Uma enfermeira britânica foi excluída do registo de enfermagem depois de ter dito a uma doente oncológica que as vacinas contra a Covid-19 causaram a sua doença, o que levou a uma decisão de má conduta em tribunal.

 

A enfermeira Penny Ann Senner foi suspensa da sua Ordem depois de um tribunal ter constatado que ela terá dito a uma paciente em quimioterapia que as vacinas contra a Covid-19 eram responsáveis ​​pelo seu cancro. O painel do Conselho de Enfermagem e Obstetrícia (NMC) decidiu que os seus comentários “minaram a confiança pública nas orientações de saúde e causaram sofrimento emocional”.

Senner, que trabalhava para a Dorset Healthcare University National Health Service Foundation Trust, afirmou que a verdade sobre os efeitos secundários das vacinas mRNA Covid tinha sido “abafada”, além de ter fornecido um folheto que apelava para a visita a um site anti-vacinas. A paciente denunciou a enfermeira, afirmando que os comentários a deixaram angustiada e com medo que os seus filhos recebessem vacinas contra o Covid-19.

O tribunal do Conselho de Enfermagem e Obstetrícia decidiu que as ações de Senner causaram “danos emocionais duradouros” e “não reconheceram a vulnerabilidade da paciente”. O painel constatou ainda que ela acedeu a inúmeros registos de doentes sem autorização como parte do que descreveu como “investigação” após a implementação da vacina. Concluindo que a sua conduta foi pouco ética e inconsistente com as directrizes de saúde do governo, o painel ordenou que Senner fosse retirada do registo de enfermagem.

No regimental acórdão do tribunal, lemos:

“Um membro do público ficaria chocado ao saber que uma enfermeira registada estava a partilhar as suas crenças pessoais com os doentes, sabendo que estas eram inconsistentes com as políticas do seu empregador e com as diretrizes de saúde do Reino Unido.” 

É de sublinhar que os juízes deste tribunal não acusaram a enfermeira de mentir sobre a relação entre as vacinas mRNA Covid e o cancro, mas o facto de ela ter dito algo que vai contra as narrativas do estabelecimento britânico, o que só reforça o carácter político, fraudulento e não científico da decisão judicial.

 

Vacinas mRNA Covid e cancro: uma conexão difícil de ignorar.

A relação entre o programa de vacinação Covid e o cancro é porém evidente.

Um estudo retrospectivo de grande espectro publicado na revista Biomarker Research em 2025 sugeriu uma possível ligação entre as vacinações contra a COVID-19 e um risco aumentado de tipos específicos de cancro, incluindo cancro da tiroide, colorrectal, do pulmão e da mama.

Em Fevereiro deste ano, um estudo publicado na Oncotarget encontrou uma possível ligação entre as vacinas mRNA e os diagnósticos de cancro. Acto contínuo, o site da revista científica foi atacado por uma organização de ‘verificadores de factos’.

Em 2025, Nicolas Hulscher, epidemiologista da Fundação McCullough e mestre em Saúde Pública, declarou:

“Centenas de estudos indicam agora que as ‘vacinas’ contra a COVID-19 são uma das maiores contaminações cancerígenas da história”.

Por essa altura, Um estudo de grande escala realizado na Coreia do Sul descobriu um aumento geral de 27% nos casos de cancro associados às terapias genéticas contra a COVID-19.

Em 2024, o Dr. Masanori Fukushima, o mais destacado oncologista japonês, afirmou numa entrevista que o programa de vacinação contra a Covid foi “essencialmente um assassinato”, e o resultado de uma “grave crise na medicina, na ciência e na democracia”. No mesmo ano, um estudo realizado por investigadores japoneses revelou um “aumento estatisticamente significativo” das mortes por cancro após a administração da terceira dose da vacina contra Covid-19 de tecnologia mRNA. Um ano antes, uma reportagem alemã que relacionava as vacinas Covid com o cancro foi retirada num “ataque frontal à liberdade de imprensa.”

O Dr. William Makis, um renomado oncologista e radiologista canadiano que diagnosticou 20.000 casos de cancro ao longo da sua carreira, disse em Abril de 2024 que tanto ele como os seus colegas se sentiram como “crianças em idade pré-escolar” ao tentar explicar o surto assustador dos chamados “cancros turbo” entre doentes totalmente vacinados. Alguns dos cancros do tipo “turbo” que o Dr. Makis e os seus colegas estão a observar espalham-se tão rapidamente que os doentes morrem poucos dias depois de serem diagnosticados. Muitos dos diagnósticos estão também a mostrar o estado de estágio 4 logo à partida, o que é algo que o médico diz nunca ter visto antes na sua carreira.

Não é por acaso que a OMS prevê um aumento de 77% em doenças cancerígenas até 2050.

Ainda em 2024, uma revisão exaustiva efectuada por um consórcio internacional de cientistas revelou que as vacinas mRNA contra a Covid integram um componente que pode desempenhar um papel na supressão imunitária e na proliferação do cancro.

Dados da seguradora Helsana registaram um aumento dramático de tratamentos contra o cancro em 2021 e 22, na Suíça.

Em 2022 foi notado que os números de cancros, abortos espontâneos e doenças cardíacas aumentaram 300% nas forças armadas dos EUA, logo depois da implementação do programa de vacinação.