A dívida pública dos EUA atingiu os 40 triliões de dólares, sendo que cada contribuinte norte-americano deve agora 120.000 dólares ao mundo e o custo dos juros já supera até os gastos astronómicos com a defesa.

 

A dívida nacional dos EUA atingiu um marco histórico de 40 biliões de dólares, com o governo federal a caminho de contrair empréstimos de mais de 2 triliões de dólares só este ano. Os pagamentos de juros da dívida já ultrapassaram as despesas com a defesa, evidenciando a crescente pressão financeira que a dívida está a provocar.

 

 

A dívida mantém-se acima dos 100% do PIB desde a pandemia COVID-19, aumentando as preocupações com a sustentabilidade orçamental do país. O aumento das taxas de juro e dos níveis de endividamento contribuíram para a escalada dos pagamentos de juros. O Secretário do Tesouro, Scott Bessent, estabeleceu o objectivo de reduzir o défice para 3% do PIB até 2028, citando factores como a guerra com o Irão e os reembolsos das tarifas como contribuintes para o défice actual, e afirmando:

“Os cortes de impostos do ano passado representam um impacto negativo no défice agora, mas estamos a criar activos produtivos para o crescimento futuro, que pagarão impostos mais à frente. Penso nisto mais como puxar uma fisga e criar muita energia potencial que se torna cinética”.

Cinética, cinética é a dívida em sim mesma. E por falar em fisgas: a dívida do governo federal disparou 17 triliões desde 2020 e 30 triliões desde 2008.

 

 

O aumento da dívida pode levar a taxas de juro mais elevadas nos títulos do Tesouro dos EUA, a preocupações com a credibilidade do país e do dólar como moeda de reserva mundial. Embora alguns decisores políticosdo Regime Epstein argumentem que certas medidas que impulsionam o défice fomentarão o crescimento a longo prazo, os desafios fiscais imediatos continuam muito significativos.