O sinistro islamita que é presidente da Câmara de Londres, Sadiq Khan, foi nomeado por Keir Starmer para a Câmara dos Lordes, a câmara alta do Parlamento britânico, horas antes do ex-primeiro-ministro abandonar o cargo.

 

Na quinta-feira, foi anunciado que o presidente da Câmara de Londres, Sadiq Khan, recebeu um título de nobreza do primeiro-ministro Starmer. Khan está entre os 26 novos nomeados para a Câmara dos Lordes, a câmara alta não eleita do Parlamento, recomendados pelo primeiro-ministro cessante.

A lista inclui 16 nomeações do primeiro-ministro trabalhista Starmer, cinco de Ed Davey, líder do Partido Liberal Democrata, progressista e pró-União Europeia, e três de Kemi Badenoch, a líder do Partido dito Conservador. Nenhuma nomeação foi concedida ao partido Reform UK de Nigel Farage, apesar de liderar as sondagens nacionais há meses e de ter ficado em terceiro lugar na percentagem de votos populares nas eleições gerais de 2024, à frente dos Liberais Democratas.

É costume os primeiros-ministros cessantes elevarem um grupo restrito de indivíduos à Câmara dos Lordes nos seus últimos dias de mandato, e Starmer fez as nomeações apesar dos seus apelos para abolir a Câmara dos Lordes e dos comentários pretéritos em que sugeriu que não teria uma lista de nomeações. Em 2023, afirmou a propósito da consuetudinária cooptação de aristocratas para a câmara dos Lordes:

“É muito difícil justificar isso… Acho que é mais fácil ser transparente sobre o assunto e simplesmente dizer: não, eu não faria isto”

Mas fez. E de que maneira.

 

 

A elevação do fanático islamita, com conhecidas ligações a organizações terroristas islâmicas, para a nata da nobreza britânica irá provavelmente frustrar grande parte do público britânico, especialmente os londrinos insatisfeitos com a sua gestão do crime na capital britânica, que já integra até no go zones, de exclusivo controlo muçulmano. O autarca foi também muito criticado por não ter conseguido melhorar o custo de vida da cidade. As nomeações, em conjunto, reacendem as preocupações sobre a dimensão da Câmara dos Lordes, que conta agora com 774 membros. Sim: setecentos e setenta e quatro.

Em 2025, o Mayor Khan, que tem ascendência paquistanesa, negou a existência de gangues de violadores predominantemente compostos por muçulmanos oriundos do Paquistão que operavam em Londres. Mais tarde, no mesmo ano, foi acusado de encobrir a actividade destes gangues.

Khan, que já tinha sido elevado a cavaleiro, com o título de Sir, pelo Rei WEF,  é também conhecido pela ideologia marxista, o manifesto racismo para com a população branca e o combate feroz à cultura nativa do Reino Unido.

Considerando a esquizofrenia em que vive o país, levar o Mayor de Londres para a Câmara dos Lordes faz, na verdade, todo o sentido.