O fim simultâneo dos subsídios de emergência aos combustíveis em quase toda a Europa desencadeou uma onda coordenada de aumentos drásticos dos preços. Em países como a Polónia, a Alemanha e a Espanha, os condutores depararam-se com uma nova e dura realidade económica, uma vez que os programas temporários de ajuda governamental terminaram oficialmente, fazendo com que os impostos sobre os combustíveis regressassem às suas taxas normais, mais elevadas.

Na noite de terça para quarta-feira, os preços dos combustíveis nos postos de abastecimento de combustível na Polónia subiram de forma acentuada.

Os subsídios terminaram a 1 de Julho e os preços máximos dos combustíveis deixaram de ser aplicados, tendo a taxa de IVA sobre os combustíveis regressado aos 23%. Logo após a meia-noite, fotos de postos de abastecimento de combustível surgiram nas redes sociais mostrando aumentos drásticos nos preços.

Espelhando a transição abrupta na Polónia, os condutores do outro lado da fronteira, na Alemanha, enfrentaram um choque fiscal notavelmente semelhante. A 1 de julho, o “desconto de combustível” subsidiado pelo governo federal alemão expirou como previsto, obrigando à reinstalação dos impostos padrão sobre a gasolina e o gasóleo.

O corte temporário de impostos tinha sido introduzido em Maio para proteger as famílias e os fabricantes com elevado consumo energético da crise de preços provocada pelo conflito no Médio Oriente e pelas interrupções no fornecimento no Estreito de Ormuz. Durante dois meses, o programa de emergência reduziu efectivamente a carga fiscal sobre a energia em aproximadamente 17 cêntimos de euro por litro, tanto para a gasolina como para o gasóleo.

No entanto, o governo alemão rejeitou firmemente os apelos para alargar o subsídio até ao Verão. A liderança parlamentar observou que, embora a isenção fiscal tenha protegido os consumidores com sucesso durante o pico da crise, a continuidade do programa já não era financeiramente viável, dados os alegados limites da dívida nacional (que se aplicam neste caso, mas que não se aplicam aos incontáveis biliões de euros que a imigração descontrolada e o apoio financeiro e militar à Ucrânia custam aos contribuintes e ao tesouro alemão).

O consequente regresso à tributação padrão fez com que os preços no retalho disparassem imediatamente nos postos de abastecimento alemães. Mesmo antes do prazo oficial da meia-noite, formaram-se longas filas nos postos de abastecimento de todo o país, enquanto os condutores se apressavam a abastecer os seus depósitos, antecipando aumentos de preços que, segundo os analistas de mercado, poderiam aproximar-se dos recordes diários assim que o aumento total do imposto fosse absorvido.

Em resposta ao aumento repentino, o Gabinete Federal de Cartéis da Alemanha prometeu uma fiscalização rigorosa, alertando as principais companhias petrolíferas e operadores de postos de abastecimento de combustível contra a utilização da transição fiscal para mascarar a especulação injustificada dos preços durante o período de maior movimento das férias de Verão.

Outros países também registaram aumentos, incluindo a Espanha, que tinha reduzido significativamente o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) padrão sobre os combustíveis para 10%. Esta redução expirou oficialmente a 30 de Junho. A partir 1 de Julho, o IVA voltou à sua taxa padrão de 21%, provocando imediatamente aumentos de preços nos postos de abastecimento, semelhantes aos observados na Polónia e na Alemanha.

Em Portugal, como o governo globalista-maçónico de Montenegro não se mostrou sensível ao prejuízo de cidadãos e empresas, porque somos claramente um país rico, habitado por gente de tal forma próspera que pode para pagar o gasóleo a 2,10 euros e a gasolina a 2 euros, o aumento drástico entre 30 de Junho e 1 de Julho não se fez sentir, já que os subsídios, de carácter simbólico, foram dedicados a uns poucos sectores específicos. Continuamos a ser roubados pelo estado e pelas petrolíferas, como é costume, e a pagar os combustíveis bem acima do preço médio da União Europeia. Com guerra na Pérsia ou sem ela.

E se o conflito no Golfo continuar por mais uns meses, Montenegro vai com certeza dormir tranquilo com os portugueses a pagarem 3 ou 4 euros por litro de gasolina. Nada como a miséria energética para “salvar o planeta”. Mais a mais, o Estado tem que poupar dinheiro para dar à Ucrânia. Só nos últimos 3 anos e meio foram mil milhões de euros dos contribuintes portugueses para que os líderes do regime Zelensky possam sentar-se em sanitas douradas.