Shabana Mahmood, a muçulmana de extrema-esquerda que Starmer achou por bem nomear para o Ministério do Interior, responsável pelas políticas de imigração do Reino Unido.

 

O governo do Partido Trabalhista britânico está a divulgar novas estatísticas que mostram uma queda da imigração líquida em 2025, mas a imigração bruta continua extremamente elevada, acima dos 800 mil, e as sondagens revelam que a maioria dos britânicos acredita que aumentou.

A queda da imigração líquida de longo prazo para 171 mil, segundo dados provisórios do National Statistics Office (ONS) relativos a 2025, deve-se em parte ao número de cidadãos britânicos, nativos, que abandonaram o país, que atinge quase 250.000 por ano, enquanto a imigração bruta de cidadãos de fora da União Europeia (UE) permanece historicamente elevada, em 627.000.

As sondagens da British Future mostram que apenas 16% dos britânicos acreditam que a imigração está a diminuir, enquanto 49% acreditam que está a aumentar.

A imigração bruta para 2025 está estimada em 813.000 pessoas. Deste total, 627.000 são imigrantes de fora da UE, 76.000 são imigrantes da UE e 110.000 são cidadãos britânicos que regressam ao país.

Entretanto, 278.000 cidadãos são de fora da UE, 118.000 são cidadãos da UE e 246.000 são cidadãos britânicos que abandonaram o país. De notar que as estatísticas são provisórias, e o ONS (National Office of Statistics of the UK) reviu as suas estimativas provisórias de imigração bruta para 2024, elevando-as para mais de um milhão no mesmo relatório.

Robert Jenrick, membro do Parlamento pelo Partido Reformista de Nigel Farage, afirmou:

“246.000 britânicos deixaram o país no ano passado. No total, 136.000 foram embora. Uma cidade do tamanho de Watford. Muitos são empreendedores, investidores, pequenos empresários. É o Êxodo Starmer. O Reform UK trará os britânicos de volta.”

Não. O Reform UK é uma versão 2.0 dos Torys que vai mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma.

A imigração líquida quintuplicou sob o governo do ex-primeiro-ministro Boris Johnson, como resultado da drástica redução dos requisitos para imigrar para a Grã-Bretanha promovida pelo seu governo “conservador” após a pandemia COVID-19. Embora o caudal actual seja significativamente inferior ao período da “Onda Boris”, as chegadas anuais continuam próximas dos níveis mais elevados da história da Grã-Bretanha, principalmente em termos brutos. E só porque os nativos estão a fugir do inferno em que se transformou o Reino Unido.