Perante a passividade criminosa do regime Sánchez, a polícia e os residentes de Ceuta relatam violência sexual generalizada por parte de imigrantes ilegais no enclave espanhol, enquanto as autoridades locais lutam para lidar com as preocupações humanitárias e de segurança.

 

A polícia espanhola está preocupada com os relatos de agressões sexuais envolvendo imigrantes em Ceuta, afirmando que algumas vítimas foram atacadas perto do Centro de Acolhimento Temporário para Imigrantes e arrastadas para povoações vizinhas nas colinas e montanhas, onde foram violadas colectivamente. A polícia e os moradores alegam que grupos de mulheres e menores evitam afastar-se das zonas próximas das instalações e das viaturas policiais por medo de serem atacadas em terrenos isolados.

Fontes da Guarda Civil espanhola confirmaram pelo menos 15 agressões sexuais desde a chegada em massa de imigrantes ao enclave na costa do Norte de África, no final de Julho, intensificando as preocupações com a segurança pública e a pressão sobre os serviços locais.

 

 

Ceuta, uma cidade espanhola a poucos quilómetros do continente espanhol, com cerca de 84.000 habitantes, tem enfrentado uma pressão significativa após a chegada de dezenas de milhares de migrantes, com centros de acolhimento sobrecarregados e o desenvolvimento de assentamentos informais nas áreas circundantes. Os residentes locais também manifestaram preocupação com as condições de saneamento e saúde, enquanto algumas famílias afirmam ter restringido os movimentos das suas filhas devido à ameaça de assédio e violência sexual. Os relatos reacenderam o debate sobre a gestão da migração e da segurança em Ceuta pelo governo do Partido Socialista.

Laura García, porta-voz do sindicato da polícia, afirmou a este propósito:

“Neste momento, há violadores e pedófilos à solta em Ceuta.” 

A violência contínua devido à chegada de migrantes causou um medo generalizado entre os residentes, com as mulheres e raparigas a evitarem espaços públicos e algumas famílias a mudarem-se para o território continental de Espanha. Os habitantes locais chegaram a estabelecer os seus próprios acampamentos de protecção, alegando a falha do governo em garantir a segurança. As promessas da Ministra da Igualdade sobre a criação de “espaços seguros” foram contrariadas tanto pela polícia local como pelos relatos de testemunhas oculares.