disputa geopolítica, estruturado em torno de dinâmicas de poder, controlo territorial e interesses económicos estratégicos. Uma análise de António Justo.

O Nascimento da Consciência Ocidental

A pergunta mais profunda não é histórica nem filosófica, mas sim existencial: porque é que povos e pessoas, em vez de reconhecerem o seu caminho e aceitarem o dos outros, conflituam entre si sobre o melhor rumo? Um ensaio de António Justo.

O custo de ser família.

Na Alemanha, um país conhecido pelo seu forte sistema de apoio social, a maioria dos alemães acredita que formar uma família se tornou um luxo inacessível, levantando questões urgentes sobre o futuro do país e as prioridades do Estado. Uma crónica de António Justo.

Num mundo onde a vontade fabrica e a imaginação governa.

O canal público alemão ZDF exibiu vídeos gerados por inteligência artificial, que pretendiam retratar operações do ICE contra migrantes nos EUA. O mundo entrou num território estranho, onde o real se dissolve na fantasia técnica da propaganda. A crónica da António Justo.

Uma reflexão sobre a informação, a guerra e a hipocrisia.

A imprensa europeia está mais interessada na formatação da opinião pública do que na criação de espíritos livres e críticos e a informação é confeccionada de maneira a que o público seja incapaz de separar a realidade da propaganda. Uma crónica de António Justo.

Eleições presidenciais:
PS recupera o fôlego, Ventura fragmenta o Bipartidarismo.

Apesar do resultado folgado de Seguro, os dados da participação eleitoral trazem sinais inquietantes para o sistema político português. A abstenção fixou-se nos 49,91% - a mais elevada de sempre numa segunda volta de presidenciais. A análise de António Justo.

O Diabo Anda à Solta

A dimensão do escândalo Epstein é tal que reduz as teorias da conspiração mais audazes a meros eufemismos. As suspeitas são a fumarada inegável de um incêndio moral de proporções civilizacionais. A crónica de António Justo.

Adeus à vida através do suicídio.

Confirmando a escuridão que se dissemina nas sociedades europeias, os dados sobre suicídio na Alemanha e em Portugal não são apenas preocupantes quanto à saúde pública; são um espelho inquietante de um mal-estar social profundo. Uma breve análise de António Justo.

Multipolaridade e colapso das ilusões na Europa.

A Europa precisa de pensamento claro, liderança responsável e uma esfera pública menos intoxicada pela emoção e mais orientada pela razão. Sem isso, arrisca-se a tornar-se espectadora da História, quando deveria ser uma das suas protagonistas. A crónica de António Justo.

Onde estão os intelectuais quando a democracia precisa deles?

Onde estão os filósofos e os intelectuais capazes de criar pensamento claro num mundo cada vez mais nebuloso? A situação é tão doentia e confusa que seria de perguntar: estão ao serviço de quem? Uma crónica de António Justo.

Campanha eleitoral não é guerra civil.

A força da democracia reside na transformação de conflitos em debates regrados e na garantia de que todas as correntes políticas possam expressar-se livremente, inclusive aquelas com que discordamos. Uma crónica de António Justo.

Rainer Rilke à luz de Nuno Álvares Pereira

Para que o pensamento de Rilke não permaneça suspenso numa interioridade sem corpo histórico, é fecundo colocá-lo em diálogo com Nuno Álvares Pereira, que soube viver a filosofia no meio do conflito real. Um ensaio de António Justo.

Carta-Aberta aos Candidatos à Presidência da República Portuguesa

António Justo dirige-se aos candidatos às eleições presidenciais com a convicção de que a democracia pode ser mais do que um exercício formal, e que os governantes podem verdadeiramente servir o seu povo.

A Europa entre o esquecimento do ser e a sacralização da guerra.

A verdadeira resistência, hoje, já não pode ser militar nem ideológica. A resistência terá de ser cultural, ética e espiritual, uma recusa silenciosa mas firme em aceitar a mentira como norma e a guerra como destino. Uma crónica de António Justo.

Quando a crítica se torna “populismo”: Imigração, Democracia e a Crise da Honestidade Política na Europa.

Se a Europa quiser preservar os valores que afirma defender, concretamente, democracia, pluralismo e Estado de direito, terá de aceitar que a soberania popular não é um obstáculo moral, mas o fundamento da legitimidade. Uma crónica de António Justo.

A decisão de emergência da UE sobre ativos russos exige vigilância do cidadão.

A recente decisão da União Europeia de manter imobilizados os activos do Banco Central da Rússia, baseada numa cláusula de “emergência económica”, consolida um padrão preocupante porque arbitrário. Uma crónica de António Justo.

Um desabafo sobre democracia e ética no meu país e na Europa.

O cadáver da ética pública está à vista. Cabe-nos decidir se continuaremos a adorná-lo com fitas, ou se, finalmente, o enterraremos para semear algo novo no terreno que ocupa. Uma crónica de António Justo.

A Igreja não pode tornar-se um superpartido.

A missão da Igreja é transcendente e não pode ser reduzida a mais uma voz no debate partidário, porque os partidos mudam mas o Evangelho permanece. É a partir dele que a Igreja deve continuar a iluminar a vida pública. Uma advertência de António Justo.

O conflito geopolítico na Ucrânia e o redesenho do mundo.

A guerra na Ucrânia expôs as contradições do Ocidente e revelou que o mundo já não se organiza em torno de uma única hegemonia. Entre velhas potências e novos polos, o futuro exigirá reconciliação, complementaridade e coragem política. Uma crónica de António Justo.

Entre a noite das sombras e o dia da luz.

Há uma diferença profunda entre celebrar a morte e celebrar os mortos. A primeira afasta-nos do sentido; a segunda reconcilia-nos com o mistério. O Halloween alimenta o comércio das sombras; o Dia de Todos os Santos alimenta a memória da luz. Uma crónica de António Justo.

A História das Três Moradas

Havia um tempo antes do tempo, quando tudo ainda era pura possibilidade. Então o movimento nasceu. Não um, mas três, unidos numa dança eterna e desta dança surgiu tudo o que é: o visível e o invisível, a ordem e o caos, o peso e a leveza. Uma fábula de António Justo.

Para Além da Matriz Masculina

Há que honrar genuinamente tanto o princípio da feminilidade como o da masculinidade, e não como categorias biológicas fixas, mas como dimensões complementares presentes em cada ser humano e necessárias ao equilíbrio social. Um Ensaio de António Justo.

O Islão entre Religião e Projeto Político – Uma Análise Crítica

O Ocidente enfrenta o desafio de resistir à instrumentalização do Islão por elites globalistas, preservando os princípios de dignidade humana, liberdade de consciência e soberania popular que constituem a sua herança civilizacional. Um ensaio de António Justo.

O preço da segurança numa democracia que veste peles de autoritarismo.

A pandemia de COVID-19 não foi apenas um episódio sanitário, foi um laboratório social de proporções civilizacionais, onde se testaram os limites da obediência, da dignidade e da resistência humanas. Um ensaio de António Justo.

África a Contas.

Mais pesado que o jugo colonial antigo, reina o capital, global e sublime inimigo; guardai planos, magia fria, e deixai África criar seu novo dia! Um poema de António Justo.

O que não se fala não existe.

Agora, o verdadeiro progresso está em rearmar a Europa! Mesmo que em Portugal 1,4 milhões de pensionistas tenham recebido em 2024 uma pensão de velhice de até 500 euros. Uma crónica de António Justo.