Perante a passividade criminosa do regime Sánchez, a polícia e os residentes de Ceuta relatam violência sexual generalizada por parte de imigrantes ilegais no enclave espanhol, enquanto as autoridades locais lutam para lidar com as preocupações humanitárias e de segurança.
A polícia espanhola está preocupada com os relatos de agressões sexuais envolvendo imigrantes em Ceuta, afirmando que algumas vítimas foram atacadas perto do Centro de Acolhimento Temporário para Imigrantes e arrastadas para povoações vizinhas nas colinas e montanhas, onde foram violadas colectivamente. A polícia e os moradores alegam que grupos de mulheres e menores evitam afastar-se das zonas próximas das instalações e das viaturas policiais por medo de serem atacadas em terrenos isolados.
Fontes da Guarda Civil espanhola confirmaram pelo menos 15 agressões sexuais desde a chegada em massa de imigrantes ao enclave na costa do Norte de África, no final de Julho, intensificando as preocupações com a segurança pública e a pressão sobre os serviços locais.
🇪🇸 Residents of Ceuta have set up a women’s camp to protect them from sexual assaults by illegal migrants
While Sánchez’s government claims the situation is under control, police are investigating at least 15 sexual assaults by the migrants.
Two victims were underage girls. pic.twitter.com/Jtq7NWP1Vv
— Visegrád 24 (@visegrad24) August 19, 2026
Ceuta, uma cidade espanhola a poucos quilómetros do continente espanhol, com cerca de 84.000 habitantes, tem enfrentado uma pressão significativa após a chegada de dezenas de milhares de migrantes, com centros de acolhimento sobrecarregados e o desenvolvimento de assentamentos informais nas áreas circundantes. Os residentes locais também manifestaram preocupação com as condições de saneamento e saúde, enquanto algumas famílias afirmam ter restringido os movimentos das suas filhas devido à ameaça de assédio e violência sexual. Os relatos reacenderam o debate sobre a gestão da migração e da segurança em Ceuta pelo governo do Partido Socialista.
Laura García, porta-voz do sindicato da polícia, afirmou a este propósito:
“Neste momento, há violadores e pedófilos à solta em Ceuta.”
A violência contínua devido à chegada de migrantes causou um medo generalizado entre os residentes, com as mulheres e raparigas a evitarem espaços públicos e algumas famílias a mudarem-se para o território continental de Espanha. Os habitantes locais chegaram a estabelecer os seus próprios acampamentos de protecção, alegando a falha do governo em garantir a segurança. As promessas da Ministra da Igualdade sobre a criação de “espaços seguros” foram contrariadas tanto pela polícia local como pelos relatos de testemunhas oculares.
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