Um dos fenómenos mais corrosivos sobre a o tecido psicosocial dos tempos que correm é a sobredose de informação e desinformação que corre na imprensa, corporativa e independente, e nas plataformas de rede social, que bombardeiam constantemente as massas com notícias bombásticas relacionadas com eventos muitas vezes enigmáticos ou suspeitos, mas que nunca têm uma resolução credível.
Atentados terroristas, assassinatos e tentativas de assassinato, corrupção endémica de largo espectro, pandemias, guerras, falsas bandeiras, conspirações de natureza claramente satânica, instrumentalização da tecnologia para fins sinistros e até metafísicos, cumplicidades em crimes hediondos, incluindo pedofilia, tortura, homicídio e violação sistemática de menores em larga escala, enfim, uma quantidade de factos políticos e sociais cuja origem, objecto e responsabilidade acabam invariavelmente por não serem esclarecidos na sua integralidade, deixando os cidadãos confusos e desconfiados, até que uma nova bomba noticiosa os distrai e envolve em novas suspeitas e conspirações, num continuo ciclo de choque e pavor e alienação.
No podcast que deixamos em baixo, Tucker Carlson conversa com o jornalista independente Steve Baker, que tentou escarafunchar na narrativa do 6 de Janeiro de 2021 para chegar à verdade do que realmente se passou nesse dia, tendo sido preso pelo FBI do regime Biden e perseguido activamente pelo FBI do regime Trump, precisamente por essa ousadia e sem ter cometido qualquer crime para além do anátema de fazer jornalismo.
Vale bem a pena escutar o que Baker tem para dizer. Para ficarmos um pouco mais perto da verdade, não só sobre os eventos do 6 de Janeiro mas sobre o modus operandi do Estado profundo norte-americano e das suas agências de segurança e inteligência.
E até para que se perceba que entre a actuação da administração Biden e da administração Trump não há grandes diferenças; ao contrário, são ambas expressão de um mesmo modelo de governação, corrupto e repressivo e unipartidário (ou seja, anti-democrático), de uma mesma e nefasta plataforma de poder, que aqui no Contra definimos como Regime Epstein.
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