O líder do movimento Restore Britain, Rupert Lowe, confrontou, num debate em Westminster realizado na semana passada, os deputados britânicos com testemunhos angustiantes de raparigas e mulheres brancas que foram violadas, torturadas, traficadas e degradadas por gangues constituídos por imigrantes muçulmanos, e abandonadas pelas próprias autoridades que as deveriam ter protegido.

O debate foi garantido depois de 260.974 britânicos terem assinado uma petição a pedir ao Parlamento que abordasse o escândalo. Lowe começou por agradecer aos signatários e por dar as boas-vindas às sobreviventes que estavam presentes no plenário, dizendo que o debate não era sobre política, mas sobre elas, e afirmando:

“Quero que o mundo ouça o que ouvimos durante as duas semanas de audições do nosso inquérito independente sobre gangues de violadores, um inquérito que nunca deveria ter acontecido.”

De seguida, leu uma série de testemunhos chocantes que expuseram a dimensão dos abusos sofridos por raparigas quase exclusivamente brancas. Uma sobrevivente disse que tinha apenas “cerca de 12, quase 13 anos” quando um homem a violou, antes de forçar uma garrafa vazia de Jack Daniel’s para dentro dela e partir o vidro. Outra descreveu ter sido imobilizada por grupos de homens que se revezavam para a violar, antes de a agredirem, ameaçarem matá-la e jurarem represálias sobre os seus entes queridos, caso denunciasse o crime.

Lowe disse aos deputados que as provas apresentadas no seu inquérito incluíam alegações repetidas de que as raparigas brancas britânicas eram alvos deliberados. Uma sobrevivente afirmou que os abusadores faziam constantes referências a “raparigas brancas” e “raparigas cristãs”, alegando que estas tinham “menos moral ou valores inferiores”, enquanto as raparigas muçulmanas eram descritas como tendo “dignidade e um estatuto moral superior”.

Outra alegada vítima afirmou que a raça “desempenhou um papel” na selecção das vítimas, acrescentando que as sobreviventes que entretanto conheceu eram “quase exclusivamente brancas”.

O depoimento incluiu também alegações graves de que as crianças sob tutela de instituições públicas eram efectivamente entregues a abusadores. Uma sobrevivente disse que os homens buzinavam em frente a um orfanato antes de um funcionário levar uma criança até à porta da frente. Outra disse:

“Eram todas as raparigas brancas de todos os orfanatos em que estive”.

Num dos relatos mais perturbadores lidos aos parlamentares, uma sobrevivente recordou-se de ter visto a traseira de uma carrinha aberta, revelando “15, 20 raparigas trancadas em jaulas para cães”. Outra disse que cães foram trazidos durante uma sessão de violações, enquanto homens ficavam a filmar, a rir e a apostar no que iria acontecer. A vítima disse que não tinha para onde ir e que foi violada por um cão enquanto um homem lhe segurava o rosto e a olhava nos olhos porque “queria ver-me a quebrar”.

Lowe leu ainda o testemunho de uma sobrevivente que disse ter sido violada por “cerca de seiscentos ou setecentos homens diferentes” ao longo de três anos, após o início dos abusos quando tinha 13 anos. Outra vítima relatou que os abusos se intensificavam durante os fins de semana e feriados, quando as festas se tornavam “maiores, piores e mais violentas”, com mais homens e mais raparigas envolvidas.

O líder do movimento Restore Britain afirmou que as instituições falharam repetidamente com as vítimas. Uma menina contou que foi ao hospital aos 15 anos, a sangrar, inchada e incapaz de se sentar após uma agressão, mas recebeu comprimidos e foi libertada depois de dizer à equipa médica que a sua bebida tinha sido adulterada, pois tinha muito medo de contar o que realmente tinha acontecido. “Não me fizeram nenhuma pergunta”, disse ela.

Outra sobrevivente alegou ter sido violada por vários polícias em diferentes pontos do país. De facto, e como o Contra documentou em 2025, a polícia não foi apenas cúmplice dos gangues de violadores muçulmanos que operam no Reino Unido. De acordo com testemunhos prestados por dezenas de vítimas, agentes houve que participaram activamente nos abusos sexuais praticados sobre menores.

Uma testemunha adicional relatou que um homem apagou um cigarro na cara de um bebé.

Lowe disse que os abusos também foram utilizados para atacar a fé e a identidade das vítimas. Uma sobrevivente cristã relatou que a sua cruz foi usada como forma de a destruir animicamente, com os abusadores a perguntarem:

“Onde está o teu Deus agora? Será que Deus te abandonou?”

O líder do Restore Britain disse que poderia ter continuado a ler depoimentos “durante horas e horas”, alertando que o Parlamento já não tinha desculpas para a inacção.

“Todos nós neste edifício temos a responsabilidade enfim de agir. Não de falar, mas de agir. O nosso relatório da investigação sobre os gangues de violação será divulgado nos próximos dias. Vai mudar a Grã-Bretanha para sempre”.

Lowe lançou a sua própria investigação independente antes de o governo do Reino Unido ter anunciado, contrafeito e pressionado pela opinião pública, uma investigação nacional sobre gangues de violação, um processo que identificou provas de exploração sexual infantil em dezenas de municípios.

Bem vindo ao inferno distópico do Reino Unido.