As elites do eixo Epstein-Davos tiveram uma nova e poderosa ideia para continuar a destituir as massas ao bom ritmo a que desde 2020 têm sido empobrecidas: sacar-lhes literalmente as poupanças.

Como ContraCultura documentou em Maio deste ano, é o aforro da classe média norte-americana que vai carregar os custos astronómicos dos gigantescos Centros de Dados (e das centrais eléctricas que os alimentam) e que estão a ser construídos para alegadamente sustentar a indústria luciferina da inteligência artificial e do Estado de vigilância que o Regime Epstein está a levantar.

É o próprio demónio da BlackRock, Larry Fink, que admite que os triliões de dólares utilizados para construir estas infraestruturas virão das contas de poupança e dos fundos de pensões dos comuns americanos, e afirma que isso não só é necessário, como mandatório (aparentemente, é ele quem manda no dinheiro dos americanos).

Fink disse abertamente nessa altura que os Estados Unidos precisam de triliões em investimentos em infraestruturas de IA e que as pessoas serão forçadas a “investir” nisso. Não os bilionários, não os tecnocratas, não os banqueiros, não os gestores de fundos de Wall Street, não os senhores do universo de Silicon Valley, não a BlackRock, que vale 166 biliões de dólares e que gere fundos no valor de 14 triliões de dólares, mas as massas, os contribuintes, os aforradores da classe média, os consumidores em geral.

 

 

Mas para além da cativação das poupanças dos americanos, na semana passada ficámos a saber que o aforro dos europeus também já não lhes pertence, sendo propriedade de Ursula von der Leyen, para ela fazer com esses fundos aquilo que bem entender. E o que ela entende é usar o dinheiro para financiar a indústria da guerra que as elites leninistas-globalistas decidiram fazer à Rússia. Tal e qual como o CEO da BlackRock: apesar de terem sido os dois eleitos por ninguém, são senhores do universo.

E as massas vão acatar a ordem destes plenipotenciários tecnocratas, porque já nem donas do seu dinheiro são.

 

 

Imaginem o que não vai acontecer quando o dinheiro for completamente digital. E não é que não tenhamos sido avisados. Afinal, os peregrinos de Davos já nos tinham dito para esquecermos o direito à propriedade.

E depois ainda há quem pense que vive no Ocidente numa democracia espectacular, em vez da tirania total e feroz e gritante que esta gente nem sequer tem o cuidado de disfarçar.

É hora de acordar para a vida.