Mesmo a Fox News, que se transformou num veículo de propaganda do Regime Epstein tão ou mais repelente que a CNN da era Biden, é obrigada a reconhecer o óbvio, por força da sondagem que encomendou recentemente: Os eleitores estão cada vez mais pessimistas em relação à economia e ao desempenho da administração Trump.

A sondagem mostra que a opinião pública sobre a economia do presidente Donald J. Trump está a piorar, com 77% dos eleitores a descreverem a economia como estando em má situação, um aumento em relação aos 73% de Abril e aos 71% de há um ano. Apenas 23% observam a variável de forma positiva, a percentagem mais baixa em mais de um ano. A taxa geral de aprovação económica de Trump estava em Maio nos 29%, abaixo dos 34% de Abril. A inflação é a sua área mais fraca, com aprovação em apenas 24% — uma descida face aos 35% de Janeiro. Mesmo entre os republicanos, a maioria desaprova o desempenho económico de Trump, com 51%, enquanto entre os independentes (que foram determinantes para a sua eleição) e os democratas, a desaprovação chega aos 85% e 96%, respectivamente.

 

 

O custo de vida continua a ser a principal preocupação económica dos eleitores, apontado por 58% como a sua maior aflição — um aumento face aos 50% de Fevereiro. A sondagem indica um declínio significativo no apoio entre vários dos principais grupos demográficos de Trump, incluindo republicanos não-MAGA, eleitores brancos e eleitores rurais. A desaprovação da gestão económica de Trump aumentou, com 71% a manifestarem insatisfação, contra 66% no mês anterior e 56% um ano antes, impulsionada por um aumento de sete pontos percentuais na desaprovação entre os republicanos.

Há uma divisão significativa dentro da coligação republicana, com os republicanos não-MAGA a darem ao desempenho económico de Trump apenas 36% de aprovação — mais próximo da avaliação dos independentes, de 18%, do que dos 74% dos republicanos MAGA.

A queda das taxas de aprovação pode diminuir a influência de Trump dentro do Partido Republicano e a sua capacidade de angariar apoio para futuras iniciativas económicas no Congresso, especialmente à medida que se aproximam as eleições intercalares de Novembro.

A sondagem, realizada de 15 a 18 de maio, incluiu 1.002 eleitores inscritos, com uma margem de erro de mais ou menos três pontos percentuais.