Robert F. Kennedy Jr. afirmou que  Anthony Fauci lidou em privado com um problema de saúde relacionado com a vacinação contra a Covid, tentando esconder o problema, enquanto promovia o programa de terapia genética mRNA publicamente.

 

O Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (HHS), Robert F. Kennedy Jr., alegou que o Dr. Anthony Fauci sofreu um enfarte pulmonar, um possível evento adverso ligado à vacina contra a COVID-19, cinco meses após a ter recebido em Janeiro de 2021. Kennedy disse numa entrevista na segunda-feira que Fauci, que foi Director do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infeciosas (NIAID) e Conselheiro Médico Chefe do ex-Presidente Joe Biden a partir de 2021 (e conselheiro de Trump, no seu primeiro mandato, para a mesma área), manteve este problema de saúde em segredo enquanto promovia publicamente a vacina e minimizava tais riscos.

 

 

De acordo com Kennedy, Fauci recebeu tratamento de profissionais médicos de renome, mas não divulgou o incidente ao público. Kennedy acusou ainda Fauci de levar os EUA a uma taxa de mortalidade por COVID-19 desproporcionalmente elevada em comparação com países com menos restrições de confinamento e distanciamento social, e com programas de vacinação menos rigorosos.

“Tivemos no nosso país, por causa da liderança do Dr. Fauci… a maior taxa de mortalidade por COVID de qualquer país do mundo… Tivemos uma taxa de mortalidade no nosso país de 3.000 por milhão de habitantes. Todos os países de África tiveram uma média de cerca de 350 mortes [por milhão]. Portanto, um décimo do que tivemos neste país. (…) Ele foi vacinado… em Janeiro de [2021]. E depois, cinco meses depois, teve… um enfarte pulmonar, que é um dos eventos adversos que o NIH, o CDC e a FDA disseram ser esperados da vacina. (…) Ele nunca contou a ninguém. Fez tratamento particular com os melhores médicos da América. Ao mesmo tempo, dizia a todos que aquele não era um acontecimento adverso.”

 

 

Os comentários de Kennedy levantam ainda mais questões (se possível) sobre a honestidade, a transparência e a responsabilidade das autoridades de saúde pública durante a pandemia.

Como o ContraCultura documentou na semana passada os diários de Anthony Fauci revelaram uma obsessão doentia com a fama e a sua imagem pública, bem como as divergências registadas entre o seu discurso público e privado relativamente às origens da pandemia. Na quarta-passada o infame médico foi submetido a uma sessão de humilhação pública no senado norte-americano, recorrendo mais de cem vezes à quinta emenda por forma a não prestar declarações que o pudessem incriminar, apesar de ter sido perdoado pelo ex-preidente Joe Biden.