Mais de 750 pessoas foram detidas, 219 ficaram feridas e 57 polícias foram também feridos após a vitória do Paris Saint-Germain sobre o Arsenal na final da Liga dos Campeões, que provocou distúrbios generalizados em toda a França.

Os adeptos encheram a famosa avenida Champs-Élysées imediatamente após o PSG garantir a vitória por penáltis, com imagens a captar violências generalizada, viaturas automóveis e bicicletas elétricas incendiadas, lojas vandalizadas e fogo de artifício a ser usado como arma contra a polícia.

Os problemas já tinham começado quando os adeptos se juntaram no estádio do PSG, o Parc des Princes, para assistir à partida em ecrãs gigantes.

 

 

O ministro do Interior, Laurent Núñez, disse que 780 pessoas foram detidas, com mais de 450 sob custódia. Cerca de 57 polícias ficaram feridos, enquanto ainda nos primeiros momentos dos motins já tinham sido registados danos em seis veículos, dois estabelecimentos comerciais e uma paragem de autocarros. Nunez, descreveu a violência como “absolutamente inaceitável”, mas observou que as autoridades estavam preparadas com um “sistema muito robusto e sólido em vigor”, acrescentando:

“Somos um grande país na manutenção da ordem pública. Permitimos a liberdade de reunião, mas não os excessos. A grande maioria sai para festejar e tudo corre muito bem. Mas outros indivíduos, que não são adeptos do PSG, que nem sequer assistem ao jogo, vêm causar problemas e distúrbios. Estamos aqui para impedi-los de o fazer. A nossa resposta é muito firme.”

A polícia recorreu ao uso de gás lacrimogéneo para dispersar a multidão que se aglomerava no centro de Paris, onde fogos de artifício e sinalizadores iluminavam o céu nocturno.

Marine Le Pen usou o X para criticar os distúrbios, dizendo:

“Só em França a vitória de um clube de futebol provoca tumultos. Só em França é que todos se sentem compelidos a fechar-se em casa na noite de uma vitória para evitar confrontos com a violência.”

 

 

Mais um triunfo da ‘diversidade’, na distopia de Macron.