Os sionistas enfiaram 150 milhões de dólares numa muito pequenina eleição primária de um círculo eleitoral muito pequenino de Kentucky, de onde vinha Thomas Massie, e conseguiram correr com o único congressista americano não financiado pelo Regime Epstein (e não por coincidência, o primeiro responsável por termos tido acesso aos ficheiros Epstein), ou seja:

A democracia nos EUA, que já não era de saúde, morreu na quarta-feira passada.

O dinheiro compra. O sionismo manda. O Regime Epstein reina. A dissidência foi completamente arredada de qualquer fonte de poder nos Estados Unidos da Merda da América.

Não vale a pena estar aqui a fazer a apologia de Thomas Massie, qualquer pessoa que esteja atenta ao ecossistema político ocidental sabe ou devia saber quem ele é e aqueles que deviam mas não sabem não merecem facilitismos.

Mas é importante dizer que, mais que a dissidência, o representante republicano pelo 4º distrito de Kentucky combatia pela decência, porque foi quem mais lutou para denunciar a pedofilia, o canibalismo, a febre homicida e o satanismo das elites de Washington e dos comissários de Telavive, e foi agora destituído precisamente por denunciar a pedofilia, o canibalismo, a febre homicida e o satanismo das elites de Washington e dos comissários de Telavive.

É espantoso, se pensarmos bem neste absoluto triunfo da mais que flagrante vilania.

E Donald Trump, tem que ser sublinhado o facto, é o testa de ferro da abominação moral que testemunhámos.

Reparem só na festa de vitória do neocom sionista Ed Gallrein, candidato que Trump apoiou e que venceu estas eleições (com 10.000 votos por correio que surgiram do nada e de repente):

 

 

Ok. Agora reparem na festa de derrota de Thomas Massie:

 

 

As elites, mais uma vez, festejam, em salas vazias de gente e de entusiasmo e de fé no futuro. As massas, como tem acontecido repetidamente nestas primeiras décadas do século XXI, engolem em seco. Somos mais. Muitos mais. Perdemos. Como gente grande. E continuamos a perder porque isto não é democracia nem nada que se pareça. Isto é uma coisa repelente, que até mete nojo.

E os perdedores estão bem alimentados e têm casas de férias em Fernão Ferro. Não vão agora deitar a sua miséria a perder.

Há uma onda de revolta e sim, de nojo, pelo corrompido sistema norte-americano que hoje corre pela web porque aqueles que ainda têm alguma faculdade cerebral estão por aqui (o sítio nos testículos, no estômago ou na garganta onde se localiza a vontade de revolução). Basta ouvir Tucker Carlson para perceber a indisposição:

 

 

Mas é claríssimo que não vai haver revolução nenhuma, por muito que Clayton Morris sonhe com ela (ele também à beira de vomitar).

 

 

Merecemos o que toleramos e os americanos merecem completamente o Congresso que vão ter agora, todo virado contra eles próprios e os seus interesses e valores e aspirações.

E ainda há muita gente que está a pensar que Massie pode, em 2028, correr ao bilhete presidencial, o mesmo homem que não conseguiu ganhar as eleições do quântico distrito eleitoral de Kentucky.

A malta não aprende nada e não aprende nunca.

O jogo, em todo o Ocidente, está viciado de tal forma que não há maneira de jogar limpo.

E jogar sujo, como joga a classe Epstein, ou como joga a classe WEF, não é para pessoas de bem.

O representante dissidente, agora derrotado, tem ainda sete meses de mandato. Podemos expectar que faça a vida dos seus coleguinhas num inferno sem nome, durante o tempo que lhe resta.