J.D. Vance emitiu uma declaração crítica sobre o homicídio de Henry Nowak. Acto contínuo, o gabinete do Primeiro-Ministro britânico Keir Starmer, acusou o Vice-Presidente dos EUA de “interferência estrangeira”. No entretanto, a líder “conservadora” britânica/nigeriana atacou o Departamento de Estado norte-americano por criticar o policiamento de dois critérios na Grã-Bretanha.

 

O vice-presidente norte-americano manifestou-se sobre o assassinato e a detenção injusta de Henry Nowak, um adolescente branco na Grã-Bretanha, que foi algemado pela polícia em vez de receber ajuda enquanto morria, porque o seu assassino, Vickrum Digwa, o acusou falsamente de racismo.

JD vance publicou no X uma mensagem a este propósito:

“Henry Nowak morreu da mesma forma que uma civilização morre: abandonado, algemado por autoridades que não confiavam nele nem se preocupavam com ele, e acusado de crimes de ódio que não cometeu. O seu assassinato é tão trágico quanto revoltante. Deveria estar vivo hoje, e estaria se as últimas gerações de elites europeias tivessem resistido à política de auto-ódio e à invasão em massa de migrantes, muitos dos quais desprezam o Ocidente e as pessoas que o amam.”

Fazendo eco da declaração do líder do partido Reform UK, Nigel Farage, sobre Nowak, acrescentou:

“Cada vez que se perde uma vida como a dele, a resposta adequada — a única resposta — é a justa indignação.”

A declaração de Vance destaca a tensão contínua entre o Regime Epstein e a Distopia WEF, que apesar de terem muito em comum, não conseguem entender-se numa única plataforma satânica (Deus é grande).

 

 

Gabinete de Starmer ataca Vance por ‘Interferência Estrangeira’.

Logo depois das declarações de Vance, o número 10 de Downing Street, residência oficial do Primeiro-Ministro do Reino Unido, acusou o Vice-Presidente dos EUA de tentar “fomentar a divisão”.

O gabinete de Starmer afirmou, desavergonhadamente:

“Nos últimos dias, temos visto pessoas a tentar interferir na nossa democracia e a procurar fomentar a divisão nas nossas ruas… A nossa política deve unir as pessoas, mesmo nas circunstâncias mais terríveis. É isso que somos como país.” 

Convenhamos: é preciso um mestrado em double speak orwelliano para conseguir escrever isto. Primeiro: O Reino Unido não é uma democracia. Segundo: o regime Starmer não tem feito mais que dividir as pessoas. Terceiro: como país, o Reino Unido é um inferno sem nome, em que a polícia deixa morrer um rapaz porque foi acusado, pelo seu assassino, de ser racista.

 

 

Líder “conservadora” do Reino Unido ataca o Departamento de Estado norte-americano por criticar policiamento de dois critérios na Grã-Bretanha.

Por seu lado, Kemi Badenoch, líder do Partido Conservador do Reino Unido, demonstrou factualmente que trabalhistas e conservadores pensam a sociedade e protegem o estabelecimento exactamente da mesma forma, comentando de forma ácida as declarações do Departamento de Estado dos EUA que criticavam o policiamento de dois critérios que ocorre no Reino Unido.

Na quinta-feira, o Departamento de Estado comentou o caso Nowak, numa mensagem em que lemos:

“O condicionamento ideológico e o policiamento de duas classes são sintomas gritantes do declínio civilizacional. Devem ser rejeitados em todo o Ocidente. Os Estados Unidos enviam as suas condolências à família de Henry Nowak e ao povo do Reino Unido neste momento difícil.”

 

 

Em resposta, Badenoch disse:

“Não preciso que outros países me digam o que pensar… Eu sei o que penso e já fui muito clara”.

Badenoch já tinha sido clara, é verdade, sobre a sua posição em relação ao assassinato de Nowak. Enquanto em 2020, referindo-se à morte de George Floyd, publicou nas redes sociais que “As vidas negras importam”, agora resolveu ser etnicamente menos incisiva, afirmando:

“Não quero ouvir falar que as vidas brancas importam. Todas nós importamos”.

Não é de espantar. Enquanto ministra no anterior governo conservador, Badenoch promoveu a diversidade e a contratação com base em critérios DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão).