Candace Owens deixou cair uma bomba. E a versão oficial do assassinato de Charlie Kirk acaba de ser provada como falsa.

 

A controversa pundit norte-americana publicou um vídeo de vigilância, inédito e elucidativo, do telhado do Centro Losee, de onde, alegadamente, proveio o disparo que matou o activista conservador norte-americano. O vídeo parece autêntico e não editado e tudo indica que se trata da mesma filmagem que o tribunal se recusa a divulgar ao público, e que a procuradoria apresentou como prova que Tyler Robinson assassinou Charlie Kirk (sem que se perceba como é que o documento prova isso).

Recapitulando, a narrativa oficial que foi impingida argumenta a seguinte implausibilidade:

Tyler Robinson, um jovem de 21 anos que nunca cumpriu serviço militar e que tinha alergia a armas de fogo, proveniente de uma família conservadora que terá sido radicalizado pela Antifa e que vivia com um companheiro transgénero, decidiu assassinar, num projecto a solo, Charlie Kirk, quando soube que o líder do Turning Point USA (se deslocava à Universidade Utah Valley. No dia do assassinato, dirigiu-se à universidade, escondendo a arma (uma Mauser 98, de calibre 30-06, Bolt Action), desmontada e escondida nas calças (pelo que coxeava deveras), subiu a um telhado localizado a 150 metros do local onde o seu alvo se encontrava e montou uma arma cuja tecnologia data da segunda-guerra mundial, equipada com uma mira óptica, para disparar um só tiro certeiro que atingiu fatalmente Kirk no pescoço. Depois, voltou a desmontar a arma e escapou-se do local, deixando a carabina, de novo montada, no respectivo estojo, num bosque próximo da universidade. 30 horas depois, terá confessado o crime a seu pai, que o convenceu a entregar-se às autoridades.

Ora, o indivíduo que vemos neste vídeo não se parece com Tyler Robinson. A espingarda nunca é retirada das suas calças. A pessoa que está no vídeo não coxea. Em momento algum vemos o atirador a montar a arma no telhado, e aproxima-se do local do disparo utilizando movimentos furtivos que sugerem treino militar (que Robinson nunca teve), emitindo aparentemente um sinal luminoso antes de visar o seu alvo. Não há qualquer indício de que o atirador sofre no torso o impacto inevitável de um disparo com uma carabina de calibre 30-06.

Há agora muita gente que vai ter que explicar todas estas anomalias, porque a narrativa das autoridades não compagina com o que vemos neste vídeo, de todo.