Mais uma razão, entre infindáveis, para rejeitar o software da Microsoft: um novo recurso politicamente correcto do Word irá “ajudá-lo a ser sempre inclusivo com todos os géneros”.

 

O Microsoft Word introduziu uma nova funcionalidade de “inclusão” para procurar alegados preconceitos em documentos de texto — incluindo linguagem que a tecnológica considera não representativa de “todos os géneros”.

Clareza, formalidade, concisão e inclusão são as categorias de “melhoramentos” que a Microsoft oferece na ferramenta de edição do seu horrível processador de texto. A ferramenta woke sugere mudanças para tornar a escolha de palavras “inclusiva de todos os géneros”, como trocar “chairman” por “chairperson” e “mankind” por “humankind” ou “humanity”, entre muitas outras, como mostra um vídeo da Consumers’ Research.

 

 

Will Hild, director executivo da empresa de estudos de mercado, afirmou sobre este assunto em comunicado:

“Não é nenhuma surpresa que a Microsoft tenha um ‘editor de inclusão’ para documentos Word, forçando os utilizadores a conformarem-se com a loucura do politicamente correcto. Sugerir que os utilizadores alterem palavras comuns como ‘mankind’ para serem mais neutras em termos de género não é um simples erro gramatical; é uma táctica ideológica que procura remover a própria noção de género da sociedade”.

Certíssimo.

A orwelliana iniciativa junta-se a outros e múltiplos esforços da Microsoft para apoiar a ideologia woke, que incluem doar dinheiro a “grupos que promovem a ideologia de género nas crianças” e oferecer uma biblioteca de vídeos para treinar pessoas em “inclusão”. A  empresa tem teimado no seu “compromisso com a inclusão”, publicando até um “Relatório Global de Diversidade e Inclusão” em 2024.

Já a seguir: um PowerPoint que favoreça a inserção de imagens de casais inter-raciais e um Excel que funcione segundo o axioma de que a matemática é uma construção racista.