Como qualquer globalista, Peter Magyar está a fazer tudo o que pode para suprimir a oposição política, e o parlamento húngaro aprovou uma emenda constitucional que impede o ex-primeiro-ministro Viktor Orbán de se recandidatar ao cargo.
A alteração impôs um limite de mandato de oito anos para os primeiros-ministros que pretendam recandidatar-se, foi aprovada na semana passada e aplica-se retroactivamente, impedindo efectivamente Orbán de regressar ao poder. O Parlamento da Hungria, a Assembleia Nacional, votou 135 a 50 a favor da medida.
A aprovação desta alteração à constituição gerou acusações de que o recém-eleito primeiro-ministro da Hungria, Péter Magyar, está a tentar banir os seus adversários políticos.
No X, András László, membro húngaro do Parlamento Europeu pelo partido Fidesz de Orbán, manifestou a sua indignação nestes termos:
“A alteração constitucional aprovada hoje pelo Partido Tisza impede que qualquer pessoa que tenha ocupado o cargo durante pelo menos oito anos desde 1990 se possa tornar primeiro-ministro. Na prática, foi feita à medida de Viktor Orbán, uma vez que é a única pessoa a quem se aplica a alteração constitucional. Implementar legislação personalizada com efeitos retroactivos é um ponto baixo sem precedentes. Os liberais pregam a democracia e aplicam meios legais para excluir os principais opositores, em vez de ganhar o debate e conquistar o apoio popular. Vimos guerras jurídicas contra conservadores em França, Itália, Áustria, Alemanha, Polónia, República Checa, etc. Na Hungria, estivemos no poder com uma supermaioria durante 16 anos. Nunca proibimos os nossos adversários de se candidatarem. O Tisza fê-lo poucas semanas depois de ter ganho”.
Today the Hungarian Parliament banned Viktor Orbán from being elected prime minister again.
The amendment to the constitution adopted today by the Tisza Party does not allow anyone to be prime minister who has already served at least 8 years as prime minister since 1990.
In…
— András LÁSZLÓ MEP 🇭🇺 (@laszloan) June 15, 2026
Respondendo a uma pergunta de um jornalista sobre se a emenda o afectava, Orbán afirmou:
“Não é uma questão de me afectar; a lei é dirigida contra mim.”
Orbán foi primeiro-ministro da Hungria durante 16 anos, de 1998 a 2002 e novamente de 2010 a 2023, ganhando reputação entre os líderes europeus como um proeminente opositor dos mandatos da União Europeia (UE), particularmente em relação à imigração em massa, a ideologia de género e a guerra na Ucrânia. A proibição levanta preocupações sobre o uso de retaliações judiciais contra os apoiantes de Orbán. A decisão de Magyar de reprimir o Fidesz pode sinalizar uma mudança na relação da Hungria com a UE, libertando potencialmente fundos de ajuda retidos pelo bloco devido às políticas conservadoras de Orbán. Isto coincide com a criação de uma comissão de investigação pelo governo de Magyar para examinar os funcionários da era Orbán.
Em Abril, Orbán e o seu partido foram derrotados numa grande vitória eleitoral para o desafiante Péter Magyar e o seu partido pró-UE Tisza. A coligação da oposição garantiu 138 dos 199 lugares na Assembleia Nacional, permitindo ao novo governo alterar a constituição nacional. Péter Magyar propôs até uma emenda ao texto fundamental da república para destituir do cargo o Presidente Tamás Sulyok, aliado político de Viktor Orbán.
E confirmando o seu perfil globalista, nomeou para ministra da educação uma activista LGBT.
Relacionados
13 Jul 26
Projecto-lei do governo britânico ameaça com prisão pais e médicos que resistam a tratamentos de transição de género para crianças.
Intensificando a tendência para a radicalização da ideologia de género, o governo britânico está a ameaçar pais, professores e médicos com pena de prisão caso tentem dissuadir as crianças de se submeterem a tratamentos irreversíveis de transição de género.
13 Jul 26
Trump deixa instruções para total destruição do Irão, caso seja assassinado, abrindo óbvio caminho para falsa bandeira sionista.
Num recordista exercício de estupidez, que só aumenta o risco sobre a sua própria vida, Donald Trump revelou ter deixado instruções para que os EUA ataquem o Irão caso seja entretanto assassinado, oferecendo a Telavive uma solução óbvia para exterminar o seu inimigo no Golfo.
9 Jul 26
Acusado de corrupção, Nigel Farage demite-se do cargo de deputado para forçar uma eleição intercalar no seu círculo eleitoral.
Acusado de receber apoios financeiros não declarados, o líder do Reform UK afirmou que as investigações sobre os casos estavam a ser instrumentalizadas politicamente e demitiu-se do cargo de deputado, activando novas eleições no seu círculo eleitoral.
9 Jul 26
Audiência preliminar do julgamento de Tyler Robinson sugere caos judicial iminente, nos EUA.
Considerando os primeiros dias da audiência preliminar, o julgamento de Tyler Robinson, o bode sacrificial que o Regime Epstein inventou para o encobrimento da verdade sobre o assassinato de Charlie Kirk, vai correr tão mal como correu a narrativa oficial relativa à ocorrência.
9 Jul 26
Tribunal abre caminho a Marine Le Pen para se candidatar à presidência de França, mas há um senão.
A decisão de um tribunal francês de reduzir a pena e o período de inelegibilidade de Marine Le Pen pode permitir-lhe candidatar-se à presidência em 2027, desde que o recurso que entretanto interpôs lhe permita fazer campanha sem pulseira electrónica e com liberdade de movimentos.
7 Jul 26
Filósofo alemão Hans-Eckardt Wenzel: “Estamos às portas do inferno a acreditar que é o paraíso.”
O filósofo, poeta e músico alemão Hans-Eckardt Wenzel enuncia um diagnóstico devastador da sociedade ocidental, iludida e dividida por definição, desprovida de identidade e logos, e convencida de que nada pode ser feito quanto ao seu terminal e sinistro destino.






