Parece que os poucos marroquinos que estão a regressar de Ceuta são recebidos pela polícia do seu país como invasores, e tratados à pedrada, literalmente.

 

Aparentemente, o governo marroquino utilizou a sua própria população numa campanha de guerra híbrida contra a Espanha durante a invasão em massa dos enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla.

A suspeita é sustentável porque agora que a operação foi neutralizada, os cidadãos marroquinos que não chegaram a entrar em Ceuta ou que já não querem permanecer em território espanhol, e que tentam naturalmente regressar a casa, estão a ser atacados pela polícia marroquina.

Estas imagens mostram um guarda fronteiriço marroquino a atirar um pedregulho enorme a um compatriota que simplesmente tentava regressar ao seu país.

 

 

 

Surrealista, não é?

Outra sequência de imagens mostra a “recepção” que aguardava os migrantes que regressavam de Ceuta, com mais agentes de segurança marroquinos a apedrejar e atingir com bastões os migrantes que regressavam. O incidente alimenta as alegações de que as autoridades marroquinas estão a tentar intimidar os retornados e dissuadi-los de regressar.

 

 

Agora vamos imaginar por um momento a onda de indignação que rebentaria nas redes sociais e na imprensa corporativa, se a polícia espanhola reagisse assim à invasão de Ceuta por dezenas de milhar de magrebinos…

Já em Inglaterra, em brutal contraste com esta história, os migrantes, mal chegam às praias, são acarinhados e incentivados a violar a lei do país por activistas ingleses e franceses, que os acolhem como heróis. Ou como vítimas (que para a mentalidade destes activistas é exactamente a mesma coisa).

 


Estamos ou não a viver num mundo que foi virado do avesso?