Um imigrante búlgaro foi considerado culpado de agredir uma rapariga escocesa que se tornou viral no ano passado, depois de ter sido filmada a brandir uma faca e um machado para se defender. O vídeo resultou na sua difamação por parte de figuras da imprensa corporativa e políticos leninistas-globalistas que se recusaram a acreditar no seu relato das acções abusivas do imigrante.

 

Ilia Belov, um imigrante búlgaro de 22 anos, foi considerado culpado de agredir uma menina de 12 anos e de se comportar de forma ameaçadora com quatro raparigas entre os 12 e os 14 anos em Dundee, na Escócia. Uma menina, conhecida como Sophie of Dundee e axe girl, ficou conhecida após ter sido filmada pelo imigrante a brandir um machado e uma faca para se defender. Os órgãos de propaganda regimental sugeriram que a menina era racista e descartaram as suas alegações de assédio como desinformação.

O incidente ocorreu em Agosto de 2025 na zona de Lochee, onde Belov fez comentários sexuais inapropriados às raparigas, o que levou a um confronto. A sua irmã, Nadjedzha Belova, também se declarou culpada de agredir uma rapariga de 13 anos durante o mesmo incidente. Um vídeo do incidente tornou-se viral, mostrando a menina a brandir uma faca e um pequeno machado enquanto Belov filmava o encontro.

Vários políticos e jornalistas proeminentes sugeriram que as alegações de assédio sexual das raparigas eram falsas. O insuportável ex-primeiro-ministro escocês Humza Yousaf afirmou no canal X que as alegações eram “tretas”, enquanto o veículo de comunicação Unherd publicou um artigo na altura a ridicularizar as duas raparigas e a dizer que uma angariação de fundos para elas seria gasta em “facões e Irn Bru“, um popular refrigerante escocês. A polícia tentou também lançar dúvidas sobre a menina, divulgando um comunicado alertando o público para “desinformação” depois de a ter detido por porte de arma em público. As autoridades também alegaram inicialmente que não havia provas de que Belov tivesse assediado sexualmente as meninas.

Na altura, Sophie afirmou sobre a ocorrência:

“Ele estava sempre a dizer: ‘Anda cá, gostosa. Vou mostrar-te como te deves divertir.’”  

A condenação iliba as raparigas, provando não só que estavam a dizer a verdade, mas também que os políticos, os media corporativos e até a polícia erraram ao descartar os seus testemunhos, difamando-as de forma orquestrada. O caso surge após anos de negações semelhantes de irregularidades cometidas por imigrantes e minorias, mais notoriamente por gangues de violação de menores, constituídos maioritariamente por homens de origem paquistanesa, que visaram e exploraram raparigas brancas em toda a Grã-Bretanha durante décadas, impunemente.

Um inquérito recente liderado por Rupert Lowe, do Restore Britain, concluiu que mais de 250.000 raparigas foram torturadas e violadas no Reino Unido pelos gangues de criminosos muçulmanos.