J.D. Vance emitiu uma declaração crítica sobre o homicídio de Henry Nowak. Acto contínuo, o gabinete do Primeiro-Ministro britânico Keir Starmer, acusou o Vice-Presidente dos EUA de “interferência estrangeira”. No entretanto, a líder “conservadora” britânica/nigeriana atacou o Departamento de Estado norte-americano por criticar o policiamento de dois critérios na Grã-Bretanha.
O vice-presidente norte-americano manifestou-se sobre o assassinato e a detenção injusta de Henry Nowak, um adolescente branco na Grã-Bretanha, que foi algemado pela polícia em vez de receber ajuda enquanto morria, porque o seu assassino, Vickrum Digwa, o acusou falsamente de racismo.
JD vance publicou no X uma mensagem a este propósito:
“Henry Nowak morreu da mesma forma que uma civilização morre: abandonado, algemado por autoridades que não confiavam nele nem se preocupavam com ele, e acusado de crimes de ódio que não cometeu. O seu assassinato é tão trágico quanto revoltante. Deveria estar vivo hoje, e estaria se as últimas gerações de elites europeias tivessem resistido à política de auto-ódio e à invasão em massa de migrantes, muitos dos quais desprezam o Ocidente e as pessoas que o amam.”
Fazendo eco da declaração do líder do partido Reform UK, Nigel Farage, sobre Nowak, acrescentou:
“Cada vez que se perde uma vida como a dele, a resposta adequada — a única resposta — é a justa indignação.”
A declaração de Vance destaca a tensão contínua entre o Regime Epstein e a Distopia WEF, que apesar de terem muito em comum, não conseguem entender-se numa única plataforma satânica (Deus é grande).
Henry Nowak died the same way a civilization dies: abandoned, handcuffed by authorities who neither trusted nor cared for him, and accused of hate crimes he did not commit. His murder is as tragic as it is enraging. He should still be alive today, and he would be if the last few… https://t.co/e3HkjzWzwU
— JD Vance (@JDVance) June 5, 2026
Gabinete de Starmer ataca Vance por ‘Interferência Estrangeira’.
Logo depois das declarações de Vance, o número 10 de Downing Street, residência oficial do Primeiro-Ministro do Reino Unido, acusou o Vice-Presidente dos EUA de tentar “fomentar a divisão”.
O gabinete de Starmer afirmou, desavergonhadamente:
“Nos últimos dias, temos visto pessoas a tentar interferir na nossa democracia e a procurar fomentar a divisão nas nossas ruas… A nossa política deve unir as pessoas, mesmo nas circunstâncias mais terríveis. É isso que somos como país.”
Convenhamos: é preciso um mestrado em double speak orwelliano para conseguir escrever isto. Primeiro: O Reino Unido não é uma democracia. Segundo: o regime Starmer não tem feito mais que dividir as pessoas. Terceiro: como país, o Reino Unido é um inferno sem nome, em que a polícia deixa morrer um rapaz porque foi acusado, pelo seu assassino, de ser racista.
🚨 BREAKING: Keir Starmer has accused JD Vance of “interfering in our democracy” after he blamed Henry Nowak’s murder on the “mass invasion of migrants”
“In recent days we have seen people trying to interfere in our democracy and seeking to stir up division on our streets.…
— Politics UK (@PolitlcsUK) June 5, 2026
Líder “conservadora” do Reino Unido ataca o Departamento de Estado norte-americano por criticar policiamento de dois critérios na Grã-Bretanha.
Por seu lado, Kemi Badenoch, líder do Partido Conservador do Reino Unido, demonstrou factualmente que trabalhistas e conservadores pensam a sociedade e protegem o estabelecimento exactamente da mesma forma, comentando de forma ácida as declarações do Departamento de Estado dos EUA que criticavam o policiamento de dois critérios que ocorre no Reino Unido.
Na quinta-feira, o Departamento de Estado comentou o caso Nowak, numa mensagem em que lemos:
“O condicionamento ideológico e o policiamento de duas classes são sintomas gritantes do declínio civilizacional. Devem ser rejeitados em todo o Ocidente. Os Estados Unidos enviam as suas condolências à família de Henry Nowak e ao povo do Reino Unido neste momento difícil.”
Ideological conditioning and two-tiered policing are glaring symptoms of civilizational decline. They must be rejected across the West.
The United States sends our condolences to the family of Henry Nowak and the people of the United Kingdom at this troubling time.
— Department of State (@StateDept) June 4, 2026
Em resposta, Badenoch disse:
“Não preciso que outros países me digam o que pensar… Eu sei o que penso e já fui muito clara”.
Badenoch já tinha sido clara, é verdade, sobre a sua posição em relação ao assassinato de Nowak. Enquanto em 2020, referindo-se à morte de George Floyd, publicou nas redes sociais que “As vidas negras importam”, agora resolveu ser etnicamente menos incisiva, afirmando:
“Não quero ouvir falar que as vidas brancas importam. Todas nós importamos”.
Não é de espantar. Enquanto ministra no anterior governo conservador, Badenoch promoveu a diversidade e a contratação com base em critérios DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão).
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