Investigadores publicaram este mês um estudo no International Journal of Vaccine Theory, Practice, and Research em que divulgaram imagens de microscopia de campo escuro do que descrevem como “parasitas” auto-assembláveis, estruturas maciças em forma de fita, protocélulas compartimentadas e uma estrutura rectangular integrada dentro do material da vacina contra COVID-19 da Pfizer, argumentando que as descobertas são consistentes com arquitecturas biológicas sintéticas avançadas.
A publicação surge no momento em que o CDC atribui à Pfizer, numa decisão que mostra bem o poder do Regime Epstein, mais de 1,24 mil milhões de dólares em contratos para mais vacinas contra a COVID.
O novo artigo, “Da nanotecnologia de auto-montagem baseada em ADN e ARN sintéticos às sequelas das vacinas contra a COVID-19”, foi publicado a 19 de Junho pelo investigador independente Shimon D. Yanowitz e pelo professor Daniel Broudy, da Universidade Cristã de Okinawa.
O estudo centra-se em imagens de microscopia obtidas a partir do conteúdo de frascos da vacina Pfizer. De acordo com o artigo, os investigadores depositaram gotas do conteúdo do frasco da Pfizer em lâminas de microscópio e observaram o conteúdo sob lamínulas.
Os autores referem que estruturas invulgares apareceram e organizaram-se ao longo do tempo após o conteúdo do frasco ter sido colocado sob observação.
Uma das primeiras imagens destacadas no artigo é o que os autores descrevem como:
“Uma estrutura sintética, semelhante a um ‘parasita’, que se auto-montou numa lâmina de vidro com um pouco de fluido de um frasco da Pfizer ali depositado e localizado sob uma lamela.”
O artigo apresenta também imagens do que os investigadores chamam de fitas auto-assembláveis.
A legenda da figura refere:
“Estruturas muito grandes do tipo ‘fita’ que se auto-assemblaram na lâmina de vidro do microscópio a partir de uma gota de matéria do frasco da Pfizer…”
As imagens publicadas no estudo mostram longas formações fibrosas que se estendem por grandes porções do campo do microscópio. Segundo os autores, algumas das estruturas dobraram-se e desenvolveram-se em formas cada vez mais elaboradas enquanto eram observadas.
A imagem visualmente mais impactante do artigo é talvez a Figura 8, que os autores do estudo descrevem como:
“Uma cápsula esférica muito grande, compartimentada, do tamanho de uma célula (‘protocélula’)…”
Na mesma imagem, os investigadores identificam:
“…um compartimento rectangular mais pequeno que contém potencialmente meta-ADN…”
A estrutura retangular, claramente um artefacto, parece estar embutida na formação esférica maior e está entre as imagens mais invulgares apresentadas no estudo.
Imagens adicionais mostram estruturas esféricas semelhantes a flutuar em material de um frasco da vacina mRNA da Pfizer.
Os investigadores legendam as imagens nestes termos::
“Protocélulas a flutuar numa gota de um frasco da Pfizer sob uma lamela…”
De acordo com o artigo, estas estruturas não são anomalias isoladas. Os autores defendem que as imagens, em conjunto, revelam uma hierarquia de arquitecturas auto-organizadas que começa com materiais à escala nano e progride para formações cada vez maiores e mais complexas, visíveis ao microscópio.
Os investigadores argumentam ainda que as estruturas documentadas no material da vacina da Pfizer assemelham-se a tecnologias descritas na literatura científica envolvendo origami de ADN, biomateriais programáveis, nanorrobótica, sistemas de comunicação molecular e engenharia biológica sintética.
O artigo defende, em última análise, que as estruturas semelhantes a parasitas, as formações em forma de fita, as protocélulas e os compartimentos rectangulares embutidos e documentados no material da vacina da Pfizer são componentes de um sistema de auto-assemblagem maior.
Os investigadores concluem que as imagens fornecem provas que ligam o conteúdo da vacina contra a COVID-19 da Pfizer a conceitos mais amplos em biologia sintética, nanotecnologia e arquitecturas biológicas programáveis, ao mesmo tempo que apelam a uma investigação mais aprofundada sobre a identidade, a composição e o significado biológico das estruturas documentadas no estudo.
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