A Polícia de Hampshire divulgou imagens de câmaras corporais que mostram os seus agentes a arrastar Henry Nowak por uma estrada de cascalho e a recusarem-se a ouvir os seus pedidos por uma ambulância, enquanto o prendiam injustamente com base numa falsa acusação de racismo feita pelo seu assassino sikh.

A polícia divulgou imagens de câmaras corporais que mostram a detenção injusta de Henry Nowak, um adolescente branco que foi esfaqueado repetidamente por Vickrum Digwa, um sikh de 23 anos, momentos antes de morrer. As imagens, que só foram divulgadas depois das autoridades serem pressionadas nas redes sociais e pelo líder do partido Reform UK, Nigel Farage, entre outros, mostram os polícias a acreditarem imediatamente nas alegações de racismo do seu assassino e a algemarem a vítima, enquanto ignoravam os seus apelos de que tinha sido esfaqueado, afirmando:

“Foste esfaqueado? Onde? Acho que não, amigo.”

O vídeo mostra Nowak deitado numa entrada de gravilha, a dizer repetidamente aos polícias que tinha sido esfaqueado e não conseguia respirar, e a pedir uma ambulância. Sem demonstrar qualquer preocupação com a sua saúde, apesar do seu evidente sofrimento médico, os polícias arrastam-no pelas pernas, puxam-no para cima e, por fim, viram-no de lado e puxam-lhe os braços para trás para o algemar, possivelmente acelerando a deterioração do seu estado clínico. O jovem acabou por sangrar até à morte.

 

 

A divulgação das imagens está a intensificar as críticas à polícia pelo tratamento inadequado dado a Nowak com base numa alegação infundada de racismo, que acabou por ser comprovada como falsa em tribunal. O pai de Nowak, Mark, observou num comunicado após a sentença de Digwa na segunda-feira que, ao contrário de Nowak, o sikh nunca foi algemado, mesmo depois de ter sido detido por homicídio e levado para a esquadra, tendo até sido levado à cozinha para escolher uma refeição enquanto lá estava.

Nigel Farage afirmou, em relação a estas chocantes imagens:

“Esta é a filmagem mais chocante de discriminação que já viu. Um miúdo branco a ser algemado por polícias mais preocupados com uma acusação de racismo do que com um homicídio. Este deve ser um ponto de viragem. As vidas brancas também importam.”

 

 

O racismo contra a população nativa branca e a dualidade de critérios é uma das imagens de marca das forças policiais britânicas. Só para enumerar os escândalos noticiados pelo Contracultura em 2025:

Em Setembro, numa polaroide do colapso civilizacional que se vive no Reino Unido, a polícia escocesa acusou uma adolescente de 14 anos de posse ilegal de arma branca, que a menina empunhou num acto desesperado de legítima defesa em relação a imigrantes que a pretendiam molestar.

Em Agosto,um imigrante alojado no Britannia, um hotel de 4 estrelas no centro de Londres, decidiu por bem invadir propriedade alheia. A proprietária chamou a polícia, que deixou o imigrante em liberdade e preferiu prender… a queixosa.

Nesse mesmo mês, Um britânico foi detido apenas por ter tido a ousadia de dizer “adoramos bacon” enquanto protestava contra a construção de uma mesquita gigante no noroeste do Reino Unido, região onde a comunidade muçulmana nem sequer é demograficamente significativa.

Em Julho, foi revelado que a polícia não foi apenas cúmplice dos gangues de violadores muçulmanos que operam no Reino Unido. De acordo com testemunhos prestados por dezenas de vítimas, agentes houve que participaram activamente nos abusos sexuais praticados sobre menores.

Em Maio, foi notícia o facto da Polícia de West Yorkshire bloquear activamente candidaturas de pessoas brancas em favor de candidatos da “diversidade”.

Em Janeiro, soube-se que a Polícia disse a um pai cuja filha foi violada por um gangue de muçulmanos para “esquecer o assunto”, caso contrário “seria preso por ser racista.”

E isto já para não falar nas pessoas que foram detidas por delito de opinião, quando se manifestaram publicamente contra a imigração massiva que está a destruir a cultura, a identidade, a economia e a sociedade britânicas. No Reino Unido são presas em média 9 pessoas por dia e 27 menores por ano, por delito de opinião. Estatísticas divulgadas recentemente sugerem que a Grã-Bretanha processa todos os anos muito mais casos relacionados com a liberdade de expressão do que a antiga União Soviética durante um dos seus períodos mais repressivos.

Ainda assim, este caso será, talvez, entre todos os que o ContraCultura já documentou, o mais chocante e infame.