Depois de o líder do movimento Restore Britain, Rupert Lowe, ter divulgado no princípio deste mês o Relatório da Investigação sobre Gangues de Violação, que documentou o estupro sistemático e, frequentemente, a tortura de cerca de 250 mil jovens britânicas às mãos de gangues de violação predominantemente muçulmanos, a opinião pública britânica (e não só), em estado de choque, tem oscilado entre a apatia e a náusea.

De entre aqueles que se mostraram indignados, o fundador da SpaceX e da Tesla, Elon Musk, partilhou um vídeo em que Lowe abordava o assunto, comentando-o com um apelo ao encarceramento dos criminosos e concordou com os apelos a “cabeças têm que rolar” e a julgamentos “ao estilo de Nuremberga” para os perpetradores e aqueles que facilitaram os ataques hediondos.

 

 

O ContraCultura, como publicação de inspiração cristã, opõe-se firmemente à pena de morte e a “cabeças a rolar”, mas é natural que, confrontados com os horrores enunciados no relatório de Lowe, as pessoas exijam que a justiça seja feita, e que seja proporcional aos crimes.

Um excerto do relatório afirma:

“Os incidentes de actividades criminosas listados neste relatório foram extraídos de registos judiciais, investigações oficiais e não oficiais em todo o país e depoimentos de testemunhas prestados à Comissão de Inquérito. Eles confirmam que nunca se tratou de uma série de falhas locais isoladas. Foi um padrão coordenado e nacional de exploração sexual infantil organizada que se repetiu em diversas cidades, do extremo norte ao litoral sul. O mesmo perfil étnico e religioso dos perpetradores foi documentado por quase todas as testemunhas que entraram em contacto com a Comissão de Inquérito. (…) A dimensão do fenómeno dos gangues de violadores é endémica em toda a Grã-Bretanha.”

O relatório cita o número de 250.000 mulheres violadas, que provém de uma declaração feita na Câmara dos Lordes por Lord Pearson de Rannoch a 14 de Maio de 2019:

“O Governo aceita que, se extrapolarmos para todo o país o relatório Jay sobre Rotherham e outros relatórios de Telford e Oxford, parece ter havido mais de 250.000 jovens brancas violadas neste século, em grande parte por homens muçulmanos, geralmente várias vezes por dia durante anos?”

Pearson acrescentou na altura que este número “provavelmente está subestimado”.

O relatório concluiu que o cálculo estatístico pode agora ser corroborado pelos dados recolhidos no inquérito, que compilou os dados das investigações mais completas e bem documentadas.

O relatório cita, por exemplo:

“Rotherham (Jay Report, 2014): Pelo menos 1.400 raparigas foram abusadas entre 1997 e 2013, com algumas estimativas actualizadas a ultrapassarem este número. Os perpetradores eram, na sua grande maioria, homens muçulmanos paquistaneses.”

“Inquérito Telford (2022): Mais de 1.000 crianças (predominantemente raparigas) ao longo de décadas, novamente com o mesmo perfil de agressor.”

 

Um lista de crimes hediondos.

O relatório é de leitura difícil. Verificou-se que as vítimas tinham tipicamente entre oito e doze anos de idade. As crianças eram forçadas a ter relações sexuais com cães e espancadas com tacos de basebol, que eram depois inseridos nelas anal e vaginalmente.

Num caso, a língua de uma menina foi pregada à parede para que não se pudesse mexer enquanto era violada por vários homens.

Verificou-se ainda que a polícia avisava os violadores de que seriam denunciados para ameaçar as vítimas e impedi-las de os denunciar. Noutros casos, a própria polícia participou nas violações colectivas.

Uma menina foi violada por entre 30 a 80 homens, a maioria dos quais nunca foi acusada pelas autoridades britânicas.

Noutro caso, uma menina foi ameaçada nestes termos:

“Se não voltares, vou violar a tua irmãzinha.”

Quando uma mãe tentou pedir ajuda, um polícia britânico disse-lhe:

“Devias ficar feliz por a tua filha estar a viver uma cultura diferente”.

De seguida, desligou-lhe o telefone na cara.

Outra rapariga ficou cega por ácido que lhe foi atirado à face, enquanto tentava escapar a um dos grupos de violadores.

 

Tortura e violação generalizadas em todo o país

O relatório também observou a natureza generalizada dos estupros colectivos em massa, tanto geográfica como temporalmente:

“Grupos de aliciamento sexual operam em 149 municípios, com vítimas que chegam às centenas de milhares. O modelo de actuação destes grupos foi confirmado em dezenas de cidades. A nossa investigação independente, liderada pelo deputado Rupert Lowe, ouviu provas que demonstram operações coordenadas que se estendem a todos os cantos do país, em pelo menos 149 autoridades locais.”

Quanto ao método de cálculo do número de vítimas, o relatório refere:

“Quando a escala de Rotherham/Telford é aplicada à distribuição nacional documentada e multiplicada pelo factor de subnotificação extrema aceite pelas revisões oficiais, o total atinge o limite mínimo de 250.000”.

No entanto, grande parte dos abusos permanece oculta e são necessárias mais investigações, não só para documentar esta injustiça histórica, mas também para responsabilizar os culpados pelo sucedido.

“Estamos longe de compreender a extensão total da criminalidade dos gangues de aliciamento sexual na Grã-Bretanha moderna. É razoável supor que, como o abuso sexual de todos os tipos tende a ser subnotificado, o mesmo se aplica aos gangues de aliciamento. O jornal The Independent noticiou que quase 19.000 crianças foram identificadas como vítimas de exploração sexual em Inglaterra em apenas um ano, apesar da relutância das autoridades estatais em nomear ou enfrentar o problema dos gangues de violação. Após décadas de abuso, o número de vítimas deverá ascender às centenas de milhares. A escala total é ainda desconhecida.”

O relatório reconhece que pode ser impossível determinar com precisão o número real de vítimas, dado que grande parte da informação não foi documentada ou permanece oculta. Todas as principais análises enfatizaram que as estatísticas registadas subestimam gravemente a realidade.

• Auditoria Nacional da Baronesa Casey sobre a Exploração e Abuso Sexual de Crianças em Grupo (Junho de 2025): A auditoria afirma explicitamente que a escala, a natureza e as características da exploração sexual de crianças em grupo continuam a ser impossíveis de quantificar com precisão devido à recolha inconsistente de dados e à supressão histórica.

• Inquérito Independente sobre Abuso Sexual de Crianças (IICSA) e múltiplos inquéritos locais (2022-2025): “É simplesmente impossível saber a dimensão” porque a etnia, a prática de crimes em grupo e os casos históricos eram rotineiramente omitidos ou arquivados para proteger a “coesão comunitária”.

 

Agentes governamentais presidiram ao encobrimento.

O relatório observa ainda que os gangues era activamente protegidos pelo Estado e que figuras-chave do governo foram fundamentais para impedir que a violação colectiva fosse investigada e revelada ao público.

• Roger Stone (líder trabalhista do município de Rotherham entre 2003 e 2014) presidiu ao governo local durante o encobrimento documentado no Relatório Jay.
Vários vereadores trabalhistas de Rotherham interferiram nas investigações policiais, alertaram os perpetradores ou minimizaram a importância das vítimas, alegando que estavam a “fazer escolhas de estilo de vida” para proteger as “relações com a comunidade” e o quadro eleitoral.
Enquanto Keir Starmer era procurador-chefe do Reino Unido, foi relatado que 13.000 suspeitos de pertencerem a gangues de violação e pedófilos foram libertados com simples cartas de advertência.
• Sadiq Khan, o infame mayor de Londres, insistiu repetidamente que não havia gangues de aliciamento sexual a operar na cidade. Descreveu as provas de denunciantes como politicamente motivadas. À Assembleia Municipal de Londres disse que a exploração sexual infantil na capital era uma questão “muito mais complexa” e não se enquadrava nos padrões de aliciamento observados nas cidades carenciadas do norte. Fez estas declarações apesar de a Polícia Metropolitana ter na sua posse relatos de jovens raparigas a serem induzidas a consumir álcool e drogas. Depois, foram violadas por grupos de homens em hotéis e outros locais de Londres.

No geral, o Partido Trabalhista não só deixou de processar os gangues, como em alguns casos os seus próprios membros eram os abusadores e, na maioria dos casos, os seus vereadores, líderes e ministros deram prioridade à lealdade aos blocos muçulmanos paquistaneses em detrimento da segurança das crianças. Nenhum outro partido político tem um historial tão bem documentado de envolvimento directo e protecção institucional a violações de crianças em grande escala. Isto deveu-se, em grande parte, ao próprio interesse eleitoral do Partido Trabalhista.

 

Polícia desvaloriza as vítimas como racistas

Em relação à polícia, uma grande parte da força policial do Reino Unido esteve activa no encobrimento.

Isto apesar de só a polícia ter tomado algumas medidas formais, emitindo “notificações de abrigo” e “cartas de avertência” aos violadores – avisos oficiais declarando que não tinham permissão para se associar, contactar ou abrigar uma criança vulnerável. No entanto, não foi tomada qualquer outra acção. Quando a mãe de ‘Fiona’ ligou para a polícia para denunciar o desaparecimento da filha e mencionou um historial de abusos por parte de homens asiáticos, o assistente disse-lhe:

“Não pode descrevê-los como homens asiáticos porque isso é racista. Devia apenas ficar feliz por a sua filha estar a viver uma cultura diferente.”

Numa ocasião, um polícia levou ‘Fiona’ de volta para a casa onde o abuso estava a ocorrer e disse aos homens para “se divertirem com ela”. Noutra ocasião, a polícia instruiu os abusadores que, se conseguissem persuadir a vítima a assinar um termo de responsabilidade para sair do sistema de acolhimento, a polícia deixaria de os incomodar.

Como o Contra documentou em 2025,  ao denunciar à polícia que a sua filha tinha sido violada, as autoridades aconselharam o pai a “esquecer o assunto” ou “seria preso por ser racista.”

 

Uma abominação alimentada por imigrantes.

O relatório observa que estas quadrilhas de aliciamento sexual eram compostas principalmente por muçulmanos, com destaque para paquistaneses, indianos e africanos,

O investigador Peter McLoughlin, em Easy Meat (2016), compilou uma lista abrangente de condenações de gangues de aliciamento sexual entre 1997 e 2018 (com actualizações em análises subsequentes), com base em decisões judiciais publicadas. O seu exame indicou que aproximadamente 87% dos condenados tinham nomes distintamente muçulmanos, um número que se repete em análises relacionadas e que excede em muito a proporção de muçulmanos (cerca de 6%) na população geral da Grã-Bretanha.

A maioria destes grupos condenados era composta inteiramente por homens de origem muçulmana. Estes grupos são predominantemente de origem paquistanesa, especialmente quando o grupo tem mais de dez membros. A dinâmica de grupos maiores de agressores paquistaneses é evidente em processos e revisões oficiais de locais como Rochdale, Rotherham, Huddersfield, Oxford, Telford e outros.

Outras condenações envolveram grupos compostos maioritariamente por muçulmanos de origem não paquistanesa, demonstrando que o problema não se restringe necessariamente a um único grupo étnico:

• Dois gangues de origem somali em Bristol;
• Um gangue predominantemente de origem africana em Banbury;
• Três iranianos em Chelmsford;
• Três sírios e um kuwaitiano em Newcastle;
• Dois turcos em Somerset;
• Um gangue romeno de violadores em Rotherham.

O caso da “Operação Santuário” em Newcastle envolveu 17 homens e uma mulher de diferentes origens muçulmanas: albanesa, curda, bengali, indiana, turca, iraniana, iraquiana, paquistanesa e do leste europeu. Quase todos os nomes divulgados eram islâmicos.

O Dr. Taj Hargey, imã da Congregação Islâmica de Oxford, sublinhou que praticamente todos os indivíduos nestes gangues pareciam ser muçulmanos, estimando que 95% dos envolvidos professam a fé islâmica.

 

Para além da Europa.

As redes de aliciamento sexual também operam noutros países em grande escala, incluindo em França, mas casos semelhantes estão também a surgir na Alemanha. Curiosamente, os apelos de Musk para um julgamento nos moldes do de Nuremberga coincidem com os relatos de que, nessa mesma cidade, existem gangues de aliciamento sexual que visam raparigas alemãs menores de idade.

Numa cena perturbadora que ecoa as conclusões do Relatório da Investigação sobre Quadrilhas de Violação do Reino Unido, os esquerdistas alemães riram-se no parlamento quando a líder do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), Alice Weidel, descreveu jovens alemãs a serem sistematicamente violadas por homens estrangeiros em Nuremberga, no início deste mês. A mesma mentalidade que permitiu a violação de dezenas de milhares de raparigas britânicas está também presente em toda a Europa e está enraizada no âmago das instituições europeias.

 

 

Por sua vez, Lowe afirma que a questão é, e continua a ser, a imigração em massa, declarando a este propósito:

“Essencialmente, o que aconteceu foi que o decadente sistema político importou milhões de imigrantes de culturas estrangeiras, totalmente incompatíveis com o modo de vida britânico. Estes imigrantes colonizaram grandes partes do nosso país e vivem as suas vidas como bem entendem, porque as nossas autoridades têm demasiado medo de serem acusadas de racismo para as confrontar. Isto fez com que comportamentos que, em síntese, tratam as mulheres e os não muçulmanos como lixo, florescessem e se espalhassem. (…) Políticos conservadores, trabalhistas e reformistas são todos dircetamente responsáveis ​​por esta vasta imigração. Pessoalmente, nunca perdoarei qualquer um dos responsáveis. Raparigas brancas vulneráveis ​​da classe trabalhadora foram tratadas como um pedaço de carne. Violadas, abusadas, torturadas, assassinadas. Foi um ataque racial, e foi um ataque coordenado. Por toda a Grã-Bretanha. Escolheram estas raparigas como alvo porque eram vulneráveis, jovens e brancas. Enquanto a classe política não aceitar este facto, NADA mudará jamais.”

 

 

O relatório de Rupert Lowe há-de ficar para a história dos horrores da distopia do Reino Unido. E os filhos e netos daqueles que toleraram ou foram cúmplices deste estupro da população nativa britânica hão-de ter vergonha dos seus pais e avós.