O Mundial de Futebol de 2026 conta com nove selecções nacionais oriundas da Europa Ocidental (o critério exclui os países nórdicos). Com excepção de Portugal, Espanha e Escócia, nenhuma delas chega a ter mais de 50% de jogadores nativos de cara pálida no 11 inicial dos jogos da fase de grupos (sendo que os respectivos 11 podem ter pequenas variações, que não alteram a média). Ou seja, 67% destas equipas apresenta no seu alinhamento mais jogadores estrangeiros naturalizados ou descendentes de imigrantes do que nativos.
França: 3 jogadores nativos/brancos. 27% do 11 inicial.
Suíça: 4 jogadores nativos/brancos. 36% do 11 inicial.
Bélgica: 4 jogadores nativos/brancos. 36% do 11 inicial.
Alemanha: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.
Inglaterra: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.
Países Baixos: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.
Ora, isto parece deveras abstruso por várias ordens de razão. A primeira das quais é esta: em todos estes países, a maioria da população é branca. Seria suposto que as selecções recrutassem, mais craque menos craque, segundo a realidade demográfica das nações que representam. Se assim não é, isso quer dizer que as federações nacionais, tanto como a UEFA e a FIFA, consideram que há etnias alienígenas que sabem jogar à bola muito melhor que as etnias nativas, certo?
Costa Marfinenses e congoleses, magrebinos e caribenhos, sul-americanos e sul-africanos, enfim, toda a espécie de malta cujos genes foram criados noutras partes do mundo representam agora, maioritariamente, o talento futebolístico da Europa.
Ninguém abre a boca para dizer o óbvio, mas os primeiros prejudicados são as selecções dos seus países de origem, que seriam por certo mais fortes se os seus melhores atletas não se naturalizassem europeus, aos rodos.
Depois, perante este cenário tão ‘diverso’ será com certeza difícil que as equipas nacionais europeias possam ter qualquer coisa parecida com uma identidade, quando são constituídas principalmente por jogadores cultural e geneticamente alienígenas. E virando o problema do avesso, é legítima a pergunta: até quando os adeptos suíços e franceses, belgas e alemães se continuarão a identificar com equipas que parecem representar a Costa do Marfim ou a Nigéria?
Dir-me-ão os pragmáticos que o que importa é ter a melhor equipa e o resto é romantismo. Mas, fazendo referência apenas ao século XXI, para não esticar muito a corda temporal, que seria excessivamente vantajosa para o ponto de vista expresso neste texto, há que lembrar que a Alemanha foi campeã mundial em 2014 com 8 nativos brancos (mais dois turcos e um negro), ou seja, 72% do 11 inicial. A Espanha foi campeã em 2010 com um onze inicial constituído inteiramente por espanhóis brancos. A Itália foi campeã do mundo em 2006 com um onze inicial constituído inteiramente por italianos brancos.
Além disso, a filosofia de uma selecção nacional de futebol não pode ser exclusivamente orientada para os resultados. Terá até como primeiro objectivo ser representativa do seu país, da sua demografia e dos talentos que dela consegue obter. A selecção não é um clube. Integrar estrangeiros para ganhar competitividade será sempre um género de batota, para além de uma clara traição à população indígena.
Por último, e dentro da premissa, que me parece pacífica, que os europeus brancos sempre foram os melhores intérpretes da modalidade, só ultrapassados ocasionalmente por brasileiros, argentinos e, por uma vez, uruguaios, o que é que terá acontecido entretanto? Os futebolistas ocidentais, nativos e brancos já não são talentosos? Perderam o jeito no espaço de dez anos, foi?
É claro que não. É claro que o que aconteceu com os brancos no futebol foi o que aconteceu com os brancos no mercado de trabalho em particular e na sociedade em geral. Foram desvalorizados, humilhados, esquecidos e substituídos. Foram relegados a uma espécie de segunda divisão eugénica. Foram sujeitos, como toda a gente, à distopia WEF.
Relacionados
16 Jul 26
Espanha descobre que 70% dos imigrantes que se declaram menores não acompanhados são, na verdade, adultos.
Um novo relatório revela uma fraude generalizada na identificação etária entre os imigrantes que se declaram como menores à entrada em Espanha, com implicações significativas para os sistemas de asilo no país vizinho e por toda a Europa.
16 Jul 26
A Netflixação da F1.
Aconteceu nos últimos dez anos com a Fórmula 1 o que na verdade aconteceu com tudo aquilo que já foi glorioso no Ocidente, no largo espectro que vai de Homero a Enzo Ferrari: as elites da classe Davos e as elites da classe Epstein tomaram conta e estragaram tudo.
15 Jul 26
Menina escocesa conhecida como a “Rapariga do Machado” é ilibada após imigrante ser condenado por agressão.
Um imigrante búlgaro foi condenado por agredir uma rapariga escocesa que se tornou viral no ano passado, depois de ter sido filmada a brandir uma faca e um machado para se defender. O vídeo resultou na sua difamação por parte da imprensa corporativa e de políticos globalistas.
14 Jul 26
EUA: Esperança média de vida decresce para quem nasceu depois dos anos 50.
Um novo estudo revelou que os americanos nascidos após a década de 50, e principalmente depois de 1970, estão a apresentar taxas de mortalidade mais elevadas devido a doenças cardíacas, cancro e overdoses, sinalizando uma tendência preocupante na esperança média de vida.
13 Jul 26
Projecto-lei do governo britânico ameaça com prisão pais e médicos que resistam a tratamentos de transição de género para crianças.
Intensificando a tendência para a radicalização da ideologia de género, o governo britânico está a ameaçar pais, professores e médicos com pena de prisão caso tentem dissuadir as crianças de se submeterem a tratamentos irreversíveis de transição de género.
10 Jul 26
Distopia do Reino Unido: rapazes brancos da classe trabalhadora são o grupo mais desfavorecido da sociedade britânica.
Novos dados revelaram que os rapazes brancos da classe trabalhadora estão a ficar para trás no sistema educativo britânico, tornando-os o grupo mais desfavorecido do país. E isto surpreende alguém?


&format=webp)






