O julgamento de Tyler Robinson, o bode sacrificial que o Regime Epstein inventou para o encobrimento da verdade sobre o assassinato de Charlie Kirk, vai correr tão mal como correu a narrativa oficial relativa à ocorrência. Ou pior, se possível.

Ainda estamos naquela que devia ser uma inócua audiência preliminar (e não no julgamento propriamente dito) e os buracos no caso da acusação são já mais que nítidos. Desde a identificação do suspeito até à forma como evidências forenses da balística foram manipuladas, do estranho e intrigante testemunho do agente que chefiou a investigação (que não sabia que apenas quatro dias depois do assassinato a sua cena do crime já tinha sido completamente pavimentada) à identificação de outros três suspeitos no automóvel de Robinson, horas antes do assassinato, e que não foram sequer investigados pelas autoridades, há todo um tecido de anomalias procedimentais e implausibilidades, bem como, pelo menos por enquanto, a absoluta ausência de provas que reduzam a enorme margem de dúvida sobre a autoria do crime e a tese de que o suspeito agiu sozinho.

 

 

As “evidências” de circuito vídeo apresentadas nestes primeiros dois dias chegam ao ponto risível de mostrar, alegadamente, Tyler Robinson a coxear da perna esquerda, porque supostamente era nessa perna que tinha escondido o cano da arma, para logo a seguir (ao fim de um lance de escadas) o mostrar a coxear da perna direita ou a desistir de coxear de todo, sendo que o suspeito nesta sequência será Tyler Robinson porque, não sendo identificável nas imagens, calçava os mesmos sapatos que o bode expiatório tinha calçados noutras imagens captadas por CCTV. A definição de uma prova circunstancial, excessivamente frágil para superar o princípio da dúvida razoável.

 

 

A sequência vídeo do telhado de onde, alegadamente, foi disparado o tiro que, alegadamente, matou Charlie Kirk estão hiper-pixelizadas e não permitem identificar seja quem for, nem sequer artigos de indumentária que possam fornecer alguma referência sobre a identidade do atirador, como o próprio líder da investigação acabou de admitir em tribunal.

 

 

Mesmo cristalizando a sequência num frame em que a representação do suspeito não esteja resumida a puros pixels, que evidência factual podemos encontrar aqui, por exemplo?

 

 

Ian Carroll faz neste vídeo uma excelente reportagem sobre os primeiros dois dias da audiência preliminar que, em vários ângulos deste caso, confirmam as iniciais e justificadas suspeitas de Candace Owens.

 

 

Seja como for, isto daqui para a frente só vai aquecer, até porque as redes sociais estão focadas e agitadas em função do assunto, e ainda agora começou o longo processo. É verosímil projectar que o caos, no tribunal do Utah e na opinião pública americana, vai ganhar alta intensidade, rapidamente.

E se o resultado do julgamento, que depende em muito de um júri, for a absolvição de Robinson?