A Food and Drug Administration (FDA) aprovou a vacina contra a gripe baseada em mRNA da Moderna para adultos com 50 anos ou mais, apesar de preocupações anteriores com os resultados dos ensaios clínicos e das objecção do Secretário da Saúde, RFK Jr.

 

Denominada mFLUSIVA, a vacina foi aprovada na quarta-feira, depois de a FDA ter recusado inicialmente a sua aprovação em Fevereiro. Especificamente, a vacina foi inicialmente bloqueada porque o grupo de controlo do ensaio clínico seria desadequado para adultos com 65 anos ou mais.

No comunicado da Moderna, lemos:

“Estamos gratos aos participantes do ensaio clínico, investigadores, reguladores e equipas da Moderna, cujas contribuições tornaram este marco possível. A aprovação da FDA reflecte o potencial contínuo da nossa plataforma de mRNA para ajudar a enfrentar importantes desafios de saúde pública através da inovação científica contínua”.

A vacina foi aprovada após a decisão do Secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., de retirar aproximadamente 500 milhões de dólares destinados à investigação de vacinas de mRNA e de direccionar o financiamento para as plataformas tradicionais.

O facto coincide com a escandalosa nomeação, certificada pelo Congresso e pela Casa Branca, de Erica Schwartz para a direcção dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC). Schwartz, a “rainha dos mandatos de vacinação” durante a pandemia, foi uma das principais promotoras da ideia que as terapias genéticas mRNA eram “seguras e eficazes”.

 

 

A sinistra senhora substituiu Susan Monarez, outra retardada que terá sido destituída do cargo devido a uma alegada divergência com o Secretário Kennedy Jr. sobre as vacinas. A nomeação de Schwartz não vai resolver de todo o continuado desconcerto entre o Secretário de Saúde e a principal autoridade médica do governo federal norte americano, como é fácil de perceber. Esta vergonhosa nomeação constitui prova provada do poder totalitário do unipartido de Washington, se mais evidências materiais fossem precisas.

No final de julho, o RFK Jr. alegou que Anthony Fauci, antigo director do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infeciosas (NIAID) e principal conselheiro médico do ex-Presidente Joe Biden e de Donald Trump no seu primeiro mandato, sofreu um evento adverso após ter recebido a vacina contra a COVID-19 em Janeiro de 2021, escondendo do público esse efeito secundário da terapia genética.

A revelação ocorreu aproximadamente uma semana antes de a Comissão de Segurança Interna do Senado votar a condenação de Fauci por desobediência ao Congresso, depois de este ter invocado a Quinta Emenda 112 vezes, recusando-se a responder até mesmo a perguntas sobre a cor da sua gravata.

Em Junho, um estudo publicado no International Journal of Vaccine Theory, Practice, and Research revelou que estruturas semelhantes a microchips, parasitas e nanotecnologia de auto-assemblagem foram encontradas dentro da vacina mRNA da Pfizer contra a COVID-19.

E concluindo: nenhuma vacina de tecnologia mRNA é na verdade uma vacina. Trata-se sim de um processo de manipulação genética e não de inoculação de vírus, bactérias ou toxinas enfraquecidos, pelo que a própria nomenclatura é falaciosa.